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	<title>Rituais Maternos &#187; Educação/Pedagogia</title>
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		<title>Ensino doméstico um dia por semana</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 15:19:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação/Pedagogia]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma bela iniciativa, que também poderíamos fazer por cá. Seria um bom começo para mudarmos o sistema de ensino português. &#8220;Conciliar ensino doméstico com a frequência de uma escola pública é possível no Reino Unido. Esta opção tem vindo a ganhar adeptos. No Reino Unido, a opção pelo Ensino Doméstico, no qual estão envolvidas, estima-se, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma bela iniciativa, que também poderíamos fazer por cá. Seria um bom começo para mudarmos o sistema de ensino português. <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a href="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2011/12/2201.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3333" title="220" src="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2011/12/2201.jpg" alt="" width="220" height="165" /></a>&#8220;Conciliar ensino doméstico com a frequência de uma escola pública é possível no Reino Unido. Esta opção tem vindo a ganhar adeptos.</p>
<p>No Reino Unido, a opção pelo Ensino Doméstico, no qual estão envolvidas, estima-se, 80 mil crianças, pode não ser radical. O <em>Flexi-schooling</em> é um regime em que as crianças estão inscritas e frequentam a escola, mas passam algum tempo lectivo por semana com o pai ou com a mãe em actividades que complementam o ensino formal.</p>
<p>A educação partilhada entre a escola e a família é uma opção legal, mas cabe ao professor titular de turma autorizá-la, caso a caso. A escolaridade é obrigatória, tal como em Portugal, mas isso não implica a frequência da escola a tempo inteiro. No nosso país, a opção pelo Ensino Doméstico existe, mas não permite um regime combinado.</p>
<p>No Reino Unido, o número de pais que tomam esta opção tem vindo a crescer. As possibilidades cada vez maiores de trabalho com horários flexíveis ou em part-time, e o número crescente de crianças na escola pública (escolas enormes e turmas grandes tornam o ensino muito formatado), são algumas das razões para esse crescimento. Por outro lado, a vontade de enriquecer a experiência de aprendizagem das crianças, com mais liberdade e orientação individual, tem vindo a ganhar adeptos.</p>
<p>Um dia de escola em casa pode ser muito produtivo, com actividades direccionadas para os interesses da criança e com saídas a museus, parques ou outros locais de interesse, que de outra forma seriam difíceis de concretizar.</p>
<p>Na escola <em>Shacklewell Primary School</em>, em Londres, seis famílias estão envolvidas num projecto de <em>flexi-schooling</em>. Sexta-feira é o dia em que as crianças ficam com os pais. Noutras escolas, existem outras opções de equilíbrio entre o tempo de escola e o tempo de ensino doméstico. Em nenhuma das famílias envolvidas neste projecto existe o desejo de optar pelo Ensino Doméstico a tempo inteiro, mas encontraram nesta opção uma solução de compromisso entre as vantagens do ensino formal, sobretudo ao nível de socialização, e a necessidade de uma educação mais personalizada, focada nos interesses de cada criança.&#8221;</p>
<p>Texto de Ana Esteves, Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/criancas/escola-ensino-ensino-domestico/1306185-5539.html" target="_blank">IOL Mãe</a> (2011-12-07)
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		<title>&#8220;Comer em família previne problemas de comportamento&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 12:02:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação/Pedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Quando se senta com o seu filho à mesa para jantar, não está apenas a proporcionar-lhe uma alimentação saudável. Está também a aumentar as suas hipóteses de se desenvolver globalmente bem e a prevenir uma série de problemas do âmbito da saúde mental. São muitos os benefícios de fazer refeições em família, sobretudo para as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2011/12/220.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3319" title="220" src="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2011/12/220.jpg" alt="" width="220" height="165" /></a>&#8220;Quando se senta com o seu filho à mesa para jantar, não está apenas a proporcionar-lhe uma alimentação saudável. Está também a aumentar as suas hipóteses de se desenvolver globalmente bem e a prevenir uma série de problemas do âmbito da saúde mental.</p>
