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	<title>Rituais Maternos &#187; Cuidados com o Bebé</title>
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		<title>&#8220;Andarilhos: não os deixe entrar lá em casa&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 16:50:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cuidados com o Bebé]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Infantil]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Andarilhos, aranhas, voadores, andadores. Existem com vários nomes e em diversos tamanhos, mas assemelham-se na forma. Meia dúzia de rodas dispostas em círculo «ajudam» o bebé a manter-se na vertical, antes de estar preparado para essa posição, e a deslocar-se em pé, quando ainda devia estar a tentar gatinhar. Em cima do andarilho, dando balanço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-1755" title="300x210" src="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2009/12/300x210.jpeg" alt="300x210" width="230" height="210" /> &#8220;</strong>Andarilhos, aranhas, voadores, andadores. Existem com vários nomes e em diversos tamanhos, mas assemelham-se na forma. <span style="text-decoration: underline;">Meia dúzia de rodas dispostas em círculo «ajudam» o bebé a <strong>manter-se na vertical, antes de estar preparado para essa posição, e a deslocar-se em pé, quando ainda devia estar a tentar gatinhar</strong>. Em cima do andarilho, dando balanço com os pés no chão, </span><span style="text-decoration: underline;">uma criança pode atingir velocidades de um metro por segundo, movendo-se pelo espaço sem qualquer controlo. <strong>A rapidez com que se desloca não permite aos pais, na maior parte dos casos, reagir a tempo de impedir um acidente</strong>. Quedas de escadas ou tropeções em desníveis, que fazem o andarilho virar-se ao contrário, levando o bebé bater com a cara ou cabeça no chão, são os acidentes mais frequentes</span>. (&#8230;)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Os últimos dados do EHLASS (Sistema Europeu de Vigilância de Acidentes Domésticos e de Lazer, coordenado pelo Instituto do Consumidor) referentes a <strong>Portugal</strong>, remontam a <strong>1998</strong> e contabilizam <strong>850 acidentes com andarilhos por ano</strong>. Estes números referem-se apenas a lesões suficientemente graves para obrigar a recorrer a um serviço de urgência hospitalar. De fora ficam os casos em que a criança é tratada em casa ou levada a outros serviços de saúde. As idades mais afectadas situam-se entre os 6 e os 15 meses. Cerca de metade dos casos correspondem a quedas de escadas. <strong>Mais de 60 por cento das crianças acidentadas sofrem traumatismos cranianos</strong></span>.</p>
<p><strong>Canadá exemplo único<br />
</strong><span style="text-decoration: underline;">Em Abril de 2004, o Canadá tornou-se o primeiro país a proibir os andarilhos</span>. O ministro da Saúde do país anunciou a medida, lembrando «os perigos a que as crianças ficavam expostas com a utilização de andarilhos». (&#8230;)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Em Portugal, como noutros países, cabe aos pais evitar os acidentes com os andarilhos. <strong>A única solução possível é não comprar, não receber, não usar</strong>. A supervisão de um adulto não é suficiente para impedir quedas, queimaduras ou embates. «<strong>Em mais de 50 por cento dos acidentes com andarilhos há um adulto por perto. Só que, quando se apercebe, já não tem tempo para reagir</strong>», esclarece Helena Cardoso Menezes, presidente da <a href="http://www.apsi.org.pt/index.php" target="_blank">APSI</a></span>.</p>
<p>(&#8230;) «<span style="text-decoration: underline;">As normas europeias de segurança para os andarilhos referem apenas a largura do arco, que deve ser suficientemente grande para impedir a passagem por certos sítios, e o sistema de travagem, que, no caso de uma roda ficar no ar, deve obrigar as outras a travarem», explica Helena Cardoso Menezes, deixando claro que são medidas insuficientes</span>. «<strong>Os andarilhos são, isoladamente, os equipamentos de puericultura que mais acidentes graves provocam na faixa etária entre os 6 e os 15 meses</strong>».</p>
<p><strong>Inimigos da marcha</strong><br />
O perigo de acidentes não é o único problema dos andarilhos. «<span style="text-decoration: underline;"><strong>O facto de a criança ficar em pé no andarilho impede-a de rolar, sentar-se ou gatinhar, que são as bases para a aquisição da marcha</strong>. Quanto mais praticar estas etapas, mais depressa aprenderá a andar. Além disso, <strong>como o bebé anda na ponta dos pés, causa tensão nos músculos das pernas, atrasando o desenvolvimento motor em geral</strong>», explica Elsa Rocha, pediatra no Hospital de Faro. «Os andarilhos são um contra-senso, uma vez que são desenhados para pôr a criança numa <strong>posição que não é a ideal para o seu desenvolvimento naquele momento</strong></span>», clarifica Elsa Rocha, que também é uma das responsáveis pelo estudo da SPP (Sociedade Portuguesa de Pediatria) sobre andarilhos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">A pediatra reforça ainda a inutilidade dos andarilhos, alertando para os perigos que lhe estão associados: «<strong>São completamente contra-indicados</strong>. Mesmo que sejam utilizados durante pouco tempo, não fazem bem nenhum. <strong>É fundamental alertar os pais</strong>. A maior parte não tem noção de que os andarilhos são um <strong>objecto perigoso e sem qualquer tipo de vantagem</strong></span>.» (&#8230;)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Em Portugal, a recomendação surge até no Boletim de Saúde Infantil e Juvenil</strong>: «Os andarilhos (aranhas, voadores) provocam muitos acidentes: quedas, entalões, queimaduras, pancadas na cabeça, e não ajudam a andar, pelo contrário, podem atrasar», lê-se nos conselhos aos pais. Os especialistas recomendam ainda, a quem tiver um andarilho em casa, que, antes de o deitar para o lixo, o destrua até ficar <strong>inutilizado</strong>, para que ninguém possa mesmo voltar a usá-lo</span>.<strong>&#8221; </strong></p>
<p>Texto: Patrícia Lamúrias<br />
Revista IOL Mãe<br />
2007/03/04</p>
<p>Aconselho a lerem o <a href="http://www.mae.iol.pt/artigo.php?div_id=3641&amp;id=781119" target="_blank">artigo completo</a>.
