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	<title>Rituais Maternos &#187; Gravidez</title>
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	<description>Rituais Maternos</description>
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		<title>&#8220;Erros de diagnóstico levam à interrupção de gravidezes saudáveis e desejadas&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 15:48:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gravidez]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Centenas de grávidas com embriões saudáveis recebem a cada ano o diagnóstico de perda gestacional ou gravidez anembrionária, quando afinal estava tudo bem. A maior parte acaba por interromper a gravidez e nunca chega a saber do erro. Estima-se que no Reino Unido possam chegar a 400 por ano o número de diagnósticos errados de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;<strong>Centenas de grávidas com embriões saudáveis recebem a cada ano o diagnóstico de perda gestacional ou gravidez anembrionária, quando afinal estava tudo bem. A maior parte acaba por interromper a gravidez e nunca chega a saber do erro</strong>.</p>
<p>Estima-se que no Reino Unido possam chegar a <strong>400 por ano</strong> o número de diagnósticos errados de perda gestacional. Na maior parte dos casos, levam a um aborto provocado para «limpeza» do útero.</p>
<p>Números avançados pelo professor Tom Bourne, do Imperial College London, líder de um estudo que acompanhou mil mulheres grávidas a quem foi dito, na sequência de uma ecografia, que tinham perdido o bebé.</p>
<p>Podem ser várias as razões que levam ao erro de diagnóstico. Se uma grávida sofre uma hemorragia ou dores abdominais, nas primeiras semanas da gestação, os médicos avaliam, por meio de ecografia, o tamanho do saco embrionário, a existência ou não de embrião visível e o seu batimento cardíaco, relacionando tudo isso com o suposto tempo de gravidez. Em caso de dúvida &#8211; <strong>por vezes o embrião ainda não é visível nem audível o seu batimento cardíaco, mas pode estar lá</strong> &#8211; os médicos devem repetir o exame passados sete a dez dias. Nessa altura devem voltar a medir o saco embrionário e se este não tiver crescido então confirmam o diagnóstico de perda gestacional. Mas este método conduz a diagnósticos errados, pois <strong>há variações no crescimento do saco amniótico, nem todas as gravidezes evoluem da mesma forma e nem sempre os tamanhos do saco coincidem com o intervalo que vem nos manuais de obstetrícia. Sem que isso queira dizer que se está perante uma gravidez inviável</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Também as situações em que o embrião ainda não é visível em determinado tempo de gestação e com determinadas medidas de saco embrionário podem levar a diagnósticos de gravidez anembrionária (sem embrião) &#8211; mas o cálculo do tempo gestacional pode estar errado e o tamanho do saco ser atípico, podendo haver também nestes casos diagnósticos errados</span>.</p>
<p>Os autores do estudo afirmam que é necessário fazer mais investigação e pedem que sejam criadas de imediato novas <em>guidelines</em> que permitam evitar diagnósticos errados e perdas de embriões saudáveis.</p>
<p>Os resultados deste estudo foram publicados no jornal <em>Ultrasound in Obstetrics</em>.&#8221;</p>
<p>Texto Ana Esteves</p>
<p>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/maternidade/gravidez-perda-gestacional-ecografia-aborto/1289178-5535.html" target="_blank">IOL Mãe</a></p>
<p>2011-10-14</p>
<p><span style="color: #008080;"><em>Assustador!!! Mas não me espanto, deixei de acreditar cegamente na medicina convencional. Então nesta área da gravidez, parto e maternidade que tem tanto de instinto e intuição&#8230; Fez-me relembrar um <a href="http://www.mamiferas.com/blog/2011/06/persefone.html" target="_blank"><span style="color: #008080;">testemunho</span></a> que li há algum tempo no blog Mamíferas.</em></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><em>É tão importante estarmos conectadas com a nossa Essência, o nosso Corpo, a nossa Natureza! Confiarmos mais em nós, na nossa energia feminina! <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </em> </span>
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Ferros-de-diagnostico-levam-a-interrupcao-de-gravidezes-saudaveis-e-desejadas%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		<title>&#8220;Escapes de automóvel aumentam risco de parto prematuro&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/escapes-de-automovel-aumentam-risco-de-parto-prematuro/</link>
