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	<title>Rituais Maternos &#187; Desenvolvimento do Bebé/Criança</title>
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		<title>Os verdadeiros efeitos de &#8220;deixá-lo chorar&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 15:31:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento do Bebé/Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Bebés]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Não responder às necessidades do bebé, deixando-o chorar, sozinho, por períodos mais ou menos longos tem efeitos negativos para o seu desenvolvimento físico, mental e emocional. A ideia de que deixar os bebés chorarem lhes faz bem começou a ser defendida no final do século XIX e foi ganhando adeptos ao longo de todo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;<span style="text-decoration: underline;">Não responder às necessidades do bebé, deixando-o chorar, sozinho, por períodos mais ou menos longos tem efeitos negativos para o seu desenvolvimento físico, mental e emocional</span>.</p>
<p>A ideia de que deixar os bebés chorarem lhes faz bem começou a ser defendida no final do século XIX e foi ganhando adeptos ao longo de todo o século XX. Quando especialistas em várias áreas do conhecimento passaram a ter mais autoridade sobre a melhor forma de criar e educar um filho do que as mães e os pais, foram surgindo teorias sobre os perigos do excesso de mimo e as vantagens de mostrar ao bebé que tem de aprender a ser autónomo.</p>
<p>À medida que as famílias se tornaram mais pequenas e muitas vezes desligadas da família alargada, lidar com um bebé parecia cada vez mais difícil. Também por isso, estas teorias ganharam terreno. A sua fundamentação científica nunca foi grande, contudo.</p>
<p>Actualmente, pelo contrário, há evidências científicas que mostram os efeitos negativos que podem vir de deixar um bebé sozinho a chorar. Darcia Narvaez, professora de psicologia na Universidade de Notre Dame, publicou na revista <em>Psycology Today</em> uma recolha de várias conclusões de estudos científicos recentes que mostram por que razões não se deve deixar os bebés chorar sozinhos, não respondendo às suas necessidades. Um resumo que mostra que o instinto maternal já foi suficientemente corroborado, portanto.</p>
<p>RESPONDER ÀS NECESSIDADES É A MELHOR MANEIRA DE PROMOVER A AUTONOMIA PORQUE OFERECE SEGURANÇA<br />
<span style="text-decoration: underline;">Não atender ao choro do bebé tem danos para o seu desenvolvimento e para a sua capacidade de se relacionar com os outros. Pode comprometer o seu nível de inteligência e vai torná-lo uma criança mais ansiosa e menos saudável</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Forçar etapas da autonomia antes de o bebé estar preparado para elas não vai torná-lo mais autónomo. Pelo contrário, vai fazer com que fique mais dependente. Responder às suas necessidades é a melhor maneira de promover a sua independência e segurança, mais tarde</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Ensinar uma criança a não chamar quando sente necessidade de conforto ou de alimento pode ter como resultado uma criança menos exigente, porque entra em estado depressivo ou se alheia da realidade, mas não porque seja mais autónoma. O mais provável, contudo, é que um bebé que não obtém resposta ao seu chamamento se torne uma criança agressiva, lamurienta, infeliz e dependente. O sentimento de insegurança irá provavelmente permanecer para o resto da vida</span>.</p>
<p>Segundo um estudo de 1994, os bebés que são deixados a chorar têm mais probabilidade de se tornar inseguros e dependentes do que aqueles que vêem as suas necessidades satisfeitas antes mesmo de entrarem em stress e em situações de choro.</p>
<p>COMO CRESCEM OS BEBÉS E COMO O TOQUE É IMPORTANTE</p>
<p>Só pode acreditar que é bom deixar os bebés sozinhos a chorar quem não conhece o desenvolvimento do cérebro de um bebé. <span style="text-decoration: underline;">Os bebés precisam do toque e do colo para se desenvolverem. Se não o tiverem, o seu organismo não produz as hormonas necessárias a um bom desenvolvimento. Os bebés comunicam as suas necessidades através da sua linguagem corporal e através do choro</span>. Acalmam-se quando estas são satisfeitas, tal como acontece com um adulto. Simplesmente um adulto sabe satisfazer as suas necessidades autonomamente. Um bebé precisa que alguém cuide dele e lhe proporcione o necessário para se acalmar.</p>