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		<title>&#8220;Mais bom-senso no uso de antibióticos&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 16:50:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cuidados com o Bebé]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Bebés]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;(&#8230;) Hoje, o uso de antibióticos está generalizado e tem-se tornado tão frequente e banal que já são muitas vezes os pais a sugerir ao pediatra o início de um antibiótico como remédio para todas as doenças ou, pelo menos, como um remédio para todas as febres. Apesar de os antibióticos serem fundamentais para o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong>(&#8230;) <span style="text-decoration: underline;">Hoje, o uso de antibióticos está generalizado e tem-se tornado tão frequente e banal que já são muitas vezes os pais a sugerir ao pediatra o início de um antibiótico como remédio para todas as doenças ou, pelo menos, como um remédio para todas as febres</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Apesar de os antibióticos serem fundamentais para o tratamento de certas situações, não é verdade que sejam o remédio para todos os males, nem a solução para todas as infecções. Além disso, <strong>a maioria dos antibióticos tem efeitos secundários, mais ou menos graves, e o seu uso pode mesmo ser prejudicial em determinadas situações</strong></span>. (&#8230;)</p>
<p><strong>PARA QUE SERVEM OS ANTIBIÓTICOS?</strong><br />
Quando uma bactéria entra no corpo da criança, começa a crescer e a multiplicar-se. Nesta altura, as defesas naturais do organismo entram em acção, na tentativa de eliminar a bactéria invasora. <span style="text-decoration: underline;">Felizmente, <strong>na maioria dos casos, é o nosso organismo quem ganha a batalha</strong> e a bactéria é eliminada, voltando tudo à normalidade. Mas, noutros casos, a bactéria consegue vencer e continua a multiplicar-se, fazendo com que a criança continue doente. Nesta fase, a criança precisa de ajuda para eliminar a infecção</span>.</p>
<p>Os antibióticos são medicamentos cuja finalidade é eliminar as bactérias que invadem o nosso corpo. Eles ajudam as defesas naturais a combater a infecção. <span style="text-decoration: underline;">No entanto, e ao contrário do que muitos pais pensam, os antibióticos não servem para tratar todas as infecções. Até porque <strong>a maioria das doenças na criança não são provocadas por bactérias, mas sim por vírus, e os antibióticos não têm qualquer acção contra eles</strong></span>. Por esta razão, em muitos casos, mesmo quando a criança parece mais doente, o médico não prescreve antibióticos se estiver na presença de uma infecção viral. (&#8230;)</p>
<p><strong>DEVE SER FEITO ALGUM EXAME ANTES?</strong><br />
Depende do tipo de infecção e das circunstâncias em que ela aparece. Para as infecções mais frequentes, como a amigdalite ou a otite, não é necessário qualquer outro exame especial, para além da observação pelo médico. Mas, noutros casos, <span style="text-decoration: underline;">podem ser necessários exames especiais na tentativa de se conseguir identificar qual a bactéria responsável pela infecção. É o caso da criança com uma suspeita de infecção urinária</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Estas crianças nunca devem começar a tomar um antibiótico sem primeiro colher uma amostra de urina para análise. Logo após a colheita, devem começar o antibiótico ainda antes de se saberem os resultados. Quando a bactéria for isolada logo se verá se é ou não necessário mudar de antibiótico. Outro exemplo são as crianças com muitas infecções de garganta ou de ouvidos. Nestes casos, é importante recolher um pouco de pus (das amígdalas ou do ouvido) para tentar isolar a bactéria responsável, que pode ser resistente aos antibióticos mais comuns</span>.</p>
<p><strong>QUE EFEITOS INDESEJÁVEIS PODEM ACONTECER?</strong><br />