		<comments>http://www.rituaismaternos.com/escapes-de-automovel-aumentam-risco-de-parto-prematuro/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 13:32:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Grávidas que vivem nas grandes cidades têm mais probabilidades de entrar em trabalho de parto antes do final da gestação e de ter um bebé com baixo peso à nascença. Devido à poluição, nascem mais bebés prematuros nas grandes cidades do que nas zonas rurais. Para uma grávida que viva numa cidade grande e poluída [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Grávidas que vivem nas grandes cidades têm mais probabilidades de entrar em trabalho de parto antes do final da gestação e de ter um bebé com baixo peso à nascença.</p>
<p>Devido à poluição, nascem mais bebés prematuros nas grandes cidades do que nas zonas rurais. Para uma grávida que viva numa cidade grande e poluída as probabilidades de ter um parto pré-termo são muito superiores, mais 30 por cento às que se verificam para uma grávida que habite numa cidade pequena ou no campo.</p>
<p>A origem desta diferença é a poluição, especialmente a que é provocada pelos fumos dos escapes de automóvel. São conclusões de um estudo realizado na Universidade da Califórnia, EUA, que analisou dados de 100 mil nascimentos e os relacionou com as concentrações de químicos existentes no ar registados por várias estações de controle na cidade de Los Angeles.</p>
<p>Os químicos designados por Hidrocarbonetos Aromáticos Policíclicos (PAH), são os que maior impacto negativo têm no desenvolvimento do bebé e no aumento do risco de nascimento prematuro.</p>
<p>Os investigadores adiantam ainda que no Inverno, as concentrações de químicos perigosos no ar é maior do que no Verão. Benzeno e partículas finas de fumos de óleo diesel são outras substâncias presentes no ar das grandes cidades que podem ter um efeito negativo no desenvolvimento do feto e aumentar o risco de parto pré-termo.&#8221;</p>
<p>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/maternidade/gravidez-parto-poluicao-prematuro/1288832-5535.html" target="_blank">IOL Mãe</a></p>
<p>2011-10-13
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Fescapes-de-automovel-aumentam-risco-de-parto-prematuro%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		<title>&#8220;Ibuprofeno aumenta risco de aborto espontâneo&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/ibuprofeno-aumenta-risco-de-aborto-espontaneo/</link>
		<comments>http://www.rituaismaternos.com/ibuprofeno-aumenta-risco-de-aborto-espontaneo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 15:16:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gravidez]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Em caso de necessidade, as grávidas devem optar por analgésicos com paracetamol e evitar aqueles que contêm ibuprofeno. Tomar analgésicos com ibuprofeno durante a gravidez duplica os riscos de aborto espontâneo. O risco é ainda mais elevado para as mulheres que tomam medicamentos com esse princípio activo desde pouco antes da concepção até às 20 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><strong><strong>&#8220;Em caso de necessidade, as grávidas devem optar por analgésicos com paracetamol e evitar aqueles que contêm ibuprofeno.</strong><br />
</strong>Tomar analgésicos com ibuprofeno durante a gravidez duplica os riscos de aborto espontâneo. O risco é ainda mais elevado para as mulheres que tomam medicamentos com esse princípio activo desde pouco antes da concepção até às 20 semanas de gestação.<br />
Um estudo publicado no <em>Canadian Medical Association Journal</em>revela que os riscos não são conhecidos de muitas grávidas que continuam a tomar este tipo de medicamentos, ignorando os avisos incluídos na bula. Uma em cada cinco grávidas recorre a ibuprofeno para alívio da dor. Foram recolhidos dados de mais de 47 mil mulheres com idades entre os 15 e os 45 anos.<br />
O ibuprofeno aumenta o risco de a implantação da placenta não se fazer da forma mais saudável, o que conduz muitas vezes a uma perda gestacional. Calcula-se que uma em cada oito gravidezes acabe em aborto espontâneo, situação mais frequente nas primeiras doze semanas de gestação.<br />
Os investigadores apontam a necessidade de alertar as mulheres para os riscos do ibuprofeno. E de as informar que, em caso de necessidade, podem usar como analgésico o paracetamol, que não tem riscos associados.&#8221;</div>
<div>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/maternidade/gravidez-medicamentos/1278650-5535.html" target="_blank">IOL Mãe</a></div>
