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	<title>Rituais Maternos &#187; Educação/Pedagogia</title>
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		<title>&#8220;Pessoal e intransmissível&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 16:53:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação/Pedagogia]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8221; No momento em que uma criança recém-nascida é colocada nos braços dos pais, em paralelo com a tremenda evolução física que a espera nos dias, meses e anos seguintes, arranca também um outro processo que, embora não tão visível nos tempos iniciais, é absolutamente determinante: o trilho que a levará a tomar o seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8221; </strong>No momento em que uma criança recém-nascida é colocada nos braços dos pais, em paralelo com a tremenda evolução física que a espera nos dias, meses e anos seguintes, arranca também um outro processo que, embora não tão visível nos tempos iniciais, é absolutamente determinante: o trilho que a levará a tomar o seu lugar no mundo. É essa procura que leva o bebé de meses a gatinhar, a criança de três anos a querer comer e tomar banho sozinha, o aluno do primeiro ano a soletrar, o pré-adolescente a formar um grupo de amigos e o adolescente a contestar tudo e todos. O desejo de autonomia é uma das grandes características que nos torna humanos, mas é uma via que se faz em dois sentidos: de nós em direcção a quem nos rodeia e destes para o nosso interior. E é também um caminho que se vai tornando cada vez menos linear.</p>
<p>No mesmo momento em que recebe o seu bebé nos braços, pai e mãe começam, por sua vez, a procurar que tomem forma todos os planos, desejos, anseios e expectativas que, durante os últimos nove meses, foram reunindo em favor daquela criança. Mais não seja porque um filho torna perene a nossa passagem pela Terra e corporiza a continuação do nosso próprio percurso.</p>
<p><strong>Mas o que acontece quando a fronteira entre o que somos e desejamos se esbate no que o nosso filho é e deseja? Ou quando essas fronteiras se confrontam? Se a valorização da autonomia é uma atitude que marca os primeiros anos da vida da criança, que direito temos de a enfrentar quando ela não se desenvolve nos moldes que prevíamos ou que achamos mais correctos?</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">«<strong>Não temos</strong>», afirma, muito simplesmente, a terapeuta familiar Catarina Rivero. «<strong>Educar é, essencialmente, respeitar o indivíduo</strong>, promovendo o espírito crítico e a autonomia», adianta, acrescentando que <strong>não pode ser exigido a nenhuma criança que siga um percurso que não escolheu e que cumpra sonhos que não são os seus, «por muito que os pais achem que é o melhor que podem fazer por ela</strong>»</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">«Não é a primeira, nem será a última vez, que um pai ou uma mãe entra no meu consultório e diz algo semelhante a ”doutora, veja o que se passa com o meu filho, não quer fazer nada do que é bom para ele”. E depois, bem vistas as coisas, o que aquele pai e mãe estão a fazer é não dar qualquer hipótese à criança ou ao jovem de fazer ouvir a sua voz. E o resultado passa, muito frequentemente, ou pela contestação ou pela aceitação mais ou menos passiva da situação, até ao ponto de ruptura»</span>.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Para a psicóloga Maria João Santos, «dar a conhecer todas as possibilidades de desenvolvimento pessoal é tarefa dos pais», mas esta missão começa a perder sentido a partir do momento em que os sonhos e expectativas parentais se sobrepõem ao que deveria ser um processo de auto-descoberta.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Numa sociedade que valoriza os sinais de sucesso e altamente competitiva, os adultos «procuram facilitar e orientar os filhos na direcção do êxito, sem muitas vezes se aperceberem de que lhes <strong>estão a negar a importante ferramenta de saber fazer escolhas e arcar com as consequências, sejam elas boas ou más</strong>». Em suma «eles não têm espaço para descobrir, porque os adultos já descobriram tudo por eles»</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Quem não sabe optar, porque sempre teve alguém que o fizesse por si «não tem capacidade para lidar com a tristeza e a frustração que, mais tarde ou mais cedo, nos batem à porta» diz, por seu turno, Catarina Rivero, para quem <strong>a cultura de tentativa e erro faz igualmente perceber «quais são as nossas fragilidades e potencialidades, quando podemos trabalhar sozinhos e quando devemos pedir ajuda. Em suma, permite que nos exploremos e conheçamos mais solidamente</strong>»</span>.