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	<title>Rituais Maternos &#187; Cesariana</title>
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	<description>Rituais Maternos</description>
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		<title>&#8220;Cesariana planeada aumenta risco de obesidade&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 15:39:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cesariana]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Bebés que nascem através de cesariana têm mais gordura no fígado do que bebés nascidos por via vaginal. Bebés que nascem através de cirurgia, a cesariana, correm mais riscos de vir a ser obesos ou ter excesso de peso do que aqueles que nascem por via vaginal. Um estudo preliminar realizado em Londres, no Imperial College, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Bebés que nascem através de cesariana têm mais gordura no fígado do que bebés nascidos por via vaginal.</p>
<p>Bebés que nascem através de cirurgia, a cesariana, correm mais riscos de vir a ser obesos ou ter excesso de peso do que aqueles que nascem por via vaginal. Um estudo preliminar realizado em Londres, no <em>Imperial College</em>, revelou que, num grupo de 62 bebés, os que nasceram na sequência de uma cesariana electiva (planeada) tinham níveis de gordura no fígado mais elevados do que aqueles que nasceram por via vaginal. <span style="text-decoration: underline;">Os autores do estudo acreditam que existem mecanismos de processamento de gorduras no fígado que são condicionados pelo facto de o bebé não passar por um parto vaginal</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Provavelmente o parto e todas as hormonas envolvidas fazem desencadear os processos hepáticos que permitem o processamento saudável da gordura ingerida. O desenvolvimento metabólico é afectado pela ausência do processo de parto normal</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Os investigadores prometem investigar esta conclusão de forma mais aprofundada para esclarecer as razões que a justificam. <strong>O equilíbrio saudável de hormonas e enzimas pode também ser afectado pela forma como se nasce</strong></span><strong>.</strong>&#8221;</p>
<p>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/bebes/cesariana-obesidade-parto-saude/1301732-5538.html" target="_blank">IOL Mãe</a> (2011-11-23)
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		<title>«Grávidas com fobia do parto são cada vez mais»</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 10:46:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cesariana]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Normal/Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Normal]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Na sequência de um primeiro parto traumático, muitas mães optam por cesariana electiva para não repetir a experiência. Cada vez são mais as grávidas britânicas de segundo filho que optam por uma cesariana. No Liverpool Women Hospital, um dos maiores da Europa, foi registado um aumento de 40 por cento de mães que marcam uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Na sequência de um primeiro parto traumático, muitas mães optam por cesariana electiva para não repetir a experiência.</p>
<p>Cada vez são mais as grávidas britânicas de segundo filho que optam por uma cesariana. <span style="text-decoration: underline;">No Liverpool Women Hospital, um dos maiores da Europa, foi registado um <strong>aumento de 40 por cento</strong> de mães que marcam uma cesariana para o nascimento do segundo filho, na sequência de uma experiência traumática no primeiro parto. Outros hospitais registam a mesma tendência</span>.</p>
<p><strong>O serviço nacional de saúde já respondeu a esta tendência reforçando serviços de apoio nas maternidades para acompanhar estas mulheres e evitar o aumento das taxas de cesariana</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">A fobia do parto (tocofobia) desenvolvida devido a uma experiência anterior traumática, leva muitas mães a adiar ou desistir de ter mais filhos. Quando engravidam de novo fazem tudo para evitar repetir a experiência. Esta fobia está, segundo uma parteira ouvida pelo jornal Guardian, a aumentar de forma alarmante</span>.</p>
<p><strong>O facto de as mães não terem no pós-parto percebido inteiramente o que se passou consigo, por falta de comunicação dos profissionais de saúde, faz agravar a situação</strong>.&#8221;</p>
<p>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/maternidade/parto-cesariana-trauma/1209625-5535.html" target="_blank">IOL Mãe</a><br />
2010-11-17</p>
<p><span style="color: #12abec;"><em>Este artigo revela bem a importância do acompanhamento emocional que deve ter uma mulher, desde o início da gravidez até o pós-parto. Apoio esse que é providenciado por uma Doula! Tenho a certeza que menos mulheres viveriam o seu parto de forma traumática se pudessem ser acompanhadas por uma Doula. Quando é que começam a perceber o verdadeiro papel destas mulheres? Para quando a permissão totalmente livre, dentro dos hospitais, do maravilhoso trabalho das Doulas?</em></span></p>
<p><span style="color: #12abec;"><em>Claro que a outra questão aqui evidente é a postura dos profissionais de saúde. Devem ser <strong>SEMPRE</strong> explicados à mulher, os procedimentos e intervenções que ocorreram durante o seu parto. Já para não falar da necessidade urgente de se respeitar a fisiologia do mesmo!!</em></span></p>
<p><span style="color: #12abec;"><em>Será que uma mulher acompanhada, informada e respeitada durante a gravidez e o nascimento do seu bebé, por muito difícil que tenha sido para ela o seu parto, irá ficar tão traumatizada a ponto de pedir uma cesariana da próxima vez ou desistir da ideia de ter mais filhos? Será que chegaria a percentagens tão altas como 40%? E este valor é para um hospital do Reino Unido! O que dizer dos hospitais do nosso país?<br />