<p>CONSEQUÊNCIAS DO &#8220;DEIXAR CHORAR&#8221;<br />
Deixar o bebé chorar, não responder ao seu chamamento, pode ter inúmeras consequências:<br />
- <span style="text-decoration: underline;">A morte de neurónios e consequente défice de inteligência</span>.<br />
- <span style="text-decoration: underline;">Excessiva reactividade ao stresse que leva a perturbações não apenas a nível emocional mas também físico</span>.<br />
- <span style="text-decoration: underline;">Incapacidade ou pouca capacidade de auto-regulação e de auto-conforto</span>.<br />
- <span style="text-decoration: underline;">Falta de confiança que se reflecte nas relações com os outros e com a vida em geral</span>.<br />
- <span style="text-decoration: underline;">Para os pais, ou outros adultos responsáveis pelo bebé, também há efeitos na atitude de &#8220;deixar chorar&#8221;, como o endurecimento, desensibilização e a perda irrecuperável de reciprocidade e confiança</span>.</p>
<p>Para saber mais, nomeadamente sobre a fundamentação de cada uma destas conclusões, clique <a href="http://www.psychologytoday.com/blog/moral-landscapes/201112/dangers-crying-it-out" target="_blank">aqui</a>.&#8221;</p>
<p>Texto de Ana Esteves, Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/bebes/bebe-desenvolvimento-choro/1308732-5538.html" target="_blank">IOL Mãe</a> (2011-12-15)
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		<title>&#8220;Uma birra vista por dentro&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Dec 2011 15:03:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bebés "High Need"]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento do Bebé/Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Bebés]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Todas as birras obedecem a um padrão. Saiba como reagir e nunca se esqueça: as birras fazem parte do desenvolvimento normal de uma criança. A culpa não é sua! Alguma vez pensou que as birras podiam tornar-se um objecto de estudo? Michael Potegal, neuropsicólogo da Universidade de Minnesota, e James Green, da Universidade de Connecticut, EUA, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Todas as birras obedecem a um padrão. Saiba como reagir e nunca se esqueça: as birras fazem parte do desenvolvimento normal de uma criança. <strong>A culpa não é sua!</strong></p>
<p>Alguma vez pensou que as birras podiam tornar-se um objecto de estudo? Michael Potegal, neuropsicólogo da Universidade de Minnesota, e James Green, da Universidade de Connecticut, EUA, decidiram dissecar as birras das crianças para melhor entender o que elas sentem.</p>
<p>Se ainda não têm capacidade para exprimir por palavras as suas emoções, talvez seja útil que pais e educadores saibam entender os seus sinais corporais e as suas vocalizações. Foi o que pensaram os investigadores.</p>
<p>Gritar, espernear e atirar-se para o chão obedecem a um padrão, apesar de poderem ter várias nuances e intensidades e poderem sobrepor-se em algum momento. As birras têm um ritmo próprio, segundo ficou demonstrado por este estudo, publicado no jornal científico <em>Emotion</em>.</p>
<p>Se os adultos entenderem o padrão e o ritmo de uma birra, será mais fácil reagirem da melhor forma. Por outro lado, será mais fácil também distinguirem uma birra normal, que faz parte do desenvolvimento de todas as crianças, de uma birra que pode ser sinal de alguma perturbação no desenvolvimento ou bem-estar emocional da criança.</p>
<p>ANATOMIA DE UMA BIRRA</p>
<p>Para &#8220;dissecarem&#8221; as birras, os investigadores criaram um fato especial com um microfone incorporado e gravaram mais de 100 birras. Depois analisaram as gravações e estabeleceram padrões, com a ajuda de gráficos. Analisaram também vídeos domésticos cedidos por pais. Perceberam que os mesmos sons surgiam, normalmente, com um padrão definido:</p>
<p>- Primeiro os gritos agudos e berros.<br />
- Depois acções físicas como arremessar coisas e atirar-se para o chão.<br />
- Por fim, choro e lamentos e a necessidade de consolo.<br />
Seja qual for o tempo de duração ou a frequência com que acontecem, todas as birras seguem este padrão.</p>
<p>Gritos agudos e berros podem a certa altura ocorrer em simultâneo com pontapés. Choro e lamento também podem ter início quando a criança está no chão. Mas a sequência é sempre a descrita.</p>
