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	<title>Rituais Maternos &#187; Doulas</title>
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		<title>Divulgo</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 14:07:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actividades em Família]]></category>
		<category><![CDATA[Doulas]]></category>

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		<description><![CDATA[Formação de Doulas Encontro Maternidade Natural Mais informação na página do blog RM no facebook.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #a80ef0;"><strong>Formação de Doulas</strong></span></p>
<p><span style="color: #a80ef0;"><strong>Encontro Maternidade Natural</strong></span></p>
<p><em><strong>Mais informação na <a href="http://www.facebook.com/pages/Rituais-Maternos/174742592582195" target="_blank">página do blog RM</a> no facebook. <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </strong></em>
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Fdivulgo-2%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		<title>«Gravidez e Parto»</title>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 14:16:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doulas]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Normal/Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Doula]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Natural]]></category>

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		<description><![CDATA[(&#8230;) &#8220;A gravidez é um processo milagroso e deve ser um tempo em que a mulher faz todos os esforços para se sintonizar com o seu corpo e com o do bebé com o apoio do seu meio envolvente. Durante séculos, as parteiras ajudaram as mães durante os processos da gravidez e do parto, permanecendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008080;"><em>(&#8230;)</em></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><em>&#8220;A gravidez é um processo milagroso e deve ser um tempo em que a mulher faz todos os esforços para se sintonizar com o seu corpo e com o do bebé com o apoio do seu meio envolvente. <strong>Durante séculos, as parteiras ajudaram as mães durante os processos da gravidez e do parto, permanecendo junto delas com auxílio médico e emocional.</strong> A própria palavra obstetrícia deriva do latim </em><em>stare, que significa «estar ao lado de». <strong>O corpo da mulher sabe instintivamente como dar à luz e reage em condições onde é encorajada a movimentar-se das formas que se sentem como certas e a produzir os sons que precisa de emitir.</strong> <span style="text-decoration: underline;">A obstetrícia moderna, contudo, mudou de um «estar ao lado» natural e paciente, permitindo ao corpo da mulher reagir naturalmente, para uma prática dominadora e muitas vezes invasiva. O condicionamento cultural das mulheres faz com que nos entreguemos a especialistas da gravidez de forma a que a maior parte de nós perca o contacto com o conhecimento e poder inatos do parto, como a maior parte desses especialistas, que se fiam em análises e máquinas para lhes dizer como ajudar</span>. (&#8230;)</em></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><em><strong>A Nossa Herança Cultural: Parto e Nascimento</strong></em></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><em>(&#8230;) Vários estudos excelentes demonstraram que a presença de uma mulher que auxilia, chamada </em><em><strong>doula</strong>, que faz de «mãe da mãe» durante o parto, <span style="text-decoration: underline;">diminuiu o tempo médio do trabalho de parto, desde a admissão até ao nascimento, de 19,3 horas para 8,8 horas! A presença de uma </span></em><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>doula</strong> também resultou em que a mãe estivesse mais acordada após o nascimento, portanto era mais provável que acariciasse o bebé, lhe sorrisse e falasse com ele</span>.</em></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><em>Nas sociedades primitivas, as gravidezes eram muitas vezes espaçadas de dois ou quatro anos pela amamentação ilimitada, que mantém altos os níveis de prolactina e actua como contraceptivo natural. No decurso da sua vida, uma mulher dessas sociedades podia ter vinte períodos, comparados com quinhentos nas mulheres ocidentais. Nessas sociedades, também eram tomadas medidas para apoiar a mulher grávida e o parto. O nascimento era celebrado como um acontecimento da comunidade. Não querendo implicar que o nascimento é sempre um processo glorioso e sem riscos, mesmo em sociedades em que as mulheres foram bem alimentadas e apoiadas, <strong>podíamos aprender muito combinando a sabedoria colectiva de mulheres de povos nativos, centrados na natureza, com a nossa actual tecnologia médica</strong>.