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	<title>Rituais Maternos &#187; Alívio da Dor durante o Trabalho de Parto</title>
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		<title>&#8220;A dor boa&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 17:32:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alívio da Dor durante o Trabalho de Parto]]></category>
		<category><![CDATA[Alívio da Dor]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220; (&#8230;) SEM MEDO DA DOR A dor de parto, como todas as outras, é muito subjectiva, mas tem características que a distinguem de outras dores: não é patológica, ou seja, não significa que algo de errado se está a passar no corpo, tem intervalos que permitem recuperar as forças e esquece-se facilmente. A sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong> (&#8230;) <strong>SEM MEDO DA DOR</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">A dor de parto, como todas as outras, é muito subjectiva, mas tem características que a distinguem de outras dores: <strong>não é patológica</strong>, ou seja, não significa que algo de errado se está a passar no corpo, <strong>tem intervalos que permitem recuperar as forças</strong> e esquece-se facilmente. <strong>A sua intensidade depende da preparação física e mental que se fez para o parto e das condições que o hospital oferece à mulher</strong></span>.</p>
<p>«<span style="text-decoration: underline;"><strong>A dor de parto tem uma forte componente psicológica</strong>. Costumo até dizer que 75 por cento da dor de parto está na cabeça</span>», diz Rosália Marques, enfermeira especialista em enfermagem de Saúde Materna e Obstétrica na maternidade do Hospital Garcia de Orta, em Almada. «<strong><span style="text-decoration: underline;">Depende do que nos foi incutido durante a gravidez, da nossa cultura, das nossas vivências</span></strong>», explica, para depois dar um exemplo: «<span style="text-decoration: underline;">Já assisti a partos de adolescentes sem qualquer analgésico, em que elas pouco se queixaram das dores. Dizem-me, muitas vezes, que são iguais às da menstruação. Não têm ainda a cultura do bíblico &#8220;parirás com dor&#8221; enraizada</span>».</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Para combater a cultura do medo do parto, é preciso perceber qual a função da dor no nascimento. «<strong>A dor dá indicações à mulher para mexer-se de forma a encontrar posições menos dolorosas. Assim, a bacia da mãe adapta-se melhor ao bebé, dando-lhe espaço para encaixar, e isso facilita o trabalho de parto</strong>», explica a enfermeira. Por isso, é tão importante que a mulher possa mexer-se à vontade, o que nem sempre acontece nos hospitais portugueses. «<strong>As instituições têm de se adaptar à procura de cuidados. Mas ainda estamos no início</strong>», reconhece</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">No Garcia de Orta dão-se agora os primeiros passos na humanização do parto. Nesta maternidade, as mulheres podem fazer um plano de parto, deambular, ouvir música, mas ainda é a epidural que está no topo dos métodos de alívio da dor. «<strong>As mulheres ainda têm muito receio da dor e pedem a epidural precocemente. Apesar de ter cada vez menos riscos, não deixa de ser uma intervenção</strong>», frisa a enfermeira-obstetra</span>. (&#8230;)</p>
<p><strong>ESCOLHA DEVE SER DA MÃE</strong></p>
<p>Recentemente, Denis Walsh, conceituado parteiro britânico, incendiou a discussão sobre a utilização da epidural: «<span style="text-decoration: underline;">A dor de parto tem um propósito e é útil, tendo variados benefícios, tais como preparar a mãe para a responsabilidade de cuidar de um recém-nascido</span>». Em declarações ao jornal The Observer, o parteiro condenou aquilo a que chama a «Cultura da Epidural» e evidenciou os benefícios da dor de parto, que diz ser parte de «um ritual de passagem» para a maternidade. «<span style="text-decoration: underline;">No Ocidente, nunca foi tão seguro ter um filho. Apesar disso, as mulheres têm mais medo do parto do que nunca</span>», criticou. (&#8230;)</p>
<p>Muitas mães acusaram-no de não saber do que estava a falar, por ser homem e nunca poder sentir a dor de parto. Alguns profissionais de saúde consideraram o discurso um pouco exagerado. <span style="text-decoration: underline;">A enfermeira Rosália Marques lembra que ter um parto sem epidural pode aumentar a auto-estima da mulher. E sugere que talvez essa possa ser a explicação por detrás das declarações de Denis Walsh. «<strong>Depois de um parto natural, sente-se que uma etapa importante foi ultrapassada com sucesso. Essa sensação de &#8220;sou capaz&#8221; é bastante positiva e ajuda a mulher a superar pequenos problemas que possam surgir no imediato. Uma mãe com uma boa auto-estima poderá ter uma relação melhor com o filho</strong>», explica</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">No entanto, a enfermeira defende que cada mulher deve poder escolher o que quer para o seu parto. «<strong>Não se pode culpabilizar uma mãe por não querer ter dor. A dor é subjectiva e prende-se com vários aspectos culturais</strong></span>.»</p>