<div>2011-09-08 <strong><br />
</strong></div>
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Fibuprofeno-aumenta-risco-de-aborto-espontaneo%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		<title>&#8220;Enfermeiros querem acompanhar grávidas&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/enfermeiros-querem-acompanhar-gravidas/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Aug 2011 13:08:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Normal/Natural]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Os enfermeiros querem passar a acompanhar grávidas de baixo risco, medida que dizem estar prevista numa norma europeia e que permitiria dispensar os médicos desta função e poupar «milhões de euros» ao Serviço Nacional de Saúde (SNS). Numa petição que defende o reconhecimento prático das competências dos enfermeiros especialistas em saúde materna e obstétrica, os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Os enfermeiros querem passar a acompanhar grávidas de baixo risco, medida que dizem estar prevista numa norma europeia e que permitiria dispensar os médicos desta função e poupar «milhões de euros» ao Serviço Nacional de Saúde (SNS).</p>
<p>Numa petição que defende o reconhecimento prático das competências dos enfermeiros especialistas em saúde materna e obstétrica, os enfermeiros apelam à aplicação de um decreto-lei de Março de 2009. Para o vice-presidente da Ordem dos Enfermeiros, Jacinto Oliveira, a petição não deveria ser necessária. O responsável refere-se a uma situação que «não faz sentido», adiantando que esta questão até está «consignada em normativo europeu e está atribuída no leque de competências dos enfermeiros especialistas em saúde materna e obstétrica».</p>
<p>A possibilidade de os enfermeiros seguirem as grávidas de baixo risco existe «de há longa data e poderia trazer vantagens ao Serviço Nacional de Saúde», referiu o responsável, em declarações à Agência Lusa. No entanto, «quando um enfermeiro faz o acompanhamento da gravidez e tem de prescrever meios complementares de diagnóstico, o SNS não os paga do mesmo modo do que quando é outro grupo profissional a prescrevê-los», explicou Jacinto Oliveira.</p>
<p>O bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, disse desconhecer a petição, mas acrescentou que as grávidas são acompanhadas pelo médico de família ou nas maternidades de referência, o que considera uma «situação adequada às necessidades». Aliás, a forma como tem funcionado o acompanhamento das grávidas parece ter «resultados excelentes» reflectidos na evolução da saúde materna. No entanto, o bastonário transmitiu disponibilidade para analisar a situação.</p>
<p>Na petição, que foi subscrita até agora por mais de 1200 pessoas, pode ler-se que esta «medida política permitirá uma poupança de milhões de euros no SNS», já que a mão-de-obra destes enfermeiros, «altamente qualificada para a vigilância da gravidez de baixo risco, é bem mais barata do que a de outros profissionais da saúde que também realizam essa mesma vigilância e não acarreta qualquer redução na qualidade dos cuidados prestados ou, até, poderá aumentá-la». Por isso, é pedida a regulamentação da «comparticipação efectiva no SNS da vigilância autónoma» por enfermeiros especialistas da gravidez de baixo risco, bem como a possibilidade de prescrição de «alguns fármacos devidamente protocolados para a gravidez de baixo risco».&#8221;</p>
<p>Revista <a href="http://www.paisefilhos.pt/index.php/component/content/article/39/3757" target="_blank">PAIS &amp; Filhos</a><br />
26 Agosto 2011
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Fenfermeiros-querem-acompanhar-gravidas%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		<item>
		<title>&#8220;Pintar o cabelo durante a gravidez aumenta risco de leucemia para o bebé&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/pintar-o-cabelo-durante-a-gravidez-aumenta-risco-de-leucemia-para-o-bebe/</link>
		<comments>http://www.rituaismaternos.com/pintar-o-cabelo-durante-a-gravidez-aumenta-risco-de-leucemia-para-o-bebe/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 24 Jul 2011 22:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Novo estudo revela que risco de o bebé desenvolver leucemia nos dois primeiros anos de vida aumenta duas a três vezes quando a grávida pinta o cabelo. Um estudo realizado no Brasil revelou que as tintas para pintar o cabelo aumentam o risco de leucemia nos dois primeiros anos de vida, quando usadas pela mãe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Novo estudo revela que risco de o bebé desenvolver leucemia nos dois primeiros anos de vida aumenta duas a três vezes quando a grávida pinta o cabelo.</p>
