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	<title>Rituais Maternos &#187; Bebés que não dão a volta</title>
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	<description>Rituais Maternos</description>
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		<title>&#8220;Ajude o bebé a dar a volta&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 16:34:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bebés que não dão a volta]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho de Parto]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;(&#8230;) 1. É importante saber qual a posição do bebé antes do parto? Sim. A posição do bebé no útero materno pode influenciar tanto o decorrer, como a duração do parto. Caso esteja numa boa posição e se mantenha assim durante o nascimento, o mais provável é que o parto decorra de forma fácil e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong>(&#8230;) <strong>1. É importante saber qual a posição do bebé antes do parto?</strong><br />
Sim. <span style="text-decoration: underline;">A posição do bebé no útero materno <strong>pode influenciar tanto o decorrer, como a duração do parto</strong>. Caso esteja numa boa posição e se mantenha assim durante o nascimento, o mais provável é que o parto decorra de forma fácil e sem problemas</span>.</p>
<p><strong>2. Então qual a melhor posição em que o bebé pode ficar?</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">A melhor posição é a <strong>occipito-púbica (anterior)</strong>, o que quer dizer que a cabeça do bebé está a apontar para baixo, as costas estão coladas à barriga da mãe e a face está voltada para a coluna vertebral (da mãe). Esta posição permite uma <strong>passagem mais suave pelo canal de parto</strong> uma vez que a parte mais pequena da cabeça do bebé atinge o colo do útero (parte baixa do útero) em primeiro lugar. </span><strong><span style="text-decoration: underline;">A maioria dos bebés adopta naturalmente esta posição antes do nascimento</span></strong>. (&#8230;)</p>
<p><strong>4. Como posso ajudar o meu bebé a adoptar a posição mais adequada?</strong><br />
Existem alguns exercícios, desenvolvidos pela parteira neozelandesa Jean Sutton, denominados OFP (‘optimal fetal positioning&#8217;). <span style="text-decoration: underline;">O truque passa por se <strong>manter activa durante a gravidez</strong>, o que influencia o bebé a adoptar a posição mais correcta no útero. Também é importante que passe algum tempo por dia na «<strong>posição de quatro</strong>» (quatro apoios, dois joelhos e duas mãos no chão) e que <strong>rode as ancas</strong></span>. (&#8230;)</p>
<p><strong>7. E se o bebé não der a volta?</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Nos casos em que o bebé está em posição transversal ou em apresentação pélvica, os médicos optam pela cesariana para evitar complicações para a mãe e para a criança. É uma das poucas situações para as quais a cesariana está indicada</span>. (&#8230;)</p>
<p><strong>10. Em qual das etapas da gravidez o bebé começa adoptar a melhor posição para nascer?</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">O bebé começa a mover-se desde o início da gravidez e muda de posição à medida que vai crescendo. No final da gestação, com o espaço reduzido ao mínimo, vai descer até à pélvis e adapta-se à posição em que irá nascer. Isto <strong>acontece por volta das 35 semanas</strong></span>. (&#8230;)</p>
<p><strong>13. O que posso fazer se o meu bebé já estiver na posição posterior?</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;"><strong>Exercite as ancas</strong> quando estiver ajoelhada duas ou três vezes por dia, cinco minutos de cada vez. Yates, professora de Shiatsu, recomenda <strong>gatinhar</strong> porque, além de encorajar a posição occipital anterior (OFP), <strong>é um bom exercício para os músculos abdominais e das costas</strong>. Além de gatinhar para a frente e para trás, sugere que se espreguice como um gato. «<strong>Pela minha experiência, se a mulher adoptar a posição de quatro desde o início da gravidez e se trabalhar estes exercícios, se o bebé estiver na posição posterior dará a volta em 99 por cento dos casos</strong>». Yates recomenda ainda às mães com bebés transversais para adoptarem estas posições e, assegura que na maioria dos casos o bebé muda de posição</span>.</p>
