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	<title>Rituais Maternos &#187; Intervenções Desnecessárias no Parto</title>
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		<title>&#8220;Quando o «toque» é um abuso obstétrico&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 20 May 2011 15:08:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Intervenções Desnecessárias no Parto]]></category>
		<category><![CDATA[Toques Vaginais]]></category>
		<category><![CDATA[Intervenções Desnecessárias]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;(&#8230;) A pior recordação que Dora Carranço guarda do nascimento da sua filha Joana, em 2004, são os «vários toques ao longo das 16 horas de trabalho de parto». Sem dilatação, sem dores, Dora foi para o hospital após terem rebentado as águas, mas sem nenhum sinal de parto. Enquanto lá esteve, sentiu-se «tratada como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;(&#8230;) A pior recordação que Dora Carranço guarda do nascimento da sua filha Joana, em 2004, são os «vários toques ao longo das 16 horas de trabalho de parto». Sem dilatação, sem dores, Dora foi para o hospital após terem rebentado as águas, mas sem nenhum sinal de parto.</p>
<p>Enquanto lá esteve, sentiu-se «tratada como um animal, com toda a gente a mexer e a emitir uma opinião sem explicar o que quer que fosse». À meia-noite, quando a equipa mudou, Dora teve quatro médicos e quatro enfermeiras a fazer-lhe o toque e a falarem entre si como se mais ninguém ali estivesse. «Uma autêntica violação», descreve. Com a segunda filha, Inês, em 2007, a experiência não foi melhor. Na véspera de completar 36 semanas, teve uma pequena perda de sangue, sem dor associada. Dirigiu-se ao hospital, a conselho da médica que a seguia, e depois de vários toques «muitíssimo dolorosos», por parte de duas médicas «novinhas», as opiniões dividiam-se: «uma dizia que o colo do útero estava mole, outra menos mole». A Inês acabou por nascer poucas horas depois. Dora acredita que os toques contribuíram para acelerar o parto. Felizmente, a bebé nasceu bem e nem precisou de incubadora.</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>As grávidas, tal como todos os pacientes, têm direitos e um deles é «o direito ao consentimento livre e esclarecido», descrito na Carta Europeia dos Direitos dos Pacientes, no Código Deontológico dos Médicos, no Código Deontológico dos Enfermeiros e na Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes,  publicada pela Direcção-Geral da Saúde. Em resumo, os quatro documentos dizem que todos os pacientes devem ser informados e consultados sobre todos os procedimentos a que poderão ser sujeitos</strong></span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Mas, na prática, a observação ou exame vaginal, procedimento vulgarmente chamado «toque», é bastante desvalorizado neste aspecto. Histórias como a de Dora são comuns nas maternidades portuguesas. Médicos e enfermeiros pedem apenas às mulheres em trabalho de parto que dêem «um jeitinho» para poder observá-las, sem uma explicação objectiva, e repetem o procedimento vezes sem conta</span>.</p>
<p>(&#8230;) <span style="color: #008080;"><strong>A Organização Mundial de Saúde (OMS) determina que «o número de exames vaginais deve ser limitado ao estritamente necessário; durante a primeira parte do trabalho de parto [dilatação], habitualmente, um exame vaginal de quatro em quatro horas é suficiente». No documento Care in Normal Birth – a pratical guide, explica-se ainda que «se o parto decorrer serenamente, profissionais de saúde experientes podem limitar o número de exames vaginais a um. Idealmente, a observação necessária para determinar que existe parto activo, ou seja, dilatação»</strong></span><span style="color: #008080;">.</span> Apesar disso, o número de toques vaginais a efectuar durante o parto dificilmente gera consenso.</p>
<p><span style="color: #800080;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Antes das luvas não se faziam toques</strong></span><br />
</span><br />