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>«É saudável e desejável que projectemos nos nossos filhos alguns dos nossos objectivos e desejos, mas já não é bom que cultivemos o nosso próprio status através da parentalidade», adverte Catarina Rivero. «De nada serve insistir para que as crianças se desenvolvam num dado sentido se esse caminho não estiver apoiado em sólidas competências sociais e emocionais. E apenas elas as podem conquistar, embora nos caiba, sempre, orientá-las e fornecer-lhes a matéria-prima afectiva. São esses os limites da autoridade», frisa a terapeuta. <strong>Autoridade essa que passa por descobrir onde está a fronteira entre a necessária orientação e a ainda mais necessária liberdade</strong>. «Inúmeros pais fazem de tudo para que os filhos não caiam e não se enganem, em suma, não sofram nunca», o que, paradoxalmente os pode levar a «pactuar com situações impostas e pré-formatadas que os angustiam profundamente», refere Maria João Santos. Tal não significa que, em contraponto, se promova uma cultura familiar «em que se desiste dos projectos à primeira dificuldade e sob qualquer pretexto. As vocações muito definidas não acontecem a todas as pessoas e a maior parte de nós tem de persistir até encontrar um patamar que nos satisfaça, seja no campo académico, laboral, desportivo ou outro», adianta. «O lado positivo desta atitude firme é fazer a criança perceber que a auto-disciplina também é necessária e que na vida não vão encontrar muitas situações em que tudo é à vontade do freguês».</p>
<p><strong>Abertura e optimismo</strong><br />
A chave desta complexa equação parece estar, assim, nas características dos laços que unem a família. «A questão básica é a da relação que existe entre pais e filhos. Se ela tem por base modelos anteriores demasiado rígidos, pode acontecer uma de duas coisas: os pais decalcam esses modelos ou rebelam-se contra eles», afirma Maria João Santos.</p>
<p>«Seja o que for que aconteça, o melhor que pode acontecer é <span style="text-decoration: underline;">que esta ligação tenha por base um profundo conhecimento mútuo, confiança total, uma cultura de diálogo precoce e permanente, autoridade– não autoritarismo – e a capacidade para dar a escolher opções adequadas a cada idade</span>».</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">«É bom que consigamos partilhar com a criança ou o jovem os nossos valores e decisões, mas também as nossas hesitações e dúvidas», defende, por seu turno, Catarina Rivero, para quem o grande papel da família consiste em <strong>procurar o equilíbrio entre «a protecção e a autonomia». Se, entre pais e filhos «existirem hábitos de proximidade afectiva, essa partilha ajuda a pesar todos os prós e contras de qualquer situação, respeitando a individualidade de todos</strong>», conclui</span>. <strong>&#8220;</strong></p>
<p>Texto: Elsa Páscoa<br />
Revista PAIS &amp; Filhos<br />
17 Maio 2010</p>
<p>Podem ler o artigo completo <a href="http://www.paisefilhos.pt/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=2408&amp;catid=39" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>&#8220;O recurso à palmada&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 12:15:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação/Pedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Um em cada cinco pais daria uma palmada aos filhos, em determinadas situações. São números de um estudo realizado nos Estados Unidos, na Universidade de Michigan. Um inquérito de nível nacional, que envolveu 1500 pais, revelou quais os métodos que os americanos consideram mais adequados para disciplinar os filhos. A palmada continua a ser escolhida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong>Um em cada cinco pais daria uma palmada aos filhos, em determinadas situações. São números de um estudo realizado nos Estados Unidos, na Universidade de Michigan. Um inquérito de nível nacional, que envolveu 1500 pais, revelou quais os métodos que os americanos consideram mais adequados para disciplinar os filhos. A palmada continua a ser escolhida por um quinto dos pais.</p>
<p>Para 88 por cento dos inquiridos, o método de eleição é a explicação das razões de determinada regra. 70 por cento dos pais retiram privilégios aos filhos e 59 recorrem a castigos (não poderem sair do quarto, por exemplo).</p>
<p>Verificou-se que a palmada é mais frequente quando as crianças são mais novas &#8211; dos dois aos cinco anos &#8211; e também tem índices mais elevados em certas regiões do país (oeste e sul).</p>
<p>Os resultados do estudo foram publicados na edição de Maio do jornal Pediatrics.</p>
<p>Um estudo anterior, também publicado naquele jornal, estabeleceu uma relação entre a palmada e a agressividade nas crianças. As que são frequentemente castigadas dessa forma têm mais 50 por cento de probabilidades de se tornarem agressivas aos cinco anos.</p>