<p>UM TURBILHÃO DE EMOÇÕES EM SIMULTÂNEO<br />
Por outro lado, não é verdade que a fúria e a tristeza correspondam a duas fases distintas da birra. As duas emoções estão muito interligadas e podem estar presentes ao longo de todo o episódio. Lamentos que revelam tristeza e picos de gritos que revelam raiva vão-se intercalando ao longo da birra.</p>
<p>O MELHOR QUE OS PAIS PODEM FAZER: NADA!<br />
O segredo para que a birra acabe rapidamente é deixar que a criança passe pelos picos de raiva que fazem parte de todas as birras e não os prolongar. Como? Não fazendo nada. É difícil, claro, mas os pais devem perceber, segundo Michael Potegal, que a raiva é uma armadilha. Qualquer reacção, mesmo que seja fazer perguntas, só vai prolongar a birra. Tentar conversar é acrescentar informação a um sistema que já não consegue lidar com mais nada.</p>
<p>Da mesma forma, não se deve responder racionalmente a exigências irracionais que as crianças fazem enquanto estão a ter uma birra. Nessa altura, nos picos de raiva, só se deve mesmo esperar que passe.<br />
Assim que a criança expressar toda a raiva que tem de expressar, só vai ficar a tristeza e a procura de consolo.</p>
<p><strong>AS BIRRAS FAZEM PARTE DO DESENVOLVIMENTO, NÃO RESULTAM DE INCOMPETÊNCIA EDUCATIVA DOS PAIS</strong><br />
Analisadas cientificamente as birras não são muito diferentes de fenómenos naturais, como a trovoada, por exemplo. Entender o seu fluxo e padrão, vai dar aos pais uma sensação de controlo que é muitas vezes o que lhes falta e o que pode agravar a situação.</p>
<p>Os pais não devem sentir-se culpados pelas birras, o que por vezes acontece &#8211; sobretudo quando as birras ocorrem em público e há olhares reprovadores perante a cena, como se ela resultasse da incompetência deles. Fazem parte do processo de desenvolvimento. Com este ponto de partida, só têm de saber como ajudar a criança a chegar ao fim, em vez de contribuir para prolongar o fenómeno.&#8221;</p>
<p>Texto de Ana Esteves, Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/criancas/birra-desenvolvimento-educacao/1306736-5539.html" target="_blank">IOL Mãe</a> (2011-12-09)</p>
<p><span style="color: #339966;"><em>Gostei deste artigo pelo facto de não colocar sobre os pais o peso da culpa por algo que não temos controlo. Quem tem filhos &#8220;high need&#8221; compreende bem o que é uma &#8220;birra&#8221; e sabe o quanto DIFÍCIL é fazer alguma coisa para tentar acalmar o bebé/criança. É simplesmente desesperante, principalmente quando estamos sozinhos com eles. Antes de ser Mãe, eu era uma dessas pessoas que olhava com reprovação para cenas de miúdos a fazerem &#8220;birras&#8221; em público. Hoje sou solidária com esses pais e dou sempre o benefício da dúvida. Sei que existem pais que não dão afecto, colo, carinho, atenção, mas também sei que há pais (como nós) que dão tudo isso, são pais atentos e presentes e no entanto os miúdos comportam-se dessa forma. É preciso muita paciência, que confesso por vezes não tenho, é preciso tolerância e acima de tudo CALMA. E claro muito, mesmo muito APOIO por parte de familiares e amigos!</em></span></p>
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		<title>&#8220;Bebés: estímulos a mais, canções de embalar a menos&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/bebes-estimulos-a-mais-cancoes-de-embalar-a-menos/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 21:48:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento do Bebé/Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Bebés]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Os bebés estão a ser sobre-estimulados pelos pais e por profissionais, seja na creche ou em actividades estruturadas fora de casa. Cantar para eles e simplesmente «estar junto» é o melhor que os pais podem dar-lhes. Os bebés estão a ser demasiado estimulados o que afecta vários aspectos do seu desenvolvimento e bem-estar, incluindo a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Os bebés estão a ser sobre-estimulados pelos pais e por profissionais, seja na creche ou em actividades estruturadas fora de casa. Cantar para eles e simplesmente «estar junto» é o melhor que os pais podem dar-lhes.</p>