(&#8230;) <span style="text-decoration: underline;">Sobre a recomendação da OMS – fazer uma observação de quatro em quatro horas é suficiente – a enfermeira explica que exige hábitos e conhecimentos que, entretanto, desapareceram: «<span style="color: #800080;"><strong>Em Portugal, perdeu-se a capacidade de avaliar por palpação abdominal. Os colegas que sabem avaliar desta forma não fazem toques, a não ser que estranhem a duração do parto. Esperam que a mulher dê sinais. Antes não havia luvas e os toques eram mesmo restringidos</strong></span>. Hoje tem-se material para tudo», lamenta a enfermeira</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">No livro Iniciativa Parto Normal, editado pela Associação Portuguesa de Enfermeiros Obstetras, <span style="color: #800080;"><strong>os toques vaginais são descritos «como uma fonte de ansiedade» para as mulheres, «uma vez que invadem a sua privacidade e intimidade, resultando incómodos e inclusive dolorosos». Assim, apela-se à utilização de outras técnicas menos invasivas para avaliar a evolução do parto, tais como: palpação abdominal, interpretação do comportamento e dos sons maternos (expressão facial, palavras e acções)</strong></span><span style="color: #800080;">.</span> Lúcia Leite acredita que estes hábitos são recuperáveis «com motivação e incentivo». Inquestionável, para a enfermeira, é a <span style="color: #800080;"><strong>necessidade de solicitar o consentimento da mulher antes de efectuar o exame vaginal: «A mulher tem de autorizar o toque»</strong></span>, afirma, admitindo que muitas vezes as pacientes são pressionadas para dizerem que sim. Basta, que o médico ou enfermeiro ponha a questão desta forma: «Vamos fazer o toque sim?</span>»</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">E se a mulher não quiser ser sujeita ao exame naquele momento? Se achar que já chega de toques? Se o profissional de saúde não estiver a ter a sensibilidade adequada ao momento? Lúcia Leite admite que será «difícil» a uma mulher em trabalho de parto opor-se. «É muito complicado, principalmente quando não há uma relação prévia. Ninguém se conhece, podem surgir mal-entendidos.» <span style="color: #800080;"><strong>O ideal seria que paciente e profissionais de saúde se conhecessem, que tivessem tempo para estabelecer uma relação, que fosse apenas um profissional a acompanhar o parto</strong>.</span> Nestas condições, tudo seria mais fácil e fluido. O ambiente seria, com certeza, mais leve e de confiança. «Estas questões são abordadas nos princípios do Projecto pelo Parto Normal», refere Lúcia Leite, explicando que o documento já foi assinado por vários profissionais ligados ao parto e certificado pela Direcção-Geral de Saúde e pela Ordem dos Enfermeiros, mas <span style="color: #800080;"><strong>aguarda a certificação pela Ordem dos Médicos</strong></span></span><span style="color: #800080;">.</span> (&#8230;)</p>
<p><span style="color: #993366;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Toque para induzir</strong></span></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Nem sempre o toque vaginal serve apenas para observar o colo do útero. «Muitas vezes, vai além disso e o que o profissional de saúde pretende é adiantar o parto e favorecer a indução», acusa Sílvia Roque Martins, uma das fundadoras do projecto Mal Me Quer, que pretende denunciar o abuso obstétrico</span>. Sílvia criou este projecto depois de reflectir sobre o seu primeiro parto «exemplo de tudo o que um parto não deve ser».</p>
<p>Procurou saber toda a informação possível sobre o parto, consultou o seu processo médico e percebeu que tinha sofrido um descolamento de membranas, uma técnica que tem como objectivo descolar as membranas que constituem o saco amniótico. Trata-se de uma forma artificial de acelerar o início do trabalho de parto.</p>
<p>(&#8230;) <span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #993366;"><strong>Tanto o descolamento como a rotura de membranas necessitam do consentimento informado da paciente</strong>.</span> Mas a experiência de Sílvia Roque Martins e os testemunhos que tem recolhido através do Mal Me Quer contam que, habitualmente, <span style="color: #993366;"><strong>os profissionais de saúde «dizem apenas que vão fazer uma ‘maldade’ e não explicam nem perguntam nada</strong>».</span> Esta foi uma das razões que levou o projecto a escolher o toque como primeiro tema a abordar no site www.malmequer.org. <span style="color: #993366;">«<strong>É a forma de abuso obstétrico mais camuflada. As mulheres não percebem. Acham que é um mero processo avaliativo e não questionam</strong>»</span>, justifica</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Sílvia Roque Martins alerta ainda sobre alguns dos direitos das mulheres em trabalho de parto: <span style="color: #993366;">«<strong>A observação por parte dos estudantes deve ser sujeita a consentimento. A mulher pode não querer ninguém na sala, para além do pai do bebé e da pessoa que a está a assistir. A mulher pode dizer que não quer ser atendida por determinado profissional». Sempre que estes e outros direitos não são respeitados estamos perante um caso de abuso obstétrico</strong></span></span><span style="color: #993366;">.</span></p>