<p>Outro estudo estabeleceu relação entre os castigos físicos e um QI mais baixo do que a média das crianças que não sofrem esse tipo de tratamento.</p>
<p><strong>Nunca bater</strong><br />
O pediatra Mário Cordeiro dá como conselho «nunca bater». Mas afirma que «dar uma palmada numa mão ou numa fralda pode não ser bater, se for a única maneira de estabelecer um limite (&#8230;) Nunca se deve magoar uma criança ou bater de modo a fazer doer. A palmada pode ser uma maneira de marcar um momento, mas apenas isso. Bater, seja com o que for, é errado e pode ser considerado um mau-trato».<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/artigo.php?id=1158726&amp;div_id=3722" target="_blank">IOL Mãe</a><br />
2010/04/28</p>
<p><em>Definitivamente sou contra a violência, física ou emocional, mais ainda numa criança e principalmente num filho meu! Penso que há outras formas eficazes e suaves de orientarmos as crianças (&#8220;educar&#8221; por vezes parece-me um termo que ganha uma certa carga pesada, eu diria até negativa!).</em></p>
<p><em>Agora, confesso que não vejo uma palmada num &#8220;rabiosque&#8221; protegido com airbag (diga-se fralda </em> <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> <em> ) como um método propriamente agressivo ou violento. Acho que acima de tudo tem que se perceber o motivo que nos levou a dar essa palmada e se de facto a criança irá entendê-la como uma forma de a avisar que fez algo que à partida não foi correcto. </em></p>
<p><em>Mas também aqui já entram outros factores, que têm a ver com os nossos valores enquanto pais e &#8220;orientadores&#8221;/&#8221;mentores&#8221;.</em></p>
<p><em>Gostava de saber a vossa opinião! </em> <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>&#8220;Sobreviver NÃO é o Bastante&#8230;&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 21:50:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação/Pedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Adorei este texto escrito pela Tata, do blog brasileiro Mamíferas:
&#8220;Muitas vezes, quando converso sobre criação de filhos, escolhas, caminhos, ouço argumentos do tipo: &#8220;ah, meus três filhos nasceram de cesárea e sobreviveram!&#8221;, &#8220;ah, meu filho não mamou nem um mês e taí, firme e forte!!&#8221;, &#8220;ah, eu apanhei dos meus pais quando criança e sobrevivi, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Adorei este texto escrito pela Tata, do blog brasileiro <a href="http://mamiferas.blogspot.com/2010/04/sobreviver-nao-e-o-bastante.html" target="_blank">Mamíferas</a>:</p>
<p><strong>&#8220;</strong><em>Muitas vezes, quando converso sobre criação de filhos, escolhas, caminhos, ouço argumentos do tipo: &#8220;ah, meus três filhos nasceram de cesárea e sobreviveram!&#8221;, &#8220;ah, meu filho não mamou nem um mês e taí, firme e forte!!&#8221;, &#8220;ah, eu apanhei dos meus pais quando criança e sobrevivi, não tenho traumas!!&#8221;, &#8220;ah, meus filhos comiam bala, pirulito, refrigerante à vontade e estão aí, vivinhos da silva!!&#8221;. Perco a vontade de discutir diante de um argumento desses, juro. Tão descabido, tão raso, tão simplório.</em></p>
<p><em>Fico me perguntando: sobreviver é o bastante? Na nossa vida diária de escolhas e decisões como pais e mães, nosso parâmetro deve ser apenas optar pelo que não causará lesões óbvias, permanentes e irreversíveis em nossos filhos? Devemos nos contentar em garantir que eles &#8217;sobrevivam&#8217; às nossas escolhas e aos caminhos pelos quais os conduzimos?</em></p>
<p><em>Sim, bebés nascem de cesáreas desnecessárias e não morrem por isso. Bebés deixam de ser amamentados, vivem à base de chupeta e mamadeira, são afastados do colo e do carinho de suas mães desde muito cedo, e sobrevivem. Crianças são agredidas física e verbalmente por seus pais e cuidadores, e seguem vivendo. Crianças comem porcarias a torto e a direito, adquirem péssimos hábitos alimentares que os perseguirão pela vida toda, e seguem aí, vivinhos da silva. Crianças são desrespeitadas, negligenciadas, desconsideradas a todo momento, e sobrevivem a tudo isso. Sim, é assim mesmo. Crianças são seres muito resilientes. Eles sobrevivem a quase tudo.</em></p>
<p><em>Mas e daí? Isso é o bastante? Para mim, não. Eu não quero fazer escolhas às quais minhas filhas possam simplesmente &#8217;sobreviver&#8217;. Não, isso não me basta, eu desejo mais para elas. Eu quero fazer o meu melhor, e não me contento com nada menos do que isso. E não porque elas corram riscos seríssimos de traumatizar-se para o resto da vida ao meu menor deslize ou descaminho, mas porque elas merecem mais do que o mínimo necessário à simples &#8217;sobrevivência&#8217;. Elas merecem que eu busque sempre as melhores opções, escolha os caminhos com critério, com consciência, com responsabilidade. Elas merecem que eu opte, questione, reflita, e não siga agindo automaticamente, sem pensar, apenas porque, afinal, &#8216;ninguém morre por isso&#8217;.</em></p>
