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	<title>Rituais Maternos &#187; Doulas</title>
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		<title>Maio &#8211; Mês da Doula</title>
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		<pubDate>Mon, 03 May 2010 15:50:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doulas]]></category>
		<category><![CDATA[Doula]]></category>

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		<description><![CDATA[
&#8220;Doulas de ontem, hoje e sempre!

Desde o início, as mulheres dão à luz acompanhadas de outras mulheres. Além da parteira &#8211; responsável pelo nascimento -, sempre estiveram presentes amigas, parentes ou vizinhas da parturiente, para oferecer-lhe todo o apoio necessário nessa hora importantíssima.
Normalmente, são pessoas que já passaram por esta situação, e estão lá para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2010/05/doula2.jpg"><img class="size-full wp-image-2347            aligncenter" title="doula2" src="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2010/05/doula2.jpg" alt="" width="472" height="370" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>&#8220;</strong><em><span style="color: #800080;">Doulas de ontem, hoje e sempre!</span><br />
</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>Desde o início, as mulheres dão à luz acompanhadas de outras mulheres. Além da parteira &#8211; responsável pelo nascimento -, sempre estiveram presentes amigas, parentes ou vizinhas da parturiente, para oferecer-lhe todo o apoio necessário nessa hora importantíssima.</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>Normalmente, são pessoas que já passaram por esta situação, e estão lá para transmitir conhecimento e carinho. Basta observar que, nos quadros antigos que retratam cenas de partos, sempre aparecem mulheres à volta da futura mamãe. E não apenas como simples espectadoras do nascimento, mas como personagens activas, que reconfortam as costas da mulher, seguram sua mão, preparam o ambiente, aquecem a água, secam o suor que escorre de sua testa&#8230; Enfim, legítimas doulas!</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>(&#8230;)</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>E tudo culminou com a publicação, em 1996, de um guia da OMS. Nele, há referências directas às doulas:<br />
</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>A doula fornece apoio emocional, consistindo de elogios, reafirmação, medidas para aumentar o conforto materno, contacto físico, como friccionar as costas da parturiente e segurar suas mãos, explicações sobre o que está acontecendo durante o trabalho de parto e uma presença amiga constante. (&#8230;) O apoio reconfortante constante de uma pessoa envolvida diminuiu significativamente a ansiedade e a sensação de ter tido um parto difícil, numa avaliação feita por puérperas 24 horas após o parto. Também teve um efeito positivo sobre o número de mulheres que continuavam a amamentar seis semanas após o parto.</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>(&#8230;) Não é à toa, portanto, que o papel dessas acompanhantes de parto está voltando a ser estimulado nos grandes centros de todo o mundo, porque a própria Ciência já reconheceu que, o que era feito espontaneamente pelas mulheres desde os tempos mais remotos, é, de facto, um grande apoio para as gestantes alcançarem um parto mais rápido, mais saudável e mais feliz.</em></p>
<p style="text-align: left;"><em><span style="color: #800080;">Uma serva que dá apoio físico, emocional, energético e espiritual</span></em></p>
<p style="text-align: left;"><em>(&#8230;) A humanidade sempre precisou do apoio e do amparo de uma pessoa que incentivasse nos momentos trabalhosos que antecedem o nascimento. Esse papel sempre foi exercido por uma mulher, a energia feminina que a gestante necessita. O parto é uma experiência bastante forte física e energicamente. No instante em que a doula segura a mão da parturiente e diz: &#8220;Estou aqui, pode contar comigo&#8221;, ela está doando energia. Energia de uma mulher para outra mulher, que sabe exactamente o que está acontecendo ali, porque, na maioria das vezes, já passou por isso</em>. (&#8230;)<strong>&#8220;</strong></p>
<p style="text-align: left;"><em>In</em> &#8220;<strong>A Doula no Parto</strong>&#8220;, de Fadynha</p>
<p style="text-align: left;">Gostaria de deixar um beijinho muito grande à &#8220;nossa&#8221; querida <span style="color: #993366;"><strong>Doula Nereida</strong></span>, que é uma leitora do blog RM muito especial!  <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Doulas em Portugal</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 16:57:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doulas]]></category>
		<category><![CDATA[Doula]]></category>

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		<description><![CDATA[Deixo aqui uma reportagem sobre o trabalho das doulas:

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Deixo aqui uma reportagem sobre o trabalho das <a href="http://www.doulasdeportugal.org/pt/home" target="_blank">doulas</a>:</p>