</em></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><em>(&#8230;)</em></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><em><strong>Fazer de Mãe da Mãe: Uma Solução Cuja Altura Chegou</strong></em></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><em>O apoio do parto tem séculos de existência e é intuitivamente óbvio que as mulheres que se sentem mais apoiadas no parto são as que se saem melhor. Os Drs. Marshall Klaus e John Kennell provaram, em seis experiências clínicas controladas, que a presença de uma pessoa de apoio ao parto, do sexo feminino, designada por </em><em><strong>doula</strong>, <span style="text-decoration: underline;">encurta o tempo do primeiro parto numa média de duas horas, diminui a hipótese de cesariana em 50 por cento, diminui a necessidade de medicação para as dores e anestesia epidural, ajuda o pai a participar com confiança, e aumenta o sucesso da amamentação</span>. O Dr. John Kennell provou que se fosse utilizado rotineiramente o apoio ao parto pela </em><em><strong>doula</strong>, esse simples passo economizaria à segurança social dois biliões de dólares por ano de custos de cesarianas, epidurais e preparação para detecção de infecções em recém-nascidos desnecessárias. Ele comentou: «Se um medicamento tivesse o mesmo efeito, seria contra a ética não o utilizar.»</em></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><em>A maior parte das vezes, quando pensamos em apoio no parto, pensamos num «treinador» &#8211; alguém especializado no conhecimento das técnicas de respiração adequadas, etc. Mas <strong>uma </strong></em><em><strong>doula personifica a sabedoria das mulheres</strong>. <span style="text-decoration: underline;">É uma mulher carinhosa, especialmente treinada para dar apoio emocional no parto, sintonizando-se com as necessidades da mãe e fazendo de mãe dela. As </span></em><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>doulas</strong> criam «um ambiente de suporte emocional para a mãe, encorajando-a a deixar que o seu corpo lhe diga o que pode ser melhor em várias alturas durante o trabalho de parto&#8230; Uma </em><em><strong>doula</strong> bem sucedida», escrevem os autores de </em><em>Mothering the Mother («Servir de Mãe à Mãe»), «entrega-se e não tem medo de amar». A </em><em><strong>doula</strong> entra no espaço de uma parturiente, reage prontamente e está consciente das suas necessidades, disposição, alterações e sentimentos calados. Não necessita de controlar nem abafar. Todas as grávidas deviam ter os benefícios de uma </em></span><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>doula</strong>. A propósito, essa pessoa não prejudica o papel do pai do bebé. Realça-o e liberta-o para se dedicar à tarefa tão importante de amar a mãe</span>.</em></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><em>(&#8230;)</em></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><em><strong>Reclamar colectivamente o Poder do Parto</strong></em></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><em><strong>Imagine-se o que aconteceria se a maioria das mulheres emergisse da sua cama de parto com um sentido renovado da força e poder dos seus corpos e da sua capacidade de êxtase, pelo facto de dar à luz. Quando um número suficiente de mulheres compreender que o parto é um momento de grande oportunidade para entrar em contacto com o seu verdadeiro poder, e quando estiverem dispostas a assumir essa responsabilidade, reclamaremos o poder do parto e contribuiremos para pôr a tecnologia no lugar a que pertence &#8211; ao serviço das parturientes, não como seu dono</strong>.</em></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><em>Para muitas mulheres, ter um bebé é a primeira experiência de ligação com outras mulheres e com a sua grande criatividade. Tem o potencial de transformar as nossas formas de pensar em relação a nós próprias. Como me disse uma paciente, «Senti-me uma só com todas as mulheres que já deram à luz. Senti-me poderosa e em contacto com algo dentro de mim que nunca soube que lá estava. Ocupei o meu lugar na linhagem de mulheres como mães.»&#8221;</em></span></p>
