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	<title>Rituais Maternos &#187; Corte do Cordão Umbilical</title>
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		<title>Recolha de sangue do cordão</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 14:26:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corte do Cordão Umbilical]]></category>

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		<description><![CDATA[Achei este artigo muito bom; publico apenas a parte que considero mais importante. Para quem pretende ler o artigo na íntegra fica aqui o link. &#8220;OS RISCOS DA LAQUEAÇÃO PRECOCE DO CORDÃO Mas para além do risco imediato as tais situações de insuficiência respiratória do bebé ou hemorragia da mãe &#8211; é sublinhado no alerta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Achei este artigo muito bom; publico apenas a parte que considero mais importante. Para quem pretende ler o artigo na íntegra fica aqui o <a href="http://www.mae.iol.pt/maternidade/parto-cordao-/1282477-5535.html" target="_blank">link</a>.</em></p>
<div>
<p><strong>&#8220;OS RISCOS DA LAQUEAÇÃO PRECOCE DO CORDÃO</strong><br />
Mas para além do risco imediato as tais situações de insuficiência respiratória do bebé ou hemorragia da mãe &#8211; é sublinhado no alerta que fazem os especialistas britânicos que <strong>ao laquear e cortar o cordão imediatamente após o nascimento, o bebé é privado de uma quantidade de sangue significativa e importante pois contém oxigénio e nutrientes</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Este aspecto é, de resto, aquele que devia merecer maior atenção e reflexão por parte dos pais e dos profissionais de saúde, na opinião de Lúcia Leite, enfermeira obstetra que lidera a campanha «Pelo direito ao Parto Normal»: «A colheita de sangue do cordão implica uma laqueação precoce do cordão e os pais, tal como muitos profissionais, não têm consciência de que isso tem implicações na adaptação do bebé à vida extra-uterina», afirma</span>.</p>
<p>«Só é valorizado o risco de vida, mas há outros aspectos que não sendo tão graves são importantes: <strong>se o bebé continua a receber o sangue da mãe através do cordão durante os primeiros minutos após o nascimento, pode fazer-se tranquilamente o contacto pele com pele que é tão importante e o bebé regulariza gradualmente a sua respiração. É um período fundamental e isso pode fazer a diferença entre um Índice de Apgar muito bom ou um Índice de Apgar que inspira algum cuidado», explica a especialista. «A múltipla oferta deste tipo de serviços de recolha e criopreservação das células estaminais e o marketing das empresas que é muito forte fazem com que os pais adiram a este processo, sem fazerem grande reflexão sobre as implicações para o bebé</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Lúcia Leite afirma que existe a indicação, por parte das empresas de criopreservação, para que a recolha seja feita o mais cedo possível após o parto. Claro que isto pode desviar a atenção de aspectos importantes e quebra-se um momento fundamental, pois se a laqueação é precoce, o bebé será levado logo para receber oxigénio. Se o cordão não for laqueado de imediato não existe essa pressa e o bebé poderá fazer o contacto com a mãe e ter um Apgar mais elevado</span>.</p>
<p>Para esta especialista, tal como para o obstetra Daniel Pereira da Silva, a prioridade tem de ser dada ao bebé e à mãe e já lhe aconteceu protelar a recolha por considerar que é benéfico para o bebé. «Acabo sempre por conseguir fazê-la, mas nem sempre será nas melhores condições, e não sei se terá quantidade suficiente de células estaminais», acrescenta. Apesar de nunca lhe ter acontecido, tem conhecimento de um caso em que os pais processaram a enfermeira obstetra que acompanhou o nascimento do filho, por não ter feito a recolha de sangue do cordão.</p>
<p>Numa altura em que, estima Lúcia Leite, perto de metade dos pais optam por fazer a criopreservação, era importante que «tomassem consciência de que esta recolha é um favor que lhes fazemos. A nossa obrigação profissional é assegurar a saúde e bem-estar da mãe e do bebé e essa tem de ser a nossa prioridade».<br />
<span style="text-decoration: underline;">Importante também é «que sejam informados e reflictam sobre o impacto que a laqueação precoce do cordão pode ter», remata</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">SABIA QUE</span>&#8230;<br />
- Existem recomendações para que os bebés com menos vitalidade sejam reanimados ainda ligados à mãe, pois dessa forma será mais fácil a sua recuperação?<br />
- <strong>O sangue que o recém-nascido recebe através do cordão, após o nascimento, além de oxigénio, tão importante nesses primeiros minutos de vida, dá-lhe uma reserva de ferro para os primeiros meses de vida. Há muitos bebés que têm de tomar suplementos de ferro porque não o receberam</strong>.&#8221;</p>
<p>Texto de Ana Esteves</p>
<p>Revista IOL Mãe</p>
<p>2011-09-22</p>
<p><em>Acabei por não fazer a recolha de sangue do cordão umbilical, confesso que tinha pensado em doar ao banco público. Mas com tanta luta ao longo da gravidez para ter um parto respeitado, acabei tão desgastada emocionalmente que esse assunto ficou esquecido. O que não esqueço foi terem cortado logo o cordão que me ligava ao meu filho e terem-no levado. <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </em></p>