</em></span></p>
<p><span style="color: #12abec;"><em>Considero que tive um parto traumático, ainda hoje, já perto de fazer 1 ano, revivo aquele momento com tristeza e dor! Dor na alma, dor de não ter sido dona do meu parto, dor por ter sido tratada como se fosse uma doente, dor por não poder ter tido toda a ajuda que a minha Doula me poderia ter dado se lhe tivesse sido permitido fazer o seu papel, dor por não terem respeitado o momento mais Sagrado da minha vida e da vida do meu filho! Sim, estamos os 2 bem e saudáveis, mas gostaria de poder dizer mais do que apenas Sobrevivemos ao parto.<br />
</em></span></p>
<p><span style="color: #12abec;"><em>Curiosamente não pertenço ao grupo de mulheres que pediria uma cesariana da próxima vez (caso acontecesse), para mim o parto natural continua a fazer todo o sentido. É essa a forma que a Mãe Natureza encontrou para nascermos! No entanto, sou sim uma das mulheres que depois do parto desejou nunca mais ter filhos. Não sei o que a vida tem reservado para mim, neste momento passada a revolta, não gosto de dizer que não voltarei a ter filhos, mas realmente confesso que olhando o panorama obstétrico actual do nosso país, não tenho mesmo vontade de voltar a parir. </em></span>
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		<title>&#8220;Menos cesarianas em 2010&#8243;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/menos-cesarianas-em-2010/</link>
		<comments>http://www.rituaismaternos.com/menos-cesarianas-em-2010/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 16:19:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cesariana]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Taxa de cesarianas desce de 33 para 31,5 por cento. O número de cesarianas realizadas em Portugal foi menor em 2010 do que em 2009. Segundo o JN, que avança dados provisórios do Ministério da Saúde, a taxa de cesarianas nos hospitais públicos baixou de 33 por cento em 2009 para 31,5 por cento em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Taxa de cesarianas desce de 33 para 31,5 por cento.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">O número de cesarianas realizadas em Portugal foi menor em 2010 do que em 2009. Segundo o JN, que avança dados provisórios do Ministério da Saúde, <strong>a taxa de cesarianas nos hospitais públicos baixou de 33 por cento em 2009 para 31,5 por cento em 2010</strong>. O que significa menos 2556 cesarianas.<br />
</span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Nos distritos do Norte do país, onde a taxa de cesarianas era mais elevada, a redução foi maior do que a média nacional. Ou seja, 1,8 pontos percentuais, em vez de 1,5, o que correspondeu a menos 445 cesarianas</span>.&#8221;</p>
<p>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/maternidade/cesariana-parto/1232949-5535.html" target="_blank">IOL Mãe</a><br />
2011-02-14</p>
<p><em><strong>É uma boa notícia, mas ainda há um longo caminho a percorrer!</strong></em>
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Fmenos-cesarianas-em-2010%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		<title>Inquérito do blog</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/inquerito-do-blog-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Feb 2011 10:23:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cesariana]]></category>
		<category><![CDATA[Inquéritos do Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Já fez ou faria uma cesariana electiva sem indicação médica? A maioria das leitoras do blog RM respondeu que não, com 73 votos. Mas 11% votou sim e são estas mamãs que eu gostaria muito de &#8220;ouvir&#8221;. Propunha a estas leitoras que partilhassem as razões que as levaram (ou levariam) a fazer uma cesariana sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Já fez ou faria uma cesariana electiva sem indicação médica?</strong></p>
<p><em>A maioria das leitoras do blog RM respondeu que não, com 73 votos. <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </em></p>
<p><em>Mas 11% votou sim e são estas mamãs que eu gostaria muito de &#8220;ouvir&#8221;. Propunha a estas leitoras que partilhassem as razões que as levaram (ou levariam) a fazer uma cesariana sem indicação médica. Um pequeno desafio mais do que amigável, sem críticas, sem julgamentos, apenas uma partilha. <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Afinal de contas o <span style="color: #ff00ff;">blog RM</span> também é um espaço de desabafos, &#8220;conversas&#8221; e todas as mães, independentemente dos partos que tiveram (ou querem ter) são bem-vindas! <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </em></p>
<p><strong>&#8220;Razões para uma cesariana</strong>&#8221;</p>
<p>(&#8230;) <span style="text-decoration: underline;">Descolamento da placenta, placenta prévia, algumas doenças cardíacas da mãe, herpes genital activo, gravidez gemelar com o primeiro gémeo em apresentação pélvica, lesões ósseas da bacia que levam a um estreitamento da bacia materna, diabetes mellitus mal controlada, algumas malformações fetais, como a hidrocefalia. Estas são as principais situações que reúnem consenso para uma cesariana electiva (previamente marcada). <strong>A maioria são casos muito raros que pouco contribuem para o aumento da taxa deste tipo de nascimento</strong></span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Mas, além destas, há outras situações que, apesar de não reunirem consenso absoluto, são muitas vezes evocadas para a realização de um parto cirúrgico. A cesariana depois de uma primeira cesariana é um desses casos. «<strong>A tentativa de parto normal após uma única cesariana é recomendada pelas principais sociedades científicas internacionais, desde que realizada em hospitais bem equipados</strong></span>», frisa Diogo Ayres de Campos, professor na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e obstetra no Hospital de São João, explicando que «<span style="text-decoration: underline;">os riscos para a mãe e para o bebé não parecem ser mais elevados do que num primeiro parto</span>». Mas após duas cesarianas, não há que pensar duas vezes, «o risco de ruptura uterina durante um parto subsequente está muito aumentado». Por isso, após duas cesarianas, os restantes partos deverão ser também cirúrgicos. Até um limite de quatro ou cinco.