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	<title>Rituais Maternos &#187; Parto na Água</title>
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		<title>Parto no Mar</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 17:53:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parto na Água]]></category>

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		<description><![CDATA[Adorei este vídeo! Sei que a maioria das pessoas não compreende e até acha arriscado e irresponsável, eu pessoalmente entendo esta mulher e adoraria ter coragem para ter um parto assim. Tão livre, em perfeita sintonia com a Natureza, no mar! A mulher que vemos no filme é russa e decidiu que o seu 3º [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Adorei este vídeo!</p>
<p>Sei que a maioria das pessoas não compreende e até acha arriscado e irresponsável, eu pessoalmente entendo esta mulher e adoraria ter coragem para ter um parto assim. Tão livre, em perfeita sintonia com a Natureza, no mar!</p>
<p>A mulher que vemos no filme é russa e decidiu que o seu 3º filho nasceria em Israel, nas águas do Mar Mediterrâneo. O parto aconteceu em Outubro de 1994.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="458" height="384" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="data" value="http://albums.tapuz.co.il/albums/flixBlogPlayer.swf?autoStart=false&amp;MID=3238527" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://albums.tapuz.co.il/albums/flixBlogPlayer.swf?autoStart=false&amp;MID=3238527" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="458" height="384" src="http://albums.tapuz.co.il/albums/flixBlogPlayer.swf?autoStart=false&amp;MID=3238527" allowscriptaccess="always" data="http://albums.tapuz.co.il/albums/flixBlogPlayer.swf?autoStart=false&amp;MID=3238527"></embed></object>
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		<title>&#8220;A Magia dos Partos na Água&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 17:27:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parto na Água]]></category>

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		<description><![CDATA[Informação retirada do site GimnoGrávida: &#8220; (&#8230;) Já há uma história de mais de 30 anos de experiência em nascimentos dentro de água um pouco por todo o Mundo, com resultados bastante satisfatórios e que vêm deitar por terra algumas críticas de alguns profissionais de saúde sobre o nascimento dentro de água. &#8220;A grande diferença [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Informação retirada do site <a href="http://www.gimnogravida.pt/destaquesContainer_65" target="_blank">GimnoGrávida</a>:</p>
<p><strong>&#8220;</strong> (&#8230;) Já há uma história de mais de 30 anos de experiência em nascimentos dentro de água um pouco por todo o Mundo, com resultados bastante satisfatórios e que vêm deitar por terra algumas críticas de alguns profissionais de saúde sobre o nascimento dentro de água.</p>
<p>&#8220;A grande diferença entre o parto natural humanizado em terra e um parto natural humanizado dentro de água é mesmo apenas a inclusão do elemento <span style="text-decoration: underline;">água, como um recurso natural, <strong>não invasivo e seguro de relaxamento e de controlo da dor durante o trabalho de parto</strong>, assim como um meio suave e delicado para receber o bebé no momento do seu nascimento&#8221;, explica Isabel Ferreira, Enfermeira Especialista em Saúde Materna e Obstétrica</span> da Gimnográvida.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Todas as mulheres com <strong>gravidez de termo</strong> (com mais de 37 semanas de gravidez), <strong>de baixo risco</strong>, ou seja, sem contra-indicações absolutas para um parto por via vaginal, que pretendem ter um parto natural sem recurso a medicamentos para redução da dor, têm os requisitos mínimos para se candidatarem a um parto dentro de água</span>.</p>
<p>&#8220;O parto na água destina-se a todas as mulheres que reconhecem em si o poder relaxante da água e que pretendem ter um <strong>parto natural com total liberdade de movimentos</strong>&#8220;, explica Isabel Ferreira. (&#8230;)</p>
<p><strong>Acabar com os mitos</strong></p>