<p>Os bebés estão a ser demasiado estimulados o que afecta vários aspectos do seu desenvolvimento e bem-estar, incluindo a vinculação com os pais. Quem o diz é Sylvie Hétu, especialista em massagem infantil, que colabora no livro «Too much, too soon» (Demais, demasiado cedo &#8211; A Aprendizagem Precoce e a Erosão da Infância), acabado de lançar no Reino Unido. Preencher o tempo dos bebés com actividades estruturadas da adaptação ao meio aquático, passando pelo ioga, pela música ou pela ginástica é estimulá-los demasiado. Segundo Sylvie Hétu, o desenvolvimento das crianças é hoje estimulado desde o exterior com demasiada intervenção de profissionais quando o que os bebés precisam é apenas da presença calma dos pais, dos sons domésticos do dia-a-dia e de sentirem a companhia de alguém. E hoje precisam de ser protegidos de uma excessiva estimulação que pode mesmo condicionar a relação estabelecida com os pais. O toque e a voz humana são quanto basta para fazer um bebé feliz.</p>
<p>«Há bebés que têm agendas tão preenchidas como adultos», alerta Sylvie Hétu. Recuperar as velhas canções de embalar e lengalengas infantis é um conselho que dá aos pais. Muitos não cantam para os seus bebés, porque consideram que está fora de moda. Mas desde sempre, em todas as culturas, os pais cantam aos seus filhos e essa é uma forma inigualável de fortalecer laços.</p>
<p>Pôr um CD na aparelhagem não tem o mesmo efeito num bebé do que ouvir a sua mãe cantar para si. Mesmo que seja Mozart. Mesmo que se tenha esquecido da letra, entoe a melodia. Basta um la-la-la. E abrande o ritmo da estimulação. Aprender, descobrir o mundo, deve ser, para os bebés, um processo natural e espontâneo. Não force.&#8221;</p>
<p>Texto de Ana Esteves</p>
<p>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/bebes/bebe-desenvolvimento/1284023-5538.html" target="_blank">IOL Mãe</a></p>
<p>2011-09-27
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Fbebes-estimulos-a-mais-cancoes-de-embalar-a-menos%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		<title>&#8220;Rapazes e raparigas reagem de forma diferente aos problemas&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 14:13:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento do Bebé/Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>

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		<description><![CDATA[Achei este artigo interessante : &#8220;Já desde a infância elas gostam de ter conversas intermináveis sobre o que as preocupa enquanto eles preferem fazer qualquer coisa que os faça esquecer. Homens e mulheres têm diferentes formas de lidar com os problemas. Enquanto eles preferem normalmente não falar do assunto, elas precisam de conversar com alguém [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Achei este artigo interessante <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  :</p>
<p>&#8220;<em>Já desde a infância elas gostam de ter conversas intermináveis sobre o que as preocupa enquanto eles preferem fazer qualquer coisa que os faça esquecer.</p>
<p>Homens e mulheres têm diferentes formas de lidar com os problemas. Enquanto eles preferem normalmente não falar do assunto, elas precisam de conversar com alguém sobre o que se passa. A ideia de que eles preferem não falar por constrangimento ou para não parecerem frágeis parece, contudo, não corresponder à verdade.<br />
</em></p>
<p><em>Segundo um estudo realizado nos EUA, já na infância os rapazes reagem de forma diferente das raparigas aos problemas. E não é por não conseguirem falar, mas sim por acharem que não adianta nada fazê-lo e por acharem que é esquisito. Foram entrevistadas duas mil crianças. A maior parte das raparigas considera que conversar sobre os problemas as faz sentirem-se melhor, enquanto os rapazes afirmam que é uma perda de tempo. Para eles faz mais sentido envolverem-se em actividades que os façam esquecer ou «limpar a cabeça» das preocupações.<br />
</em></p>
<p><em>Estas diferentes atitudes mantêm-se e tornam-se mais vincadas pela vida fora e explicam muitas diferenças e atritos nas relações entre homens e mulheres. Enquanto elas querem falar de tudo, mesmo dos problemas deles, porque acreditam é a melhor estratégia para se sentirem melhor, eles querem fazer qualquer coisa que lhes permita não pensar nisso. Até porque pensam que falar e voltar a falar dos problemas só faz com que pareçam maiores.</p>