<p><strong>Retirado do livro <em>Corpo de Mulher Sabedoria de Mulher</em> da Dra. Christiane Northrup.</strong>
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		<title>A Doula</title>
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		<pubDate>Tue, 10 May 2011 13:28:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doulas]]></category>
		<category><![CDATA[Doula]]></category>

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		<description><![CDATA[Estamos no mês da Doula! Maio, além de ser o mês da Mãe é também o mês da Doula. Coincidência?! &#8220;A palavra &#8220;doula&#8221; procede do grego e se referia à mulher escrava que servia a outra mulher ou a um homem. Na Grécia a palavra tem conotações negativas, posto que significa &#8220;escrava&#8221;, razão pela qual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #800080;"><strong>Estamos no mês da Doula! Maio, além de ser o mês da Mãe é também o mês da Doula. Coincidência?! <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2011/05/Doula.png"><img class="size-full wp-image-2925  aligncenter" title="Doula" src="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2011/05/Doula.png" alt="" width="250" height="185" /></a></p>
<p><span style="color: #993366;"><em>&#8220;A palavra &#8220;doula&#8221; procede do grego e se referia à mulher escrava que servia a outra mulher ou a um homem. Na Grécia a palavra tem conotações negativas, posto que significa &#8220;escrava&#8221;, razão pela qual muitas preferem chamar a si mesmas &#8220;assistentes de parto&#8221;.</em></span></p>
<p><span style="color: #993366;"><em>Quem primeiro utilizou o conceito &#8220;doula&#8221; na sua concepção moderna foi a antropóloga Dana Raphael, para referir-se às mulheres que ajudavam as novas mães durante a lactância e o cuidado ao recém-nascido nas Filipinas.</em></span></p>
<p><span style="color: #993366;"><em>&#8220;Doulas&#8221; não podem ser consideradas parteiras pois não realizam procedimentos médicos como auscuta fetal, medição de pressão e exame de toque do colo uterino. Sua função intraparto é de dar apoio físico e emocional à mulher em trabalho de parto. Durante a gestação fornecem informações baseadas em evidências científicas para evitar cesáreas indesejadas/ desnecessárias, proporcionar uma experiência positiva de parto, maior formação de vínculo mãe/bebé. São figuras importantes na retomada do parto fisiológico, natural, humanizado.</em></span></p>
<p><span style="color: #993366;"><em>Desde os primórdios da humanidade foi-se acumulando um conhecimento empírico, fruto da experiência de milhares de mulheres auxiliando outras mulheres na hora do nascimento de seus filhos. Com a hospitalização do parto nas últimas décadas, as mulheres desenraizadas e isoladas perderam esse apoio psico-social. Como parte do processo de integração dos conhecimentos tradicionais milenares acumulados pela experiência humana com os progressos científicos contemporâneos, vem surgindo, no frio cenário do parto hospitalar, a figura da doula.</em></span></p>
<p><span style="color: #993366;"><em>A palavra grega doula, vem sendo utilizada a partir das pesquisas de Marshall H. Klaus e John H. Kennel no início da década de 90 para designar aquelas mulheres capacitadas para brindar apoio continuado a outras mulheres, (e aos seus companheiros e/ou outros familiares) proporcionando conforto físico, apoio emocional e suporte cognitivo antes, durante e após o nascimento de seus filhos.</em></span></p>
<p><span style="color: #993366;"><em>A Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde de vários países entre eles o Brasil (portaria 28 de Maio de 2003) reconhecem hoje após uma década de pesquisas científicas a enorme contribuição da presença da doula nesse momento tão significativo e de tão profundas repercussões futuras. Tem-se demonstrado que o parto evolui com maior tranquilidade, rapidez e com menos dor e complicações tanto maternas como fetais. Torna-se uma experiência gratificante, fortalecedora e favorecedora da vinculação mãe-bebé. As vantagens também ocorrem para o Sistema de Saúde, que além de oferecer um serviço de maior qualidade, tem uma significativa redução nos custos dada a diminuição das intervenções médicas e do tempo de internação das mães e dos bebés.</em></span></p>