A maioria dos antibióticos mais utilizados em Pediatria não apresenta efeitos indesejáveis com frequência. No entanto, <span style="text-decoration: underline;"><strong>algumas crianças podem ser </strong><strong>alérgicas a alguns antibióticos. Isto é mais frequente com a penicilina ou os seus derivados</strong> do que com os outros antibióticos. As alergias manifestam-se habitualmente por <strong>manchas na pele, tipo urticária</strong>, e surgem algum tempo após se ter iniciado o antibiótico. Nestes casos, <strong>o antibiótico deve ser parado e a criança novamente vista pelo médico</strong></span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Nas crianças alérgicas à penicilina existem outros antibióticos que podem ser utilizados sem risco de alergias. Noutros casos, o antibiótico pode provocar <strong>dores de barriga, vómitos ou diarreia</strong>, que em nada ajudam a que a criança se sinta melhor. No entanto, um dos efeitos indesejáveis mais temido pelos médicos não tem a ver com alergias ou alterações intestinais e é provocado pelo <strong>uso frequente de antibióticos</strong></span>, como vamos ver em seguida.</p>
<p><strong>QUAL O PERIGO DE TOMAR MUITAS VEZES?</strong><br />
Os antibióticos, como já vimos, são capazes de matar bactérias. Mas, no nosso corpo, mesmo quando nos sentimos muito bem, existem muitas bactérias nas vias respiratórias (nariz, garganta) e nos intestinos. Nestes locais, <span style="text-decoration: underline;">algumas bactérias estão sempre presentes e não provocam qualquer doença. Inclusive têm até um papel protector, pois tentam impedir que outras bactérias (as que provocam doenças) se consigam instalar</span> nestes locais. O nosso organismo vive assim em equilíbrio, tendo no seu interior algumas bactérias «amigas».</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Quando a criança toma um antibiótico para combater uma infecção, por exemplo no ouvido, <strong>o medicamento vai matar as bactérias no ouvido, mas mata também muitas das bactérias das vias respiratórias e dos intestinos, eliminando assim uma defesa habitual do nosso corpo e deixando-o mais vulnerável ao ataque de outras bactérias</strong>. Ou seja, o antibiótico mata as bactérias, estejam elas onde estiverem, sejam elas «boas» ou «más». Por esta razão, algumas crianças, depois de tomarem um antibiótico para uma otite, surgem com problemas respiratórios ou uma gastroenterite</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Outro aspecto muito importante tem a ver com a resistência das bactérias aos antibióticos. <strong>Se um antibiótico é utilizado muitas vezes, as bactérias do nosso corpo acabam por se tornar resistentes a ele</strong>. Isto significa que, nas infecções seguintes, tem de ser usado um antibiótico mais forte. No entanto, se este for utilizado muitas vezes, as bactérias acabam também por se tornar resistentes a ele, e assim sucessivamente. Com o tempo, deixa de haver antibióticos capazes de tratar qualquer infecção nessa criança</span>.</p>
<p><strong>Este é um assunto muito importante, pois devido ao exagero na utilização de antibióticos já existem hoje algumas infecções que são resistentes a todos os antibióticos que conhecemos. Se não houver uma utilização mais racional destes medicamentos, os médicos podem, num futuro próximo, ter muita dificuldade em conseguir controlar algumas infecções</strong>. (&#8230;)</p>
<p><strong>COMO DEVE SER TOMADO?</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">O mais importante é que a criança tome o antibiótico na dose <strong>recomendada pelo médico</strong>, o número de vezes por dia e o número de dias adequado</span>. A dose deve ser sempre a recomendada pelo médico, pois doses pequenas demais podem não ser eficazes e doses grandes demais podem levar ao aparecimento de efeitos indesejáveis com maior frequência. <span style="text-decoration: underline;"><strong>Nas </strong><strong>crianças</strong>, ao contrário do que acontece com os adultos, <strong>a dose é calculada em função do peso</strong>, pelo que é muito importante ter um peso recente da criança antes de ser iniciado o antibiótico, principalmente nas crianças mais pequenas</span>. (&#8230;)<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Texto: Paulo Oom (Médico Pediatra)<br />
Revista PAIS &amp; Filhos<br />
17 Março 2009</p>
<p>Podem ler o artigo completo <a href="http://www.paisefilhos.pt/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=1194&amp;Itemid=62" target="_blank">aqui</a>.