<p><strong>ALIVIAR A DOR SEM EPIDURAL</strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Liberdade de movimentos</span></strong><span style="text-decoration: underline;">: ter liberdade de movimentos é a melhor forma de lidar com a dor. Andar, rodar as ancas, pôr-se de gatas, dançar suavemente com os braços pendurados ao pescoço de alguém, são alguns dos movimentos recomendados. Mas cada mulher encontrará as melhores posições para lidar com a sua própria dor. Desta forma, seguindo as indicações da dor, permite-se que o bebé tenha o máximo espaço possível para se mexer e sair. Pode também usar uma bola de partos durante a dilatação. Sentar-se direita sobre a bola, com as pernas abertas, estimula a pelve a alargar e a abrir. Quando as mulheres podem escolher a posição em que querem dar à luz, a maior parte fá-lo de cócoras, em pé ou sentada. As posições verticais, por contarem com a ajuda da gravidade, facilitam o trabalho de parto e a expulsão do bebé. <strong>Vários estudos têm demonstrado que se a mulher estiver em posição vertical na primeira fase do trabalho de parto tem menos dor, menos necessidade de analgesia epidural e a fase de dilatação será mais curta</strong></span>.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Apoio contínuo</span></strong><span style="text-decoration: underline;">: ter ao lado o marido, a mãe ou uma amiga ajuda a lidar com a dor. O acompanhante pode fazer uma massagem nas zonas mais doridas, pode dançar (como é sugerido acima), fazer festas no cabelo ou no rosto, dar a mão, deixar a mulher apoiar-se em si. Ou seja, disponibilizar o seu corpo também. O contacto físico é um poderoso analgésico em qualquer situação, por isso, também no parto. Além disso, ter alguém importante ao lado favorece o estado emocional, dá segurança. Alguém que conheça bem a mulher e perceba as suas necessidades, lhe diga o que precisa ouvir (e saiba estar calado quando for necessário), ajudará, com certeza, ao alívio da dor. <strong>Uma revisão de estudos do Cochrane Institute (EUA) concluiu que as mulheres que contaram com apoio contínuo durante os seus partos tiveram menos necessidade de analgésicos e ficaram mais satisfeitas com a experiência</strong></span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Água</strong>: a utilização de água quente durante a dilatação<strong> induz a mulher ao relaxamento, reduz a ansiedade estimulando a produção de endorfinas, encurta o trabalho de parto e aumenta a sensação de controlo da dor e a satisfação</strong>. A mulher pode ter à sua disposição uma banheira cheia de água (a temperatura não deve ultrapassar os 37 graus) e ir saíndo e entrando conforme lhe for mais agradável. Esta hipótese é, no entanto, ainda muito rara nos hospitais portugueses. Algumas maternidades permitem um duche de água quente &#8211; que também pode ser bastante agradável &#8211; mas apenas numa fase muito inicial do trabalho de parto</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Ambiente</strong>: diminuir a intensidade das luzes, manter a porta fechada, desligar os telemóveis, ter no quarto o mínimo de pessoas possível, evitar conversas paralelas entre os profissionais de saúde. <strong>Quanto menos estímulos existirem no quarto, mais facilmente a mulher consegue relaxar e concentrar-se no trabalho de parto, o que contribui para o alívio da dor</strong>. Ouvir uma música suave ou escolhida pela mulher também pode ajudar a criar um ambiente calmo e relaxante</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Fontes</strong></span>: Iniciativa Parto Normal, um documento de consenso, da Associação Portuguesa de Enfermeiros Obstetras; Método para um Parto Suave, de Gowri Motha. (&#8230;)<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Texto: Patrícia Lamúrias<br />
Revista PAIS &amp; Filhos<br />
15 Janeiro 2010</p>
<p>Podem ler o artigo completo <a href="http://www.paisefilhos.pt/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=2060&amp;Itemid=29" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><strong></strong>
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		<title>&#8220;Caminhe, Mova-se e Mude de Posições&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 15:25:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alívio da Dor durante o Trabalho de Parto]]></category>