<p><em>Acho fundamental que tenhamos em mente que nossos filhos seguirão vivendo, crescendo, se desenvolvendo, saudáveis e felizes, mesmo que a gente não consiga fazer o ideal 100% do tempo (e alguém consegue??). Mas acho igualmente importante que a gente não transforme essa ideia em muleta, para se acomodar e deixar de dar o melhor de si a cada momento, porque afinal, seja como for, &#8216;eles vão sobreviver&#8217;.</em></p>
<p><em>Eu não quero ser uma mãe perfeita, sei que erro, já errei e ainda vou errar muito, porque faz parte da caminhada. Mas meu coração está tranquilo, porque sei que todas as vezes que cometi um erro, foi procurando acertar. Sei que errei tentando fazer o melhor, e não por omissão, por desistência ou por achar que encontrar a melhor opção não fosse assim tão importante.</em></p>
<p><em>E não me permito esquecer, nem por um instante, que todas as atitudes que eu tomo terão consequências, sim. Porque todas as pequenas vivências do dia a dia vão fazendo da criança o indivíduo que ela será, no futuro. Isso não significa neurotizar a convivência e viver medindo palavras e atitudes a cada segundo, nem fazer da vida diária um ambiente milimetricamente planeado e controlado para evitar traumas futuros. Significa apenas estar consciente da responsabilidade que o papel de pais nos traz, a todo momento.</em></p>
<p><em>Eu não abdico dessa responsabilidade. Porque para mim, sobreviver não é o bastante, nem nunca será. E pra você?</em><strong>&#8220;</strong></p>
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		<title>Petição para reduzir número de alunos por turma</title>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 13:10:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação/Pedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;No dia 29 de Abril foi apresentada pelo Movimento Escola Pública (MEP) uma petição que defende a redução do número de alunos por turma. A uma média de mais de mil assinaturas por dia, este movimento de cidadãos conseguiu assim, em apenas três dias, ultrapassar as quatro mil assinaturas, número necessário para levar o assunto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong>No dia 29 de Abril foi apresentada pelo Movimento Escola Pública (MEP) uma petição que defende a redução do número de alunos por turma. A uma média de mais de mil assinaturas por dia, este movimento de cidadãos conseguiu assim, em apenas três dias, ultrapassar as quatro mil assinaturas, número necessário para levar o assunto a discussão na Assembleia da República.</p>
<p>A iniciativa baseia-se na convicção de que a redução do número de alunos por turma contribuirá para combater o insucesso escolar e prevenir a indisciplina. «É uma medida muito importante que contribui para combater o insucesso escolar e prevenir fenómenos de indisciplina. Um professor com uma turma de 28 alunos tem muito menos capacidade para acompanhar todos os estudantes», afirmou à agência Lusa Miguel Reis, do MEP.</p>
<p>É principalmente nas zonas periféricas dos grandes centros urbanos, segundo o MEP, que as turmas atingem perto de 30 alunos. Essa situação enfraquece a relação pedagógica e abre caminho à naturalização do insucesso e à sensação de impotência profissional. São muitos os professores que têm a seu cargo mais de 150 alunos, tornando muito difícil o acompanhamento, a dedicação e o investimento desejáveis.</p>
<p>«Há casos de professores com sete turmas e com mais de 200 alunos. É impossível acompanhar a realidade. Uma coisa é saber o nome dos alunos, outra coisa é identificar as dificuldades de cada um», alertou Miguel Reis.</p>
<p><strong>Limites propostos: 19 alunos no 1º ciclo e 22 nos anos seguintes</strong><br />
Na petição, defende-se que as turmas de jardim de infância e 1º Ciclo não tenham mais de 19 alunos por professor, ou 15 no caso de haver no grupo crianças com necessidades educativas especiais.</p>
<p>Entre o 5º e o 12º ano, os subscritores propõem que o número de alunos por turma não ultrapasse os 22, ou os 18 no caso especial atrás referido.</p>
<p>Importante também, para o MEP, é que cada professor não tenha a seu cargo mais de cinco turmas por ano lectivo, não excedendo os 110 alunos.</p>
<p>A lei estabelece que o número de alunos nas turmas do 2.º e 3.º ciclos e secundário varie entre os 24 e os 28 alunos e que no 1.º ciclo o número máximo seja 24.</p>
<p>O MEP sublinha ainda que a petição defende a redução do número máximo de alunos por turma e não necessariamente a redução do número médio de alunos por turma. Ou seja, pretende-se sobretudo acabar com as turmas demasiado grandes, de 28 alunos, que a lei actualmente permite.</p>
<p>Para mais informações ou para assinar a petição vá a <a href="http://movimentoescolapublica.blogspot.com/" target="_blank">movimentoescolapublica.blogspot.com</a> <strong>&#8220;</strong></p>
