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	<title>Rituais Maternos &#187; Parto Normal/Natural</title>
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	<description>Rituais Maternos</description>
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		<title>&#8220;Nascer em Portugal &#8211; ganhou-se muito. Mas o que se perdeu?&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 14:38:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cesariana]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Normal/Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Humanizado]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Normal]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220; Reduzimos o nascimento a um acto clínico e isso tem custos. Um nascimento é muito mais do que um parto. O parto faz parte do nascimento, mas não é o seu epicentro. O que está em causa, ou devia estar, é o nascimento. É dele que temos de falar. O nascimento converteu-se em parto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong> <strong>Reduzimos o nascimento a um acto clínico e isso tem custos</strong>. Um nascimento é muito mais do que um parto. O parto faz parte do nascimento, mas não é o seu epicentro. O que está em causa, ou devia estar, é o nascimento. É dele que temos de falar. <span style="text-decoration: underline;">O nascimento converteu-se em parto na nossa sociedade e às vezes em formas sinistras de parto</span>.</p>
<p>A grande maioria das pessoas que pensa na hipótese de ter um filho não sabe o que é o nascimento. <span style="text-decoration: underline;">Tal como a maioria dos profissionais que lidam com estas questões</span>.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Esse momento é de uma transcendência e grandiosidade imensas. Por isso devia ser um <strong>momento de intimidade, até de recolhimento</strong>. E foi sempre assim ao longo dos tempos, se fizermos uma análise antropológica. Todos os rituais respeitavam a intimidade necessária ao parto. E é necessária porque é a única maneira de haver, logo a seguir, um <strong>momento fundamental de contemplação</strong></span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Esse momento não existirá se o stress inibir as endorfinas naturais, se a intrusão for mais que muita&#8230; Hoje rouba-se, muitas vezes, a intimidade a este momento</strong>. E isso é mau. Sou a favor que os partos aconteçam em meio hospitalar, mas o momento é tão solene que se deve respeitar como tal</span>.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Seriam precisos uma série de apoios para se fazer a triagem clara das mulheres que poderiam ter em segurança o bebé em casa. Não há risco zero e não se deve facilitar. Mas também é verdade que nos hospitais se correm os riscos das más práticas, que levam muitas vezes a resultados funestos</span></strong>.</p>
<p><strong>As más práticas têm de acabar!</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Não percebo por que razão a Ministra da Saúde, ainda por cima uma pediatra, não deu ainda um murro na mesa para acabar com as práticas que vão contra o que é mais benéfico para a mulher e para o bebé. Os riscos aparecem como justificação para muitas práticas nefastas. Mas são outras, muitas vezes, as verdadeiras razões</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quando se fala de taxas de mortalidade perinatal para justificar todos as intervenções no momento do parto, deve também mostrar-se o outro lado. Ou seja, todas as outras taxas de riscos acrescidos e de prejuízos reais devido a más práticas</strong>. E aqui penso que os académicos têm estado demasiado caladinhos, como se não fosse nada com eles. Parece que nada se passa, ninguém estuda estas questões</span>.</p>
<p><strong>A taxa de cesarianas é obscena</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">A taxa de cesarianas que temos, muito acima dos 20 por cento, é obscena. No meio privado chega-se a 70 ou 80 por cento de cesarianas. Isto tem riscos. <strong>Não é igual nascer de parto normal ou de cesariana. Há diferenças importantes para o bebé e para a mãe. Isto não é dito às mulheres, não se mostra o filme todo, o que considero uma má prática. As mulheres deviam ser informadas dos riscos reais de uma cesariana, de uma epidural, de uma episiotomia</strong></span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">A taxa de cesarianas nos hospitais privados só tem uma razão e é financeira. O preço de uma cesariana é cinco vezes superior ao de um parto normal. Isto tem de ser assumido</span>!</p>