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		<title>Actividades com Bebés</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 10:24:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actividades para Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados com o Bebé]]></category>
		<category><![CDATA[Bebés]]></category>
		<category><![CDATA[Vínculo Afectivo]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;FAZER MASSAGENS O contacto pele com pele, o toque das mãos da mãe e do pai tem uma importância vital para um bebé. As massagens são uma forma de tocar que tem inúmeros benefícios, a todos os níveis, inclusive na promoção da vinculação. (&#8230;) TOMAR BANHO COM O BEBÉ Juntar-se ao bebé na banheira é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;FAZER MASSAGENS</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">O contacto pele com pele, o toque das mãos da mãe e do pai tem uma importância vital para um bebé</span>. As massagens são uma forma de tocar que tem inúmeros benefícios, a todos os níveis, inclusive na <strong>promoção da vinculação</strong>. (&#8230;)</p>
<p><strong>TOMAR BANHO COM O BEBÉ</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Juntar-se ao bebé na banheira é criar mais um espaço e um tempo privilegiado de contacto pele com pele</span>. É claro que não é um programa para fazer com um recém-nascido, mas a partir de certa altura é um prazer para pais e filhos. <span style="text-decoration: underline;">Vão sentir-se mais próximos da Natureza, do seu corpo e do deles, sem fechos, molas e mangas a estabelecer fronteiras e com a água como relaxante natural</span>. Para um bebé que adora o banho, imagine o bem-estar redobrado que irá sentir por poder estar ao colo da mãe ou do pai ao mesmo tempo que chapinha. Para os que não gostam tanto desse momento, pode até ser uma forma de descobrirem como é bom sentir a água na pele.</p>
<p><strong>CONTAR HISTÓRIAS, DESCOBRIR OS LIVROS</strong><br />
Nunca é cedo demais para começar a contar histórias ao seu bebé. <span style="text-decoration: underline;">A partir de certa altura, pode e deve mostrar-lhe livros, contar-lhe o que se passa a cada página, deixá-lo folhear e explorar, mesmo arriscando estragar</span>. Há livros próprios para bebés, mais resistentes e até apropriados para quem não consegue deixar de morder um cantinho. Se os livros fizerem, desde cedo, parte do seu mundo, não tarda será o bebé a pedir esta ou aquela história. E ouvi-la da boca do pai ou da mãe é um prazer único.</p>
<p><strong>PASSEAR NUM PARQUE NATURAL</strong><br />
Ir todos os dias ao jardim do bairro é bom. Mas não deixe de dar ao seu bebé, uma vez por outra, o prazer de <strong>passear no meio da Natureza</strong> em estado bruto. Fazer uma caminhada com ele no canguru ou no carrinho TT – dependendo do percurso e da distância – <span style="text-decoration: underline;">é dar-lhe cheiros, cores e oxigénio que não existem em mais sítio nenhum. Ouvir o silêncio ou a banda sonora dos pássaros, estando deitado numa manta a ver as copas das árvores é melhor do que ter por perto qualquer caixinha de música ou qualquer mobile. Sobretudo quanto se está com o pai e com a mãe</span>.</p>
<p><strong>IR À PRAIA</strong><br />
Tão especial como a sombra de um bosque é o horizonte no mar. Os bebés têm essa noção e costumam ficar maravilhados. <span style="text-decoration: underline;">Pôr as mãos na areia, sentir as ondas do mar nos pés são descobertas únicas e estimulantes</span>. Às vezes até demais. <span style="text-decoration: underline;">Não é aconselhável estar muito tempo na praia com um bebé e não devemos expô-lo ao sol nos primeiros meses, seja a que horas for</span>.<br />
Como em tudo, é preciso bom senso. Ou seja, ir embora antes de o cansaço (a praia cansa) ser demasiado. <span style="text-decoration: underline;">E claro, tão importante como estar pouco tempo, é estar só ao princípio da manhã ou ao fim da tarde</span>.</p>
<p><strong>DESCOBRIR OS ANIMAIS</strong><br />
Os cães e os gatos domésticos podem tornar-se verdadeiros amigos de um bebé. Mas poder ver outros animais &#8211; um cavalo, uma vaca, uma galinha &#8211; são experiências que todos os bebés adoram. Sobretudo porque já os conhecem das histórias. Nos livros, a sua dimensão não é perceptível para um bebé, tal como o toque, o movimento, os sons. Por isso, <span style="text-decoration: underline;">um passeio numa quinta pedagógica, para quem não tem amigos ou família no campo, é um excelente programa para pais e bebés</span>. Fazer uma festa ao cavalo, dar pão aos patos, ouvir a vaca mugir pode ser uma verdadeira festa. (&#8230;)</p>
<p><strong>SUJAR-SE</strong><br />
Esqueça os seus preconceitos demasiado higiénicos e deixe o bebé sujar-se à vontade. Mexer na terra, cair na relva, enterrar os pés na areia são actividades que implicam alguma sujidade, é um facto. Mas esta é uma <strong>sujidade saudável</strong>: <span style="text-decoration: underline;">o bebé não vai ficar doente, (pelo contrário, pode até ficar mais resistente) e vai, com certeza, ficar feliz por conhecer um pouco melhor o mundo. É claro que deve ter cuidado com a escolha dos locais onde vai deixar o bebé à solta: cocós de cão, por exemplo, são um tipo de sujidade a evitar a todo o custo</span>. Depois da aventura, não há nada que um bom banho não resolva.</p>
<p><strong>CANTAR E DANÇAR</strong><br />
Nunca é cedo demais para iniciar o seu bebé nos prazeres da música. Além de o deixar ouvir discos – os preferidos dos pais e outros que considere serem do agrado dele &#8211; <span style="text-decoration: underline;">cante-lhe enquanto lhe muda a fralda, dance com ele, rebolem no chão. Mesmo que ache que canta mal, para o seu bebé será sempre melhor ouvir a voz do pai e da mãe do que a do melhor intérprete</span>. <span style="text-decoration: underline;">Use e abuse da música, das cantigas da sua infância, das palmas, do movimento. As lengalengas também são muito estimulantes do ponto de vista do ritmo e da linguagem</span>. As avós e os avôs costumam ter um bom repertório e ajudar os pais nesta importante área da vida de um bebé.</p>
<p><strong>IR À PISCINA</strong><br />
São imensas as vantagens de um programa de adaptação ao meio aquático. Se puder inscrever-se com o seu bebé numa piscina preparada para o efeito, ele irá adorar. <span style="text-decoration: underline;">A água deve ter um tratamento especial (<strong>diferente do cloro</strong>), estar a uma temperatura adequada e o instrutor deve ter formação específica. A ideia não é ensiná-lo a nadar nem fazer dele uma atracção para a família porque aprendeu inúmeras habilidades. O que se pretende é ter um tempo e um espaço em que pais e bebé vão estar verdadeiramente juntos</span>, num ambiente estimulante, que promove o desenvolvimento motor, competências sociais e inteligência e, claro, onde vão divertir-se à grande.<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Texto: Ana Esteves<br />
Revista PAIS &amp; Filhos<br />
23 Fevereiro 2009</p>
<p>Podem ler o artigo completo <a href="http://www.paisefilhos.pt/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=1097&amp;Itemid=60" target="_blank">aqui</a>.