<p>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/artigo.php?id=1159758&amp;div_id=3722" target="_blank">IOL Mãe</a><br />
2010/05/03</p>
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		<title>&#8220;Eu cuido do bebé, tu brincas com o carro&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 15:22:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento do Bebé/Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Educação/Pedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[Bebés]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar de achar que as crianças não são todas iguais no que diz respeito às escolhas dos brinquedos e que, do meu ponto de vista, não é isso que vai determinar, à partida, as suas aptidões na vida adulta, confesso que achei interessante este estudo, pois dá-nos uma razão biológica, ancestral, que de facto faz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Apesar de achar que as crianças não são todas iguais no que diz respeito às escolhas dos brinquedos e que, do meu ponto de vista, não é isso que vai determinar, à partida, as suas aptidões na vida adulta, confesso que achei interessante este estudo, pois dá-nos uma razão biológica, ancestral, que de facto faz muito sentido (pelo menos para mim)</em>.  <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>&#8220;</strong>Todos os pais sabem que é verdade: as meninas adoram brincar com bebés e os rapazes costumam virar-se para os carros. Estas preferências são vincadas muitas vezes ainda a criança não completou um ano. Um estudo confirma agora que não é imaginação dos pais &#8211; há de facto diferenças muito precoces entre meninas e meninos na escolha dos brinquedos &#8211; e sugere que há razões biológicas por trás destas escolhas.</p>
<p>Investigadores da City University London decidiram avaliar as escolhas livres de 90 bebés com idades entre os nove e os 36 meses. As crianças podiam escolher entre sete brinquedos: alguns tipicamente chamados «de rapaz», como um carro, uma escavadora, uma bola e um ursinho azul; outros tipicamente de menina, como um ursinho rosa, uma boneca ou um conjunto de cozinha.</p>
<p>Os bebés foram colocados a um metro de todos os brinquedos, tendo assim igual acesso a qualquer deles. As suas primeiras escolhas, bem como o tempo passado a brincar com cada um dos brinquedos (durante três minutos) foram registados. Para que conste:</p>
<p>- entre os nove e os catorze meses, os rapazes passaram muito mais tempo a brincar com a bola e com o carro do que as raparigas. Estas, por seu lado, passaram bastante mais tempo a brincar com a boneca do que eles;</p>
<p>- entre os dois e os três anos, as raparigas passaram metade do tempo com a boneca. Os rapazes passaram quase 90 por cento do tempo a brincar com o carro e a escavadora, nos quais as raparigas quase não tocaram. Entre os rapazes, apenas dois tocaram de passagem na boneca;</p>
<p>- os rapazes não demonstraram qualquer preferência pela cor azul porque também não demonstraram qualquer interesse nos ursos de peluche. As meninas revelaram mais interesse por este clássico, sobretudo as mais novas.</p>
<p>Os resultados revelaram que existem tendências intrínsecas na escolha dos brinquedos que podem sugerir motivações de ordem biológica. Ou seja, <strong><span style="text-decoration: underline;">se os rapazes escolhem brinquedos que sugerem movimento e as raparigas brinquedos que pedem protecção e cuidado, não estará essa escolha relacionada com as origens da humanidade? Eles crescem para sair, para procurar alimento, com instintos de caçador, ao passo que elas crescem com instintos protectores, prontas para cuidar das crias</span></strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">De sublinhar que não se verificou uma relação entre as escolhas das crianças e os brinquedos que os pais consideram mais apropriados para raparigas e rapazes, por um lado, ou os papéis que desempenham na rotina familiar, por outro. Claro que as crianças estão sujeitas a muitos constrangimentos culturais e os pais passam para elas, mesmo inconscientemente, muitas expectativas relativamente ao género, mas parece haver de facto diferenças muito marcadas desde muito cedo</span>.</p>
<p>As conclusões vão ao encontro das de outro estudo, realizado em 2001, que avaliou o grau de atenção de recém-nascidos com apenas um dia de vida face a vários brinquedos. Os rapazes já passavam mais tempo a olhar objectos com movimento, enquanto elas preferiam contemplar aqueles que tinham face.</p>
<p>Os resultados do estudo foram apresentados no Reino Unido, na conferência anual da British Psychological Society&#8217;s, em Stratford, Avon.<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/artigo.php?id=1155764&amp;div_id=3722" target="_blank">IOL Mãe</a><br />
2010/04/16</p>