<p>São muitos os benefícios de fazer refeições em família, sobretudo para as crianças. E não se trata apenas dos efeitos ao nível do organismo, que advêm do facto de se comer de forma mais saudável quando se come em família. Jayne Fulkerson, investigadora americana, na Universidade de Minneapolis, dedicou os últimos anos a estudar o impacto dos hábitos alimentares das crianças no seu desenvolvimento global. E afirma que as refeições partilhadas previnem também problemas de comportamento e doenças do foro da saúde mental.</p>
<p>Os adolescentes que fazem mais refeições em casa, com a família, são os que têm menos probabilidades de vir a tornar-se dependentes de drogas ou álcool, desenvolver depressões e revelar tendências suicidas, ter comportamentos anti-sociais ou problemas de comportamento da escola. E as raparigas adolescentes que fazem pelo menos cinco refeições por semana em casa, com a família, têm muito menos probabilidades de se tornarem anorécticas ou bulímicas.</p>
<p>Mais do que alimentos saudáveis, a rotina das refeições em família faz as crianças e adolescentes sentirem-se parte de um todo em que são importantes e cuja a ausência é sentida. Isso é importante para a sua auto-estima e para um desenvolvimento equilibrado.</p>
<p>Um jantar em família é também a oportunidade ideal para desenvolver a capacidade de comunicar e para os pais se apareceberem atempadamente da existência de algum problema que esteja a afectar os filhos.</p>
<p>Apesar de na Europa, sobretudo nos países latinos, as refeições em família serem muito mais frequentes do que nos EUA, e nos países anglo-saxónicos em geral, a verdade é que é um hábito que tem vindo a perder-se pelo estilo de vida apressado e pela impacto dos meios tecnológicos nas rotinas diárias de adultos e crianças.</p>
<p>A ciência vem agora alertar para o impacto que essa perda tem no desenvolvimento das crianças.&#8221;</p>
<p>Texto de Ana Esteves, Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/maternidade/saude-alimentacao/1296715-5535.html" target="_blank">IOL Mãe</a> (2011-11-08)
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Fcomer-em-familia-previne-problemas-de-comportamento%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		<title>&#8220;Um terço das crianças com menos de 10 anos têm telemóvel&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/um-terco-das-criancas-com-menos-de-10-anos-tem-telemovel/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 14:17:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação/Pedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi um inquérito realizado no Reino Unido, mas fiquei incrédula! Será que é mesmo assim? E em Portugal? Nem quero imaginar que poderá andar perto destes números. &#8220;Retrato da relação das famílias com a tecnologia no Reino Unido. Telemóvel cada vez mais cedo, de preferência com ligação à Internet. Uma em cada dez crianças, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><strong>Foi um inquérito realizado no Reino Unido, mas fiquei incrédula! Será que é mesmo assim? E em Portugal? Nem quero imaginar que poderá andar perto destes números. <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </strong></div>
<div>&#8220;Retrato da relação das famílias com a tecnologia no Reino Unido. Telemóvel cada vez mais cedo, de preferência com ligação à Internet.</div>
<div>
Uma em cada dez crianças, com idades entre os quatro e os dez anos, têm um <em>smartphone</em>, com ligação à internet. E um em cada dez pais considera adequado que uma criança de quatro anos tenha o seu próprio telemóvel.</div>
<div>São resultados de um inquérito promovido pela Westcoastcloud*, que procurou apurar os meios tecnológicos de que as famílias britânicas dispõem.</div>
<div>Participaram duas mil famílias com crianças com idades abaixo dos dez anos.<br />
- 17 por cento dos pais cederam na compra de um telemóvel para o filho quando deixaram de aguentar os pedidos constantes.<br />
- 68 por cento dos pais dizem que decidiram dar o telemóvel ao filho para poderem comunicar com ele de forma mais imediata e assim controlá-lo melhor.<br />
- 16 por cento das crianças têm o seu próprio computador portátil.<br />
- 18 por cento têm uma televisão de ecrã plano no quarto.<br />
- uma em cada 20 crianças têm um ipad.<br />
- quase uma em cada dez crianças com dez anos ou menos têm uma conta numa rede social (quando a idade mínima no Facebook ou no MySpace é 13 anos).<br />
- 15 por cento dos pais afirmam que os filhos usam regularmente o seu smartphone.<br />
- Um terço das crianças que usam o telemóvel dos pais, fazem-no para navegar na Internet (ver vídeos no youtube, consultar e enviar emails, ou usar as redes sociais).<br />
- Os pais inquiridos afirmam que os seus filhos com idades até aos dez anos passam cerca de três horas por semana a navegar na Internet, seja no computador ou no telemóvel.<br />
- Metade dos pais não usa qualquer filtro ou sistema de segurança que bloqueie o acesso a conteúdos impróprios para crianças.<br />