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Outro dos motivos mais polémicos para a marcação de uma cesariana é o facto de o bebé ser muito grande (incompatibilidade feto-pélvica). Mas o conceito é difícil de determinar, uma vez que <strong>a estimativa de peso fetal dada pela ecografia tem uma margem de erro de dez por cento</strong>. Uma margem grande, se pensarmos que um peso de 3400 gramas, pode ser, afinal, de 3100 ou 3700. São poucas as situações em que se pode comprovar que o bebé é demasiado grande ou que as ancas da mãe são, de facto, muito reduzidas. Quando há essa suspeita, a indicação é para <strong>deixar iniciar o trabalho de parto e, nessa altura, avaliar se existe ou não compatibilidade entre o tamanho do bebé e a pélvis da mãe</strong></span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">A apresentação pélvica (quando o bebé tem os pés, e não a cabeça, para baixo) também é motivo de alguma discordância. Neste caso, explica Diogo Ayres de Campos, «a indicação para cesariana não é absolutamente consensual, mas é adoptada pelas principais sociedades científicas internacionais, baseando-se nos resultados de um grande estudo publicado em 2002». No entanto, continua o médico, «alguns hospitais do norte da Europa adoptaram uma atitude diferente e mantêm a tentativa do parto vaginal pélvico, embora a grande maioria dos hospitais no mundo opte pela cesariana</span>».<br />
(&#8230;)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Cesarianas de emergência</span></p>
<p>Há ainda os casos em que, no decorrer do trabalho de parto, a cesariana surge como a única forma de fazer nascer o bebé com saúde: prolapso do cordão (quando o cordão surge à frente do bebé), quando o CTG mostra alterações no ritmo cardíaco do bebé ou se ocorrer a paragem do trabalho de parto. Um parto pode ser muito longo e, às vezes, a meio, apetece pedir uma cesariana. Mas existe um tempo limite de espera num trabalho de parto que não está a progredir. «Na fase activa (entre os quatro e os dez centímetros de dilatação), o limite é, geralmente, de quatro horas. No período expulsivo (quando a dilatação já está completa), se for um primeiro parto com analgesia epidural pode-se esperar até três horas», explica Diogo Ayres de Campos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Também o CTG pode suscitar algumas dúvidas e conduzir a cesarianas desnecessárias. «<strong>O CTG é uma técnica já com 30 ou 40 anos e pode dar muitos falsos positivos</strong>», salienta Ana Campos, obstetra na Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa. Ou seja, <strong>parece que o bebé está em sofrimento, mas não está. Claro que, nestes casos, mais vale arriscar uma cesariana, mas o ideal</strong>, na opinião de Ana Campos, <strong>é que se aprenda a interpretar melhor o CTG e que se utilizem técnicas mais avançadas para avaliar o bem-estar fetal</strong></span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Cesarianas a mais</span></p>
<p>Segundo o Plano Nacional de Saúde, em <strong>2007</strong> a taxa de cesarianas em Portugal era de <strong>35,6</strong> por cento, enquanto em <strong>2004</strong> era de <strong>29,9</strong> por cento. (&#8230;)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Em relação aos hospitais, a obstetra critica o aumento das induções de parto sem justificação médica, que têm como consequência o aumento das cesarianas. «<strong>Se o trabalho de parto ainda não teve início é porque ainda não estão reunidas as condições para a maturação do colo do útero. Uma indução pode levar a situações de sofrimento fetal ou a paragens do trabalho de parto, que só se resolvem com uma cesariana</strong></span>.»</p>
<p>(&#8230;) <span style="text-decoration: underline;">Os hospitais, na opinião da médica, também têm muito trabalho pela frente. <strong>Deitar a mulher assim que chega ao hospital e colocar-lhe ocitocina no soro (para acelerar as contracções)</strong> são alguns dos procedimentos que, segundo a obstetra, <strong>tornam o parto mais difícil e demorado, podendo levar a uma cesariana</strong></span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Ana Campos lembra que desde que a cesariana se tornou uma «intervenção rápida e com poucos riscos no imediato», passou-se para uma «vulgarização dos riscos» que lhe estão associados (ver caixa). Mas estes devem ser tidos em conta, sempre que a cesariana é considerada. A obstetra destaca o <strong>risco de placenta prévia ou placenta acreta numa futura gravidez</strong> e explica: «Se a placenta se inserir no local da cicatriz da cesariana, tem mais dificuldade de se ir movendo ao longo da gravidez, com uma deficiente capacidade de destacamento após o parto». Quando há este tipo de problemas com a placenta, a gravidez e o parto ficam sujeitos a mais complicações</span>.<br />
(&#8230;)</p>
<p>Escrito por Patrícia Lamúrias<br />
Revista PAIS &amp; Filhos<br />
14 Maio 2010</p>
<p>Podem ler o artigo completo <a href="http://www.paisefilhos.pt/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=2401&amp;catid=39" target="_blank">aqui</a>. Muito informativo e esclarecedor.