<p><object width="425" height="350" data="http://www.youtube.com/v/buWOlpLgUGs" type="application/x-shockwave-flash"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/buWOlpLgUGs" /></object></p>
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		<title>&#8220;Tenha Apoio Contínuo&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 11:18:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doulas]]></category>
		<category><![CDATA[Alívio da Dor]]></category>
		<category><![CDATA[Doula]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste vídeo é dado ênfase ao acompanhamento contínuo, de parturientes, por doulas. Para uma mulher em trabalho de parto é muito importante o apoio emocional. Ouvir palavras de incentivo e de encorajamento ou receber uma massagem na zona lombar pode tornar o trabalho de parto mais suportável, facilitando assim todo o processo do nascimento. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste vídeo é dado ênfase ao acompanhamento contínuo, de parturientes, por <strong>doulas</strong>. Para uma mulher em trabalho de parto é muito importante o apoio emocional. Ouvir palavras de incentivo e de encorajamento ou receber uma massagem na zona lombar pode tornar o trabalho de parto mais suportável, facilitando assim todo o processo do nascimento. A presença do companheiro da parturiente, assim como a sua participação é, de facto, relevante, até porque num parto, além do bebé, também nasce uma família!</p>
<p><object width="425" height="350" data="http://www.youtube.com/v/m7HY0mdajtA&amp;feature" type="application/x-shockwave-flash"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/m7HY0mdajtA&amp;feature" /></object></p>
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		<title>&#8220;Dar a volta ao medo&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/dar-a-volta-ao-medo/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 14:44:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doulas]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Normal/Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Doula]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Natural]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;«As mulheres crescem a ouvir histórias terríveis sobre o parto», afirma Luísa Condeço, doula e co-fundadora da Associação Doulas de Portugal. «Às vezes, é para alguém exorcizar o seu próprio parto traumático, outras vezes é apenas porque sim, porque faz parte do ritual de passagem.»
O medo da dor
O trabalho das doulas passa muito pelo desmistificar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong>«As mulheres crescem a ouvir histórias terríveis sobre o parto», afirma Luísa Condeço, doula e co-fundadora da <a href="http://www.doulasdeportugal.org/pt/home" target="_blank">Associação Doulas de Portugal</a>. «Às vezes, é para alguém exorcizar o seu próprio parto traumático, outras vezes é apenas porque sim, porque faz parte do ritual de passagem.»</p>
<p><strong>O medo da dor</strong><br />
O trabalho das doulas passa muito pelo desmistificar de ideias feitas, com a ajuda de <strong>evidências científicas</strong>, e pela mentalização positiva. Em relação à dor, «explicamos que <span style="text-decoration: underline;">a melhor estratégia para enfrentar a dor é encará-la como uma aliada</span>, sempre partindo do princípio que ela pode ou não existir. É óbvio que não podemos dizer que não vai doer, mas <span style="text-decoration: underline;">podemos ajudar a grávida a encará-la de uma forma positiva</span>», conta Luísa Condeço. «<span style="text-decoration: underline;">Esta dor deve ser a única que não significa que alguma coisa está mal no nosso corpo. Pelo contrário, esta dor significa que o nosso corpo está a fazer o seu trabalho. A dor tem uma função fisiológica, leva a mulher a descontrair-se entre as contracções, a libertar analgésicos naturais</span> e conduz a um estado alterado de consciência. Isto não acontece se a mulher estiver tensa desde o início. Se estiver preocupada em combater a dor, está a enfatizar essa dor. <span style="text-decoration: underline;">Se aceitarmos a dor, ela é relativizada e consegue-se descontrair, relaxar entre contracções, contribuindo para uma maior libertação de occitocina</span>», explica Luísa. «Mostramos também que <span style="text-decoration: underline;">a Natureza é sábia: deu-nos as contracções para nos ajudar, mas também nos deu os intervalos entre elas, para podermos descansar, respirar fundo. Temos de saber aproveitá-los</span>».</p>
<p><strong>O medo do desconhecido</strong><br />
A nossa sociedade afastou-nos tanto da Natureza, que nos afastou do nosso próprio corpo. «<span style="text-decoration: underline;">Estamos muito longe do nosso lado mais biológico, mais animal</span>», afirma Luísa. <span style="text-decoration: underline;">A ignorância das mulheres sobre o seu corpo não ajuda. Não aprendem a ouvir o seu corpo, não testemunham o nascimento de crianças próximas, só conhecem as histórias terríveis</span>, de modo que o desconhecido faz nascer, muitas vezes, medos infundados», defende.</p>
<p><strong>O medo do hospital</strong><br />