- 22 por cento têm discussões recorrentes com as crianças sobre o tempo que passam online.<br />
* empresa fornecedora de serviços de segurança para a internet&#8221;</div>
<div>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/criancas/telemovel-tecnoilogia/1286750-5539.html" target="_blank">IOL Mãe</a></div>
<div>2011-10-06</div>
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		<title>&#8220;Separar meninos e meninas faz crescer preconceitos e sexismo&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/separar-meninos-e-meninas-faz-crescer-preconceitos-e-sexismo/</link>
		<comments>http://www.rituaismaternos.com/separar-meninos-e-meninas-faz-crescer-preconceitos-e-sexismo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 14:04:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação/Pedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Sexismo e estereótipos de género são mais comuns em crianças que não convivem com o sexo oposto. As crianças que frequentam escolas onde só há rapazes ou só há raparigas têm mais probabilidades de aceitar e veicular estereótipos de género. Ou seja, de virem a ser pessoas sexistas e preconceituosas relativamente ao sexo oposto. Este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Sexismo e estereótipos de género são mais comuns em crianças que não convivem com o sexo oposto.</p>
<p>As crianças que frequentam escolas onde só há rapazes ou só há raparigas têm mais probabilidades de aceitar e veicular estereótipos de género. Ou seja, de virem a ser pessoas sexistas e preconceituosas relativamente ao sexo oposto.</p>
<p>Este tipo de educação tem efeitos negativos pois legitima o sexismo institucional. É a conclusão de um estudo realizado por investigadores de seis universidades americanas que analisaram dados de vários estudos anteriores relativos a esta questão.</p>
<p>Segundo os autores do estudo, não há evidências de que meninos e meninas aprendam de forma diferente, nem que os seus resultados sejam melhores quando separados. Além disso, os rapazes quando separados das raparigas tornam-se mais agressivos e revelam mais problemas de comportamento.</p>
<p>A troca de argumentos entre os defensores do ensino separado e das escolas mistas promete, assim, continuar. Para os autores deste novo estudo, publicado no jornal científico <em>Science</em> não há evidências de que o ensino separado tenha vantagens. Os bons resultados académicos, apontados por muitos, provavelmente devem-se mais à selecção rigorosa de alunos que é feita neste tipo de escolas do que propriamente ao facto de não poderem conviver com crianças do sexo oposto. Os efeitos negativos, pelo contrário, tornam-se evidentes. Não permitir que rapazes e raparigas trabalhem e estudem em conjunto é reforçar e enraizar preconceitos.&#8221;</p>
<p>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/criancas/escola-ensino-educacao-genero/1284263-5539.html" target="_blank">IOL Mãe</a></p>
<p>2011-09-28
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		<item>
		<title>&#8220;Os nossos antepassados ancestrais educavam melhor os filhos&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/os-nossos-antepassados-ancestrais-educavam-melhor-os-filhos/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 13:30:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação/Pedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade/Parentalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;A evolução tecnológica não trouxe melhorias à forma de educarmos as crianças. Pelo contrário. Nas sociedades humanas do Neolítico, as práticas educativas criavam adultos com melhor saúde mental e mais empatia pelo outro. Os pais de hoje passam menos tempo com as suas crianças do que na Idade do Gelo. Darcia Narvaez, psicóloga americana da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2011/04/220.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2882" title="220" src="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2011/04/220.jpg" alt="" width="220" height="154" /></a>&#8220;<span style="text-decoration: underline;">A evolução tecnológica não trouxe melhorias à forma de educarmos as crianças. Pelo contrário. Nas sociedades humanas do Neolítico, as práticas educativas criavam adultos com melhor saúde mental e mais empatia pelo outro</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Os pais de hoje passam menos tempo com as suas crianças do que na Idade do Gelo</span>. Darcia Narvaez, psicóloga americana da Universidade de Notre Dame, Indiana, comparou os métodos educativos de pais com filhos de três anos usados na actualidade com as práticas de sociedades humanas muito antigas. E concluiu que <strong>não estamos a educar melhor</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">As práticas actuais estão muito longe das práticas do passado e os pais têm hoje mais dificuldade em assegurar bem-estar e transmitir valores morais. Por isso, as crianças têm mais problemas de saúde mental</span>.</p>