</div>
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		<title>&#8220;Cortar o cordão: as vantagens de esperar&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 16:39:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corte do Cordão Umbilical]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Mais um estudo que vem confirmar e reunir o que outros já tinham concluído: há vantagens para o bebé em esperar alguns minutos antes de cortar o cordão umbilical. Cortar o cordão imediatamente após o nascimento pode não ser necessariamente prejudicial, mas rouba ao bebé alguns minutos de fluxo da corrente sanguínea do cordão. Pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong>Mais um estudo que vem confirmar e reunir o que outros já tinham concluído: <strong>há vantagens para o bebé em esperar alguns minutos antes de cortar o cordão umbilical</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Cortar o cordão imediatamente após o nascimento pode não ser necessariamente prejudicial, mas rouba ao bebé alguns minutos de fluxo da corrente sanguínea do cordão. Pode parecer pouco, mas este sangue contém <strong>células estaminais com propriedade regenerativas</strong> e que podem transformar-se em diferentes tipos de células do organismo</span>.</p>
<p>Investigadores da Universidade da Florida afirmam que existem benefícios importantes em deixar que esta última dose de sangue entre na corrente sanguínea do bebé.<strong> <span style="text-decoration: underline;">Basta um minuto ou dois para se conseguir protecção extra para anemias em bebés de termo. Já se conhecia este efeito em bebés prematuros: apenas 30 segundos a mais, antes de cortar o cordão, fazem diminuir a incidência de anemia nestes bebés, mas também de hemorragias cerebrais, infecções generalizadas e a necessidade de transfusões sanguíneas</span></strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Os investigadores chamam a esta dose extra de sangue do cordão o primeiro transplante (natural) de células estaminais e afirmam serem necessários mais estudos para perceber o impacto de cortar o cordão logo após o nascimento. <strong>Uma prática que só teve início com o parto hospitalar e a posição deitada a que a mulher passou a estar obrigada</strong>. Clampear o cordão de imediato, corta a circulação do sangue, antes mesmo do corte do cordão, que continuaria a ser bombeado para o organismo do bebé durante alguns minutos após o parto</span>.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">O novo estudo alerta ainda para o facto de a criopreservação de células estaminais poder estar na origem de alguma «pressa» na clampagem do cordão, de forma a que possa haver sangue suficiente para a recolha. No entanto, os especialistas aconselham os pais a não ter pressa, pois estão, em nome de uma mera possibilidade, a tirar benefícios importantes ao bebé</span></strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">O estudo foi publicado no Journal of Cellular and Molecular Medicine, faz uma revisão de várias investigações anteriores, que apontam todas a mesma conclusão: esperar tem vantagens</span>.<strong>&#8221; </strong></p>
<p>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/artigo.php?id=1166790&amp;div_id=3722" target="_blank">IOL Mãe</a><br />
2010/05/31
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		<title>O porquê de se adiar o corte do cordão umbilical</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/o-porque-de-se-adiar-o-corte-do-cordao-umbilical/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 13:24:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corte do Cordão Umbilical]]></category>

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		<description><![CDATA[We Can Be Much Kinder &#8211; More amazing videos are a click away]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="345" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="name" value="Metacafe_2870183" /><param name="src" value="http://www.metacafe.com/fplayer/2870183/we_can_be_much_kinder.swf" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="345" src="http://www.metacafe.com/fplayer/2870183/we_can_be_much_kinder.swf" allowfullscreen="true" wmode="transparent" name="Metacafe_2870183"></embed></object><br />
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		<title>&#8220;O tempo do cordão&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/o-tempo-do-cordao/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 15:30:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corte do Cordão Umbilical]]></category>