<p>&#8220;<span style="text-decoration: underline;"><strong>Existem actualmente estudos científicos que confirmam a segurança e a eficácia do nascimento dentro de água</strong>&#8220;. Isabel Ferreira refere que uma das perguntas mais frequentes é se há algum perigo de afogamento para o bebé. A resposta tranquiliza as leitoras mais ansiosas: &#8220;<strong>O bebé tem o reflexo de mergulho, ou seja, enquanto a sua face não entra em contacto com o ar, ele não inicia a respiração e a sua laringe encontra-se fechada, impedindo a entrada de água nos seus pulmões. O oxigénio, enquanto o bebé está debaixo de água, é fornecido pelo sangue materno, através do cordão umbilical</strong>&#8220;. Se acontecerem situações emergentes dentro de água, pode ser necessário que a mulher saia para fora, embora não seja muito frequente</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">A água não retira toda a sensação dolorosa do parto, mas apenas a reduz um pouco. &#8220;A mulher sente as contracções de forma intensa, mas é incentivada a não lutar contra elas e sim aceitá-las como algo natural e fisiológico, num processo intenso que lhe irá dar a energia para conseguir ter a força necessária para empurrar o seu bebé para o mundo exterior a si&#8221;, fundamenta Isabel Ferreira</span>.</p>
<p><strong>Como decorre o parto dentro de água</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Para que se garanta a segurança dentro de água, deverão ser garantidas as condições de água a utilizar para encher a piscina, que deverá ser potável e com a <strong>temperatura mantida entre os 35ºC e os 37ºC</strong>. &#8220;A banheira deverá encher-se com água até ao peito da mãe, quando em posição de sentada. Para potenciar os efeitos da água, a mulher deverá ser incentivada a entrar na água assim que estiver com uma dilatação uterina de 4/5 cm. Antes disso, poderá beneficiar dos efeitos da água utilizando chuveiro com água fria ou quente&#8221;, explica a Enfermeira da Gimnográvida</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>O parto deverá ser acompanhado por enfermeiras ou médicos especialistas em saúde materna e obstétrica</strong>, com o mesmo profissionalismo e conhecimento com que acompanham o parto natural humanizado em terra. &#8220;Sempre que se verificar a necessidade de intervenção específica que impeça o parto dentro de água (como por exemplo a necessidade emergente de aplicação de uma ventosa ou de uma cesariana), deverá ser solicitado à mulher que saia da água, informando-a dos motivos desta orientação clínica&#8221;, diz-nos Isabel Ferreira</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Ao entrar na água, as futuras mães exprimem um enorme sentimento de <strong>relaxamento físico e emocional, um maior sentimento de </strong><strong>leveza e uma maior facilidade de movimentação, associando-se &#8220;uma significativa redução da dor e do desconforto</strong> durante todo o processo de nascimento do seu filho. O companheiro também pode entrar e ajudar em todo o processo&#8221;, adianta a enfermeira entrevistada pela Mãe Ideal</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">O momento em que o bebé vem ao mundo é de uma magia intensa. &#8220;A cabeça e o corpo saem de dentro do corpo da mãe de uma forma suave e dentro de água, o recém-nascido flutua e abre e fecha os seus pequeninos olhos, explorando pela primeira vez o novo mundo. Impulsiona-se de seguida para a tona da água, em direcção à mãe, mostrando que nasce já com a capacidade de nadar na direcção de quem reconhece como sua cuidadora e protectora. A mãe acolhe-a suavemente nos seus braços, emocionada&#8221;, conclui Isabel Ferreira</span>.</p>
<p><strong>Benefícios dos partos dentro de água</strong></p>
<p>- <span style="text-decoration: underline;">Aumento do relaxamento e uma significativa <strong>diminuição da dor materna</strong>. Há uma maior progressão do trabalho de parto</span>;</p>
<p>- <span style="text-decoration: underline;"><strong>Aumento da oxigenação do feto</strong> durante o trabalho de parto: como a mãe está mais relaxada, a sua respiração é usualmente mais calma, profunda e eficaz, pelo que os gastos em oxigénio são menores e chegam em maior quantidade ao feto, promovendo o seu bem-estar</span>;</p>