<p>Para a autora do estudo, a investigadora Amanda Rose, sabendo destas tendências naturais, os pais devem tentar moderá-las. Ou seja, mostrar aos rapazes que por vezes conversar sobre os problemas ajuda, porque os amigos ou os pais podem ter uma perspectiva diferente e útil sobre as questões. E mostrar às raparigas que por vezes falar demasiado sobre um problema é dar-lhe mais importância do que ele tem e pode ser mau, isto acontece especialmente quando se trata de situações que elas não podem de todo controlar.<br />
</em></p>
<p><em>As conclusões foram publicadas no jornal Child Development</em>.&#8221;</p>
<p>Texto de Ana Esteves<br />
Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/criancas/discutir-problemas-comportamento-genero/1276377-5539.html" target="_blank">IOL Mãe</a><br />
2011-08-29
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Frapazes-e-raparigas-reagem-de-forma-diferente-aos-problemas%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		<title>&#8220;Pesos e refegos&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/pesos-e-refegos/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Jun 2011 11:13:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento do Bebé/Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Bebés]]></category>
		<category><![CDATA[Leite Materno]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Bochechas gordas, queixo duplo, pulsos que parecem ter pulseiras, pregas nas coxas. Um bebé assim é um gosto. Cheio de refegos. A fazer lembrar um pequeno lutador de sumo, o boneco da Michelin. O orgulho de qualquer avó. Mas poucos nascem com este ar de anúncio de tv e as preocupações com a engorda do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Bochechas gordas, queixo duplo, pulsos que parecem ter pulseiras, pregas nas coxas. Um bebé assim é um gosto. Cheio de refegos. A fazer lembrar um pequeno lutador de sumo, o boneco da Michelin. O orgulho de qualquer avó. Mas poucos nascem com este ar de anúncio de tv e as preocupações com a engorda do bebé começam bem cedo.</p>
<p>É normal surgirem dúvidas como: será que está a crescer bem? A ser bem alimentado? Nos primeiros dias, os bebés perdem cerca de 10 por cento do peso, recuperando habitualmente o peso da nascença até aos 15 dias de vida. A partir daí aumentam, pelo menos, 500 gramas por mês.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Se tudo decorrer dentro da normalidade, as indicações são para pesar o bebé na primeira consulta (por volta dos sete dias de vida), com um mês e, depois, aos dois, quatro, seis, nove e 12 meses. <strong>Pesagens a mais só confundem</strong>. É que um casaco a mais ou a menos pode fazer diferença na balança e, logo, na cabeça dos pais</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Olhar para o bebé, conhecer o bebé são as melhores formas de saber se está a crescer bem</strong>. Os refegos são bons medidores de um crescimento saudável, mas nem todos os ganham com a mesma opulência. <strong>Cada um tem o seu ritmo de crescimento. Mais importante é que o bebé esteja esperto e não prostrado, que mame oito a 12 vezes por dia, e que faça vários chichis durante o dia (cerca de seis)</strong>. Todos estes são indicadores de que está a comer em quantidade suficiente</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Os bebés alimentados com leite artificial têm tendência a engordar mais do que os alimentados com leite materno. As imagens do bebé rechonchudo de anúncio de televisão são precisamente do tempo em que dar de mamar estava fora de moda e o leite de lata era rei e senhor. Agora, sabe-se melhor do que nunca que <strong>dar de mamar não deve ser uma questão de moda, mas de saúde. E isso é mais importante que qualquer refego</strong></span>.&#8221;</p>
<p>Patrícia Lamúrias<br />
Revista <a href="http://www.paisefilhos.pt/index.php/component/content/article/39/3533" target="_blank">PAIS &amp; Filhos</a><br />
7 Junho 2011
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Fpesos-e-refegos%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		<title>&#8220;Amigos imaginários há muitos!&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/amigos-imaginarios-ha-muitos/</link>