<p>(&#8230;) «Trauma de parto é uma expressão que não diz nada à maioria dos profissionais de saúde ou psicólogos.» O Mal Me Quer tenta ajudar a ultrapassar esta situação e também a evitá-la, dando informações sobre legislação e procedimentos clínicos. (&#8230;)</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>O toque não avalia</strong></span></span><br />
<span style="text-decoration: underline;">A compatibilidade feto-pélvica</span> (proporção entre o tamanho do bebé e a pélvis da mãe).<br />
<span style="text-decoration: underline;">Quanto tempo falta para o bebé nascer</span>.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Efeitos secundários</strong></span></span><br />
<span style="text-decoration: underline;">Aumento do risco de infecção</span>: mesmo quando realizado com cuidado e com luvas, há sempre o risco de levar microorganismos da vagina ao canal cervical.<br />
<span style="text-decoration: underline;">Interfere com a progressão normal do trabalho de parto</span>.<br />
<span style="text-decoration: underline;">Afecta a mulher emocionalmente</span>: o toque invade a privacidade, pode ser desconfortável e obriga a mulher a uma posição pouco facilitadora do parto. Além disso, se se diz a uma mulher que tem quatro centímetros de dilatação e, passada uma hora e muitas contracções, depois de novo toque, se diz que ainda mantém os quatro centímetros, o sentimento vai ser de desânimo, quando o que se pretende é o contrário. (&#8230;)&#8221;</p>
<p>Patrícia Lamúrias<br />
Revista PAIS &amp; Filhos<br />
17 Maio 2011</p>
<p>Podem ler o artigo completo <a href="http://www.paisefilhos.pt/index.php/component/content/article/39/3485" target="_blank">aqui</a>.
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		<title>Toques vaginais, para quê?!</title>
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		<pubDate>Fri, 06 May 2011 10:39:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Intervenções Desnecessárias no Parto]]></category>
		<category><![CDATA[Toques Vaginais]]></category>
		<category><![CDATA[Intervenções Desnecessárias]]></category>

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		<description><![CDATA[Muito informativo e sensato este tópico do blog Mamíferas (Brasil), escrito pela Kalu (Doula): Por que não fazer exame de toque Um dos procedimentos de rotina dos pré-natais é o exame de toque, independentemente da idade gestacional. Mas este procedimento, como a maioria dos exames e intervenções, só pode trazer benefícios quando não é banalizado. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito informativo e sensato este tópico do blog <a href="http://www.blogmamiferas.com.br/2011/02/por-que-nao-fazer-exame-de-toque.html" target="_blank">Mamíferas</a> (Brasil), escrito pela Kalu (Doula):</p>
<p><span style="color: #339966;"><em><strong>Por que não fazer exame de toque</strong></em></span></p>
<p><a href="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2011/05/exame_toque-300x233.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2898" title="exame_toque-300x233" src="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2011/05/exame_toque-300x233.jpg" alt="" width="300" height="233" /></a></p>
<p><span style="color: #339966;"><em>Um dos procedimentos de rotina dos pré-natais é o exame de toque, independentemente da idade gestacional. Mas este procedimento, como a maioria dos exames e intervenções, só pode trazer benefícios quando não é banalizado.</em></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><em>O exame de toque serve basicamente para avaliar a evolução da dilatação no trabalho de Parto, apresentação do útero e posicionamento do bebê.  O que esperar de uma mulher com 24 semanas? Que o colo esteja grosso e fechado, o bebê na posição que desejar (não estará encaixado) e alto. E se a mulher não apresenta qualquer queixa, para que realizá-lo?</em></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><em>Se uma mulher apresentar contrações prematuras, vale avaliar se as mesmas indicam um trabalho de parto precoce. Aí sim, depois de investigar se não se trata de braxton, infecção urinária, pode-se fazer um exame de toque. Mas ele é mera especulação.</em></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><em>Acompanhei uma gestante que com 32 semanas fez o exame de toque e o médico verificou que ela tinha 2 cm de dilatação e colo afinado. Ela tomou corticóide para amadurecer o pulmão do bebê no risco de parto prematuro. Com 35 semanas, se não me falha a memória, tinha 3 ou 4 cm. Mas sem contrações ou seja não estava em Trabalho de Parto. Pariu rapidamente e teve um parto natural com 39 semanas. Um parto a jato (já que tinha menos 4 cm para caminhar).