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		<title>&#8220;As vantagens de ter irmãs&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 13:54:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação/Pedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Achei este estudo muito interessante; é sempre bom saber que a Mulher tem muito valor, desde tenra idade.   
 &#8220;Crescer com, pelo menos, uma irmã torna-nos mais felizes, optimistas e com capacidades acrescidas para lidar com os problemas. Isto porque as raparigas criam laços fortes e encorajam os seus familiares a comunicarem as emoções [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Achei este estudo muito interessante; é sempre bom saber que a Mulher tem muito valor, desde tenra idade.  <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong><a href="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2010/04/irmasmall.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2329" title="irmasmall" src="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2010/04/irmasmall.jpg" alt="" width="100" height="70" /></a> &#8220;</strong><span style="text-decoration: underline;">Crescer com, pelo menos, uma irmã torna-nos mais felizes, optimistas e com capacidades acrescidas para lidar com os problemas. Isto porque as raparigas criam laços fortes e encorajam os seus familiares a comunicarem as emoções de forma mais eficaz</span>.</p>
<p>Tony Cassidy, o investigador da Universidade do Ulster (Irlanda do Norte) que liderou o estudo, em conjunto com cientistas da Universidade de Leicester (Reino Unido) afirma que ter uma irmã ajuda decisivamente na manutenção de uma boa saúde mental. «<strong>As irmãs encorajam a comunicação e a coesão familiares</strong>. Porém, os irmãos parecem ter o efeito oposto. A expressão emocional é fundamental para a boa saúde psicológica e as raparigas são boas aliadas».</p>
<p>As raparigas que têm irmãs também tendem a ser mais independentes e motivadas para a obtenção de resultados. E os efeitos são mais visíveis nas famílias monoparentais, o que parece indicar que as irmãs se apoiam umas às outras em contexto de divórcio dos pais. Os resultados deste trabalho acabam de ser apresentados no encontro anual da Sociedade Britânica de Psicologia.</p>
<p>Cassidy afirma que os resultados mais baixos do estudo, que envolveu 571 jovens adultos, foram obtidos pelos rapazes que apenas têm irmãos. «Tal poderá dever-se ao facto dos rapazes terem tendência a não verbalizar as coisas e quando estão juntos quase que se assiste a uma ‘conspiração de silêncio’ que as raparigas estilhaçam rapidamente».<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Revista <a href="http://www.paisefilhos.pt/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=2293&amp;Itemid=29" target="_blank">PAIS &amp; Filhos</a><br />
19 Abril 2010</p>
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		<title>&#8220;Vamos falar de sexo&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 14:37:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação/Pedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;A educação sexual deve acontecer ao longo do desenvolvimento das crianças e não apenas quando os filhos já são adolescentes e os pais pensam que eles começaram agora a pensar em sexo. Segundo um estudo publicado este mês* na edição online da revista Pediatrics uma grande parte das conversas «de pai para filho» sobre sexo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong><span style="text-decoration: underline;"><strong>A educação sexual deve acontecer ao longo do desenvolvimento das crianças</strong> e não apenas quando os filhos já são adolescentes e os pais pensam que eles começaram agora a pensar em sexo. Segundo um estudo publicado este mês<span style="color: #ff00ff;">*</span> na edição online da revista Pediatrics <strong>uma grande parte das conversas «de pai para filho» sobre sexo acontecem demasiado tarde, ou seja já depois de os adolescentes terem passado etapas cruciais do seu desenvolvimento sexual</strong></span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Através de entrevistas a 141 pais e aos seus filhos adolescentes (entre os 13 e os 17 anos), concluiu-se que em <strong>40 por cento dos casos, os adolescentes iniciaram relações sexuais antes de terem tido qualquer conversa com os pais sobre sexo</strong>: doenças sexualmente transmissíveis, uso do preservativo, a necessidade de prevenir uma gravidez e como fazê-lo, ou como reagir se o parceiro recusar o preservativo</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Os investigadores consideram que os pediatras deviam ter um papel mais activo nesta matéria, alertando os pais para a necessidade de conversarem com os filhos sobre sexualidade e dando-lhes informação sobre como fazê-lo</span>.<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/artigo.php?id=1110230&amp;div_id=3722" target="_blank">IOL Mãe</a><br />