		<comments>http://www.rituaismaternos.com/amigos-imaginarios-ha-muitos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 May 2011 18:32:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento do Bebé/Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Se encontrar o seu filho a conversar com um desconhecido invisível, não pense que ele enlouqueceu. Os amigos imaginários fazem parte do desenvolvimento normal de cerca de metade das crianças. Descansem os pais que acham estranho o facto de os filhos terem amigos imaginários e falarem deles como se fossem reais. O fenómeno é mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2011/05/menina.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2891" title="menina" src="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2011/05/menina.jpg" alt="" width="220" height="181" /></a>&#8220;<span style="color: #ff00ff;"><em>Se encontrar o seu filho a conversar com um desconhecido invisível, não pense que ele enlouqueceu. Os amigos imaginários fazem parte do desenvolvimento normal de cerca de metade das crianças.<br />
</em></span></p>
<p><span style="color: #ff00ff;"><em>Descansem os pais que acham estranho o facto de os filhos terem amigos imaginários e falarem deles como se fossem reais. O fenómeno é mais frequente do que se pensa. Segundo um estudo realizado no Reino Unido perto de metade das crianças com menos de sete anos tem um amigo imaginário. Foram inquiridas 1800 crianças e existem amigos imaginários em todos os grupos sociais.<br />
</em></span></p>
<p><span style="color: #ff00ff;"><em>A conclusão prova que os amigos imaginários fazem parte do desenvolvimento normal das crianças. Como tal, os pais podem estar descansados e ver com bons olhos esta amizade.<br />
</em></span></p>
<p><span style="color: #ff00ff;"><em>Um amigo imaginário ajuda as crianças a lidar com situações complicadas, com a tristeza, com a solidão e com o aborrecimento. E faz com que se tornem mais amáveis e descontraídas. Além disso, entretêm-se mais facilmente do que as que não encontram um amigo imaginário para brincar</em>.</span>&#8221;</p>
<p>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/criancas/desenvolvimento-amigo-imaginario/1226458-5539.html" target="_blank">IOL Mãe</a><br />
2011-01-17
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Famigos-imaginarios-ha-muitos%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		<title>Sessão de Comunicação da Eliminação</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 14:21:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos/Workshops]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento do Bebé/Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Bebés]]></category>

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		<description><![CDATA[Comunicação da eliminação (EC) ou higiene sem (ou com) fraldas No próximo dia 5 de Fevereiro, das 15:00h às 17:30h, no Espaço do Info Ser Mãe (Rua António Feijó, 4A, perto do Jardim Zoológico, Lisboa). O bebé faz tudo para nos comunicar a consciência que tem das suas necessidades e desconfortos, incluindo as suas necessidades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Comunicação da eliminação (EC) ou higiene sem (ou com) fraldas</strong></p>
<p>No próximo dia <strong>5 de Fevereiro</strong>, das <strong>15:00h às 17:30h</strong>, no <a href="http://infosermae.pt/contactos.htm" target="_blank">Espaço do Info Ser Mãe</a> (Rua António Feijó, 4A, perto do Jardim Zoológico, <strong>Lisboa</strong>).</p>
<p><em>O bebé faz tudo para nos comunicar a consciência que tem das suas necessidades e desconfortos, incluindo as suas necessidades fisiológicas.<br />
É possível aos pais identificarem os sinais e assim, estarem todos em sintonia.<br />
</em><br />
* Melhora a comunicação;<br />
* Incrementa os laços afectivos com os pais;<br />
* Reduz o uso e o custo com fraldas;<br />
* Independência completa cerca dos 2 anos de idade.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Questões desenvolvidas nesta sessão:<br />
</span>-Benefícios para o bebé/pais e ambientais;<br />
-Quais os sinais das necessidades fisiológicas do bebé;<br />
-Quando começar e como começar.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Valor da Sessão</span>: 35,00€/casal e 30,00€/ pessoa<br />
<strong>Inscrições</strong> com número limitado: info@infosermae.pt</p>
<p>Com Sandra Pinheiro<br />
<a href="http://panoportabebe.blogspot.com/" target="_blank">http://panoportabebe.blogspot.com</a><br />
<a href="http://www.panoportabebe.com/" target="_blank">http://www.panoportabebe.com</a></p>
<p><span style="color: #800080;">Lembrei-me da Zaida! Talvez lhe interesse, embora seja longe para si.  <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </span>