Se por um lado o hospital oferece segurança à maior parte das mulheres, por outro pode ser um motivo de angústia, de receios. «<span style="text-decoration: underline;">Saber que se vai estar em trabalho de parto num ambiente sem privacidade, saber que se vai estar sujeita a procedimentos assustadores é seguramente um motivo para ter medo. Não acredito que haja uma mulher que não tenha medo de uma episiotomia</span>. O medo do hospital pode também vir na sequência de um primeiro parto traumático», conta Luísa Condeço. «Cada vez mais, as mulheres sentem que têm o direito de fazer escolhas. E é isso que lhes mostramos», acrescenta.</p>
<p><strong>Os medos escondidos</strong><br />
Mas há outros medos escondidos: a <strong>vergonha</strong> (que é o medo de perder a compostura); o medo da separação do bebé; a angústia de deixar de ser apenas filha para passar a ser também mãe. «<span style="text-decoration: underline;">O parto coloca-nos perante nós mesmas. Isso pode ser assustador. Mas podemos ficar com mais força, se deixarmos vir ao de cima o nosso lado mais primitivo</span>», afirma Luísa Condeço.</p>
<p><strong>O efeito do medo</strong><br />
É consensual que o medo e a expectativa que temos em relação ao parto condiciona a forma como este se desenrola. «<span style="text-decoration: underline;">Penso que o medo pode condicionar a progressão do trabalho de parto, sim, há algumas evidências nesse sentido. A explicação fisiológica é que o medo faz subir os níveis da adrenalina, o que faz diminuir os níveis da occitocina, a hormona responsável pelas contracções</span>», explica Diogo Ayres de Campos (director do Serviço de Obstetrícia do Hospital de S. João).<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Texto: Ana Esteves<br />
Revista IOL Mãe<br />
2008/04/03</p>
<p>Mais um excelente artigo escrito pela Ana Esteves. Aconselho a lerem o artigo na íntegra; podem fazê-lo <a href="http://www.mae.iol.pt/artigo.php?id=785541&amp;div_id=3627" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>&#8220;O que faz uma Doula?&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/o-que-faz-uma-doula/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 12:47:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doulas]]></category>
		<category><![CDATA[Doula]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Natural]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Nos antípodas da visão estritamente médica e hospitalar do parto, está a forma como as doulas encaram o momento de pôr no mundo uma criança. Não querem impor um modelo, pois defendem sobretudo que a mulher possa ser «dona» do seu parto. Mas querem que possa ser informada de todos os riscos e benefícios, bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong>Nos antípodas da visão estritamente médica e hospitalar do parto, está a forma como as <strong>doulas</strong> encaram o momento de pôr no mundo uma criança. Não querem impor um modelo, pois <span style="text-decoration: underline;">defendem sobretudo que a mulher possa ser <strong>«dona» do seu parto</strong>. Mas querem que possa ser <strong>informada</strong> de todos os riscos e benefícios, bem como da verdadeira necessidade de todas e de cada uma das intervenções médicas que se fazem no parto hospitalar</span>. Querem que cada mulher possa escolher, depois de devidamente informada, a forma como gostaria de dar à luz. Querem que essa vontade seja <strong>respeitada</strong>. Querem que possa ser acompanhada por alguém que esteja ali, com paz e tranquilidade, só para ela.</p>
<p>O que não é fácil, em ambiente hospitalar. <span style="text-decoration: underline;">Luísa Condeço e Carla Guiomar, as primeiras <strong>doulas</strong> portuguesas</span>, têm consciência dessa dificuldade, mas não deixaram de meter mãos à obra. «Sabemos que temos de ir devagar, temos noção de que estamos a lutar contra a corrente, mas não temos pressa. E temos sinais de que este caminho faz sentido para muita gente. As pessoas que nos procuram são cada vez mais», declara Luísa, optimista.</p>
<p><a href="http://www.michelodent.com/section.php?section=odent" target="_blank">Michel Odent</a>, <span style="text-decoration: underline;">o famoso obstetra que revolucionou a obstetrícia nos anos 60 e 70, introduzindo o <strong>parto na água</strong> e salas de parto com ambiente familiar, na sua unidade do Hospital Pithiviers, em França</span>, e <strong>Liliana Lammers</strong>, uma experiente <strong>doula</strong>, deram a Luísa e a Carla a formação necessária para se lançarem, com segurança, na aventura de se tornarem <strong>doulas</strong> e de, além disso, criarem a associação sem fins lucrativos <a href="http://www.doulasdeportugal.org/pt/home" target="_blank">Doulas de Portugal</a>.</p>