		<category><![CDATA[Alívio da Dor]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho de Parto]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é um pequeno vídeo que incentiva as mulheres em trabalho de parto a movimentarem-se e a escolherem a melhor posição para elas. Seguir o instinto, colocando-se nas posições que o corpo pede é uma forma de aliviar as dores das contracções, tornando o trabalho de parto mais suave.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este é um pequeno vídeo que incentiva as mulheres em trabalho de parto a movimentarem-se e a escolherem a melhor posição para elas. Seguir o instinto, colocando-se nas posições que o corpo pede é uma forma de aliviar as dores das contracções, tornando o trabalho de parto mais suave.</p>
<p><object width="425" height="350" data="http://www.youtube.com/v/WkZDqtRKMco&amp;eurl" type="application/x-shockwave-flash"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/WkZDqtRKMco&amp;eurl" /></object>
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		<title>Workshop Massagem durante o Trabalho de Parto</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 09:38:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alívio da Dor durante o Trabalho de Parto]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos/Workshops]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Como massajar a mãe em trabalho de parto A massagem durante o trabalho de parto poderá ser o melhor método natural de alívio da dor. Existem técnicas de massagem que o pai poderá aprender e aplicar na mamã durante o início do trabalho de parto. Para além destas vantagens, a massagem promove a vinculação entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;Como massajar a mãe em trabalho de parto</strong></p>
<p>A massagem durante o trabalho de parto poderá ser o melhor <strong>método natural de alívio da dor</strong>. Existem técnicas de massagem que o pai poderá aprender e aplicar na mamã durante o início do trabalho de parto. Para além destas vantagens, <span style="text-decoration: underline;">a massagem promove a vinculação entre o casal, neste momento tão especial que se aproxima</span>.</p>
<p>Vamos aprender algumas destas técnicas e proporcionar às mamãs momentos de prazer e relaxamento.<strong>&#8220;</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Data</span>: <strong>10 de Julho</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Horário</span>: 20:40h<br />
<span style="text-decoration: underline;">Preço</span>: 15 euros<br />
<span style="text-decoration: underline;">Local</span>: <a href="http://www.preeposparto.com/pages/workshop_massajar_mae_2009.php" target="_blank">Centro Pré e Pós Parto</a>
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		<title>Workshop Alívio Natural da Dor e Trabalho de Parto</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 11:52:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alívio da Dor durante o Trabalho de Parto]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos/Workshops]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;A dor é uma experiência individual e subjectiva. Durante o trabalho de parto surge com cada contracção, pelo estiramento do útero e dilatação do colo do útero. Existem vários métodos de alívio da dor, dos mais naturais aos mais invasivos. Os métodos naturais de alívio da dor durante o trabalho de parto revelam-se extremamente úteis, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong><span style="text-decoration: underline;">A dor é uma experiência individual e subjectiva</span>. Durante o trabalho de parto surge com cada contracção, pelo estiramento do útero e dilatação do colo do útero.</p>
<p>Existem vários métodos de alívio da dor, dos mais naturais aos mais invasivos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Os métodos naturais de alívio da dor durante o trabalho de parto revelam-se extremamente úteis, principalmente no período inicial, enquanto permanecerem em casa</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Para as mulheres que optem por um parto menos interventivo e medicalizado, a utilização destes métodos serão úteis para todo o trabalho de parto, <strong>permitindo à mulher um controle mais activo do seu próprio parto</strong></span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Para além do alívio efectivo da dor, o relaxamento encontrado através destes métodos favorece a entrada da oxitocina na corrente sanguínea, permitindo que o trabalho de parto avance mais rapidamente</span>.<strong>&#8220;</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Data</span>: <strong>30 de Junho</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Horário</span>: 20:30h<br />
<span style="text-decoration: underline;">Preço</span>: 15 €<br />
<span style="text-decoration: underline;">Local</span>: <a href="http://www.preeposparto.com/pages/workshop_alivio_dor_2009.php" target="_blank">Centro Pré e Pós Parto</a>
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