<p><strong>14. E se nada disso resultar?</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Tente não se preocupar. Alguns bebés estão determinados a ficar numa certa posição. No entanto, lembre-se que a<strong> maioria dá a volta durante o parto</strong></span>.</p>
<p><strong>15. Estou com 32 semanas e, neste momento, o meu bebé está pélvico. É um problema?</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Cerca de 15 por cento dos bebés são pélvicos (com os pés ou as nádegas junto ao canal de parto) às 32 semanas. <strong>A maioria irá dar a volta nas próximas quatro semanas, com apenas três ou quatro por cento a permanecerem na posição pélvica à medida que o nascimento se aproxima</strong>. Se o bebé não der a volta às 36 semanas, poderá ter de marcar uma consulta de forma a discutir as várias opções do nascimento</span>.</p>
<p><strong>16. Quais as opções de parto mais prováveis?</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Se o bebé não tiver dado a volta às 37 semanas, o obstetra pode tentar uma técnica denominada Versão Externa. Realizada em meio hospitalar, sob monitorização fetal contínua (CTG), um obstetra experiente administra um relaxante muscular uterino, no sentido de facilitar a manobra, coloca as mãos na sua barriga e empurra de forma firme para tentar guiar o bebé a dar a volta. Não é doloroso, mas pode ser desconfortável e resulta em 50 a 70 por cento dos casos. Se o bebé não mudar de apresentação, pode ser sugerida uma cesariana</span>. (&#8230;)</p>
<p><strong>19. A posição do bebé pode mudar durante o parto?</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Um bebé em posição occipital posterior pode mudar para anterior durante o parto e vice-versa. Contudo, os bebés pélvicos e transversais não mudam de posição assim que o parto tem início</span>. (&#8230;)</p>
<p><strong>21. O que posso fazer para ajudar o bebé a rodar durante o parto?</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Pratique movimentos que ajudem o bebé a encontrar espaço para rodar e posicionar-se na pélvis. Assim, <strong>quando começar o trabalho de parto, suba e desça escadas, rode as ancas e ande no mesmo local. Na segunda fase, evite estar deitada de costas, semi-reclinada ou sentada</strong></span>.</p>
<p><strong>22. Quais as melhores posições à medida que o trabalho de parto decorre?</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">O facto de <strong>estar de pé auxilia a aumentar o diâmetro pélvico. Tente levantar-se e andar, o que também pode ajudar a diminuir o tempo do parto</strong>. «Mantenha-se activa» diz Yates «e inclua a posição de «gatas» no trabalho de parto</span>».</p>
<p><strong>23. Sinto-me exausta. Posso deitar-me um pouco?</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Deitar-se de costas pode atrasar o trabalho de parto uma vez que impede o aumento do diâmetro da pélvis. Se estiver muito cansada <strong>deite-se um pouco sobre o lado esquerdo. As contracções mantêm-se e o bebé vai receber mais oxigénio</strong></span>.</p>
<p><strong>24. Qual a melhor posição se sofrer de dor nas costas?</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Pode ser um sinal que o bebé está na posição occipital posterior, por isso é preferível uma posição que retire o peso do bebé da sua coluna. A melhor forma é <strong>colocar-se na posição de quatro, com almofadas debaixo das mãos e dos joelhos</strong></span>. (&#8230;)</p>
<p><strong>26. Quando chegar a parte de fazer força, qual a melhor posição?</strong><br />
As posições mais eficazes são de <strong>cócoras, ajoelhada ou de quatro</strong>, uma vez que <strong>possibilitam suportar todo o processo com maior conforto</strong>. (&#8230;)<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Texto: Sónia Mendes de Almeida<br />
Revista PAIS &amp; Filhos<br />
9 Novembro 2009</p>
<p>Aconselho a lerem o<a href="http://www.paisefilhos.pt/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=1917&amp;Itemid=29&amp;limit=1&amp;limitstart=0" target="_blank"> artigo completo</a>, é bastante informativo.