<p><span style="color: #993366;"><em>Na América do Norte, por exemplo, estima-se que existam atualmente de 10.000 a 12.000 doulas. No Brasil, a demanda de mulheres e instituições que solicitam esse serviço, ainda que bem menor, também vem crescendo significativamente. Mais de 100 doulas atuam no atendimento individual à mulher (particular, acompanhando partos em casa, casa de parto e maternidades) e outras tantas como voluntárias em hospitais do SUS.&#8221;</em></span></p>
<p><span style="color: #800080;"><span style="color: #000000;">Tirado <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Doula" target="_blank">daqui</a>.</span></span></p>
<p><span style="color: #800080;"><strong>Parabéns a todas estas magníficas mulheres que fazem um trabalho maravilhoso! <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  </strong></span></p>
<p><span style="color: #800080;"><strong>Obrigada querida R. por seres a nossa Doula. <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  </strong></span></p>
<p><span style="color: #800080;"><span style="color: #000000;"><span style="color: #800080;"><strong>Obrigada querida Doula Nereida por contruibuir para o enriquecimento do blog RM. <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </strong></span><br />
</span></span>
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		<title>Maio &#8211; Mês da Doula</title>
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		<pubDate>Mon, 03 May 2010 15:50:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doulas]]></category>
		<category><![CDATA[Doula]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Doulas de ontem, hoje e sempre! Desde o início, as mulheres dão à luz acompanhadas de outras mulheres. Além da parteira &#8211; responsável pelo nascimento -, sempre estiveram presentes amigas, parentes ou vizinhas da parturiente, para oferecer-lhe todo o apoio necessário nessa hora importantíssima. Normalmente, são pessoas que já passaram por esta situação, e estão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2010/05/doula2.jpg"><img class="size-full wp-image-2347            aligncenter" title="doula2" src="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2010/05/doula2.jpg" alt="" width="472" height="370" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>&#8220;</strong><em><span style="color: #800080;">Doulas de ontem, hoje e sempre!</span><br />
</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>Desde o início, as mulheres dão à luz acompanhadas de outras mulheres. Além da parteira &#8211; responsável pelo nascimento -, sempre estiveram presentes amigas, parentes ou vizinhas da parturiente, para oferecer-lhe todo o apoio necessário nessa hora importantíssima.</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>Normalmente, são pessoas que já passaram por esta situação, e estão lá para transmitir conhecimento e carinho. Basta observar que, nos quadros antigos que retratam cenas de partos, sempre aparecem mulheres à volta da futura mamãe. E não apenas como simples espectadoras do nascimento, mas como personagens activas, que reconfortam as costas da mulher, seguram sua mão, preparam o ambiente, aquecem a água, secam o suor que escorre de sua testa&#8230; Enfim, legítimas doulas!</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>(&#8230;)</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>E tudo culminou com a publicação, em 1996, de um guia da OMS. Nele, há referências directas às doulas:<br />
</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>A doula fornece apoio emocional, consistindo de elogios, reafirmação, medidas para aumentar o conforto materno, contacto físico, como friccionar as costas da parturiente e segurar suas mãos, explicações sobre o que está acontecendo durante o trabalho de parto e uma presença amiga constante. (&#8230;) O apoio reconfortante constante de uma pessoa envolvida diminuiu significativamente a ansiedade e a sensação de ter tido um parto difícil, numa avaliação feita por puérperas 24 horas após o parto. Também teve um efeito positivo sobre o número de mulheres que continuavam a amamentar seis semanas após o parto.</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>(&#8230;) Não é à toa, portanto, que o papel dessas acompanhantes de parto está voltando a ser estimulado nos grandes centros de todo o mundo, porque a própria Ciência já reconheceu que, o que era feito espontaneamente pelas mulheres desde os tempos mais remotos, é, de facto, um grande apoio para as gestantes alcançarem um parto mais rápido, mais saudável e mais feliz.</em></p>