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		<title>&#8220;Nascer em Portugal &#8211; ganhou-se muito. Mas o que se perdeu?&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/nascer-em-portugal-ganhou-se-muito-mas-o-que-se-perdeu/</link>
		<comments>http://www.rituaismaternos.com/nascer-em-portugal-ganhou-se-muito-mas-o-que-se-perdeu/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 May 2010 14:38:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cesariana]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Normal/Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Humanizado]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Normal]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220; Reduzimos o nascimento a um acto clínico e isso tem custos. Um nascimento é muito mais do que um parto. O parto faz parte do nascimento, mas não é o seu epicentro. O que está em causa, ou devia estar, é o nascimento. É dele que temos de falar. O nascimento converteu-se em parto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong> <strong>Reduzimos o nascimento a um acto clínico e isso tem custos</strong>. Um nascimento é muito mais do que um parto. O parto faz parte do nascimento, mas não é o seu epicentro. O que está em causa, ou devia estar, é o nascimento. É dele que temos de falar. <span style="text-decoration: underline;">O nascimento converteu-se em parto na nossa sociedade e às vezes em formas sinistras de parto</span>.</p>
<p>A grande maioria das pessoas que pensa na hipótese de ter um filho não sabe o que é o nascimento. <span style="text-decoration: underline;">Tal como a maioria dos profissionais que lidam com estas questões</span>.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Esse momento é de uma transcendência e grandiosidade imensas. Por isso devia ser um <strong>momento de intimidade, até de recolhimento</strong>. E foi sempre assim ao longo dos tempos, se fizermos uma análise antropológica. Todos os rituais respeitavam a intimidade necessária ao parto. E é necessária porque é a única maneira de haver, logo a seguir, um <strong>momento fundamental de contemplação</strong></span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Esse momento não existirá se o stress inibir as endorfinas naturais, se a intrusão for mais que muita&#8230; Hoje rouba-se, muitas vezes, a intimidade a este momento</strong>. E isso é mau. Sou a favor que os partos aconteçam em meio hospitalar, mas o momento é tão solene que se deve respeitar como tal</span>.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Seriam precisos uma série de apoios para se fazer a triagem clara das mulheres que poderiam ter em segurança o bebé em casa. Não há risco zero e não se deve facilitar. Mas também é verdade que nos hospitais se correm os riscos das más práticas, que levam muitas vezes a resultados funestos</span></strong>.</p>
<p><strong>As más práticas têm de acabar!</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Não percebo por que razão a Ministra da Saúde, ainda por cima uma pediatra, não deu ainda um murro na mesa para acabar com as práticas que vão contra o que é mais benéfico para a mulher e para o bebé. Os riscos aparecem como justificação para muitas práticas nefastas. Mas são outras, muitas vezes, as verdadeiras razões</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quando se fala de taxas de mortalidade perinatal para justificar todos as intervenções no momento do parto, deve também mostrar-se o outro lado. Ou seja, todas as outras taxas de riscos acrescidos e de prejuízos reais devido a más práticas</strong>. E aqui penso que os académicos têm estado demasiado caladinhos, como se não fosse nada com eles. Parece que nada se passa, ninguém estuda estas questões</span>.</p>
<p><strong>A taxa de cesarianas é obscena</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">A taxa de cesarianas que temos, muito acima dos 20 por cento, é obscena. No meio privado chega-se a 70 ou 80 por cento de cesarianas. Isto tem riscos. <strong>Não é igual nascer de parto normal ou de cesariana. Há diferenças importantes para o bebé e para a mãe. Isto não é dito às mulheres, não se mostra o filme todo, o que considero uma má prática. As mulheres deviam ser informadas dos riscos reais de uma cesariana, de uma epidural, de uma episiotomia</strong></span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">A taxa de cesarianas nos hospitais privados só tem uma razão e é financeira. O preço de uma cesariana é cinco vezes superior ao de um parto normal. Isto tem de ser assumido</span>!</p>
<p><strong>Devemos tomar decisões informadas e não baseadas em meias-verdades</strong>. Uma cesariana é uma intervenção cirúrgica. Ser o utente a pedi-la é inaceitável. Nenhum médico, mesmo no serviço privado, vai tirar o apêndice a alguém que chegue lá e diga que é isso que quer! <span style="text-decoration: underline;">Tem de haver critérios e têm de ser iguais em todos os hospitais, tal como acontece nas outras áreas da medicina</span>.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p><strong>O que nos é roubado: intimidade e o momento de contemplação</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">É uma decisão pessoal, mas sou completamente intolerante em relação às visitas a seguir ao nascimento de um bebé. É horrível, é preversa a quantidadade de gente que invade a intimidade da família</span>. Toda a gente corre para o hospital, em romaria, pessoas que às vezes estão meses sem ver um amigo doente. É também um fenómeno a estudar. Parece que andamos todos ávidos de bebés. <span style="text-decoration: underline;">Parasitamos os filhos dos outros e roubamos-lhes momentos cruciais</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">É precisamente o que fazem as enfermeiras que pegam no bebé acabado de nascer e o levam sob o pretexto de ter de ser aquecido. Agarram num bebé que os pais não tocaram e dizem «Estão a ver o vosso filho?» É uma coisa sádica. Se tirarmos um gatinho acabado de nascer a uma gata e o colocarmos aninhado junto a uma cadela, é a esta que ele vai apegar-se. E a gata vai rejeitá-lo</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Então porque fazemos isto aos bebés e às mães e pais? Um recém-nascido não corresponde a nenhuma idealização de um bebé. Mas se ele for <strong>colocado sobre a mãe assim que nasce, pele com pele, se esse tempo de contacto for respeitado</strong>, quando a mãe olhar finalmente para a cara dele, está num estado de êxtase e vai achá-lo o bebé mais lindo do mundo.</span><span style="text-decoration: underline;"> Se pelo contrário o vê de longe e o levam embora é um choque</span>. «Aquilo era o meu bebé? Credo! Coitadinho!», vai pensar.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Só 15 por cento dos bebés precisam de reanimação após o nascimento. Todos os outros deviam ficar ao pé dos pais naqueles momentos únicos e tão importantes</span>. (&#8230;) <strong>&#8220;</strong></p>
<p>Texto: Ana Esteves<br />
Revista IOL Mãe<br />
2010/05/19</p>
<p>Podem ler o artigo completo <a href="http://www.mae.iol.pt/artigo.php?id=1163859&amp;div_id=3626" target="_blank">aqui</a>.