<p><strong>Ao contrário do que acontece hoje, as mães respondiam prontamente ao choro do bebé e amamentavam os filhos até aos cinco anos. Esta proximidade mantém o bebé calmo nos anos decisivos de formação da personalidade.</strong></p>
<p><strong>Nas comunidades humanas antigas, os bebés e crianças mais novas tinham muito mais tempo de contacto físico com as mães e não havia maus tratos como forma de educar.</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">As crianças hoje não recebem o alimento emocional necessário, nos primeiros anos, e tendem por isso a ser mais centradas em si próprias e ansiosas, faltando-lhes a empatia e compaixão pelos outros, características das crianças que crescem em famílias mais disponíveis e atentas às suas necessidades</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Hoje, os bebés passam muito tempo em utensílios de puericultura modernos que os afastam das mães, como os carros de passeio ou as cadeiras de carro e de mesa. Por outro lado, apenas 15 por cento das mães amamenta até aos 12 meses. As famílias numerosas são raras e a brincadeira livre é uma realidade que desde os anos 70 tende a ser cada vez mais rara</span>.</p>
<p><strong>O que se perdeu</strong></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">Práticas que deixámos para trás e que fazem falta para criar adultos mais saudáveis e seguros</span>:</span></p>
<p># <span style="color: #ff6600;"><strong>Muito contacto físico</strong> e resposta pronta ao choro do bebé. Hoje fala-se nos perigos de mimar demasiado, na vantagem de deixar o bebé chorar, e procura-se que o bebé se habitue a estar desde cedo sozinho no seu quarto. (Para muitas culturas que mantêm costumes ancestrais a ideia de uma cama de grades é considerada uma violência)</span></p>
<p># <span style="color: #ff6600;"><strong>Amamentação</strong> até aos dois a cinco anos</span></p>
<p># <span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Vários adultos prestadores de cuidados à criança</strong>, família e pessoas próximas do pai e da mãe</span></span></p>
<p># <span style="color: #ff6600;"><strong>Brincadeira livre</strong> com amigos de todas as idades</span></p>
<p>#<span style="color: #ff6600;"> <strong>Parto natural</strong>, com toda a explosão hormonal que se segue e que proporciona uma vinculação forte e muita energia para cuidar do bebé</span>&#8221;</p>
<p>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/maternidade/educacao-colo/1194434-5535.html" target="_blank">IOL Mãe</a><br />
2010-09-27
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		<item>
		<title>Escola Ecológica</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/escola-ecologica/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Mar 2011 13:15:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação/Pedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>

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		<description><![CDATA[Vamos construir uma escola assim em Portugal?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #800080;"><strong>Vamos construir uma escola assim em Portugal? </strong></span> <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="446" height="326" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="bgColor" value="#ffffff" /><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/JohnHardy_2010G-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/JohnHardy-2010G.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=1010&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=john_hardy_my_green_school_dream;year=2010;theme=design_like_you_give_a_damn;theme=a_greener_future;theme=new_on_ted_com;theme=a_taste_of_tedglobal_2010;event=TEDGlobal+2010;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><param name="src" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="446" height="326" src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/JohnHardy_2010G-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/JohnHardy-2010G.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=1010&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=john_hardy_my_green_school_dream;year=2010;theme=design_like_you_give_a_damn;theme=a_greener_future;theme=new_on_ted_com;theme=a_taste_of_tedglobal_2010;event=TEDGlobal+2010;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" bgcolor="#ffffff" wmode="transparent" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