<span style="color: #ff00ff;">*</span>2009/12/15</p>
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		<title>&#8220;Agressores na escola e em casa&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 16:33:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação/Pedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Segundo um estudo realizado em Itália, o fenómeno do bullying estende-se ao ambiente familiar, sendo muitas das crianças agressoras na escola também agressoras em casa, fazendo dos irmãos mais novos as suas vítimas.
O bullying acontece quando um ou mais estudantes agridem regularmente outro ou outros, sendo que o agressor e a vítima são sempre os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong><span style="text-decoration: underline;">Segundo um estudo realizado em Itália, <strong>o fenómeno do bullying estende-se ao ambiente familiar</strong>, sendo muitas das crianças agressoras na escola também agressoras em casa, fazendo dos irmãos mais novos as suas vítimas</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">O bullying acontece quando um ou mais estudantes agridem regularmente outro ou outros, sendo que o agressor e a vítima são sempre os mesmos. Não são simples zangas ou lutas. <strong>É um fenómeno de exercício do poder sobre os mais fracos em que a violência pode ser física, mas também passar por humilhações verbais</strong></span>.</p>
<p>O estudo envolveu 195 crianças com idades entre os 10 e os 12 anos. Todas tinham irmãos com uma diferença de idades não superior a quatro anos. <span style="text-decoration: underline;">O grupo de crianças com irmãos mais velhos rapazes foi aquele onde se verificou uma percentagem maior de vítimas</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Foi encontrada uma relação bem estabelecida entre o bullying na escola e o bullying na família. <strong>As crianças que exercem o seu poder de forma violenta sobre os irmãos mais novos são também frequentemente agressores na escola. Assim como as crianças vítimas dos irmãos em casa, são muitas vezes também vítimas dos colegas na escola</strong></span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Foi impossível descobrir, através deste estudo, qual o comportamento que teve início primeiro, ou seja, se as crianças acabam por assumir na escola um papel que já tinham em casa face aos irmãos, ou se o padrão de comportamento na escola é que é depois reproduzido em casa</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Seja como for, o estudo revela <strong>a importância de os pais estarem atentos aos comportamentos dos filhos e à relação entre si</strong>. Até porque são indicadores de como se passam as coisas na escola na relação com os colegas e podem ser indicadores de algum problema</span>.</p>
<p><strong>Há mais agressores entre os irmãos mais velhos rapazes</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Foram mais os rapazes do que as raparigas que afirmaram exercer alguma violência sobre os irmãos mais novos. Esta é para eles, muito mais do que para elas, uma forma de manter o domínio</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Para as raparigas, a ordem de nascimento não é determinante e a vítima tanto pode ser a mais velha como a mais nova, estando o fenómeno de violência e submissão mais relacionado com falta de empatia e cumplicidade e com altos níveis de conflitualidade</span>.</p>
<p>Os resultados deste estudo foram publicados na edição online do British Journal of Developmental Psychology.</p>
<p><strong>Metade dos alunos portugueses já foi vítima</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Um estudo realizado na Universidade do Minho revelou que cerca de metade dos alunos das escolas portuguesas afirma já ter sido vítima de bullying, dado que coincide com os números apurados noutros países europeus</span>. (&#8230;)<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Texto: Ana Esteves<br />
Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/artigo.php?id=1107900&amp;div_id=3722" target="_blank">IOL Mãe</a><br />
2009/12/04<strong><br />
</strong></p>
<p>Encontram mais informação no site <a href="http://www.portalbullying.com.pt/" target="_blank">Portal Bullying</a>.</p>
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		<title>&#8220;As vantagens das turmas pequenas&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 15:25:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação/Pedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Pertencer a uma turma pequena nos primeiros anos de escolaridade traz vantagens que são visíveis ao longo de todo o percurso escolar, defendem investigadores em Pedagogia da Universidade Northwestern (EUA). E os maiores beneficiados parecem ser os alunos com mais dificuldades.