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Fnascer-em-portugal-ganhou-se-muito-mas-o-que-se-perdeu%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		<title>&#8220;Saber esperar&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/saber-esperar/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 14:02:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cesariana]]></category>
		<category><![CDATA[Indução do Parto]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;(&#8230;) Marcar o dia do parto é, cada vez mais, uma prática habitual. Em Portugal e em muitos países ocidentais. Seja por cesariana ou por indução. Seja porque o médico sugere ou a pedido da mulher. Marca-se para garantir a presença do médico escolhido, marca-se para que o bebé nasça em determinado dia, marca-se para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong>(&#8230;) Marcar o dia do parto é, cada vez mais, uma prática habitual. Em Portugal e em muitos países ocidentais. Seja por cesariana ou por indução. Seja porque o médico sugere ou a pedido da mulher. Marca-se para garantir a presença do médico escolhido, marca-se para que o bebé nasça em determinado dia, marca-se para evitar que as águas rebentem numa hora que não dê jeito, marca-se porque se tem medo do inesperado. <strong>Marca-se o parto por muitas razões, poucas delas médicas, apesar de ainda nenhum estudo ter demonstrado que este procedimento é vantajoso para a mãe ou para o bebé</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Na gravidez, um dia a mais ou a menos pode fazer a diferença. A partir das 37 semanas, o bebé é considerado de termo, ou seja, estima-se que a maior parte dos bebés com esta idade gestacional esteja pronto para nascer. Mas nem sempre isso acontece. «<strong>A maturação enzimática do aparelho respiratório não acaba às 37 semanas. Não chega essa data e já está. É uma coisa progressiva. Por isso, à medida que o tempo passa, o bebé tem menos probabilidades de ter problemas respiratórios</strong>», explica Diogo Ayres de Campos, professor na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e obstetra no Hospital de São João, no Porto</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">As recomendações internacionais, quer do Colégio Americano de Obstetrícia e Ginecologia, quer do Colégio Inglês de Ginecologia e Obstetrícia, são no sentido de <strong>esperar sempre, pelo menos, pelas 39 semanas de gravidez</strong> para provocar o parto</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Duas investigações recentes vieram reforçar o consenso. Em Fevereiro de 2009, um estudo publicado no American Journal of Obstetrics and Gynecology revelou que, <strong>nos bebés nascidos de parto induzido entre as 37 e as 38 semanas, 17,8 por cento precisaram de ficar internados, em média, 4,5 dias na unidade de cuidados intensivos neonatais</strong>. Nos bebés nascidos entre as 38 e as 39 semanas, o número de internamentos desceu para oito por cento. Depois das 39 semanas, apenas 4,6 por cento dos bebés precisaram de cuidados<strong> </strong>especiais. Nas conclusões, os autores deixam bem claro: «<strong>O parto electivo antes das 39 semanas está associado a um aumento da morbilidade neonatal e a um aumento do número de cesarianas, sendo, por isso, inapropriado</strong></span>».</p>
<p>O estudo envolveu 14 955 nascimentos após as 37 semanas de gestação, em 27 hospitais americanos, durante o ano de 2007. Destes, 4645 foram marcados sem razão médica, o equivalente a um terço dos partos. <strong><span style="text-decoration: underline;">Em Portugal, não se conhece o número exacto de induções. Mas estima-se que seja bastante acima do valor recomendado pela Organização Mundial de Saúde: dez por cento</span></strong>.</p>
<p><strong>Cesariana aumenta os riscos</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Para o bebé, a eventual complicação mais grave resultante de um parto cedo demais é a <strong>síndrome de stresse respiratório</strong>. Um problema provocado pela <strong>imaturidade dos pulmões</strong>, que obriga o recém-nascido a ficar internado na unidade de cuidados intensivos neonatais para lhe ser administrado surfactante, substância que ajuda os alvéolos pulmonares a distenderem</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Outro estudo, que incidiu sobre 25 mil partos por <strong>cesariana electiva</strong>, demonstrou ainda que <strong>nascer antes das 39 semanas aumenta o risco não só de doenças respiratórias, como de infecções, hipoglicemia, internamento na unidade de cuidados intensivos e internamentos mais frequentes</strong>. A investigação do Instituto Nacional para a Saúde da Criança e Desenvolvimento Humano, nos Estados Unidos, concluiu que <strong>os bebés nascidos às 37 semanas por cesariana electiva têm o dobro do risco de sofrer de algum tipo de complicação em relação aos bebés que nascem às 39 semanas</strong>. Nascer às 38 semanas diminui o risco, mas, ainda assim, estes bebés têm mais 50 por cento de possibilidades de terem algum problema, pode ler-se no estudo publicado no New England Journal, em Janeiro deste ano</span><span style="color: #ff00ff;">*</span>. (&#8230;)</p>