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		<title>&#8220;Pessoal e intransmissível&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 16:53:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação/Pedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8221; No momento em que uma criança recém-nascida é colocada nos braços dos pais, em paralelo com a tremenda evolução física que a espera nos dias, meses e anos seguintes, arranca também um outro processo que, embora não tão visível nos tempos iniciais, é absolutamente determinante: o trilho que a levará a tomar o seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8221; </strong>No momento em que uma criança recém-nascida é colocada nos braços dos pais, em paralelo com a tremenda evolução física que a espera nos dias, meses e anos seguintes, arranca também um outro processo que, embora não tão visível nos tempos iniciais, é absolutamente determinante: o trilho que a levará a tomar o seu lugar no mundo. É essa procura que leva o bebé de meses a gatinhar, a criança de três anos a querer comer e tomar banho sozinha, o aluno do primeiro ano a soletrar, o pré-adolescente a formar um grupo de amigos e o adolescente a contestar tudo e todos. O desejo de autonomia é uma das grandes características que nos torna humanos, mas é uma via que se faz em dois sentidos: de nós em direcção a quem nos rodeia e destes para o nosso interior. E é também um caminho que se vai tornando cada vez menos linear.</p>
<p>No mesmo momento em que recebe o seu bebé nos braços, pai e mãe começam, por sua vez, a procurar que tomem forma todos os planos, desejos, anseios e expectativas que, durante os últimos nove meses, foram reunindo em favor daquela criança. Mais não seja porque um filho torna perene a nossa passagem pela Terra e corporiza a continuação do nosso próprio percurso.</p>
<p><strong>Mas o que acontece quando a fronteira entre o que somos e desejamos se esbate no que o nosso filho é e deseja? Ou quando essas fronteiras se confrontam? Se a valorização da autonomia é uma atitude que marca os primeiros anos da vida da criança, que direito temos de a enfrentar quando ela não se desenvolve nos moldes que prevíamos ou que achamos mais correctos?</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">«<strong>Não temos</strong>», afirma, muito simplesmente, a terapeuta familiar Catarina Rivero. «<strong>Educar é, essencialmente, respeitar o indivíduo</strong>, promovendo o espírito crítico e a autonomia», adianta, acrescentando que <strong>não pode ser exigido a nenhuma criança que siga um percurso que não escolheu e que cumpra sonhos que não são os seus, «por muito que os pais achem que é o melhor que podem fazer por ela</strong>»</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">«Não é a primeira, nem será a última vez, que um pai ou uma mãe entra no meu consultório e diz algo semelhante a ”doutora, veja o que se passa com o meu filho, não quer fazer nada do que é bom para ele”. E depois, bem vistas as coisas, o que aquele pai e mãe estão a fazer é não dar qualquer hipótese à criança ou ao jovem de fazer ouvir a sua voz. E o resultado passa, muito frequentemente, ou pela contestação ou pela aceitação mais ou menos passiva da situação, até ao ponto de ruptura»</span>.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Para a psicóloga Maria João Santos, «dar a conhecer todas as possibilidades de desenvolvimento pessoal é tarefa dos pais», mas esta missão começa a perder sentido a partir do momento em que os sonhos e expectativas parentais se sobrepõem ao que deveria ser um processo de auto-descoberta.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Numa sociedade que valoriza os sinais de sucesso e altamente competitiva, os adultos «procuram facilitar e orientar os filhos na direcção do êxito, sem muitas vezes se aperceberem de que lhes <strong>estão a negar a importante ferramenta de saber fazer escolhas e arcar com as consequências, sejam elas boas ou más</strong>». Em suma «eles não têm espaço para descobrir, porque os adultos já descobriram tudo por eles»</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Quem não sabe optar, porque sempre teve alguém que o fizesse por si «não tem capacidade para lidar com a tristeza e a frustração que, mais tarde ou mais cedo, nos batem à porta» diz, por seu turno, Catarina Rivero, para quem <strong>a cultura de tentativa e erro faz igualmente perceber «quais são as nossas fragilidades e potencialidades, quando podemos trabalhar sozinhos e quando devemos pedir ajuda. Em suma, permite que nos exploremos e conheçamos mais solidamente</strong>»</span>.