<p><strong>O parto decide-se na cabeça</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Apesar de o apoio das <strong>doulas</strong> se centrar na parte psicológica e emocional, a sua formação dá-lhes bases teóricas sobre o desenrolar do trabalho de parto e os processos fisiológicos que acontecem em cada uma das suas fases</span>. São treinadas para reconhecer os sinais de que tudo está bem, para o caso de <span style="text-decoration: underline;">acompanharem o trabalho de parto em casa, seja apenas a dilatação seja também a expulsão</span>. «Depois de alguma experiência, o parto é como uma música que aprendemos a reconhecer. <span style="text-decoration: underline;">Cada mãe é única, mas o parto tem fases que são sempre iguais e que é possível identificar pelos sinais que a mulher dá, pelas posições em que se põe, pelo seu estado geral</span>», explica Luísa. Mas para que assim seja, é preciso que não existam intervenções externas: «<span style="text-decoration: underline;">A partir do momento em que se liga a mãe ao CTG, em que se faz um toque de hora a hora, em que existem luzes muito fortes, em que se obriga a grávida a estar sempre deitada, está-se a perturbar o processo, a interferir com a produção natural de occitocina, a hormona que estimula as contracções e permite a progressão da dilatação</span>».<br />
Porque o parto também se decide na cabeça, estas <strong>doulas</strong> sabem que já contribuíram para mudar muitas histórias de parto. E porque este é um momento único, apesar de ser um milagre banal, a sua vida também mudou e continua a mudar de cada vez que ficam para a história.<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Texto: Ana Esteves<br />
Revista IOL Mãe<br />
2009/02/25</p>
<p>Aconselho a lerem o <a href="http://www.mae.iol.pt/artigo.php?id=786026&amp;div_id=3630" target="_blank">artigo completo</a>. É muito interessante e elucidativo!</p>
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		<title>Maio &#8211; Mês Internacional da Doula</title>
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		<comments>http://www.rituaismaternos.com/maio-mes-internacional-da-doula/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 May 2009 11:29:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doulas]]></category>
		<category><![CDATA[Doula]]></category>

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		<description><![CDATA[
&#8220;Uma doula é uma mulher que dá suporte físico, emocional e informativo a outras mulheres antes, durante e após o parto.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, no seu guia &#8220;Assistência ao Parto Normal: um guia prático&#8220;, uma doula é &#8220;(&#8230;) uma prestadora de serviços que recebeu formação básica sobre o parto e que está familiarizada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-221" title="doula_painting" src="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2009/05/doula_painting.jpg" alt="doula_painting" width="276" height="263" /></p>
<p><strong>&#8220;Uma </strong><strong>doula é uma mulher que dá suporte físico, emocional e informativo a outras mulheres antes, durante e após o parto</strong>.</p>
<p>Segundo a <strong>Organização Mundial de Saúde</strong>, no seu guia &#8220;<a href="http://www.who.int/reproductive-health/publications/MSM_96_24/MSM_96_24_table_of_contents.en.html" target="_blank">Assistência ao Parto Normal: um guia prático</a>&#8220;, uma doula é &#8220;(&#8230;) uma prestadora de serviços que <span style="text-decoration: underline;">recebeu formação básica sobre o parto e que está familiarizada com uma ampla variedade de procedimentos de assistência. Fornece apoio emocional, o qual consiste em elogios, reafirmação, medidas para aumentar o conforto materno, contacto físico (&#8230; ) explicações sobre o que está a acontecer durante o trabalho de parto e uma presença amiga constante</span>.&#8221;</p>
<p><strong>A doula não faz qualquer procedimento médico, e portanto não substitui qualquer dos profissionais tradicionalmente envolvidos na assistência ao parto.</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Um </span><span style="text-decoration: underline;">estudo de 1993 por Kennel e Klaus</span>, autores do livro &#8220;The Doula Book: How a trained Labour Companion Can Help You Have a Shorter, Easier and Healthier Birth&#8221;, <span style="text-decoration: underline;">demonstrou que as mulheres que têm uma doula no seu parto experimentam</span>:</p>
<ul>
<li>Redução de 50% na realização de cesarianas</li>
</ul>
<ul>
<li>Redução em 25% na duração do trabalho de parto</li>
</ul>
<ul>
<li>Redução de 60% nos pedidos de anestesia epidural</li>
</ul>
<ul>
<li>Redução de 30% nos pedidos de alívio da dor</li>
</ul>
<ul>
<li>Redução de 40% no uso da oxitocina sintética</li>
</ul>
<ul>
<li>Redução de 40% no uso de forceps</li>
</ul>
<p>Além destes, <span style="text-decoration: underline;">outros resultados positivos</span> foram observados:</p>
<ul>
<li>Aumento nas taxas de amamentação</li>
</ul>
<ul>
<li>Diminuição nos índices de depressão pós-parto</li>
</ul>
<ul>
<li>Aumento da satisfação materna</li>
</ul>
<ul>
<li>Melhoria na interacção mãe-bebé</li>
</ul>
<p><span style="text-decoration: underline;">Segundo o pediatra americano John Kennel, &#8220;se as doulas fossem uma droga, seria anti-ético não as usar</span>&#8220;.<strong>&#8220;</strong></p>
<p><strong>fontes</strong>: http://www.partohumanizado.blogger.com.br</p>
<p>http://www.doulasdeportugal.org/pt</p>
<p>http://sobcesaria.blogspot.com</p>
<p>Podem ler o texto completo no blog da <a href="http://aquihabebe.blogspot.com/2007/12/o-que-uma-doula_19.html" target="_blank">Doula Sofia Carvalho</a>.</p>
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