</em></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><em>Então, o que o exame de toque adiantou? Nada.</em></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><em>Em trabalho de parto a questão do exame de toque é uma faca de dois gumes. Ele é feito para protocolar a mulher que deve dilatar X cm por hora. Quando estaciona em X cm considera-se parada de progressão e aí vem as medidas intervencionistas. Uma analgesia para ver se a mulher ( e o útero) relaxam e a dilatação progride ou ocitocina para ajudar nas contrações. A medicina tradicional desconsidera os fatores emocionais.</em></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><em>Imagine que você está com uma sensação de grande dor e passou 5 horas com determinada dilatação. Medem novamente e você não saiu do lugar. Essa informação vai fazer com que a mulher desista pensando que, se em X horas ela não dilatou, precisará de mais X para parir. E na mente dela ela decreta: não vou agüentar.</em></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><em>Mas o que acontece é que a dilatação não é tão precisa. Existe a relação ocitocina X adrenalina. Se quiser aumentar a dilatação é preciso aumentar a ocitocina natural. E para aumentar a ocitocina é preciso de:<br />
- Pouca Luz<br />
- Silêncio<br />
- Privacidade<br />
- Não observação<br />
- Ambiente quente e confortável<br />
- Beijo na boca do marido<br />
- Massagem<br />
- Paz</em></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><em>Quando a mulher pára de dilatar é aí que aumentam o monitoramento, a observação e a adrenalina da mulher (e da equipe) vai nas alturas inibindo a ocitocina.</em></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><em>Lá vem a ciência solucionar problemas para os quais ela mesma causou. Ocitocina sintética, dor, adrenalina, anestesia, mais ocitocina. Uma vez que a ocitocina sintética entra na corrente sanguínea da mulher, toda a ocitocina que ela liberaria naturalmente, antes, durante e depois do parto é bloqueada.</em></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><em>E isso significa o que?</em></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><em>Que depois do parto, momento em que é necessária a liberação do hormônio para criar vínculo com o bebê, segundo o obstetra Michel Odent é o êxtase (coquetel de hormônios que sentimos no pós parto que faz com que criemos vínculo de amor com a cria) ele não se faz presente.</em></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><em>A ocitocina é um hormônio natural presente e fundamental para a hora do parto. Em grande parte dos partos normais em todo o planeta, para acelerar a contração do útero e tornar o parto mais rápido, a ocitocina é usada de forma padronizada, é o caso do Brasil. O famoso “sorinho” torna as contrações extremamente fortes e doloridas, levando muitas vezes a alteração do batimento cardíaco do bebê, fazendo-se necessário o uso de anestesia e as cascatas de intervenções físicas e medicamentosas.</em></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><em>Segundo Odent, por ser um hormônio, a ocitocina passa pela barreira placentária e chega à corrente sanguínea do bebê, atingindo o cérebro da criança. Segundo o obstetra, o uso da ocitocina sintética pode gerar seres humanos mais agressivos por ser um hormônio diretamente ligado a socialização. Ele o chama de “hormônio do amor”, porque está presente na relação sexual, na amamentação e no parto e pós parto, facilitando a relação instintiva entre mãe e filho.</em></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><em>Outra conseqüência é a incapacidade ou dificuldade de produzir ocitocina em outros momentos da vida, uma vez que sua versão sintética bloqueia a produção de ocitocina natural. Atingindo o cérebro da criança, este ser humano pode ser incapaz de produzir este hormônio, tanto na hora do parto, como em outras situações de sua vida. Sem a produção de ocitocina ficamos incapacitados de sentir prazer.</em></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><em>Voltando para a questão do toque, já vi o procedimento ser bem usado em algumas ocasiões. Em um Parto Domiciliar bastante demorado (mais de 30 horas) avaliou-se a possibilidade de romper a bolsa uma vez que a mulher estava com dilatação completa e o bebê não descia. Para saber se o bebé estava alto e a evolução do parto depois de tanto tempo, para que a família e parteiras avaliassem uma possível transferência, optou-se pelo rompimento artificial da bolsa e o bebé nasceu.