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>«É saudável e desejável que projectemos nos nossos filhos alguns dos nossos objectivos e desejos, mas já não é bom que cultivemos o nosso próprio status através da parentalidade», adverte Catarina Rivero. «De nada serve insistir para que as crianças se desenvolvam num dado sentido se esse caminho não estiver apoiado em sólidas competências sociais e emocionais. E apenas elas as podem conquistar, embora nos caiba, sempre, orientá-las e fornecer-lhes a matéria-prima afectiva. São esses os limites da autoridade», frisa a terapeuta. <strong>Autoridade essa que passa por descobrir onde está a fronteira entre a necessária orientação e a ainda mais necessária liberdade</strong>. «Inúmeros pais fazem de tudo para que os filhos não caiam e não se enganem, em suma, não sofram nunca», o que, paradoxalmente os pode levar a «pactuar com situações impostas e pré-formatadas que os angustiam profundamente», refere Maria João Santos. Tal não significa que, em contraponto, se promova uma cultura familiar «em que se desiste dos projectos à primeira dificuldade e sob qualquer pretexto. As vocações muito definidas não acontecem a todas as pessoas e a maior parte de nós tem de persistir até encontrar um patamar que nos satisfaça, seja no campo académico, laboral, desportivo ou outro», adianta. «O lado positivo desta atitude firme é fazer a criança perceber que a auto-disciplina também é necessária e que na vida não vão encontrar muitas situações em que tudo é à vontade do freguês».</p>
<p><strong>Abertura e optimismo</strong><br />
A chave desta complexa equação parece estar, assim, nas características dos laços que unem a família. «A questão básica é a da relação que existe entre pais e filhos. Se ela tem por base modelos anteriores demasiado rígidos, pode acontecer uma de duas coisas: os pais decalcam esses modelos ou rebelam-se contra eles», afirma Maria João Santos.</p>
<p>«Seja o que for que aconteça, o melhor que pode acontecer é <span style="text-decoration: underline;">que esta ligação tenha por base um profundo conhecimento mútuo, confiança total, uma cultura de diálogo precoce e permanente, autoridade– não autoritarismo – e a capacidade para dar a escolher opções adequadas a cada idade</span>».</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">«É bom que consigamos partilhar com a criança ou o jovem os nossos valores e decisões, mas também as nossas hesitações e dúvidas», defende, por seu turno, Catarina Rivero, para quem o grande papel da família consiste em <strong>procurar o equilíbrio entre «a protecção e a autonomia». Se, entre pais e filhos «existirem hábitos de proximidade afectiva, essa partilha ajuda a pesar todos os prós e contras de qualquer situação, respeitando a individualidade de todos</strong>», conclui</span>. <strong>&#8220;</strong></p>
<p>Texto: Elsa Páscoa<br />
Revista PAIS &amp; Filhos<br />
17 Maio 2010</p>
<p>Podem ler o artigo completo <a href="http://www.paisefilhos.pt/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=2408&amp;catid=39" target="_blank">aqui</a>.
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		<title>&#8220;O recurso à palmada&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 12:15:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação/Pedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Um em cada cinco pais daria uma palmada aos filhos, em determinadas situações. São números de um estudo realizado nos Estados Unidos, na Universidade de Michigan. Um inquérito de nível nacional, que envolveu 1500 pais, revelou quais os métodos que os americanos consideram mais adequados para disciplinar os filhos. A palmada continua a ser escolhida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong>Um em cada cinco pais daria uma palmada aos filhos, em determinadas situações. São números de um estudo realizado nos Estados Unidos, na Universidade de Michigan. Um inquérito de nível nacional, que envolveu 1500 pais, revelou quais os métodos que os americanos consideram mais adequados para disciplinar os filhos. A palmada continua a ser escolhida por um quinto dos pais.</p>
<p>Para 88 por cento dos inquiridos, o método de eleição é a explicação das razões de determinada regra. 70 por cento dos pais retiram privilégios aos filhos e 59 recorrem a castigos (não poderem sair do quarto, por exemplo).</p>
<p>Verificou-se que a palmada é mais frequente quando as crianças são mais novas &#8211; dos dois aos cinco anos &#8211; e também tem índices mais elevados em certas regiões do país (oeste e sul).</p>
<p>Os resultados do estudo foram publicados na edição de Maio do jornal Pediatrics.</p>
<p>Um estudo anterior, também publicado naquele jornal, estabeleceu uma relação entre a palmada e a agressividade nas crianças. As que são frequentemente castigadas dessa forma têm mais 50 por cento de probabilidades de se tornarem agressivas aos cinco anos.</p>
<p>Outro estudo estabeleceu relação entre os castigos físicos e um QI mais baixo do que a média das crianças que não sofrem esse tipo de tratamento.</p>
<p><strong>Nunca bater</strong><br />
O pediatra Mário Cordeiro dá como conselho «nunca bater». Mas afirma que «dar uma palmada numa mão ou numa fralda pode não ser bater, se for a única maneira de estabelecer um limite (&#8230;) Nunca se deve magoar uma criança ou bater de modo a fazer doer. A palmada pode ser uma maneira de marcar um momento, mas apenas isso. Bater, seja com o que for, é errado e pode ser considerado um mau-trato».<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/artigo.php?id=1158726&amp;div_id=3722" target="_blank">IOL Mãe</a><br />