<p><strong>Devemos tomar decisões informadas e não baseadas em meias-verdades</strong>. Uma cesariana é uma intervenção cirúrgica. Ser o utente a pedi-la é inaceitável. Nenhum médico, mesmo no serviço privado, vai tirar o apêndice a alguém que chegue lá e diga que é isso que quer! <span style="text-decoration: underline;">Tem de haver critérios e têm de ser iguais em todos os hospitais, tal como acontece nas outras áreas da medicina</span>.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p><strong>O que nos é roubado: intimidade e o momento de contemplação</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">É uma decisão pessoal, mas sou completamente intolerante em relação às visitas a seguir ao nascimento de um bebé. É horrível, é preversa a quantidadade de gente que invade a intimidade da família</span>. Toda a gente corre para o hospital, em romaria, pessoas que às vezes estão meses sem ver um amigo doente. É também um fenómeno a estudar. Parece que andamos todos ávidos de bebés. <span style="text-decoration: underline;">Parasitamos os filhos dos outros e roubamos-lhes momentos cruciais</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">É precisamente o que fazem as enfermeiras que pegam no bebé acabado de nascer e o levam sob o pretexto de ter de ser aquecido. Agarram num bebé que os pais não tocaram e dizem «Estão a ver o vosso filho?» É uma coisa sádica. Se tirarmos um gatinho acabado de nascer a uma gata e o colocarmos aninhado junto a uma cadela, é a esta que ele vai apegar-se. E a gata vai rejeitá-lo</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Então porque fazemos isto aos bebés e às mães e pais? Um recém-nascido não corresponde a nenhuma idealização de um bebé. Mas se ele for <strong>colocado sobre a mãe assim que nasce, pele com pele, se esse tempo de contacto for respeitado</strong>, quando a mãe olhar finalmente para a cara dele, está num estado de êxtase e vai achá-lo o bebé mais lindo do mundo.</span><span style="text-decoration: underline;"> Se pelo contrário o vê de longe e o levam embora é um choque</span>. «Aquilo era o meu bebé? Credo! Coitadinho!», vai pensar.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Só 15 por cento dos bebés precisam de reanimação após o nascimento. Todos os outros deviam ficar ao pé dos pais naqueles momentos únicos e tão importantes</span>. (&#8230;) <strong>&#8220;</strong></p>
<p>Texto: Ana Esteves<br />
Revista IOL Mãe<br />
2010/05/19</p>
<p>Podem ler o artigo completo <a href="http://www.mae.iol.pt/artigo.php?id=1163859&amp;div_id=3626" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>Semana Mundial do Parto Respeitado</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/semana-mundial-do-parto-respeitado/</link>
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		<pubDate>Sat, 15 May 2010 10:36:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parto Normal/Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Humanizado]]></category>

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		<description><![CDATA[Amanhã, dia 16, inicia-se a Semana Mundial do Parto Respeitado, que termina no dia 23 de Maio. O tema deste ano é: &#8220;Parir e Nascer: do Trauma ao Prazer&#8220;.
As mamãs que quiserem partilhar as suas experiências de partos, poderão enviar os seus testemunhos para o email: info@rituaismaternos.com
Aproveito e divulgo a iniciativa da BioNascimento para comemorar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amanhã, dia 16, inicia-se a <a href="http://www.smar.info/" target="_blank">Semana Mundial do Parto Respeitado</a>, que termina no dia 23 de Maio. O tema deste ano é: &#8220;<strong>Parir e Nascer: do Trauma ao Prazer</strong>&#8220;.</p>
<p><span style="color: #ff00ff;">As mamãs que quiserem partilhar as suas experiências de partos, poderão enviar os seus testemunhos para o email: <span style="color: #000000;">info@rituaismaternos.com</span></span></p>
<p><span style="color: #ff00ff;"><span style="color: #000000;">Aproveito e divulgo a iniciativa da BioNascimento para comemorar esta semana:</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff00ff;"><span style="color: #000000;"><a href="http://www.bionascimento.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=207&amp;Itemid=1"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2392" title="cartazsmpr2010" src="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2010/05/cartazsmpr2010-300x211.jpg" alt="" width="300" height="211" /></a><br />
</span></span></p>
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		<title>&#8220;Parto normal a caminho de uma revolução de conceitos&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/parto-normal-a-caminho-de-uma-revolucao-de-conceitos/</link>
		<comments>http://www.rituaismaternos.com/parto-normal-a-caminho-de-uma-revolucao-de-conceitos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 May 2010 11:57:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parto Normal/Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Normal]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8221; “Pelo direito ao parto normal” é um projecto de promoção do parto natural “sem qualquer intervenção, mas assistido por profissional de saúde”, proposto por um vasto grupo de especialistas em saúde reprodutiva.