</em></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><em>Outro caso, a mulher estava bem cansada e quis saber a quantas andava a evolução do parto. A enfermeira avaliou 8 cm e um rebordo de colo. Segurou o rebordo e o bebê nasceu uma hora depois.</em></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><em>Então, como tudo na vida, bem usada a intervenção pode apresentar benefício. A banalização é que causa problemas.</em></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><em>Vale o alerta de que muitos obstetras não humanizados costumam descolar as membranas para acelerar o início do trabalho de Parto por volta das 39 semanas. Algumas vezes não avisam que vão fazer e nem a finalidade. E só é possível fazer isso quando se faz toque (geralmente um toque dolorido).</em></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><em>No Trabalho de Parto, com médicos não humanizados, exame de toque pode levar o médico romper a bolsa sem a mulher querer. Não aceitar o exame de toque é se poupar disso também.</em></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><em>Perto do parto saber que o colo está amolecido e com X cm pode causar ansiedade.</em></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><em>Sem contar que, mesmo com luva, fazer toque aumenta o risco de infecção, principalmente se a mulher estiver com bolsa rota. Mas experimente estar com bolsa rota  para saber quantos exames de toque vai receber. Parece que muitos médicos só aprendem a fazer cesárea, toque e ultrasson para serem obstetras.</em></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><em>Vou deixar bem claro que não sou “contra” os procedimentos. Nem uso de ocitocina, nem anestesia. Já escrevi um texto sobre quando a <a href="http://www.blogmamiferas.com.br/2010/08/anestesia-vila-ou-mocinha.html" target="_blank">anestesia</a> ajuda no Trabalho de Parto.  Há pouco tempo acompanhei um parto em que o obstetra optou pela analgesia e forceps de alivio. Acredito que uma analgesia leve ou uma ocitocina leve poderiam ter ajudado essa mulher parir.</em></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><em>Todo e qualquer procedimento quando banalizado representa risco. Por exemplo, locais em que não há assistência obstétrica ou aqueles com índices altos de cesáreas possuem índices de morte neonatal e infantil semelhantes. Ou seja, a falta de recursos ou excesso (mal utilizados), são prejudiciais.</em></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><em>A princípio devemos acreditar que nosso corpo tem plena capacidade de parir, sem drogas e intervenções, mas se abrir para a possibilidade de valer-se de recursos quando acabarem as forças físicas e emocionais para prosseguir.</em></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><em>Na minha opinião um parto com analgesia (pouca) e ocitocina (pouca) é melhor que uma cesárea. Uma cesárea melhor que um óbito.  O risco, em tudo, é a banalização.</em></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><em>E você, o que pensa do exame de toque?</em></span>
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		<title>Petição Respeito pelas Recomendações da OMS no atendimento ao Parto Normal</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/peticao-respeito-pelas-recomendacoes-da-oms-no-atendimento-ao-parto-normal/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Dec 2010 20:32:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Intervenções Desnecessárias no Parto]]></category>
		<category><![CDATA[Intervenções Desnecessárias]]></category>

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		<description><![CDATA[As recomendações da OMS no atendimento ao parto normal são ininterruptamente ignoradas pelos próprios profissionais de saúde. Estas recomendações baseiam-se fundamentalmente num profundo respeito pela mulher e pelo processo transformativo que ela está a viver, mais pelo seu bebé, sem intervenções desnecessárias, tais como a raspagem dos pêlos, confinar a mulher à cama, CTG contínuo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>As recomendações da OMS no atendimento ao parto normal são ininterruptamente ignoradas pelos próprios profissionais de saúde. Estas recomendações baseiam-se fundamentalmente num <span style="text-decoration: underline;">profundo respeito pela mulher e pelo processo transformativo que ela está a viver, mais pelo seu bebé</span>, sem intervenções desnecessárias</strong>, tais como a raspagem dos pêlos, confinar a mulher à cama, CTG contínuo, exames vaginais frequentes por mais de um assistente, entre muitos outros procedimentos, os quais causam desconforto e dor, inibindo a dilatação na mulher. <span style="text-decoration: underline;">Estas intervenções resultam num elevado número de pedido de epidural, de uma crescente taxa de cesarianas comprometendo muitas vezes a amamentação, logo, a saúde do bebé</span>. Porque o nascimento é o evento social de maior importância e não um evento médico.</p>