<p>- <span style="text-decoration: underline;">Aumento da elasticidade materna, o que <strong>diminui o risco de lacerações vaginais e perineais</strong> durante o parto</span>;</p>
<p>- <span style="text-decoration: underline;">A liberdade de movimentos e posicionamento da mãe conduz usualmente a uma descida mais rápida e menos traumática do feto pelo canal de parto, pelo que usualmente a imersão em água durante o trabalho de parto está associada a uma <strong>menor necessidade de intervenções obstétricas</strong>, tais como a utilização de fórceps, ventosas ou o recurso à cesariana</span>.<strong>&#8220;</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Fonte</strong></span>: Revista Mãe Ideal, Novembro 2008</p>
<p><strong>Estudos científicos sobre a segurança de um parto dentro de água:</strong></p>
<p><strong> </strong>1. <a href="http://www.inutero.pt/UserFiles/File/artigos/nascimento/Parto%20na%20Agua/Alderdice_1995.pdf" target="_blank">Labour and birth in water in England and Wales &#8211; ALDERDICE 1995</a><br />
2. <a href="http://www.inutero.pt/UserFiles/File/artigos/nascimento/Parto%20na%20Agua/CLUETT_1997.pdf" target="_blank">Immersion in water in pregnancy, labour and birth &#8211; CLUETT 1997</a><br />
3. <a href="http://www.inutero.pt/UserFiles/File/artigos/nascimento/Parto%20na%20Agua/CLUETT_2002_abstract.pdf" target="_blank">Immersion in water in pregnancy, labour and birth &#8211; CLUETT 2002</a><br />
4. <a href="http://www.inutero.pt/UserFiles/File/artigos/nascimento/Parto%20na%20Agua/GILBERT_1999_BMJ.pdf" target="_blank">Perinatal mortality and morbidity among babies delivered in water: surveillance study and postal survey &#8211; GILBERT 1999</a><br />
5. <a href="http://www.inutero.pt/UserFiles/File/artigos/nascimento/Parto%20na%20Agua/Literature_review_tabela.pdf" target="_blank">Water immersion during labor and/or birth: A review of the literature</a><br />
6. <a href="http://www.inutero.pt/UserFiles/File/artigos/nascimento/Parto%20na%20Agua/RUSH_1996.pdf" target="_blank">The Effects of Whirpool Baths in Labour: A randomized, contolled trial &#8211; RUSH 1996</a><br />
7. <a href="http://www.inutero.pt/UserFiles/File/artigos/nascimento/Parto%20na%20Agua/THOENI_94_2006.pdf" target="_blank">Does water birth increase the risk of neonatal infection? &#8211; THOENI 2005</a><br />
8. <a href="http://www.inutero.pt/UserFiles/File/artigos/nascimento/Parto%20na%20Agua/THOENI_infeccao_2001.pdf" target="_blank">Water contamination and the rate of infections for water births &#8211; THOENI 2001</a><br />
9. <a href="http://www.inutero.pt/UserFiles/File/artigos/nascimento/Parto%20na%20Agua/zanetti_2006.pdf" target="_blank">Maternal and neonatal infections and obstetrical outcome in water birth. &#8211; ZANETTI 2006</a><br />
10. <a href="http://www.inutero.pt/UserFiles/File/artigos/nascimento/Parto%20na%20Agua/zanetti_2006_jan_streptoB.pdf" target="_blank">Water birth: is the water an additional reservoir for group B streptococcus? &#8211; ZANETTI 2006</a><br />
11. <a href="http://www.inutero.pt/UserFiles/File/artigos/nascimento/Parto%20na%20Agua/zanetti_2006_Oct.pdf" target="_blank">Water birth, more than a trendy alternative: a prospective, observational study. &#8211; ZANETTI 2006</a><br />
<strong><br />
</strong>
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		<title>Gisele Bundchen fala sobre o Seu Parto</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 18:57:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parto Domiciliar]]></category>
		<category><![CDATA[Parto na Água]]></category>
		<category><![CDATA[Testemunhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste vídeo podemos ver uma entrevista com a modelo brasileira Gisele Bundchen, em que ela fala do seu parto domiciliar na água e faz ainda referência ao facto de estar a amamentar em exclusivo. Que mamã tão serena!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste vídeo podemos ver uma entrevista com a modelo brasileira Gisele Bundchen, em que ela fala do seu parto domiciliar na água e faz ainda referência ao facto de estar a amamentar em exclusivo. Que mamã tão serena!</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="data" value="http://www.youtube.com/v/Y_eAvvHleEo" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Y_eAvvHleEo" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/Y_eAvvHleEo" data="http://www.youtube.com/v/Y_eAvvHleEo"></embed></object>