<p>Um estudo realizado no Brasil revelou que as tintas para pintar o cabelo aumentam o risco de leucemia nos dois primeiros anos de vida, quando usadas pela mãe durante a gravidez.</p>
<p>O autor do estudo, o biólogo Arnaldo Couto, afirma que o risco é duas a três vezes superior para os bebés filhos de mães que pintaram o cabelo durante os dois primeiros trimestres da gravidez, quando comparados com aqueles cujas mães não usaram esses produtos. A leucemia atinge cerca de cinco por cento das crianças até aos dois anos.</p>
<p><strong>Algumas substâncias presentes nas tintas para o cabelo são comprovadamente cancerígenas, pelo que, segundo o autor do estudo, os fabricantes deveriam ser obrigados a alertar as consumidoras para os riscos, especialmente durante a gravidez</strong>.</p>
<p>Os resultados foram publicados no site da Escola Nacional de Saúde Pública, onde o estudo foi realizado, em parceria com o Instituto Nacional do Câncer.&#8221;</p>
<p>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/maternidade/cabelo-saude-gravidez/1268086-5535.html" target="_blank">IOL Mãe</a><br />
2011-07-21
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Fpintar-o-cabelo-durante-a-gravidez-aumenta-risco-de-leucemia-para-o-bebe%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Enjoos: sinal de gravidez saudável&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/enjoos-sinal-de-gravidez-saudavel/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 11:12:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gravidez]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;A probabilidade de aborto espontâneo é menor para as grávidas que sofrem enjoos. Se serve de consolação, os enjoos matinais parecem ser indício de uma gravidez saudável. Mais um estudo, desta vez realizado nos EUA, na Universidade da Carolina do Norte, vem apontar uma relação entre os enjoos e o grau de saúde da gestação. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A probabilidade de aborto espontâneo é menor para as grávidas que sofrem enjoos.</p>
<p>Se serve de consolação, os enjoos matinais parecem ser indício de uma gravidez saudável. Mais um estudo, desta vez realizado nos EUA, na Universidade da Carolina do Norte, vem apontar uma relação entre os enjoos e o grau de saúde da gestação. As conclusões foram publicadas no jornal Human Reproduction. Foram analisados dados de 2400 grávidas, de várias cidades norte-americanas. As mulheres que sofrem de enjoos e náuseas nos primeiros meses têm menos probabilidades de vir a sofrer um aborto espontâneo. Para as grávidas mais velhas, esta associação é ainda mais evidente.</p>
<p>Quanto mais longa for a duração dos sintomas de náuseas e enjoos, nos primeiros meses, menor é a probabilidade de aborto.</p>
<p>Não foi estabelecida uma relação de causa-efeito entre os dois fenómenos, nem quer dizer que no caso de ausência de enjoos haja razão para preocupações.</p>
<p>Os especialistas pensam que os enjoos estão relacionados com uma sensibilidade da mulher ao aumento dos níveis hormonais, necessário para que a gravidez progrida de forma saudável.</p>
<p>89 por cento das grávidas sentiu algum grau de enjoo. Para 53 por cento, houve mesmo vómitos e náuseas. 11 por cento das grávidas sofreram um aborto espontâneo antes das 20 semanas.</p>
<p>Entre as mulheres que não tiveram enjoos, a probabilidade de aborto foi 3,2 vezes superior.&#8221;</p>
<p>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/maternidade/gravidez-enjoos-saude/1197305-5535.html" target="_blank">IOL Mãe</a></p>
<p>2010-12-26</p>
<p><span style="color: #be0ef0;"><em><strong>Mais um artigo interessante, normalmente não me chamaria a atenção, mas achei muito curioso porque me revi. Na gravidez do meu filho tive enjoos até às 20 e tal semanas de gestação, embora os meus enjoos não fossem matinais. Começava a enjoar ao início da tarde e só passava quando acordava na manhã seguinte, mas também nunca vomitei. A minha gravidez foi normal, de baixo risco. O curioso é que já tinha passado por outra gravidez anteriormente, que terminou num aborto espontâneo às 6 semanas de gestação. Foi uma gravidez curta, é verdade, mas durante esse tempo nunca enjoei, ao contrário da 2ª gravidez, em que ainda antes de saber que estava grávida já sentia enjoos. <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </strong></em></span>