<p>http://www.bionascimento.com/index2.php?option=com_content&#038;do_pdf=1&#038;id=50</p>
<p>Sou muito solidária com esta causa, ainda mais depois de ter passado por um parto hospitalar!</p>
<p>Podem assinar a petição <a href="http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N3846" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>O <span style="color: #ff00ff;"><strong>Parto</strong></span> é um momento <span style="color: #ff00ff;"><strong>Sagrado</strong></span>, <span style="color: #ff00ff;"><strong>Único</strong></span>, <span style="color: #ff00ff;"><strong>Íntimo</strong></span> para a nova <strong><span style="color: #ff00ff;">Família</span></strong> que se vai formar ou aumentar. <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Se respeitamos a morte, porque também não respeitamos a <span style="color: #ff00ff;"><strong>Vida</strong></span>, o <span style="color: #ff00ff;"><strong>Nascimento</strong></span>?
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Fpeticao-respeito-pelas-recomendacoes-da-oms-no-atendimento-ao-parto-normal%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		<title>&#8220;Denunciar o abuso obstétrico&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/denunciar-o-abuso-obstetrico/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 11:50:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Intervenções Desnecessárias no Parto]]></category>
		<category><![CDATA[Intervenções Desnecessárias]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Mal Me Quer é um novo projecto que pretende denunciar e alertar para as más práticas obstétricas em Portugal. O que é o abuso obstétrico? Quais as suas causas? Quais as consequências? Como prevenir? Como agir? São estas algumas das questões a que este novo projecto procura responder, colocando informação e testemunhos comentados à disposição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2010/08/300x210.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2447" title="300x210" src="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2010/08/300x210-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>&#8220;</strong>Mal Me Quer é um novo projecto que pretende denunciar e alertar para as más práticas obstétricas em Portugal.</p>
<p>O que é o abuso obstétrico? Quais as suas causas? Quais as consequências? Como prevenir? Como agir? São estas algumas das questões a que este novo projecto procura responder, colocando informação e testemunhos comentados à disposição de todos os que consultam o <a href="http://www.malmequer.org/" target="_blank">site</a>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Decorreram cinco anos desde que se começou a alertar a opinião pública para as <strong>práticas desactualizadas, sem fundamento científico, que vigoram ainda na obstetrícia praticada em Portugal</strong>. Na sua apresentação o Mal Me Quer, declara que tem por objectivo, de uma forma construtiva, simples e fundamentada, dar a conhecer esta realidade que tanto afecta, física e emocionalmente, mães, bebés e pais</span>.</p>
<p>A iniciativa é de um grupo de mulheres que se sentiram mal tratadas ao longo do seu trabalho de parto e que vieram a reconhecer ter sido alvo de abuso obstétrico.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Com este site, querem dar a conhecer o abuso obstétrico e promover uma atitude pró-activa por parte das mulheres, no sentido de as ajudar a preveni-lo e de as apoiar no confronto com as situações de abuso</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Outro objectivo é <strong>sensibilizar os profissionais de saúde para o fenómeno do abuso obstétrico</strong>, na esperança de que possam ver neste projecto não um ataque ao trabalho que desenvolvem &#8211; tantas vezes sujeito a constrangimentos propiciadores do abuso involuntário &#8211; mas uma luz sobre o tanto que ainda está por fazer</span>.<strong>&#8221; </strong></p>
<p>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/artigo.php?id=1166206&amp;div_id=3722" target="_blank">IOL Mãe</a><br />
2010/05/28