2010/04/28</p>
<p><em>Definitivamente sou contra a violência, física ou emocional, mais ainda numa criança e principalmente num filho meu! Penso que há outras formas eficazes e suaves de orientarmos as crianças (&#8220;educar&#8221; por vezes parece-me um termo que ganha uma certa carga pesada, eu diria até negativa!).</em></p>
<p><em>Agora, confesso que não vejo uma palmada num &#8220;rabiosque&#8221; protegido com airbag (diga-se fralda </em> <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> <em> ) como um método propriamente agressivo ou violento. Acho que acima de tudo tem que se perceber o motivo que nos levou a dar essa palmada e se de facto a criança irá entendê-la como uma forma de a avisar que fez algo que à partida não foi correcto. </em></p>
<p><em>Mas também aqui já entram outros factores, que têm a ver com os nossos valores enquanto pais e &#8220;orientadores&#8221;/&#8221;mentores&#8221;.</em></p>
<p><em>Gostava de saber a vossa opinião! </em> <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />
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		<title>&#8220;Sobreviver NÃO é o Bastante&#8230;&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 21:50:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação/Pedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Adorei este texto escrito pela Tata, do blog brasileiro Mamíferas: &#8220;Muitas vezes, quando converso sobre criação de filhos, escolhas, caminhos, ouço argumentos do tipo: &#8220;ah, meus três filhos nasceram de cesárea e sobreviveram!&#8221;, &#8220;ah, meu filho não mamou nem um mês e taí, firme e forte!!&#8221;, &#8220;ah, eu apanhei dos meus pais quando criança e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Adorei este texto escrito pela Tata, do blog brasileiro <a href="http://mamiferas.blogspot.com/2010/04/sobreviver-nao-e-o-bastante.html" target="_blank">Mamíferas</a>:</p>
<p><strong>&#8220;</strong><em>Muitas vezes, quando converso sobre criação de filhos, escolhas, caminhos, ouço argumentos do tipo: &#8220;ah, meus três filhos nasceram de cesárea e sobreviveram!&#8221;, &#8220;ah, meu filho não mamou nem um mês e taí, firme e forte!!&#8221;, &#8220;ah, eu apanhei dos meus pais quando criança e sobrevivi, não tenho traumas!!&#8221;, &#8220;ah, meus filhos comiam bala, pirulito, refrigerante à vontade e estão aí, vivinhos da silva!!&#8221;. Perco a vontade de discutir diante de um argumento desses, juro. Tão descabido, tão raso, tão simplório.</em></p>
<p><em>Fico me perguntando: sobreviver é o bastante? Na nossa vida diária de escolhas e decisões como pais e mães, nosso parâmetro deve ser apenas optar pelo que não causará lesões óbvias, permanentes e irreversíveis em nossos filhos? Devemos nos contentar em garantir que eles &#8216;sobrevivam&#8217; às nossas escolhas e aos caminhos pelos quais os conduzimos?</em></p>
<p><em>Sim, bebés nascem de cesáreas desnecessárias e não morrem por isso. Bebés deixam de ser amamentados, vivem à base de chupeta e mamadeira, são afastados do colo e do carinho de suas mães desde muito cedo, e sobrevivem. Crianças são agredidas física e verbalmente por seus pais e cuidadores, e seguem vivendo. Crianças comem porcarias a torto e a direito, adquirem péssimos hábitos alimentares que os perseguirão pela vida toda, e seguem aí, vivinhos da silva. Crianças são desrespeitadas, negligenciadas, desconsideradas a todo momento, e sobrevivem a tudo isso. Sim, é assim mesmo. Crianças são seres muito resilientes. Eles sobrevivem a quase tudo.</em></p>
<p><em>Mas e daí? Isso é o bastante? Para mim, não. Eu não quero fazer escolhas às quais minhas filhas possam simplesmente &#8216;sobreviver&#8217;. Não, isso não me basta, eu desejo mais para elas. Eu quero fazer o meu melhor, e não me contento com nada menos do que isso. E não porque elas corram riscos seríssimos de traumatizar-se para o resto da vida ao meu menor deslize ou descaminho, mas porque elas merecem mais do que o mínimo necessário à simples &#8216;sobrevivência&#8217;. Elas merecem que eu busque sempre as melhores opções, escolha os caminhos com critério, com consciência, com responsabilidade. Elas merecem que eu opte, questione, reflita, e não siga agindo automaticamente, sem pensar, apenas porque, afinal, &#8216;ninguém morre por isso&#8217;.</em></p>
<p><em>Acho fundamental que tenhamos em mente que nossos filhos seguirão vivendo, crescendo, se desenvolvendo, saudáveis e felizes, mesmo que a gente não consiga fazer o ideal 100% do tempo (e alguém consegue??). Mas acho igualmente importante que a gente não transforme essa ideia em muleta, para se acomodar e deixar de dar o melhor de si a cada momento, porque afinal, seja como for, &#8216;eles vão sobreviver&#8217;.</em></p>