		<category><![CDATA[Recomendações OMS]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;A Organização Mundial de Saúde (OMS) há muito que abandonou a recomendação de cortar o cordão umbilical imediatamente a seguir ao nascimento. «O laqueamento tardio do cordão umbilical é a forma fisiológica de tratar o cordão. O laqueamento precoce é uma intervenção que precisa de justificação. A &#8220;transfusão&#8221; de sangue da placenta para o bebé, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong><span style="text-decoration: underline;">A <strong>Organização Mundial de Saúde</strong> (OMS) há muito que abandonou a recomendação de cortar o cordão umbilical imediatamente a seguir ao nascimento</span>. «<strong>O laqueamento tardio do cordão umbilical é a forma fisiológica de tratar o cordão</strong>. <span style="text-decoration: underline;">O laqueamento precoce é uma intervenção que precisa de justificação. A &#8220;transfusão&#8221; de sangue da placenta para o bebé, se o cordão for cortado mais tarde, é fisiológica e é improvável que tenha algum efeito adverso, pelo menos nos casos normais</span>», pode ler-se no documento «<a href="http://www.who.int/making_pregnancy_safer/documents/who_frh_msm_9624/en/" target="_blank">Assistência no parto normal: um guia prático</a>» (Care in normal birth: a practical guide), de 1996.</p>
<p>Segundo o mesmo documento, <span style="text-decoration: underline;">adiar o corte do cordão traz benefícios para a saúde do bebé, tais como o <strong>aumento do volume de sangue rico em oxigénio</strong> que passa da mãe para o bebé, através da placenta, e o <strong>aumento das reservas de ferro</strong>, o que diminui o risco de anemia na infância. Para isso, basta que, depois do nascimento, o bebé seja colocado ao nível da pélvis da mãe, ou abaixo, durante três minutos antes de o cordão ser cortado. Não é tempo suficiente para o cordão acabar de pulsar, mas, ainda segundo a OMS, o processo pode demorar mais tempo sem qualquer prejuízo para a mãe ou para o bebé</span>.</p>
<p>Um estudo publicado na conceituada revista British Medical Journal, em Agosto de 2007, apontou no mesmo sentido. O autor da investigação, Andrew Weeks, confirmou os benefícios descritos pela OMS e concluiu: «<span style="text-decoration: underline;">Considerando que o corte precoce do cordão umbilical não beneficia a mãe ou o bebé e pode até ser prejudicial», os profissionais devem considerar «introduzir o corte tardio do cordão umbilical nas rotinas do parto</span>».</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">No entanto, </span><span style="text-decoration: underline;">na maior parte das maternidades europeias, as portuguesas incluídas, o cordão umbilical é cortado imediatamente a seguir ao nascimento</span>. A excepção vai para alguns países nórdicos, como por exemplo a <strong>Dinamarca</strong>, onde se estima que o <strong>corte tardio do cordão</strong> <strong>umbilical </strong>seja praticado em <strong>93 por cento dos hospitais</strong>.</p>
<p><strong>Porquê a pressa?</strong><br />
A «urgência» em cortar o cordão umbilical surge do mesmo modo que outras <strong>práticas interventivas</strong>, como a episiotomia ou a administração de ocitocina artificial, que <strong>transformaram o parto numa sequência de rituais médicos</strong>. <span style="text-decoration: underline;">Porém, antes pensava-se que o aumento do volume do sangue transferido entre mãe e filho poderia estar relacionado com um maior risco de hemorragias pós-parto e de retenção da placenta para a mãe, e de excesso de bilirrubina no organismo do bebé, cuja acumulação pode causar icterícia. <strong>Segundo a OMS, não existem evidências que comprovem nenhuma destas situações</strong></span>.</p>
<p>Teresa Tomé, neonatologista na Maternidade Alfredo da Costa, lembra ainda que outro dos critérios para cortar o cordão logo após o nascimento está relacionado com a <span style="text-decoration: underline;">incompatibilidade Rh (mãe com sangue Rh negativo e filho com sangue Rh positivo, ou vice-versa</span>). Um problema muito importante no passado, que, hoje em dia, pode ser tratado previamente, exigindo, no entanto, alguns cuidados no parto. <span style="text-decoration: underline;">Para a <strong>OMS</strong>, os casos de incompatibilidade Rh e de bebés prematuros são os únicos em que «o laqueamento tardio pode causar complicações». No entanto, uma revisão de sete estudos publicada na base de dados Cochrane, em 2004, concluiu que, <strong>mesmo nos partos pré-termo, esperar 30 a 120 segundos antes de cortar o cordão umbilical pode «estar associado a uma menor necessidade de transfusão e a menos hemorragia intraventricular</strong>». Teresa Tomé reconhece que «<strong>no recém-nascido prematuro, a laqueação após 30 segundos evidencia diminuição de necessidade de transfusão</strong></span>». Ainda assim, o assunto não reúne consenso. «<span style="text-decoration: underline;">O timing ideal para a laqueação do cordão umbilical é um ponto actual de discussão e enquadra-se numa modificação de conduta na sala de partos, tal como o contacto pele com pele</span> ou ressuscitação com ar ambiente», resume a neonatologista.<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Texto: Patrícia Lamúrias<br />
Revista PAIS &amp; Filhos<br />
27 Dezembro 2007</p>
<p>Podem ler o artigo completo <a href="http://www.paisefilhos.pt/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=161&amp;Itemid=68&amp;limit=1&amp;limitstart=0" target="_blank">aqui</a>.
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