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Fenjoos-sinal-de-gravidez-saudavel%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Orgasmo à vista!&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/orgasmo-a-vista/</link>
		<comments>http://www.rituaismaternos.com/orgasmo-a-vista/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 15:07:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>

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		<description><![CDATA[Informação retirada do site da revista brasileira Crescer: &#8220;No começo, são os enjoos e a sonolência. No fim, aquele barrigão e o medo de machucar o bebé. Fazer sexo durante os nove meses da gestação já parece complicado, chegar ao orgasmo, então, nem se fala! Mas basta você saber que está grávida para começar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Informação retirada do site da revista brasileira <a href="http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI128774-10543,00.html" target="_blank">Crescer</a>:</p>
<p><a href="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2010/04/03862752100.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2268" title="0,,38627521,00" src="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2010/04/03862752100-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a> <strong>&#8220;</strong>No começo, são os enjoos e a sonolência. No fim, aquele barrigão e o medo de machucar o bebé. Fazer sexo durante os nove meses da gestação já parece complicado, chegar ao orgasmo, então, nem se fala! Mas basta você saber que está grávida para começar a ouvir as mais picantes histórias de que a &#8220;transa&#8221; fica ainda melhor nesse período&#8230; <span style="text-decoration: underline;">Uma pesquisa realizada em Portugal confirmou que esses relatos são reais e ainda mostrou que três em quatro mulheres não têm problemas sexuais na gravidez – e que 80% manteve relações até o terceiro trimestre</span>. Ainda assim, você pode pensar que falar é fácil, difícil é conseguir ser sedutora com a nova silhueta e todo o mal-estar. Deixe o pessimismo de lado e agarre-se a um facto que vale mais do que mil histórias: <span style="text-decoration: underline;"><strong>a gravidez prepara o corpo feminino psicológica e fisicamente para orgasmos mais intensos e até múltiplos</strong>. Animada? Tem mais: essas mudanças podem representar até o empurrãozinho definitivo para quem nunca experimentou as delícias do clímax sexual antes</span>.</p>
<p>E não é só papo, não. <span style="text-decoration: underline;">Evidências científicas mostram porque é que as grávidas têm mais facilidade de atingir o orgasmo que outras mulheres. “</span><strong><span style="text-decoration: underline;">Os picos de ocitocina (hormona que provoca as contracções uterinas e estimula a produção de leite) promovem o fortalecimento dos laços afectivos</span></strong>. Se você se sente conectada ao parceiro de forma especial e plena, essa sensação se intensifica ainda mais”, afirma Danielle Cavalluci, norte-americana especialista em sexo, fitness e nutrição. “<span style="text-decoration: underline;"><strong>Outro ponto crucial é o maior fluxo de sangue que a região pélvica recebe, deixando a área genital ultrassensível</strong></span>. Em outras palavras, qualquer estímulo pode accionar o desejo por sexo.”</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Os sonhos também podem ser fonte de prazer. Segundo Danielle, você pode ter mais sonhos relacionados ao sexo – e lembrar-se deles. O seu inconsciente manifesta esse desejo. “Divida com seu parceiro. Eles adoram participar de qualquer situação que provoque satisfação sexual à mulher</span>”, diz. (&#8230;)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Converse com seu parceiro. Fale abertamente sobre suas dúvidas, seus receios. Isso pode ajudá-lo a encarar os dilemas que a gestação trouxe para ele também. Quanto mais próximos vocês estiverem, maior a cumplicidade – e, porque não, as chances de viver bons momentos na cama</span>.</p>
<p>Você ainda não se convenceu que pode ter uma &#8220;transa&#8221; mais gostosa na gravidez e só consegue pensar nos possíveis riscos que ela traz, como a antecipação do parto? Esqueça! <span style="text-decoration: underline;">Um recente estudo norte-americano com 600 casais mostrou que os activos sexualmente não tiveram bebés antes da 37ª semana. E ainda há mais boas notícias: <strong>a descarga de endorfina libertada após um orgasmo melhora a irrigação do útero, ajudando a nutrir o bebé. Sem falar que a sensação de bem-estar que você sente se estende ao seu filho também</strong></span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Na verdade, são raras as situações onde o sexo deve mesmo ser suspenso por apresentar algum risco, como quando há ameaça de aborto ou de parto prematuro. Só o médico pode fazer essa avaliação. Fora isso, toda prática pode ser benéfica. Inclusive o sexo oral. E se você é adepta dos brinquedos, não precisa aposentá-los</span>. (&#8230;) <strong>Derrube os tabus e vá atrás do seu prazer</strong>! (&#8230;)<strong>&#8220;</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Por</strong></span>: Paula Brandão Sereno<br />