De acordo com um estudo levado a cabo pela equipa de cientistas, as crianças que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong><span style="text-decoration: underline;"><strong>Pertencer a uma turma pequena nos primeiros anos de escolaridade traz vantagens que são visíveis ao longo de todo o percurso escolar</strong>, defendem investigadores em Pedagogia da Universidade Northwestern (EUA). E os maiores beneficiados parecem ser os alunos com mais dificuldades</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">De acordo com um estudo levado a cabo pela equipa de cientistas, as crianças que pertenciam a <strong>turmas que tinham até 17 alunos</strong> nos primeiros anos de escolaridade apresentavam <strong>notas substancialmente mais elevadas</strong> no 8.º ano, quando comparadas com crianças originárias de turmas maiores. O fenómeno é ainda mais notório nos desempenhos de leitura e ciências que são atingidos por estudantes que habitualmente lidam com dificuldades</span>.<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Revista <a href="http://www.paisefilhos.pt/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=1975&amp;Itemid=60" target="_blank">PAIS &amp; Filhos</a><br />
2 Dezembro 2009</p>
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		<title>&#8220;Furtos e ofensas corporais são os crimes mais praticados nas escolas&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 15:47:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação/Pedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Furtos e ofensas corporais são os crimes mais praticados no interior e nas imediações dos estabelecimentos de ensino, disse à Lusa a chefe da Divisão de Prevenção Pública e Proximidade da PSP, Virgínia da Cruz.
Segundo a responsável pelo programa Escola Segura, os crimes são cometidos maioritariamente por alunos. Telemóveis, ténis e moedas são os objectos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong><span style="text-decoration: underline;"><strong>Furtos e ofensas corporais são os crimes mais praticados no interior e nas imediações dos estabelecimentos de ensino</strong>, disse à Lusa a chefe da Divisão de Prevenção Pública e Proximidade da PSP, Virgínia da Cruz</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Segundo a responsável pelo programa Escola Segura, <strong>os crimes são cometidos maioritariamente por alunos</strong>. Telemóveis, ténis e moedas são os objectos mais furtados. No entanto, a introdução de um cartão tipo multibanco para os alunos comprarem as senhas dos almoços e lanches «veio decrescer o número de furtos em algumas escolas», disse ainda</span>.</p>
<p><strong>Dentro das ofensas corporais, o bullying é «a situação mais frequente no interior das escolas»</strong>. Apesar disso, Virgínia da Cruz explica que «já não há uma evolução tão drástica como existia, mas ainda existem casos de bullying na escola».</p>
<p>Em geral, o balanço é positivo: «Pelo trabalho que é feito e pelo feedback que me é dado pelas equipas da Escola Segura, não sinto clima de evolução no que diz respeito à violência nas escolas», resume.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Em todo o país, a PSP tem 344 agentes de serviço do programa Escola Segura, que durante o ano lectivo promovem condições de segurança junto de 2885 escolas</span>.<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Revista <a href="http://www.paisefilhos.pt/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=1950&amp;Itemid=60" target="_blank">PAIS &amp; Filhos</a><br />
23 Novembro 2009</p>
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