<p><strong>Razões para um parto marcado</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;"><strong>A Organização Mundial de Saúde só fala em indução do parto depois das 42 semanas de gravidez</strong>. Antes desse tempo, a organização recomenda uma vigilância pré-natal mais apertada. O Instituto Nacional para a Saúde e Excelência Clínica, entidade britânica de grande importância científica, desaconselha a indução de parto a pedido da mulher por ser «<strong>uma intervenção desnecessária e ter riscos</strong>». A única excepção para antecipar o parto sem uma razão médica, segundo o instituto, são os casos em que o pai do bebé tem de ausentar-se para locais de guerra. Ainda assim, a indução só deverá «ser considerada às 40 semanas ou depois</span>».</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Mesmo em casos de suspeita de </strong><strong>bebé muito grande ou de incompatibilidade feto-pélvica &#8211; motivos invocados habitualmente por médicos para marcar uma indução -, os especialistas britânicos aconselham a esperar pelo início do trabalho de parto espontâneo. Dizem que não há uma forma de medir com exactidão estes parâmetros</strong></span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">A indicação mais consensual para uma <strong>indução</strong> está relacionada com o facto de <strong>a mãe ser portadora de uma doença que se agrava à medida que a gravidez vai evoluindo, como hipertensão, diabetes ou doença cardíaca</strong>. Em relação às <strong>cesarianas electivas</strong>, é consensual que se realizem em situações de <strong>doença infecciosa da mãe e no caso de placenta prévia</strong>. Mais controversa é a indicação para fazer cesariana por o bebé estar sentado (bebé pélvico) ou em posição transversal. Existe uma manobra, que pode ser realizada durante a gravidez (versão externa), para ajudar o bebé a colocar-se na posição correcta</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Esperar pelo início espontâneo do trabalho de parto é a melhor opção para as gravidezes de baixo risco. Todos os estudos científicos assim o demonstram</strong>. As últimas semanas dentro da barriga da mãe são igualmente importantes para o bebé. Os argumentos de que a partir de determinada altura «o bebé não está lá a fazer nada» ou que «só está a engordar» são enganadores. <strong>O bebé precisa de tempo para tomar a decisão de nascer</strong></span>. (&#8230;)<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Texto: Patrícia Lamúrias<br />
Revista <a href="http://www.paisefilhos.pt/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=1924&amp;Itemid=29&amp;limit=1&amp;limitstart=0" target="_blank">PAIS &amp; Filhos</a><br />
<span style="color: #ff00ff;">*</span>12 Novembro 2009<strong><br />
</strong>
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		<title>&#8220;Cesarianas marcadas antes das 39 semanas&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 08:32:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cesariana]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Cesarianas electivas antes das 39 semanas de gestação têm riscos acrescidos para a saúde do bebé. Médicos investigadores da Universidade de Alabama, Estados Unidos, analisaram dados referentes a 13 mil cesarianas electivas, realizadas a partir das 37 semanas de gestação. Houve complicações neonatais em oito por cento das cesarianas realizadas após as 39 semanas, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;Cesarianas electivas antes das 39 semanas de gestação têm riscos acrescidos para a saúde do bebé</strong>. Médicos investigadores da Universidade de Alabama, Estados Unidos, analisaram dados referentes a 13 mil cesarianas electivas, realizadas a partir das 37 semanas de gestação.</p>
<p><strong>Houve complicações neonatais em oito por cento das cesarianas realizadas após as 39 semanas, em 11 por cento das realizadas entre as 38 e as 39 semanas e em 15,3 por cento das realizadas entre as 37 e as 38 semanas de gestação</strong>.</p>
<p><strong>O risco de dificuldades respiratórias foi quatro vezes superior no grupo das 37 semanas e duas vezes superior no grupo das 38 semanas, relativamente aos bebés que nasceram após as 39 semanas</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Infecções e baixos níveis de açúcar no sangue</strong> foram também observados com mais frequência nos bebés que nasceram mais cedo</span>.<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/artigo.php?id=1031329&amp;div_id=3629" target="_blank">IOL Mãe</a><br />
2009/01/12
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		<title>&#8220;Cesariana aumenta risco de asma&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/cesariana-aumenta-risco-de-asma/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 15:17:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cesariana]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Os bebés que nascem através de cesariana têm uma propensão 80 por cento maior de desenvolver asma do que os bebés nascidos por parto normal, sugerem pesquisadores do Hospital Infantil de Zurique, na Suíça. Os cientistas vigiaram a saúde de três mil crianças, do nascimento até aos oito anos. Ao atingirem esta idade, 12,4 por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong>Os bebés que nascem através de cesariana têm uma propensão 80 por cento maior de desenvolver asma do que os bebés nascidos por parto normal, sugerem pesquisadores do Hospital Infantil de Zurique, na Suíça.</p>