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		<title>&#8220;Cuidado com a água&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/cuidado-com-a-agua/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 10:38:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados com o Bebé]]></category>
		<category><![CDATA[Bebés]]></category>
		<category><![CDATA[Leite Materno]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Não deve oferecer-se água a bebés com menos de seis meses. Mesmo que sintam sede, a bebida que devem beber é leite materno ou, em alternativa, leite especial adaptado. A equipa de médicos do Centro Infantil Johns Hopkins, em Baltimore, fez recentemente um alerta aos pais: dar demasiada água a um bebé com menos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong><span style="text-decoration: underline;">Não deve oferecer-se água a bebés com menos de seis meses</span>. Mesmo que sintam sede, a bebida que devem beber é <strong>leite materno</strong> ou, em alternativa, leite especial adaptado. A equipa de médicos do Centro Infantil Johns Hopkins, em Baltimore, fez recentemente um alerta aos pais: <span style="text-decoration: underline;">dar demasiada água a um bebé com menos de seis meses pode provocar uma complicação grave, habitualmente designada por «intoxicação pela água» (hiponatremia</span>).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Os bebés são mais vulneráveis a esta complicação pelo baixo volume de sangue em circulação e pela <strong>imaturidade dos seus rins</strong>, que faz com que libertem grandes doses de sódio juntamente com a água em excesso. Essa libertação pode levar a um perigoso decréscimo no nível de sódio, o que afecta a actividade cerebral e pode, em casos extremos, levar ao coma</span>.</p>
<p>Os sintomas de uma «intoxicação pela água» são <span style="text-decoration: underline;">irritabilidade, sonolência e outras perturbações do estado de humor, seguidas de baixa temperatura corporal, edema (inchaço) e suores na face, convulsões. Os primeiros sintomas podem ser muito subtis</span>, por isso os pais podem não ter dado conta de nenhuma alteração significativa até chegarem as convulsões.</p>
<p>Bebés que frequentam programas de adaptação ao meio aquático podem beber enormes quantidades de água durante uma sessão. Os pais devem estar atentos a este facto e evitar ao máximo que o bebé engula água.</p>
<p>Dar água a um bebé com menos de seis meses pode ainda ter consequências a nível do seu desenvolvimento, sobretudo se for dada regularmente. <span style="text-decoration: underline;">A água substitui no estômago do bebé o lugar do leite, rico em nutrientes, e pode reduzir o seu apetite para mamar, condicionando assim o seu crescimento</span>.</p>
<p><strong>Mesmo em situações excepcionais&#8230;</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">É claro que os pais temem o risco de desidratação, sobretudo quando o calor se torna excessivo, ou quando há vómitos e diarreias. Mas, mesmo nestes casos, <strong>um bebé que está a ser amamentado recebe do leite materno toda a quantidade de água necessária</strong> &#8211; o leite materno tem 87 por cento de água na sua constituição</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Mesmo que haja perdas de líquido excepcionais, amamentar com mais frequência é suficiente para evitar a desidratação, até porque <strong>no início da mamada, o leite é mais diluído</strong> &#8211; contém mais água do que no final. Se está a ser alimentado por leite adaptado também não deverá necessitar de água, salvo por indicação médica</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Se um bebé tem perdas de líquido acentuadas pelo calor excessivo, por vómitos ou diarreia e a sua alimentação já é constituída por sólidos pode ser oferecida água, mas sempre em doses reduzidas</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Há especialistas em nutrição e desenvolvimento que consideram que mesmo até aos 12 meses de idade o bebé não precisa de água, <strong>desde que o leite materno continue a fazer parte da sua alimentação</strong></span>.<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/artigo.php?id=956144&amp;div_id=3638" target="_blank">IOL Mãe</a><br />
2008/05/27
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Fcuidado-com-a-agua%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		<title>Fraldas Reutilizáveis</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/fraldas-reutilizaveis/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 10:04:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cuidados com o Bebé]]></category>