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Fsessao-de-comunicacao-da-eliminacao%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		<title>&#8220;O que os Bebés querem&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 16:26:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento do Bebé/Criança]]></category>
		<category><![CDATA[O que fazem aos Bebés nas Maternidades]]></category>
		<category><![CDATA[Bebés]]></category>
		<category><![CDATA[Vínculo Afectivo]]></category>

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		<description><![CDATA[Já aqui tinha deixado no blog o trailer do documentário &#8220;What Babies Want&#8220;. Entretanto alguém o colocou no youtube, dividido em vários vídeos e vou aproveitar para deixar aqui a 1ª parte e os links das restantes partes (no total são 6). O documentário está na versão original sem legendas em português, mas acho que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já aqui tinha deixado no blog o trailer do documentário &#8220;<a href="http://www.rituaismaternos.com/what-babies-want/" target="_blank">What Babies Want</a>&#8220;.</p>
<p>Entretanto alguém o colocou no youtube, dividido em vários vídeos e vou aproveitar para deixar aqui a 1ª parte e os links das restantes partes (no total são 6). O documentário está na versão original sem legendas em português, mas acho que dá perfeitamente para percebermos.</p>
<p>Eu emocionei-me com as imagens e com a mensagem deste filme, depois de o vermos penso que é mais fácil percebermos certas coisas que acontecem no nosso mundo.</p>
<p>A forma como nascemos, os laços imediatos que criamos com a nossa mãe e o nosso pai são fundamentais no nosso desenvolvimento até sermos adultos.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Nl1zi_mjzIs&amp;feature" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/Nl1zi_mjzIs&amp;feature"></embed></object></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=kJA6yle7mfQ&amp;feature=related">YouTube &#8211; What Babies Want &#8211; An Exploration of the Consciousness of Infants part 2</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=JcmBIY-VJN8&amp;feature=related">YouTube &#8211; What Babies Want &#8211; An Exploration of the Consciousness of Infants part 3</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=QhURkVXxQs0&amp;feature=related">YouTube &#8211; What Babies Want &#8211; An Exploration of the Consciousness of Infants part 4</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=0p37usRniIQ&amp;feature=related">YouTube &#8211; What Babies Want &#8211; An Exploration of the Consciousness of Infants part 5</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Ibzr6Iw3tZs&amp;feature=related">YouTube &#8211; What Babies Want &#8211; An Exploration of the Consciousness of Infants part 6</a>
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Fo-que-os-bebes-querem%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		<title>&#8220;Eu cuido do bebé, tu brincas com o carro&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/eu-cuido-do-bebe-tu-brincas-com-o-carro/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 15:22:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento do Bebé/Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Educação/Pedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[Bebés]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar de achar que as crianças não são todas iguais no que diz respeito às escolhas dos brinquedos e que, do meu ponto de vista, não é isso que vai determinar, à partida, as suas aptidões na vida adulta, confesso que achei interessante este estudo, pois dá-nos uma razão biológica, ancestral, que de facto faz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Apesar de achar que as crianças não são todas iguais no que diz respeito às escolhas dos brinquedos e que, do meu ponto de vista, não é isso que vai determinar, à partida, as suas aptidões na vida adulta, confesso que achei interessante este estudo, pois dá-nos uma razão biológica, ancestral, que de facto faz muito sentido (pelo menos para mim)</em>.  <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>&#8220;</strong>Todos os pais sabem que é verdade: as meninas adoram brincar com bebés e os rapazes costumam virar-se para os carros. Estas preferências são vincadas muitas vezes ainda a criança não completou um ano. Um estudo confirma agora que não é imaginação dos pais &#8211; há de facto diferenças muito precoces entre meninas e meninos na escolha dos brinquedos &#8211; e sugere que há razões biológicas por trás destas escolhas.</p>