<p>Os cientistas vigiaram a saúde de três mil crianças, do nascimento até aos oito anos. Ao atingirem esta idade, 12,4 por cento receberam o diagnóstico de asma.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Deste grupo, apenas 8,5 por cento tinham nascido por cesariana, mas apresentavam uma <strong>probabilidade acrescida de quase 80 por cento de desenvolver asma</strong>, em comparação com as crianças nascidas de parto normal</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">A incidência de asma aumentou muito nos países industrializados, em parelelo com a realização de nascimentos através de cesariana, segundo a líder do estudo, Caroline Roduit</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Os autores do estudo, publicado na revista especializada <a href="http://thorax.bmj.com/cgi/content/abstract/64/2/107?maxtoshow=&amp;HITS=10&amp;hits=10&amp;RESULTFORMAT=&amp;fulltext=caroline+roduit&amp;searchid=1&amp;FIRSTINDEX=0&amp;sortspec=relevance&amp;resourcetype=HWCIT" target="_blank">Thorax</a>, acreditam que <strong>a ligação entre o nascimento por cesariana e</strong> <strong>o aumento do risco de asma pode estar ligado ao momento de ajustamento do sistema imunológico, já que o parto por cesariana atrasa a exposição do bebé aos microorganismos presentes no meio ambiente</strong></span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">A associação da doença ao método de nascimento é ainda nos bebés com pais que sofrem de alergias, o que sugere uma predisposição genética, dizem os pesquisadores. Cerca de nove por cento das crianças com os dois progenitores alérgicos tinham uma predisposição quase três vezes maior de serem asmáticas quando atingiam os oito anos de idade, em comparação com crianças cujos pais não sofriam de alergias</span>.<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Revista <a href="http://www.paisefilhos.pt/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=887&amp;Itemid=60" target="_blank">PAIS &amp; Filhos</a><br />
2 Dezembro 2008
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;As estrelas do parto&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/as-estrelas-do-parto/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2009 09:29:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cesariana]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Normal/Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Normal]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Do mesmo modo, o nascimento é um momento dos pais e da criança. É um espaço íntimo e privado, de êxtase e contemplação. Um espaço em que se pode vislumbrar a eternidade. Os técnicos, por mais e melhores que sejam, não passam de técnicos, cuja missão, objectivo e acção tem por alvo, unicamente, os protagonistas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong>Do mesmo modo, <span style="text-decoration: underline;">o nascimento é um momento dos <strong>pais</strong> e da <strong>criança</strong>. É um espaço íntimo e privado, de êxtase e contemplação</span>. Um espaço em que se pode vislumbrar a eternidade. Os técnicos, por mais e melhores que sejam, não passam de técnicos, cuja missão, objectivo e acção tem por alvo, unicamente, os protagonistas do «concerto». Para que se sintam o melhor possível, para que este momento único seja sublime e possam vivê-lo e fruí-lo em plenitude.</p>
<p>Querer apropriar-se do nascimento, reduzindo-o a um «parto», é demasiadamente redutor, inapropriado e «indecente». <span style="text-decoration: underline;">Quantas vezes o bebé é levado, com o pretexto de «ter de ser aquecido» (debaixo de luzes intensas e brancas, quando <strong>a natureza faz, da pele dos braços e do peito da mãe, uma verdadeira fonte de calor, resguardada pela penumbra e pelo toque de pele com pele</strong>), ou de terem de ser feitas manobras que podem ser feitas daí a dez ou quinze minutos porque não têm qualquer sequência imediata (exceptua-se a minoria de casos em que o teste de Apgar revela que a criança precisa de cuidados de urgência ou de vigilância</span>)?</p>
<p>O pai está presente no nascimento. E está presente porque não seria concebível este nascimento sem ele. Assim, creio que devemos defender com muito maior veemência do que até aqui tem sido feito, <span style="text-decoration: underline;">a <strong>presença do pai no parto</strong> do seu filho, que é também o da mãe e o seu próprio, como um <strong>direito inalienável</strong>, que só deve ser negado face a condições e razões reais, lógicas e inultrapassáveis</span>. Quando resulta da vontade expressa dos dois, não pode ser negada – a não ser em casos excepcionais – a presença do pai num momento sublime, transcendente e único da vida da família.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">O recém-nascido</span>, como têm repetidamente demonstrado Brazelton e tantos outros pediatras do desenvolvimento e neonatologistas, <span style="text-decoration: underline;">necessita de ser abraçado pela sua mãe e pelo seu pai (seus autores) logo a seguir ao nascimento</span> – caso, bem entendido, razões clínicas não justifiquem outra atitude –, e <span style="text-decoration: underline;">necessita <strong>mamar para repôr a glicémia e aumentar os níveis de ocitocina da mãe (com melhor saída de leite, bem-estar, analgesia e contracção uterina</strong></span>). O momento imediatamente a seguir ao nascer é um momento crítico e histórico, de uma profundidade inigualável. <span style="text-decoration: underline;">Negar aos pais e ao bebé esta oportunidade, por meras «rotinas de serviço» que não são individualizadas e expressam uma concepção obsoleta do que são «serviços», será sinónimo de prática inadequada</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">A realização de uma <strong>cesariana com epidural</strong>, em que a mãe está lúcida e acordada, e em que o acto médico está claramente separado da intimidade familiar, <strong>não me parece ser impedimento para a presença do pai na sala de partos</strong></span> – não passará pela cabeça de ninguém que o pai vá «espreitar por cima do pano verde» ou dar opiniões e «palpites» sobre o acto médico.<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Texto: Mário Cordeiro, Professor de Pediatria<br />
11 Maio 2009</p>
<p>Aconselho a lerem o artigo completo no site da revista <a href="http://www.paisefilhos.pt/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=1380&amp;Itemid=60" target="_blank">PAIS &amp; Filhos</a>.