		<category><![CDATA[Fraldas Reutilizáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Bebés]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Quercus inicia campanha de sensibilização para o uso de fraldas reutilizáveis. Fraldas descartáveis: um grave problema ambiental Os têxteis sanitários, onde estão incluídas as fraldas descartáveis são responsáveis por cerca de 5,17% dos resíduos sólidos urbanos produzidos em 2008, tendo subido em relação à produção de 2006: 3,9 %, o que significa uma produção anual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong>Quercus inicia campanha de sensibilização para o uso de fraldas reutilizáveis.</p>
<p><strong>Fraldas descartáveis: um grave problema ambiental</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Os têxteis sanitários, onde estão incluídas as <strong>fraldas descartáveis</strong> são responsáveis por cerca de <strong>5,17% dos resíduos sólidos urbanos</strong> produzidos em <strong>2008</strong>, tendo subido em relação à produção de 2006: 3,9 %, o que significa uma produção anual nacional superior a 200 mil toneladas</span>. <strong>Cada bebé</strong> usa por mês uma média de 250 fraldas descartáveis durante 2 a 3 anos. Ou seja, cerca de <strong>6000 fraldas em 2 anos</strong>, segundo cálculos feitos por várias mães que contactámos para recolher informação.</p>
<p>Compostas por uma camada exterior de polietileno, e uma camada interna de pasta de papel e poliacrilato de sódio, <span style="text-decoration: underline;">são utilizados 3 tipos de recursos principais, um deles não é renovável, para o seu fabrico: petróleo, árvores (pasta de papel) e água que acabam nos nossos aterros</span>.</p>
<p>Depois de fechadas sobre si com os adesivos, as fraldas descartáveis são depositadas nos contentores de resíduos indiferenciados, sendo geralmente encaminhadas posteriormente para aterro. <span style="text-decoration: underline;">A degradabilidade do plástico envolvente é limitada permanecendo a fralda intacta por <strong>tempo indeterminado</strong></span>.</p>
<p><strong>Fraldas reutilizáveis: amigas do ambiente, baratas e saudáveis</strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Vantagens ambientais</span></strong>:<br />
<span style="text-decoration: underline;">As fraldas reutilizáveis são produzidas em algodão, microfibras vegetais, lã ou malha polar. A sua durabilidade é imprevisível, podendo ser usadas durante 2 anos</span>, ficar guardadas numa gaveta até voltarem a ser usadas por um nova criança por mais dois anos. Podem ainda ser vendidas em 2ª mão para utilização por outros bebés.</p>
<p>A utilização de fraldas reutilizáveis previne a produção de grande parte do total de têxteis sanitários dos resíduos sólidos urbanos produzidos.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Vantagens económicas</span></strong>:<br />
<span style="text-decoration: underline;">Estas fraldas saem muito mais baratas se comparadas com a solução descartável</span>, contabilizando as cerca de 6000 fraldas que cada bebé usa durante 2 anos.</p>
<p>Existem em várias cores, modelos e materiais o que faz com que os preços também variem muito. <span style="text-decoration: underline;">O investimento pode ir dos 250€ aos 450€</span>, sendo possível este valor subir se optarmos por adquirir fraldas muito variadas e coloridas.</p>
<p>O valor de uma fralda descartável pode ir dos 0,16€ aos 0,26€. Durante um mês, e tendo em conta uma utilização média de cerca de 250, poder-se-á ter gasto entre 40€ ou 65€. <span style="text-decoration: underline;">Ao fim de 2 anos de utilização de fraldas descartáveis ter-se-á já gasto entre 960€ ou 1560€</span>.</p>
<p>Cremos que ao fim de um ano, mesmo optando pelas fraldas descartáveis mais baratas, o investimento feito em fraldas reutilizáveis está coberto.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Vantagens na saúde do bebé</span></strong>:<br />
Tanto a fralda capa, como o núcleo interior da fralda reutilizável ficam em contacto com a pele do bebé. <span style="text-decoration: underline;">Devido a serem produzidas em materiais como algodão ou microfibras vegetais <strong>previnem o aparecimento de alergias e dermatites</strong> na zona de contacto com a pele</span>.<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Informação retirada do site da <a href="http://www.quercus.pt/scid/webquercus/defaultArticleViewOne.asp?categoryID=567&amp;articleID=2900" target="_blank">Quercus</a>.</p>
<p>Encontram fraldas reutilizáveis <a href="http://naturkinda.com/loja/index.php/cPath/24?osCsid=640fd8456efcb5e6d18c7f597c60cdc2" target="_blank">aqui</a>, <a href="http://biobebes.blogspot.com/search/label/fraldas" target="_blank">aqui</a> e <a href="http://www.bebesdaterra.pt/index.php/Fraldas/fraldas-de-pano.html" target="_blank">aqui</a>.