<p>Investigadores da City University London decidiram avaliar as escolhas livres de 90 bebés com idades entre os nove e os 36 meses. As crianças podiam escolher entre sete brinquedos: alguns tipicamente chamados «de rapaz», como um carro, uma escavadora, uma bola e um ursinho azul; outros tipicamente de menina, como um ursinho rosa, uma boneca ou um conjunto de cozinha.</p>
<p>Os bebés foram colocados a um metro de todos os brinquedos, tendo assim igual acesso a qualquer deles. As suas primeiras escolhas, bem como o tempo passado a brincar com cada um dos brinquedos (durante três minutos) foram registados. Para que conste:</p>
<p>- entre os nove e os catorze meses, os rapazes passaram muito mais tempo a brincar com a bola e com o carro do que as raparigas. Estas, por seu lado, passaram bastante mais tempo a brincar com a boneca do que eles;</p>
<p>- entre os dois e os três anos, as raparigas passaram metade do tempo com a boneca. Os rapazes passaram quase 90 por cento do tempo a brincar com o carro e a escavadora, nos quais as raparigas quase não tocaram. Entre os rapazes, apenas dois tocaram de passagem na boneca;</p>
<p>- os rapazes não demonstraram qualquer preferência pela cor azul porque também não demonstraram qualquer interesse nos ursos de peluche. As meninas revelaram mais interesse por este clássico, sobretudo as mais novas.</p>
<p>Os resultados revelaram que existem tendências intrínsecas na escolha dos brinquedos que podem sugerir motivações de ordem biológica. Ou seja, <strong><span style="text-decoration: underline;">se os rapazes escolhem brinquedos que sugerem movimento e as raparigas brinquedos que pedem protecção e cuidado, não estará essa escolha relacionada com as origens da humanidade? Eles crescem para sair, para procurar alimento, com instintos de caçador, ao passo que elas crescem com instintos protectores, prontas para cuidar das crias</span></strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">De sublinhar que não se verificou uma relação entre as escolhas das crianças e os brinquedos que os pais consideram mais apropriados para raparigas e rapazes, por um lado, ou os papéis que desempenham na rotina familiar, por outro. Claro que as crianças estão sujeitas a muitos constrangimentos culturais e os pais passam para elas, mesmo inconscientemente, muitas expectativas relativamente ao género, mas parece haver de facto diferenças muito marcadas desde muito cedo</span>.</p>
<p>As conclusões vão ao encontro das de outro estudo, realizado em 2001, que avaliou o grau de atenção de recém-nascidos com apenas um dia de vida face a vários brinquedos. Os rapazes já passavam mais tempo a olhar objectos com movimento, enquanto elas preferiam contemplar aqueles que tinham face.</p>
<p>Os resultados do estudo foram apresentados no Reino Unido, na conferência anual da British Psychological Society&#8217;s, em Stratford, Avon.<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/artigo.php?id=1155764&amp;div_id=3722" target="_blank">IOL Mãe</a><br />
2010/04/16
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Feu-cuido-do-bebe-tu-brincas-com-o-carro%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		<title>&#8220;Babies&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/babies/</link>
		<comments>http://www.rituaismaternos.com/babies/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 12:27:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento do Bebé/Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Bebés]]></category>

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		<description><![CDATA[Aqui fica o trailer do filme &#8220;Babies&#8221;. É um documentário que acompanha a vida de 4 crianças desde o nascimento até 1 ano de idade, em diferentes locais da Terra. Só não sei quando estreia em Portugal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui fica o trailer do filme &#8220;Babies&#8221;. É um documentário que acompanha a vida de 4 crianças desde o nascimento até 1 ano de idade, em diferentes locais da Terra. Só não sei quando estreia em Portugal.</p>
<p><object width="425" height="350" data="http://www.youtube.com/v/1vupEpNjCuY" type="application/x-shockwave-flash"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/1vupEpNjCuY" /></object>
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