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		<title>&#8220;Silêncio, que se vai ter um filho&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/silencio-que-se-vai-ter-um-filho/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 12:26:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Intervenções Desnecessárias no Parto]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Normal/Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Testemunhos]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Espera-se que o nascimento de um filho seja um momento sereno e acolhedor, mas muitas mulheres continuam a sentir-se humilhadas perante o tratamento dos profissionais de saúde nas maternidades. Acreditamos que o mal não é geral, que a maioria das grávidas em trabalho de parto encontra bons profissionais, capazes de lhes darem a mão numa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong><span style="text-decoration: underline;">Espera-se que o nascimento de um filho seja um momento sereno e acolhedor, mas <strong>muitas mulheres continuam a sentir-se humilhadas perante o tratamento dos profissionais de saúde nas maternidades</strong></span>.</p>
<p>Acreditamos que o mal não é geral, que a maioria das grávidas em trabalho de parto encontra bons profissionais, capazes de lhes darem a mão numa contracção mais apertada. Mas sabemos, por vários relatos que nos chegam à redacção, que <span style="text-decoration: underline;">ainda é normal ouvirem-se <strong>comentários paternalistas, autoritários ou descabidos</strong> enquanto um bebé se prepara para nascer</span>. Assim como nas histórias que se seguem.</p>
<p><strong>Bárbara, mãe da Maria, nascida a 4 de Fevereiro de 2007</strong></p>
<p>O nascimento da Maria foi provocado às 40 semanas e um dia de gravidez. Levava comigo algum nervosismo, algum medo, muita curiosidade &#8211; primeiro filho &#8211; e, sobretudo, a vontade de manter-me calma o suficiente para que o parto não fosse apenas uma experiência dolorosa.</p>
<p>Entrei no hospital às nove da manhã com um dedo de dilatação. Às nove da noite comecei a sentir as primeiras contracções fortes. Às quatro da manhã, como eu continuava com um dedo de dilatação, disseram ao Pedro (pai da Maria) que tinha de sair e que podia ir para casa porque ainda ia demorar. Mas não demorou muito até que as contracções começassem a ficar tão seguidas que eu nem conseguia respirar. Chamei o enfermeiro, que me fez o toque e disse: «Só tem um dedo de dilatação. Não posso chamar o anestesista para lhe dar a epidural antes dos quatro dedos». E saiu. <span style="text-decoration: underline;"><strong>Fiquei sozinha</strong> a tentar controlar-me, mas as dores eram insuportáveis. Não sei quanto tempo passou, mas voltei a chamá-lo. </span><span style="text-decoration: underline;"><strong>Ele entrou na sala com ar </strong><strong>zangado</strong>: «Já lhe disse que ainda não pode levar a epidural». Implorei por um alívio para as dores. Ele balbuciou qualquer coisa, apagou a luz e saiu. Nem queria acreditar. <strong>Estava sozinha, às escuras, com dores como nunca tinha sentido</strong></span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Mesmo depois de terem rebentado as águas, o enfermeiro continuou a dizer que não podia fazer nada. Mesmo quando comecei a sentir uma vontade incontrolável de fazer força, <strong>o enfermeiro manteve a postura ríspida</strong>. Enquanto o meu corpo se contorcia todo, ele gritava: «Não faça força! Ainda é muito cedo! <strong>Não vê que assim está a fazer mal ao bebé!</strong>» <strong>Eu estava em pânico</strong>. Não só estava <strong>descontrolada</strong> (que era tudo o que eu não queria), como estava a fazer mal à minha filha e não conseguia parar</span>. Por sorte, outra enfermeira entrou no quarto, chamou o médico, deu-me a mão e prometeu não sair dali. Quando o médico chegou, fez-me o toque e, de repente, tudo mudou. Afinal, estava com dez dedos de dilatação e já em fase de expulsão. <span style="text-decoration: underline;">Levaram-me para a sala de partos, mas a força que restou não foi suficiente para fazer a minha bebé nascer. O médico teve de usar a ventosa. A Maria nasceu às 6h45 e <strong>eu só pensava em sair dali com ela o mais rapidamente possível</strong></span>. (&#8230;)<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Texto: Patrícia Lamúrias<br />
Revista PAIS &amp; Filhos<br />
10 Dezembro 2009</p>
<p>Podem ler o artigo completo <a href="http://www.paisefilhos.pt/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=1992&amp;Itemid=29" target="_blank">aqui</a>.