<span style="text-decoration: underline;"><strong>Colaboração</strong></span>: Helena Dias<br />
<span style="text-decoration: underline;"><strong>Fontes</strong></span>: Abner Lobão Neto, Ginecologista e Obstetra, Coordenador do Pré-Natal Personalizado da Unifesp; Elizabeth Leão, Ginecologista da Beneficência Portuguesa (SP); Nilson Szylit, Ginecologista e Obstetra do Hospital Albert Einstein (SP); Sylvia Faria Marzano, Urologista e Terapeuta Sexual do Instituto ISEXP
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		<title>&#8220;Menos sexo na gravidez&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 17:01:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gravidez]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Medos infundados fazem reduzir actividade sexual. Quando o assunto é sexo na gravidez, ainda há muitos medos infundados e mitos que atrapalham. Um estudo conduzido por Joana Rocha Pauleta, do serviço de Obstetrícia, Ginecologia e Medicina da Reprodução do Hospital de Santa Maria, permitiu concluir que apesar de a satisfação sexual não diminuir durante este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;Medos infundados fazem reduzir actividade sexual</strong>.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Quando o assunto é sexo na gravidez, ainda há muitos medos infundados e mitos que atrapalham</span></strong>. Um estudo conduzido por Joana Rocha Pauleta, do serviço de Obstetrícia, Ginecologia e Medicina da Reprodução do Hospital de Santa Maria, permitiu concluir que apesar de a satisfação sexual não diminuir durante este período (para 48,4 por cento das mulheres), existe uma diminuição da actividade sexual, sobretudo no terceiro trimestre (para 55 por cento das mulheres).</p>
<p>Participaram no estudo 188 mulheres, com idades entre os 17 e os 40 anos, que deram à luz naquele hospital.</p>
<p>O medo da penetração foi um dos mais referidos &#8211; 23,4 por cento das mulheres sentiram-no durante a gravidez, mas 98,3 por cento praticaram-na. Receio de um aborto espontâneo ou de um parto prematuro foram associados à actividade sexual.<br />
38,1 por cento praticaram sexo oral e 6,6 a penetração anal. A masturbação foi uma opção para 20,4 por cento das mulheres.</p>
<p>Quanto à frequência, 55 por cento das participantes revelaram que houve um decréscimo na actividade sexual durante o terceiro trimestre da gravidez. Para 44,7 por cento das mulheres, o primeiro trimestre foi aquele em que a actividade sexual foi mais frequente. Isto apesar de o segundo trimestre ser aquele em que as grávidas se sentem geralmente melhor.</p>
<p>Para 38 por cento das mulheres, o desejo sexual permaneceu inalterado, mas diminuiu para 32,5 por cento das inquiridas.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Segundo os investigadores envolvidos no estudo, publicado no The Journal of Sexual Medicine, é importante que a sexualidade seja abordada nas consultas de obstetrícia para que o casal possa estar mais informado e preparado para as modificações que a gravidez pode implicar na vida sexual</span></strong>.<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/artigo.php?id=1143385&amp;div_id=3669" target="_blank">IOL Mãe</a><br />
2010/03/01
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		<title>&#8220;Dieta na gravidez influi no eczema infantil&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 12:17:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;O aumento do consumo de vegetais verdes e amarelos, de citrinos, de produtos hortícolas e de frutas ricas em betacaroteno durante a gravidez diminui o risco dos bebés desenvolverem eczemas, revela um estudo publicado na revista Allergy. O betacaroteno e a vitamina E são dois antioxidantes, substâncias que ajudam a combater os radicais livres formados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong><span style="text-decoration: underline;">O aumento do consumo de vegetais verdes e amarelos, de citrinos, de produtos hortícolas e de frutas ricas em betacaroteno durante a gravidez diminui o risco dos bebés desenvolverem eczemas, revela um estudo publicado na revista Allergy</span>.</p>