<p style="text-align: left;"><em><span style="color: #800080;">Uma serva que dá apoio físico, emocional, energético e espiritual</span></em></p>
<p style="text-align: left;"><em>(&#8230;) A humanidade sempre precisou do apoio e do amparo de uma pessoa que incentivasse nos momentos trabalhosos que antecedem o nascimento. Esse papel sempre foi exercido por uma mulher, a energia feminina que a gestante necessita. O parto é uma experiência bastante forte física e energicamente. No instante em que a doula segura a mão da parturiente e diz: &#8220;Estou aqui, pode contar comigo&#8221;, ela está doando energia. Energia de uma mulher para outra mulher, que sabe exactamente o que está acontecendo ali, porque, na maioria das vezes, já passou por isso</em>. (&#8230;)<strong>&#8220;</strong></p>
<p style="text-align: left;"><em>In</em> &#8220;<strong>A Doula no Parto</strong>&#8220;, de Fadynha</p>
<p style="text-align: left;">Gostaria de deixar um beijinho muito grande à &#8220;nossa&#8221; querida <span style="color: #993366;"><strong>Doula Nereida</strong></span>, que é uma leitora do blog RM muito especial!  <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Doulas em Portugal</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 16:57:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doulas]]></category>
		<category><![CDATA[Doula]]></category>

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		<description><![CDATA[Deixo aqui uma reportagem sobre o trabalho das doulas:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deixo aqui uma reportagem sobre o trabalho das <a href="http://www.doulasdeportugal.org/pt/home" target="_blank">doulas</a>:</p>
<p><object width="425" height="350" data="http://www.youtube.com/v/buWOlpLgUGs" type="application/x-shockwave-flash"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/buWOlpLgUGs" /></object>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Tenha Apoio Contínuo&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/tenha-apoio-continuo/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 11:18:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doulas]]></category>
		<category><![CDATA[Alívio da Dor]]></category>
		<category><![CDATA[Doula]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste vídeo é dado ênfase ao acompanhamento contínuo, de parturientes, por doulas. Para uma mulher em trabalho de parto é muito importante o apoio emocional. Ouvir palavras de incentivo e de encorajamento ou receber uma massagem na zona lombar pode tornar o trabalho de parto mais suportável, facilitando assim todo o processo do nascimento. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste vídeo é dado ênfase ao acompanhamento contínuo, de parturientes, por <strong>doulas</strong>. Para uma mulher em trabalho de parto é muito importante o apoio emocional. Ouvir palavras de incentivo e de encorajamento ou receber uma massagem na zona lombar pode tornar o trabalho de parto mais suportável, facilitando assim todo o processo do nascimento. A presença do companheiro da parturiente, assim como a sua participação é, de facto, relevante, até porque num parto, além do bebé, também nasce uma família!</p>
<p><object width="425" height="350" data="http://www.youtube.com/v/m7HY0mdajtA&amp;feature" type="application/x-shockwave-flash"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/m7HY0mdajtA&amp;feature" /></object>
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		<title>&#8220;Dar a volta ao medo&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 14:44:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doulas]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Normal/Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Doula]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Natural]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;«As mulheres crescem a ouvir histórias terríveis sobre o parto», afirma Luísa Condeço, doula e co-fundadora da Associação Doulas de Portugal. «Às vezes, é para alguém exorcizar o seu próprio parto traumático, outras vezes é apenas porque sim, porque faz parte do ritual de passagem.» O medo da dor O trabalho das doulas passa muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong>«As mulheres crescem a ouvir histórias terríveis sobre o parto», afirma Luísa Condeço, doula e co-fundadora da <a href="http://www.doulasdeportugal.org/pt/home" target="_blank">Associação Doulas de Portugal</a>. «Às vezes, é para alguém exorcizar o seu próprio parto traumático, outras vezes é apenas porque sim, porque faz parte do ritual de passagem.»</p>