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		<title>Parto na Água &#8211; BioNascimento</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 08:34:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parto na Água]]></category>

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		<description><![CDATA[Iniciativas do Parto na Água de 2009, com a Parteira Cornelia Enning, em Sesimbra: Dia 25 de Outubro das 15h às 17h Sessão informativa para o público em geral. Contamos ter testemunhos de casais. Preço do bilhete são 3€ e a receita da bilheteira reverte a favor do Projecto Espaço Cegonha da Maternidade Dr. Alfredo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Iniciativas do Parto na Água de 2009, com a Parteira <a href="http://www.midwiferytoday.com/international/germany.asp" target="_blank">Cornelia Enning</a>, em <strong>Sesimbra</strong>:</p>
<p><strong>Dia 25 de Outubro das 15h às 17h</strong><br />
Sessão informativa para o <strong>público em geral</strong>.<br />
Contamos ter testemunhos de casais.<br />
<span style="text-decoration: underline;">Preço do bilhete são 3€ e a receita da bilheteira reverte a favor do Projecto Espaço Cegonha da Maternidade Dr. Alfredo da Costa</span>.<br />
<strong>Reservas</strong>: contactar 21 228 87 15 ou cineteatro@cm-sesimbra.pt</p>
<p><strong>Dia 26 de Outubro das 10h-17h</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Formação Introdução aos Cuidados no Parto na Água &#8211; Módulo I</span>.<br />
Dirigida a todos os interessados neste tipo de Parto.</p>
<p><strong>Dia 27 de Outubro da 10h-17h</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Formação Cuidados Holísticos em Situações de Emergência no Parto na Água &#8211; Módulo Extra</span>.<br />
Dirigida a todos os <strong>profissionais de saúde</strong> que tenham realizado o Módulo I.</p>
<p>Mais informações e inscrições no site <a href="http://www.bionascimento.com/" target="_blank">BioNascimento</a>.</p>
<p><strong>Informação BioNascimento</strong>: &#8220;O nosso parceiro Hill-Rom  instalou no <span style="text-decoration: underline;">Hospital da Boa Nova, em Matosinhos</span>, a primeira banheira fixa para partos no nosso país.&#8221;
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Fparto-na-agua-bionascimento%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;As mulheres não podem ficar prisioneiras do seu projecto de parto&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/as-mulheres-nao-podem-ficar-prisioneiras-do-seu-projecto-de-parto/</link>
		<comments>http://www.rituaismaternos.com/as-mulheres-nao-podem-ficar-prisioneiras-do-seu-projecto-de-parto/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 12:13:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indução do Parto]]></category>
		<category><![CDATA[Parto na Água]]></category>

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		<description><![CDATA[Em Fevereiro deste ano, a HumPar realizou o Congresso Internacional «Humanização do Nascimento &#8211; Caminhos e Escolhas», no qual participou o médico obstetra Michel Odent, defensor do parto na água. Deixo aqui um artigo publicado pela revista PAIS &#38; Filhos sobre os temas abordados pelos especialistas nesse congresso: &#8220; (&#8230;) Ora, defende Michel Odent, «é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em Fevereiro deste ano, a <a href="http://www.humpar.org/" target="_blank">HumPar</a> realizou o Congresso Internacional «<strong>Humanização do Nascimento &#8211; Caminhos e Escolhas</strong>», no qual participou o médico obstetra <a href="http://www.wombecology.com/" target="_blank">Michel Odent</a>, defensor do parto na água.</p>
<p>Deixo aqui um artigo publicado pela revista PAIS &amp; Filhos sobre os temas abordados pelos especialistas nesse congresso:</p>