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		<title>&#8220;Pregnant in America&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/pregnant-in-america/</link>
		<comments>http://www.rituaismaternos.com/pregnant-in-america/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 14:44:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Intervenções Desnecessárias no Parto]]></category>
		<category><![CDATA[Intervenções Desnecessárias]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220; «Pregnant in America» analisa a forma como o sistema de saúde norte-americano encara o parto. O tom é de forte crítica. Hospitais, companhias de seguros e outras entidades da indústria de cuidados de saúde, diz a sinopse do filme, todos puseram de parte as melhores práticas para entrarem no jogo do lucro máximo. “Quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong> «Pregnant in America» analisa a forma como o sistema de saúde norte-americano encara o parto. O tom é de forte crítica. Hospitais, companhias de seguros e outras entidades da indústria de cuidados de saúde, diz a sinopse do filme, todos puseram de parte as melhores práticas para entrarem no jogo do lucro máximo.</p>
<p>“Quem está a enriquecer?”, “Quem está a pagar o preço?”, pergunta o realizador estreante Steve Buonaugurio, enquanto acompanha a mulher grávida.  Antes de se tornar futuro-pai, Buonaugurio nada sabia sobre como fazer um filme. Foi a forma como a gravidez da mulher estava a ser encarada pelos serviços de saúde que o lançou na busca de uma nova maneira de viver aquilo que considera a maior dádiva da humanidade – o nascimento.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">As críticas às estatísticas americanas dão o mote para a reflexão: o país detém uma elevada taxa de cesarianas (acima dos 30 por cento) e uma séria taxa de mortalidade em recém-nascidos (a segunda pior dos países industrializados</span>).</p>
<p>O filme já está disponível em DVD e pode ser encomendado através do <a href="http://www.pregnantinamerica.com/" target="_blank">site oficial</a>.<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Revista <a href="http://www.paisefilhos.pt/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=918&amp;Itemid=60" target="_blank">PAIS &amp; Filhos</a><br />
17 Dezembro 2008</p>
<p>Aqui fica o trailer do filme:</p>
<p><object width="425" height="350" data="http://www.youtube.com/v/R3WWNKurKjA" type="application/x-shockwave-flash"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/R3WWNKurKjA" /></object>
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		<title>&#8220;Evite Intervenções Desnecessárias&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/evite-intervencoes-desnecessarias/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 10:59:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Intervenções Desnecessárias no Parto]]></category>
		<category><![CDATA[Intervenções Desnecessárias]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Normal]]></category>

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		<description><![CDATA[Este vídeo aborda a questão dos procedimentos médicos, que muitas vezes não passam de rotinas hospitalares e que têm riscos tanto para a mãe como para o bebé. Alguns desses procedimentos poderão ser realmente necessários, mas outros não, daí a importância da grávida se informar devidamente, para poder fazer escolhas conscientes aquando do nascimento do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este vídeo aborda a questão dos procedimentos médicos, que muitas vezes não passam de rotinas hospitalares e que têm riscos tanto para a mãe como para o bebé. Alguns desses procedimentos poderão ser realmente necessários, mas outros não, daí a importância da grávida se informar devidamente, para poder fazer escolhas conscientes aquando do nascimento do seu filho.</p>
<p><object width="425" height="350" data="http://www.youtube.com/v/rzMLVkTuLvE&amp;feature" type="application/x-shockwave-flash"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/rzMLVkTuLvE&amp;feature" /></object>
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