<p><strong>O medo da dor</strong><br />
O trabalho das doulas passa muito pelo desmistificar de ideias feitas, com a ajuda de <strong>evidências científicas</strong>, e pela mentalização positiva. Em relação à dor, «explicamos que <span style="text-decoration: underline;">a melhor estratégia para enfrentar a dor é encará-la como uma aliada</span>, sempre partindo do princípio que ela pode ou não existir. É óbvio que não podemos dizer que não vai doer, mas <span style="text-decoration: underline;">podemos ajudar a grávida a encará-la de uma forma positiva</span>», conta Luísa Condeço. «<span style="text-decoration: underline;">Esta dor deve ser a única que não significa que alguma coisa está mal no nosso corpo. Pelo contrário, esta dor significa que o nosso corpo está a fazer o seu trabalho. A dor tem uma função fisiológica, leva a mulher a descontrair-se entre as contracções, a libertar analgésicos naturais</span> e conduz a um estado alterado de consciência. Isto não acontece se a mulher estiver tensa desde o início. Se estiver preocupada em combater a dor, está a enfatizar essa dor. <span style="text-decoration: underline;">Se aceitarmos a dor, ela é relativizada e consegue-se descontrair, relaxar entre contracções, contribuindo para uma maior libertação de occitocina</span>», explica Luísa. «Mostramos também que <span style="text-decoration: underline;">a Natureza é sábia: deu-nos as contracções para nos ajudar, mas também nos deu os intervalos entre elas, para podermos descansar, respirar fundo. Temos de saber aproveitá-los</span>».</p>
<p><strong>O medo do desconhecido</strong><br />
A nossa sociedade afastou-nos tanto da Natureza, que nos afastou do nosso próprio corpo. «<span style="text-decoration: underline;">Estamos muito longe do nosso lado mais biológico, mais animal</span>», afirma Luísa. <span style="text-decoration: underline;">A ignorância das mulheres sobre o seu corpo não ajuda. Não aprendem a ouvir o seu corpo, não testemunham o nascimento de crianças próximas, só conhecem as histórias terríveis</span>, de modo que o desconhecido faz nascer, muitas vezes, medos infundados», defende.</p>
<p><strong>O medo do hospital</strong><br />
Se por um lado o hospital oferece segurança à maior parte das mulheres, por outro pode ser um motivo de angústia, de receios. «<span style="text-decoration: underline;">Saber que se vai estar em trabalho de parto num ambiente sem privacidade, saber que se vai estar sujeita a procedimentos assustadores é seguramente um motivo para ter medo. Não acredito que haja uma mulher que não tenha medo de uma episiotomia</span>. O medo do hospital pode também vir na sequência de um primeiro parto traumático», conta Luísa Condeço. «Cada vez mais, as mulheres sentem que têm o direito de fazer escolhas. E é isso que lhes mostramos», acrescenta.</p>
<p><strong>Os medos escondidos</strong><br />
Mas há outros medos escondidos: a <strong>vergonha</strong> (que é o medo de perder a compostura); o medo da separação do bebé; a angústia de deixar de ser apenas filha para passar a ser também mãe. «<span style="text-decoration: underline;">O parto coloca-nos perante nós mesmas. Isso pode ser assustador. Mas podemos ficar com mais força, se deixarmos vir ao de cima o nosso lado mais primitivo</span>», afirma Luísa Condeço.</p>
<p><strong>O efeito do medo</strong><br />
É consensual que o medo e a expectativa que temos em relação ao parto condiciona a forma como este se desenrola. «<span style="text-decoration: underline;">Penso que o medo pode condicionar a progressão do trabalho de parto, sim, há algumas evidências nesse sentido. A explicação fisiológica é que o medo faz subir os níveis da adrenalina, o que faz diminuir os níveis da occitocina, a hormona responsável pelas contracções</span>», explica Diogo Ayres de Campos (director do Serviço de Obstetrícia do Hospital de S. João).<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Texto: Ana Esteves<br />
Revista IOL Mãe<br />
2008/04/03</p>
<p>Mais um excelente artigo escrito pela Ana Esteves. Aconselho a lerem o artigo na íntegra; podem fazê-lo <a href="http://www.mae.iol.pt/artigo.php?id=785541&amp;div_id=3627" target="_blank">aqui</a>.