<p><strong>&#8220;</strong> (&#8230;) Ora, defende Michel Odent, «é importante que as grávidas percebam que, por si só, <span style="text-decoration: underline;">o parto na água não pode ser considerado como o ‘remédio’ providencial que evitará a dor e proporcionará um nascimento ‘ideal’</span>». Antes, acrescenta «tem de fazer parte de um processo mais abrangente em que <span style="text-decoration: underline;">a natural dor fisiológica é gerida e atenuada através de um sistema de protecção fisiológica</span>.»</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Esse sistema implica que as mulheres possam atravessar toda «a cadeia de eventos que constitui o parto», incluindo a dor mas também o «cocktail natural» de <strong>ocitocina e endorfinas</strong> que «atenua temporariamente as capacidades cerebrais para que as mensagens dolorosas não cheguem com a intensidade habitual ao córtex e sejam, por isso mesmo, mais facilmente trabalhadas</span>».</p>
<p>Michel Odent não hesita em dizer que «<span style="text-decoration: underline;">quando o processo é deixado seguir, ocorre um certo grau de amnésia e mesmo consciência alterada que permite à mulher ficar indiferente a tudo o que a rodeia, menos à tarefa que tem em mãos: fazer nascer o seu bebé</span>.» O problema, refere «é que parece haver cada vez menos casos em que as mulheres são deixadas chegar a esse estado alterado de consciência». É aí, remata, que «<strong>ainda há um grande caminho a percorrer» para dar garantias «da privacidade, silêncio e intervenção mínima de terceiros que são essenciais no parto</strong>.»</p>
<p>Para Odent o «guarda-chuva fisiológico» de cada mulher é o centro da gestão da dor e a procura da banheira de parto uma «parte dessa gestão». É por isso que, defende, <span style="text-decoration: underline;">a entrada da grávida para dentro de água terá de ser guardada até a fase de dilatação estar bastante adiantada</span>. «Se for necessário enganar uma grávida desejosa de entrar na banheira, mas que ainda não se encontre em trabalho de parto activo, então engane-se! Diga-se que ainda não tem água suficiente, que a água está quente, qualquer coisa, mas <strong>evite-se a entrada prematura dentro de água</strong>.»</p>
<p>Isto porque «<span style="text-decoration: underline;">o período óptimo de utilização da banheira são as duas horas que se seguem à altura em que a dilatação está a meio e em que o meio aquático é altamente efectivo no alívio da dor e no relaxamento corporal e leva, na esmagadora maioria dos casos, ao período expulsivo». Se tal não acontece, adverte Michel Odent, «é então momento de fazer uma análise do que está a suceder e <strong>partir para outro tipo de alternativas</strong>, se for caso disso». Por isso «são de evitar os planos de parto demasiadamente rígidos, o que inclui, naturalmente, a insistência do uso de uma banheira, ou de outro qualquer método, sejam quais forem as circunstâncias</span>.»</p>
<p><strong>Indução, epidural, cesariana?</strong><br />
(&#8230;) Ao obstetra espanhol Emílio Santos Leal coube abordar o «efeito dominó» existente entre a indução do parto, a utilização de epidural e a realização de cesarianas. <span style="text-decoration: underline;">E se o vasto auditório do evento – composto maioritariamente por profissionais de saúde e doulas – não ficou surpreendido entre a <strong>relação causa efeito entre a indução e o uso da epidural</strong>, já o mesmo não sucedeu quando </span><span style="text-decoration: underline;">Emílio Santos Leal afirmou, baseado numa recolha estatística de larga escala realizada em vários países, não existir essa mesma ligação directa entre a indução e a realização de cesarianas</span>. (&#8230;)</p>
<p>Pouco entusiasta da <strong>monitorização em permanência</strong>, e reportando-se às taxas registadas nos hospitais de Madrid, Emílio Leal defende que «<span style="text-decoration: underline;">se esse procedimento fosse abandonado os actuais 25 por cento de cesarianas baixariam para 15 por cento e os 15 por cento de partos instrumentalizados poderiam cifrar-se em 13 por cento</span>». <strong>Nos partos de baixo risco «está provado que a monitorização contínua não ajuda a salvar vidas. Pelo contrário, leva as equipas a refugiarem-se em intervenções de larga escala que não são benéficas nem para a mãe nem para o bebé»</strong>. (&#8230;) <strong>&#8220;</strong></p>
<p>Texto: Elsa Páscoa<br />
12 Fevereiro 2009</p>
<p>Podem ler o artigo completo <a href="http://www.paisefilhos.pt/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=1064&amp;Itemid=60" target="_blank">aqui</a>.