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		<title>&#8220;Bebés que não querem dar a volta&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 17:35:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bebés que não dão a volta]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Estima-se que aconteça em três a cinco por cento das gravidezes (não contando com as de gémeos): o bebé chega ao final da gestação apresentando-se sentado, com as nádegas encaixadas no canal de parto, em vez de estar de cabeça para baixo. É aquilo que os médicos chamam «apresentação pélvica». Esta apresentação torna o parto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong>Estima-se que aconteça em <strong>três a cinco por cento das gravidezes</strong> (não contando com as de gémeos): <span style="text-decoration: underline;">o bebé chega ao final da gestação apresentando-se sentado, com as nádegas encaixadas no canal de parto, em vez de estar de cabeça para baixo</span>. É aquilo que os médicos chamam «<strong>apresentação pélvica</strong>».</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Esta apresentação torna o parto vaginal complicado, pois a cabeça do bebé pode ficar presa e haver dificuldade em tirá-la, uma vez que o corpo, com menos volume, não esticou a cervix o suficiente, de forma a abrir passagem à cabeça</span>. O <strong>prolapso do cordão</strong> é também um risco acrescido nesta situação: <span style="text-decoration: underline;">o cordão sai antes da cabeça e pode ficar sob pressão entre o canal de parto e o corpo ou a cabeça do bebé</span>.</p>
<p>Há alguns estudos que apontam uma certa tendência genética para a apresentação pélvica. Se o pai ou a mãe, ou ambos, estavam sentados no final da gravidez, então o bebé tem o dobro das probabilidades de vir a apresentar-se também nessa posição (estudo publicado no British Medical Journal).</p>
<p><strong>Uma ajuda exterior</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Os médicos optam quase sempre por uma cesariana electiva (marcada antecipadamente). Defendem que a cirurgia é mais segura neste tipo de apresentação. Alguns, poucos, podem sugerir tentar manobras exteriores como forma de ajudar o bebé a dar a volta antes do parto</span>. Trata-se da «<strong>versão cefálica externa</strong>». <strong>Deve ser feita entre as 35 e as 36 semanas de gestação, pois até essa data o bebé ainda pode dar a volta sozinho</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Segundo os dados de um hospital britânico, a <strong>taxa de sucesso</strong> desta técnica é de cerca de <strong>70 por cento</strong>. Existe o risco (<strong>5 por cento</strong>) de o bebé <strong>regressar à apresentação pélvica</strong> antes do parto. E existe também um risco reduzido (cerca de <strong>0,5 por cento</strong>) de ser necessária uma <strong>cesariana de emergência</strong> por descolamento da placenta. Também pode acontecer entrar em trabalho de parto</span>.</p>
<p><strong>Terapias alternativas</strong><br />
A <strong>acupunctura</strong> pode dar uma ajuda em casos de bebés em apresentação pélvica. <span style="text-decoration: underline;">O princípio é que estimulando certos pontos (com calor) que estão ligados ao útero, o bebé é estimulado a dar a volta</span>.</p>
<p>Certas posições de <strong>ioga</strong> se está habituada a praticar &#8211; também podem ajudar. Assim como a <strong>homeopatia</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Andar regularmente e assumir posições verticais e inclinada para a frente são atitudes favoráveis a uma versão espontânea. Ajoelhada no chão, de gatas e apoiada nos antebraços é uma posição que dá espaço ao bebé para dar a volta. Pode ficar assim 15 minutos por dia. Evite sentar-se de pernas cruzadas</span>.</p>
<p>A <strong>visualização</strong> é outra técnica usada nestas situações. Se está habituada a fazer relaxamento, procure fazê-lo imaginando o bebé virado de cabeça para baixo.</p>
<p><strong>Nunca deve ser feita uma Versão Cefálica Externa se</strong>:</p>
<ul>
<li> <span style="text-decoration: underline;">a placenta estiver localizada na parte inferior do útero</span> (<strong>placenta prévia</strong>)</li>
</ul>
<ul>
<li><span style="text-decoration: underline;"> já rebentaram as águas</span></li>
</ul>
<ul>
<li> <span style="text-decoration: underline;">a frequência cardíaca do bebé mostrar que pode estar em sofrimento</span></li>
</ul>
<ul>
<li> <span style="text-decoration: underline;">tiver tido hemorragias nos últimos sete dias</span></li>
</ul>
<ul>
<li> <span style="text-decoration: underline;">tiver alguma anomalia uterina</span></li>
</ul>
<ul>
<li> <span style="text-decoration: underline;">estiver grávida de gémeos</span></li>
</ul>
<ul>
<li> <span style="text-decoration: underline;">já fez uma cesariana no passado</span><strong>&#8220;</strong></li>
</ul>
<p>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/artigo.php?id=1081491&amp;div_id=3621" target="_blank">IOL Mãe</a><br />
2009/08/11
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