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		<title>&#8220;What Babies Want&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/what-babies-want/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 16:23:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cuidados com o Bebé]]></category>
		<category><![CDATA[O que fazem aos Bebés nas Maternidades]]></category>
		<category><![CDATA[Bebés]]></category>
		<category><![CDATA[Vínculo Afectivo]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;What Babies Want é um documentário premiado que explora a tão importante e sagrada oportunidade que temos em trazer crianças ao mundo. Pesquisas mostram-nos agora que a nossa sociedade é o resultado da forma como acolhemos e educamos os nossos filhos. Quando os bebés são recebidos com amor e calor e lhes é dada imediatamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong><a href="http://www.whatbabieswant.com/" target="_blank">What Babies Want</a> é um documentário premiado que explora a tão importante e sagrada oportunidade que temos em trazer crianças ao mundo.</p>
<p>Pesquisas mostram-nos agora que <span style="text-decoration: underline;">a nossa sociedade é o resultado da forma como acolhemos e educamos os nossos filhos. Quando <strong>os bebés são recebidos com amor e calor</strong> e lhes é dada imediatamente a <strong>oportunidade de se ligarem aos pais</strong>, eles desenvolvem mentes coerentes e flexíveis, preparando-os para criarem <strong>ligações de compaixão e verdadeiras</strong> com os outros à medida que vão crescendo</span>.</p>
<p>Enquanto vamos aprendendo como os primeiros relacionamentos dão forma à estrutura e funcionamento do cérebro, <span style="text-decoration: underline;">vamos ganhando também uma maior apreciação pela sabedoria das <strong>culturas ancestrais</strong> que entendiam a importância de <strong>acolher as crianças antes, durante e após o nascimento</strong></span>.<strong>&#8220;</strong></p>
<p><object width="425" height="350" data="http://www.youtube.com/v/ipjp9dC3tjo&amp;feature" type="application/x-shockwave-flash"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ipjp9dC3tjo&amp;feature" /></object>
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		<title>Banheira &#8220;Shantala&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/banheira-shantala/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2009 11:02:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cuidados com o Bebé]]></category>
		<category><![CDATA[Bebés]]></category>

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		<description><![CDATA[A banheira “Shantala” é uma banheira muito simples, prática e ergonómica. Devido ao seu formato, o bebé fica sentado na posição fetal, criando assim a sensação de estar novamente no útero materno, transmitindo-lhe uma maior sensação de segurança. Vejam só como os bebés recém-nascidos ficam tão serenos e os mais crescidos deliciados, durante o banho: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A banheira “Shantala” é uma banheira muito simples, prática e ergonómica. Devido ao seu formato, o bebé fica sentado na posição fetal, criando assim a sensação de estar novamente no útero materno, transmitindo-lhe uma maior sensação de segurança.</p>
<p>Vejam só como os bebés recém-nascidos ficam tão serenos e os mais crescidos deliciados, durante o banho:</p>
<p><object width="425" height="350" data="http://www.youtube.com/v/1-HNqnMJYi8" type="application/x-shockwave-flash"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/1-HNqnMJYi8" /></object></p>
<p>Encontram a banheira &#8220;Shantala&#8221; <a href="http://naturkinda.com/loja/product_info.php/cPath/48/products_id/212" target="_blank">aqui</a>.
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Fbanheira-shantala%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		<title>&#8220;Baby Hammock&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/baby-hammock/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 14:02:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cuidados com o Bebé]]></category>
		<category><![CDATA[Bebés]]></category>

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		<description><![CDATA[“Baby Hammock” é uma rede espreguiçadeira infantil ou também chamada de alcofa suspensa. As mulheres indianas e mexicanas usam-na tradicionalmente nos seus bebés, embora seja uma versão mais simples quando comparada com as que se encontram à venda actualmente. A Dra. Gowri Motha recomenda-a para acalmar o bebé e reduzir a incidência da síndrome da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Baby Hammock” é uma rede espreguiçadeira infantil ou também chamada de alcofa suspensa. As mulheres indianas e mexicanas usam-na tradicionalmente nos seus bebés, embora seja uma versão mais simples quando comparada com as que se encontram à venda actualmente.</p>
<p>A Dra. <strong>Gowri Motha</strong> recomenda-a para acalmar o bebé e reduzir a incidência da síndrome da cabeça chata. Este é um pequeno excerto do seu livro, “<a href="http://www.rituaismaternos.com/2009/04/livros/" target="_blank">Suave Primeiro Ano</a>”:</p>
<p>“&#8230;As unidades neonatais neste país (Austrália) estudaram os efeitos positivos quando os bebés dormem em redes infantis, tendo encontrado <span style="text-decoration: underline;">muitos benefícios, em especial, na qualidade do sono</span>. Em grande parte, isso deve-se a um <span style="text-decoration: underline;">sentido de segurança emocional porque a criança sente-se aconchegada e sustentada, como se a rede suspensa fosse uma extensão do ventre ou de braços carinhosos</span>. Mas o apoio da cabeça – e conforto – dá a impressão de ser também um dos elementos. Em particular, <span style="text-decoration: underline;">concluiu-se que havia uma redução muito acentuada na incidência da Síndrome da Cabeça Chata</span>&#8230;”.</p>
<p>Existem diversos tipos de &#8220;Baby Hammock&#8221;, com formas e tamanhos diferentes. Neste vídeo poderão ver um dos vários tipos de rede e ficarem com uma ideia.</p>
<p><object width="425" height="350" data="http://www.youtube.com/v/PxS3fSzOgZ4&amp;feature" type="application/x-shockwave-flash"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/PxS3fSzOgZ4&amp;feature" /></object></p>
<p>Encontram “Baby Hammocks” <a href="http://www.ambybaby.com/" target="_blank">aqui</a>, <a href="http://www.moffii.com/index.html" target="_blank">aqui</a> e <a href="http://www.mawok.se/page/about_mawok" target="_blank">aqui</a>.<strong> </strong></p>
<p><strong>Nota</strong>: se optarem por uma, informem-se muito bem sobre a marca que escolherem. <span style="text-decoration: underline;">É muito importante que as redes espreguiçadeiras tenham sido aprovadas em todos os testes de segurança</span>.