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		<title>Parto Aquático é possível na Ordem da Lapa</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 20:27:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parto na Água]]></category>

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		<title>&#8220;Parto na Água&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 11:04:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parto na Água]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Popularizado pelo médico francês Michel Odent na década de 60, o parto na água foi, inicialmente, descrito como uma forma alternativa de controlo da dor durante o trabalho de parto. A imersão em água à temperatura do corpo ajuda a reduzir o nível de adrenalina da mulher e estimula a libertação de ocitocina, a hormona-chave [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong>Popularizado pelo médico francês <a href="http://www.wombecology.com/" target="_blank">Michel Odent</a> na década de 60, o <strong>parto na água</strong> foi, inicialmente, descrito como uma <span style="text-decoration: underline;">forma alternativa de controlo da dor durante o trabalho de parto. A imersão em água à temperatura do corpo <strong>ajuda a reduzir o nível de adrenalina da mulher e estimula a libertação de ocitocina</strong>, a hormona-chave do parto. Esta resposta fisiológica leva a uma <strong>diminuição da intensidade da dor, ao mesmo tempo que facilita a dilatação</strong>. Bem-estar, paz interior e maior controlo da situação são os benefícios descritos pela maior parte das mulheres que experimentam esta forma de dar à luz</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Vários estudos revelam que <strong>a utilização da água no nascimento permite reduzir o número de cesarianas, induções de parto, pedidos de epidural e o uso de fórceps ou ventosas</strong>. Um trabalho publicado em Janeiro de 2004 no conceituado British Medical Journal (BMJ), que comparou partos dentro e fora de água, concluía isto mesmo e acrescentava que <strong>a imersão em água facilita a dilatação inclusivamente nos primeiros partos</strong></span>.</p>
<p>Alguns investigadores não se cansam de referir os potenciais riscos para os bebés. Mesmo depois da publicação de um importante <span style="text-decoration: underline;">estudo em 1999 no BMJ, que analisou todos os partos na água ocorridos no Reino Unido entre 1994 e 1996. De acordo com os investigadores, em gravidezes sem problemas, <strong>os riscos de nascer debaixo de água são semelhantes aos riscos de nascer fora dela</strong></span>. Há, no entanto, vários trabalhos publicados na literatura médica que alertam para possíveis perigos: aspiração da água, danos neurológicos, ruptura do cordão umbilical e pneumonia.</p>
<p><strong>Investigação, precisa-se</strong><br />
A experiência das parteiras do St. George&#8217;s Hospital e do Royal Free Hospital, em <strong>Londres</strong>, vai noutro sentido. A PAIS&amp;Filhos visitou estes dois hospitais públicos britânicos, <span style="text-decoration: underline;">onde o parto na água é uma possibilidade desde que o governo decretou em 1992 que esta deveria ser uma opção em todas as unidades de saúde onde fosse praticável. Katie Pickett e Amanda Mansfield já ajudaram muitos bebés a nascer debaixo de água e não têm dúvidas de que os riscos para o recém-nascido são semelhantes aos do parto fora de água</span>.</p>
<p>As parteiras referem, contudo, que, apesar de a imersão em água durante o trabalho de parto ser uma opção muito popular no Reino Unido, o número de mulheres que acaba por ter os filhos na piscina de parto é reduzido. «<span style="text-decoration: underline;">Muitas mulheres sentem necessidade de sair da água para a expulsão do bebé. Precisam de terra firme para poderem fazer força. É uma decisão delas e não nossa», explica Katie Pickett. Atitude que reflecte a forma como estas parteiras encaram o nascimento: <strong>a mulher decide</strong></span>.</p>