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		</item>
		<item>
		<title>Cuidados com o Bebé nascido de Cesariana</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/cuidados-com-o-bebe-depois-de-uma-cesariana/</link>
		<comments>http://www.rituaismaternos.com/cuidados-com-o-bebe-depois-de-uma-cesariana/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 15:20:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cesariana]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados com o Bebé]]></category>
		<category><![CDATA[Bebés]]></category>

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		<description><![CDATA[A parteira alemã Cornelia Enning, defensora do parto na água, tem um programa de apoio a bebés nascidos de cesariana. Aqui ficam as suas sugestões: &#8220;Cuidados pós-parto Estimulação das capacidades motoras, evitando posição supina e fixa. Banhos mexidos, em baldes de banho (www.domovital.com) ou banheira. Ser carregado na água (sem gravidade) ou com gravidade por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A parteira alemã <a href="http://www.midwiferytoday.com/international/germany.asp" target="_blank">Cornelia Enning</a>, <span style="text-decoration: underline;">defensora do parto na água</span>, tem um programa de apoio a <span style="text-decoration: underline;">bebés nascidos de cesariana</span>. Aqui ficam as suas sugestões:</p>
<p><strong>&#8220;Cuidados pós-parto</strong></p>
<ul>
<li><span style="text-decoration: underline;">Estimulação das capacidades motoras, evitando posição supina e fixa. Banhos mexidos</span>, em baldes de banho (www.domovital.com) ou banheira. Ser carregado na água (sem gravidade) ou com gravidade por panos na posição vertical. Sabedoria Asiática: os bebés nunca deveriam tocar no chão nos primeiros 3 meses.</li>
</ul>
<ul>
<li>Pressão nas plantas dos pés (<span style="text-decoration: underline;">reflexologia</span>) estimulam a actividade de esticar as pernas. Movimentos demasiado amplos dos membros tornam-se bem sucedidos se debaixo de água!</li>
</ul>
<ul>
<li>Aplicação de <span style="text-decoration: underline;">períodos prolongados de contacto pele com pele</span>, até o bebé estar sem medo, continuar com a <span style="text-decoration: underline;">massagem do bebé</span>, passando as mãos do corpo para os membros.</li>
</ul>
<ul>
<li><span style="text-decoration: underline;">Deixar o recém-nascido dormir com a cabeça na cave axilar, onde ele estará a sentir o cheiro do ninho. Evitar cheiros desconhecidos</span> (quarto de cama única sem visitas), <span style="text-decoration: underline;">responda a todo o choro com amamentação</span> por alguns dias.</li>
</ul>
<ul>
<li><span style="text-decoration: underline;">Ser carregado no peito do pai</span>, talvez o pai alimente o bebé até a mãe estar pronta para a vinculação. <span style="text-decoration: underline;">Treino na água até a auto-regulação de temperatura</span> (pelo menos 10 dias), <span style="text-decoration: underline;">mimar o bebé</span> após aplicação de água!</li>
</ul>
<ul>
<li>Treino de respiração com imersões superficiais, jogos de voo, cabeça para baixo.</li>
</ul>
<ul>
<li><span style="text-decoration: underline;">Relaxamento na água tépida</span> (&gt;35°C) <span style="text-decoration: underline;">combinado com ouvir a voz parental</span> (falada ou cantada), comparação sobre/debaixo de água (som).</li>
</ul>
<ul>
<li><span style="text-decoration: underline;">Posição direita em água/terra ao amamentar no pano. Observe contacto visual (olhos nos olhos</span>), chamar atenção da mãe para o olhar do bebé! Encorajar <span style="text-decoration: underline;">respostas verbais da mãe</span> para mensagens não verbais do bebé! <span style="text-decoration: underline;">Jogos visuais</span> tais como “ginástica” da língua, mãos abertas/fechadas, movimentos dos lábios, até o bebé imitar os movimentos (documente respostas do bebé e tempos).</li>
</ul>
<ul>
<li><span style="text-decoration: underline;">Amamentação na água para aumento da oxitocina</span> (stress-break).</li>
</ul>
<ul>
<li>Florais de Bach e homeoterapia na água ou em cremes directamente após cesariana para recém-nascido. <span style="text-decoration: underline;">Banho estimulante após vinculação</span> (2h), primeiro mergulho do bebé após sono reparador (5h).</li>
</ul>
<p>O desenvolvimento de um bebé de cesariana, precisa de muito mais esforço para a mãe e para o bebé, porque os padrões biológicos/naturais perderam-se. <span style="text-decoration: underline;">Integrar estas famílias em grupos de apoio para pais, grupos de bebés aquáticos e outros cursos dados por parteiras é muito útil</span>.<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Aconselho a lerem o artigo completo no site <a href="http://www.bionascimento.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=194&amp;Itemid=1" target="_blank">BioNascimento</a>, poderão também ficar a perceber o que perdem os bebés nascidos por cesariana em relação áqueles que nascem por parto natural na água.
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