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		<title>&#8220;O que faz uma Doula?&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 12:47:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doulas]]></category>
		<category><![CDATA[Doula]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Natural]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Nos antípodas da visão estritamente médica e hospitalar do parto, está a forma como as doulas encaram o momento de pôr no mundo uma criança. Não querem impor um modelo, pois defendem sobretudo que a mulher possa ser «dona» do seu parto. Mas querem que possa ser informada de todos os riscos e benefícios, bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong>Nos antípodas da visão estritamente médica e hospitalar do parto, está a forma como as <strong>doulas</strong> encaram o momento de pôr no mundo uma criança. Não querem impor um modelo, pois <span style="text-decoration: underline;">defendem sobretudo que a mulher possa ser <strong>«dona» do seu parto</strong>. Mas querem que possa ser <strong>informada</strong> de todos os riscos e benefícios, bem como da verdadeira necessidade de todas e de cada uma das intervenções médicas que se fazem no parto hospitalar</span>. Querem que cada mulher possa escolher, depois de devidamente informada, a forma como gostaria de dar à luz. Querem que essa vontade seja <strong>respeitada</strong>. Querem que possa ser acompanhada por alguém que esteja ali, com paz e tranquilidade, só para ela.</p>
<p>O que não é fácil, em ambiente hospitalar. <span style="text-decoration: underline;">Luísa Condeço e Carla Guiomar, as primeiras <strong>doulas</strong> portuguesas</span>, têm consciência dessa dificuldade, mas não deixaram de meter mãos à obra. «Sabemos que temos de ir devagar, temos noção de que estamos a lutar contra a corrente, mas não temos pressa. E temos sinais de que este caminho faz sentido para muita gente. As pessoas que nos procuram são cada vez mais», declara Luísa, optimista.</p>
<p><a href="http://www.michelodent.com/section.php?section=odent" target="_blank">Michel Odent</a>, <span style="text-decoration: underline;">o famoso obstetra que revolucionou a obstetrícia nos anos 60 e 70, introduzindo o <strong>parto na água</strong> e salas de parto com ambiente familiar, na sua unidade do Hospital Pithiviers, em França</span>, e <strong>Liliana Lammers</strong>, uma experiente <strong>doula</strong>, deram a Luísa e a Carla a formação necessária para se lançarem, com segurança, na aventura de se tornarem <strong>doulas</strong> e de, além disso, criarem a associação sem fins lucrativos <a href="http://www.doulasdeportugal.org/pt/home" target="_blank">Doulas de Portugal</a>.</p>
<p><strong>O parto decide-se na cabeça</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Apesar de o apoio das <strong>doulas</strong> se centrar na parte psicológica e emocional, a sua formação dá-lhes bases teóricas sobre o desenrolar do trabalho de parto e os processos fisiológicos que acontecem em cada uma das suas fases</span>. São treinadas para reconhecer os sinais de que tudo está bem, para o caso de <span style="text-decoration: underline;">acompanharem o trabalho de parto em casa, seja apenas a dilatação seja também a expulsão</span>. «Depois de alguma experiência, o parto é como uma música que aprendemos a reconhecer. <span style="text-decoration: underline;">Cada mãe é única, mas o parto tem fases que são sempre iguais e que é possível identificar pelos sinais que a mulher dá, pelas posições em que se põe, pelo seu estado geral</span>», explica Luísa. Mas para que assim seja, é preciso que não existam intervenções externas: «<span style="text-decoration: underline;">A partir do momento em que se liga a mãe ao CTG, em que se faz um toque de hora a hora, em que existem luzes muito fortes, em que se obriga a grávida a estar sempre deitada, está-se a perturbar o processo, a interferir com a produção natural de occitocina, a hormona que estimula as contracções e permite a progressão da dilatação</span>».<br />
Porque o parto também se decide na cabeça, estas <strong>doulas</strong> sabem que já contribuíram para mudar muitas histórias de parto. E porque este é um momento único, apesar de ser um milagre banal, a sua vida também mudou e continua a mudar de cada vez que ficam para a história.<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Texto: Ana Esteves<br />
Revista IOL Mãe<br />
2009/02/25</p>
<p>Aconselho a lerem o <a href="http://www.mae.iol.pt/artigo.php?id=786026&amp;div_id=3630" target="_blank">artigo completo</a>. É muito interessante e elucidativo!