<p><em>Eu não quero ser uma mãe perfeita, sei que erro, já errei e ainda vou errar muito, porque faz parte da caminhada. Mas meu coração está tranquilo, porque sei que todas as vezes que cometi um erro, foi procurando acertar. Sei que errei tentando fazer o melhor, e não por omissão, por desistência ou por achar que encontrar a melhor opção não fosse assim tão importante.</em></p>
<p><em>E não me permito esquecer, nem por um instante, que todas as atitudes que eu tomo terão consequências, sim. Porque todas as pequenas vivências do dia a dia vão fazendo da criança o indivíduo que ela será, no futuro. Isso não significa neurotizar a convivência e viver medindo palavras e atitudes a cada segundo, nem fazer da vida diária um ambiente milimetricamente planeado e controlado para evitar traumas futuros. Significa apenas estar consciente da responsabilidade que o papel de pais nos traz, a todo momento.</em></p>
<p><em>Eu não abdico dessa responsabilidade. Porque para mim, sobreviver não é o bastante, nem nunca será. E pra você?</em><strong>&#8220;</strong>
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		<title>Petição para reduzir número de alunos por turma</title>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 13:10:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação/Pedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;No dia 29 de Abril foi apresentada pelo Movimento Escola Pública (MEP) uma petição que defende a redução do número de alunos por turma. A uma média de mais de mil assinaturas por dia, este movimento de cidadãos conseguiu assim, em apenas três dias, ultrapassar as quatro mil assinaturas, número necessário para levar o assunto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong>No dia 29 de Abril foi apresentada pelo Movimento Escola Pública (MEP) uma petição que defende a redução do número de alunos por turma. A uma média de mais de mil assinaturas por dia, este movimento de cidadãos conseguiu assim, em apenas três dias, ultrapassar as quatro mil assinaturas, número necessário para levar o assunto a discussão na Assembleia da República.</p>
<p>A iniciativa baseia-se na convicção de que a redução do número de alunos por turma contribuirá para combater o insucesso escolar e prevenir a indisciplina. «É uma medida muito importante que contribui para combater o insucesso escolar e prevenir fenómenos de indisciplina. Um professor com uma turma de 28 alunos tem muito menos capacidade para acompanhar todos os estudantes», afirmou à agência Lusa Miguel Reis, do MEP.</p>
<p>É principalmente nas zonas periféricas dos grandes centros urbanos, segundo o MEP, que as turmas atingem perto de 30 alunos. Essa situação enfraquece a relação pedagógica e abre caminho à naturalização do insucesso e à sensação de impotência profissional. São muitos os professores que têm a seu cargo mais de 150 alunos, tornando muito difícil o acompanhamento, a dedicação e o investimento desejáveis.</p>
<p>«Há casos de professores com sete turmas e com mais de 200 alunos. É impossível acompanhar a realidade. Uma coisa é saber o nome dos alunos, outra coisa é identificar as dificuldades de cada um», alertou Miguel Reis.</p>
<p><strong>Limites propostos: 19 alunos no 1º ciclo e 22 nos anos seguintes</strong><br />
Na petição, defende-se que as turmas de jardim de infância e 1º Ciclo não tenham mais de 19 alunos por professor, ou 15 no caso de haver no grupo crianças com necessidades educativas especiais.</p>
<p>Entre o 5º e o 12º ano, os subscritores propõem que o número de alunos por turma não ultrapasse os 22, ou os 18 no caso especial atrás referido.</p>
<p>Importante também, para o MEP, é que cada professor não tenha a seu cargo mais de cinco turmas por ano lectivo, não excedendo os 110 alunos.</p>
<p>A lei estabelece que o número de alunos nas turmas do 2.º e 3.º ciclos e secundário varie entre os 24 e os 28 alunos e que no 1.º ciclo o número máximo seja 24.</p>
<p>O MEP sublinha ainda que a petição defende a redução do número máximo de alunos por turma e não necessariamente a redução do número médio de alunos por turma. Ou seja, pretende-se sobretudo acabar com as turmas demasiado grandes, de 28 alunos, que a lei actualmente permite.</p>
<p>Para mais informações ou para assinar a petição vá a <a href="http://movimentoescolapublica.blogspot.com/" target="_blank">movimentoescolapublica.blogspot.com</a> <strong>&#8220;</strong></p>
<p>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/artigo.php?id=1159758&amp;div_id=3722" target="_blank">IOL Mãe</a><br />
2010/05/03
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Fpeticao-para-reduzir-numero-de-alunos-por-turma%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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