<p><strong>A realidade inglesa</strong><br />
No Royal Free, explica Amanda Mansfield, 27 por cento das parturientes usam a piscina de parto e 15 por cento dão à luz dentro de água. <span style="text-decoration: underline;">Mas o parto aquático é apenas uma das concretizações de uma outra forma de assistir o nascimento, assente na ideia base que <strong>um parto de baixo risco deve envolver o menor número possível de pessoas e cuidados médicos</strong>. A ideia de desmedicalizar o acto de nascer parte do pressuposto de que este é um acontecimento para o qual <strong>o corpo da mulher está preparado</strong></span>. Katie Pickett resume: «<strong>Quanto mais intervenção houver durante um parto, maiores são as probabilidades de que algo corra mal</strong>.»</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">A parteira, que apenas assiste <strong>nascimentos em casa</strong>, outra das opções do <strong>sistema de saúde público inglês</strong>, que premeia os hospitais que estimulem um aumento dos partos normais e em casa, defende algumas regras de ouro: <strong>não apressar o parto, não pressionar a mulher, não interferir</strong>. «A minha função é simplesmente estar lá. Por exemplo, não faz sentido mandar uma mulher fazer força. O corpo dela está preparado para lhe dar essa indicação.» Outro dos mandamentos da parteira é o de não interferir na posição que a mulher escolhe para dar à luz. Na maior parte dos casos, acrescenta Katie Pickett, estar deitada, a posição adoptada nas maternidades comuns, não é a que as mulheres, instintivamente, preferem</span>.</p>
<p><strong>Portugal não sabe nadar</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Há muitos anos que os benefícios da utilização da água durante o parto são bem conhecidos da moderna obstetrícia, mas em Portugal não existe esta opção*. Falta conhecimento, sensibilidade e, sobretudo, condições logísticas para os hospitais poderem oferecer esta técnica</span>. «Não temos espaço», diz Ester Casal, obstetra responsável pelo bloco de partos do Hospital Garcia de Orta, um dos maiores do país: «Já pensámos no parto aquático, mas não temos logística.» Opinião, que nem todos os técnicos subscrevem. <span style="text-decoration: underline;">Vítor Varela, presidente da Associação Portuguesa de Enfermeiros Obstetras (APEO), recusa aquela atitude pessimista. «Não há condições nos hospitais?! Criam-se. Tem de haver inovação e adaptabilidade na obstetrícia</span>.»</p>
<p>O enfermeiro tece críticas ao modelo de prestação de cuidados português e defende mudanças ao nível da abordagem da gravidez e parto: «<strong>Em Portugal, não se olha para o parto como um acto fisiológico, olha-se sim do ponto de vista médico</strong>.» Com eventuais riscos à partida e constante necessidade de intervenção. «<strong>É um modelo que está esgotado, todas as associações internacionais ligadas à obstetrícia defendem a desmedicalização do parto</strong>», sublinha Vítor Varela.<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Texto: Maria João Amorim<br />
Revista PAIS &amp; Filhos<br />
14 Março 2007</p>
<p>*Actualmente existe a opção da utilização da água, apenas durante a fase de dilatação, no Hospital São João no Porto e no Hospital São Bernardo em Setúbal.</p>
<p>Podem ler o artigo completo <a href="http://www.paisefilhos.pt/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=177&amp;Itemid=68&amp;limit=1&amp;limitstart=0" target="_blank">aqui</a>.
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