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Fbaby-hammock%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Cuidados com o Bebé nascido de Cesariana</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/cuidados-com-o-bebe-depois-de-uma-cesariana/</link>
		<comments>http://www.rituaismaternos.com/cuidados-com-o-bebe-depois-de-uma-cesariana/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 15:20:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cesariana]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados com o Bebé]]></category>
		<category><![CDATA[Bebés]]></category>

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		<description><![CDATA[A parteira alemã Cornelia Enning, defensora do parto na água, tem um programa de apoio a bebés nascidos de cesariana. Aqui ficam as suas sugestões: &#8220;Cuidados pós-parto Estimulação das capacidades motoras, evitando posição supina e fixa. Banhos mexidos, em baldes de banho (www.domovital.com) ou banheira. Ser carregado na água (sem gravidade) ou com gravidade por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A parteira alemã <a href="http://www.midwiferytoday.com/international/germany.asp" target="_blank">Cornelia Enning</a>, <span style="text-decoration: underline;">defensora do parto na água</span>, tem um programa de apoio a <span style="text-decoration: underline;">bebés nascidos de cesariana</span>. Aqui ficam as suas sugestões:</p>
<p><strong>&#8220;Cuidados pós-parto</strong></p>
<ul>
<li><span style="text-decoration: underline;">Estimulação das capacidades motoras, evitando posição supina e fixa. Banhos mexidos</span>, em baldes de banho (www.domovital.com) ou banheira. Ser carregado na água (sem gravidade) ou com gravidade por panos na posição vertical. Sabedoria Asiática: os bebés nunca deveriam tocar no chão nos primeiros 3 meses.</li>
</ul>
<ul>
<li>Pressão nas plantas dos pés (<span style="text-decoration: underline;">reflexologia</span>) estimulam a actividade de esticar as pernas. Movimentos demasiado amplos dos membros tornam-se bem sucedidos se debaixo de água!</li>
</ul>
<ul>
<li>Aplicação de <span style="text-decoration: underline;">períodos prolongados de contacto pele com pele</span>, até o bebé estar sem medo, continuar com a <span style="text-decoration: underline;">massagem do bebé</span>, passando as mãos do corpo para os membros.</li>
</ul>
<ul>
<li><span style="text-decoration: underline;">Deixar o recém-nascido dormir com a cabeça na cave axilar, onde ele estará a sentir o cheiro do ninho. Evitar cheiros desconhecidos</span> (quarto de cama única sem visitas), <span style="text-decoration: underline;">responda a todo o choro com amamentação</span> por alguns dias.</li>
</ul>
<ul>
<li><span style="text-decoration: underline;">Ser carregado no peito do pai</span>, talvez o pai alimente o bebé até a mãe estar pronta para a vinculação. <span style="text-decoration: underline;">Treino na água até a auto-regulação de temperatura</span> (pelo menos 10 dias), <span style="text-decoration: underline;">mimar o bebé</span> após aplicação de água!</li>
</ul>
<ul>
<li>Treino de respiração com imersões superficiais, jogos de voo, cabeça para baixo.</li>
</ul>
<ul>
<li><span style="text-decoration: underline;">Relaxamento na água tépida</span> (&gt;35°C) <span style="text-decoration: underline;">combinado com ouvir a voz parental</span> (falada ou cantada), comparação sobre/debaixo de água (som).</li>
</ul>
<ul>
<li><span style="text-decoration: underline;">Posição direita em água/terra ao amamentar no pano. Observe contacto visual (olhos nos olhos</span>), chamar atenção da mãe para o olhar do bebé! Encorajar <span style="text-decoration: underline;">respostas verbais da mãe</span> para mensagens não verbais do bebé! <span style="text-decoration: underline;">Jogos visuais</span> tais como “ginástica” da língua, mãos abertas/fechadas, movimentos dos lábios, até o bebé imitar os movimentos (documente respostas do bebé e tempos).</li>
</ul>
<ul>
<li><span style="text-decoration: underline;">Amamentação na água para aumento da oxitocina</span> (stress-break).</li>
</ul>
<ul>
<li>Florais de Bach e homeoterapia na água ou em cremes directamente após cesariana para recém-nascido. <span style="text-decoration: underline;">Banho estimulante após vinculação</span> (2h), primeiro mergulho do bebé após sono reparador (5h).</li>
</ul>
<p>O desenvolvimento de um bebé de cesariana, precisa de muito mais esforço para a mãe e para o bebé, porque os padrões biológicos/naturais perderam-se. <span style="text-decoration: underline;">Integrar estas famílias em grupos de apoio para pais, grupos de bebés aquáticos e outros cursos dados por parteiras é muito útil</span>.<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Aconselho a lerem o artigo completo no site <a href="http://www.bionascimento.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=194&amp;Itemid=1" target="_blank">BioNascimento</a>, poderão também ficar a perceber o que perdem os bebés nascidos por cesariana em relação áqueles que nascem por parto natural na água.
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