<p><strong>O betacaroteno e a vitamina E são dois antioxidantes, substâncias que ajudam a combater os radicais livres formados durante os processos celulares, que estão presentes em vegetais e em frutas</strong>.</p>
<p>Para este estudo, os investigadores da Universidade Fukuoka, no Japão, contaram com a participação de 763 mulheres grávidas, com uma média de 30 anos, para avaliaram o efeito do consumo de legumes e frutas no desenvolvimento precoce de eczema dos seus filhos.</p>
<p>Durante a décima sétima semana de gravidez, as mulheres foram inquiridas sobre a sua história médica e pessoal. Quando os seus filhos atingiram os 16 ou 24 meses de idade, as participantes forneceram informações sobre o parto, a lactação, o número de irmãos mais velhos e a exposição ao fumo de tabaco.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">O estudo revelou que, mesmo depois de se considerarem outros factores de risco para o desenvolvimento de eczema, <strong>as mães que consumiam maiores quantidades de vegetais verdes e amarelos, citrinos e vegetais e frutas ricas em betacaroteno durante a gravidez tinham uma menor probabilidade de terem filhos com eczemas do que as que comiam menores quantidades</strong>. Na amostra estudada, o número de crianças que desenvolveu eczema foi, respectivamente, de 32 e 54 para os dois grupos</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Assim, os investigadores concluem que o consumo de vegetais verdes e amarelos, citrinos e produtos hortícolas ricos em betacaroteno e vitamina E nas mulheres grávidas merece uma investigação mais aprofundada, dado que ele pode ser eficaz na prevenção de doenças alérgicas nos bebés</span>.<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Revista <a href="http://www.paisefilhos.pt/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=2177&amp;Itemid=60" target="_blank">PAIS &amp; Filhos</a><br />
1 Março 2010
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Fdieta-na-gravidez-influi-no-eczema-infantil%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		<title>&#8220;Acupunctura para grávidas deprimidas&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/acupunctura-para-gravidas-deprimidas/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 15:06:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;A acupunctura pode ser uma opção eficaz no tratamento da depressão em mulheres grávidas. Um estudo apresentado na reunião anual da Society for Maternal-Fetal Medicine, em Chicago, revela que a terapia chinesa com agulhas tem efeitos benéficos no tratamento e é segura para o feto, o que não acontece com os medicamentos anti-depressivos normalmente utilizados. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong><span style="text-decoration: underline;">A acupunctura pode ser uma opção eficaz no tratamento da depressão em mulheres grávidas. Um estudo apresentado na reunião anual da Society for Maternal-Fetal Medicine, em Chicago, revela que <strong>a terapia chinesa com agulhas tem efeitos benéficos no tratamento e é segura para o feto, o que não acontece com os medicamentos anti-depressivos normalmente utilizados</strong></span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">O estudo avaliou 150 grávidas que sofriam de depressão major (aguda). Durante oito semanas, um sub-grupo foi sujeito a um tratamento específico de acupunctura para a depressão, outro a massagens e outro ainda a um tratamento com agulhas sem qualquer efeito. As que receberam a terapêutica com acupunctura verdadeira revelaram uma redução substancial na gravidade da depressão</span>.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Os autores do estudo consideram, assim, que a acupunctura deveria ser pensada como uma opção de tratamento segura e eficaz, sem efeitos secundários indesejáveis, no tratamento da depressão em mulheres grávidas</span></strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Calcula-se que cerca de 10 por cento das grávidas sofra de depressão e destas 10 por cento vê agravados os sintomas da doença no decorrer da gravidez</strong>. Muitas deixam de tomar os medicamentos anti-depressivos por não serem completamente seguros para o desenvolvimento fetal</span>.<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/artigo.php?id=1138590&amp;div_id=3722" target="_blank">IOL Mãe</a><br />
2010/02/11<strong><br />
</strong>
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