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Fo-que-faz-uma-doula%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		<title>Maio &#8211; Mês Internacional da Doula</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/maio-mes-internacional-da-doula/</link>
		<comments>http://www.rituaismaternos.com/maio-mes-internacional-da-doula/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 May 2009 11:29:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doulas]]></category>
		<category><![CDATA[Doula]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Uma doula é uma mulher que dá suporte físico, emocional e informativo a outras mulheres antes, durante e após o parto. Segundo a Organização Mundial de Saúde, no seu guia &#8220;Assistência ao Parto Normal: um guia prático&#8220;, uma doula é &#8220;(&#8230;) uma prestadora de serviços que recebeu formação básica sobre o parto e que está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-221" title="doula_painting" src="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2009/05/doula_painting.jpg" alt="doula_painting" width="276" height="263" /></p>
<p><strong>&#8220;Uma </strong><strong>doula é uma mulher que dá suporte físico, emocional e informativo a outras mulheres antes, durante e após o parto</strong>.</p>
<p>Segundo a <strong>Organização Mundial de Saúde</strong>, no seu guia &#8220;<a href="http://www.who.int/reproductive-health/publications/MSM_96_24/MSM_96_24_table_of_contents.en.html" target="_blank">Assistência ao Parto Normal: um guia prático</a>&#8220;, uma doula é &#8220;(&#8230;) uma prestadora de serviços que <span style="text-decoration: underline;">recebeu formação básica sobre o parto e que está familiarizada com uma ampla variedade de procedimentos de assistência. Fornece apoio emocional, o qual consiste em elogios, reafirmação, medidas para aumentar o conforto materno, contacto físico (&#8230; ) explicações sobre o que está a acontecer durante o trabalho de parto e uma presença amiga constante</span>.&#8221;</p>
<p><strong>A doula não faz qualquer procedimento médico, e portanto não substitui qualquer dos profissionais tradicionalmente envolvidos na assistência ao parto.</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Um </span><span style="text-decoration: underline;">estudo de 1993 por Kennel e Klaus</span>, autores do livro &#8220;The Doula Book: How a trained Labour Companion Can Help You Have a Shorter, Easier and Healthier Birth&#8221;, <span style="text-decoration: underline;">demonstrou que as mulheres que têm uma doula no seu parto experimentam</span>:</p>
<ul>
<li>Redução de 50% na realização de cesarianas</li>
</ul>
<ul>
<li>Redução em 25% na duração do trabalho de parto</li>
</ul>
<ul>
<li>Redução de 60% nos pedidos de anestesia epidural</li>
</ul>
<ul>
<li>Redução de 30% nos pedidos de alívio da dor</li>
</ul>
<ul>
<li>Redução de 40% no uso da oxitocina sintética</li>
</ul>
<ul>
<li>Redução de 40% no uso de forceps</li>
</ul>
<p>Além destes, <span style="text-decoration: underline;">outros resultados positivos</span> foram observados:</p>
<ul>
<li>Aumento nas taxas de amamentação</li>
</ul>
<ul>
<li>Diminuição nos índices de depressão pós-parto</li>
</ul>
<ul>
<li>Aumento da satisfação materna</li>
</ul>
<ul>
<li>Melhoria na interacção mãe-bebé</li>
</ul>
<p><span style="text-decoration: underline;">Segundo o pediatra americano John Kennel, &#8220;se as doulas fossem uma droga, seria anti-ético não as usar</span>&#8220;.<strong>&#8220;</strong></p>
<p><strong>fontes</strong>: http://www.partohumanizado.blogger.com.br</p>
<p>http://www.doulasdeportugal.org/pt</p>
<p>http://sobcesaria.blogspot.com</p>
<p>Podem ler o texto completo no blog da <a href="http://aquihabebe.blogspot.com/2007/12/o-que-uma-doula_19.html" target="_blank">Doula Sofia Carvalho</a>.
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