A indução do trabalho de parto (com recurso a medicamento ou ruptura de membranas), o uso de fórceps, ventosas ou anestesia geral ficam, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8221; </strong>“Pelo direito ao parto normal” é um projecto de promoção do <strong>parto natural “sem qualquer intervenção, mas assistido por profissional de saúde”</strong>, proposto por um vasto grupo de especialistas em saúde reprodutiva.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">A indução do trabalho de parto (com recurso a medicamento ou ruptura de membranas), o uso de fórceps, ventosas ou anestesia geral ficam, segundo esta proposta, excluídos da classificação de parto normal</span>, bem como o nascimento por cesariana.</p>
<p><strong>A ruptura artificial de membranas só poderá ser incluída caso seja realizada sem o intuito de induzir o trabalho de parto</strong>.</p>
<p><strong>O documento, a que a agência Lusa teve acesso, recomenda ainda que se evite a utilização por “rotina” de clisteres, a raspagem dos pelos púbicos, a aceleração do trabalho de parto e a restrição de alimentos e água, procedimentos comuns em maternidades portuguesas</strong>.</p>
<p><strong>Os especialistas aconselham o apoio à liberdade de movimentos da mulher durante o trabalho de parto, o acesso a líquidos, como água, e possibilitar o contacto “pele a pele” do bebé com a mãe, mal este nasça</strong>.</p>
<p><strong>Como prática promotora do parto normal, o documento sugere que não separem a mãe do recém-nascido para prestar cuidados de rotina</strong>.</p>
<p>“É um projecto que se propõe construir um consenso sobre conceitos, princípios e práticas promotoras do parto normal, entre os grupos profissionais directamente envolvidos na assistência ao parto, <strong>utilizando uma metodologia que inclui a perspectiva do cidadão</strong>”, refere o documento.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">No documento, em que se revê todo o conceito e prática do parto normal, pretende alcançar-se um consenso e neste momento está a ser certificado pela Ordem dos Médicos, Ordem dos Enfermeiros e Direcção-Geral da Saúde</span>, segundo fonte ligada ao processo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Do grupo de peritos que subscreve o documento, encontram-se o presidente da Sociedade Portuguesa de Obstetrícia, Luís Graça, o também ginecologista e presidente do conselho de administração da Maternidade Alfredo da Costa, Jorge Branco, e Ana Campos, directora do serviço de Obstetrícia da mesma maternidade</span>. <strong>&#8220;</strong></p>
<p>Lusa<br />
<a href="http://www.publico.pt/Sociedade/parto-normal-a-caminho-de-uma-revolucao-de-conceitos_1433899" target="_blank">Jornal Público</a><br />
25.04.2010</p>
<p>Aqui fica o site deste excelente projecto: <a href="http://parto-normal.com/home.html" target="_blank">Grupo pelo Direito ao Parto Normal</a>.</p>
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		<title>Parto Natural</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 14:28:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parto Normal/Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos de Partos]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Humanizado]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Natural]]></category>

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		<description><![CDATA[Excelente documentário brasileiro sobre parto natural humanizado e ainda podemos ver o emocionante nascimento de uma bebé!   

Parto Natural &#8211; Natural Birth from José Gaspar on Vimeo.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente documentário brasileiro sobre parto natural humanizado e ainda podemos ver o emocionante nascimento de uma bebé!  <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8526305&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8526305&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a href="http://vimeo.com/8526305">Parto Natural &#8211; Natural Birth</a> from <a href="http://vimeo.com/gaspar">José Gaspar</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
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		<title>&#8220;Posições para o Parto&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/posicoes-para-o-parto/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 15:28:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parto Normal/Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho de Parto]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Natural]]></category>

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		<description><![CDATA[Achei muito interessante este texto que li no blog da doula Catarina Pardal:
&#8220;Durante meu trabalho de investigação numa grande maternidade jamaicana, havia uma luta constante entre as parturientes e as parteiras, querendo as primeiras levantar-se para se agacharem ou balançarem a pélvis para trás e para a frente, com os joelhos flectidos, e tentando as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Achei muito interessante este texto que li no <a href="http://gravidasemforma.blogspot.com/2010/04/posicoes-para-o-parto.html" target="_blank">blog</a> da doula Catarina Pardal:</p>
<p><strong>&#8220;</strong><em>Durante meu trabalho de investigação numa grande maternidade jamaicana, havia uma luta constante entre as parturientes e as parteiras, querendo as primeiras levantar-se para se agacharem ou balançarem a pélvis para trás e para a frente, com os joelhos flectidos, e tentando as segundas metê-las na cama, onde deveriam deitar-se sossegadas, como boas doentes.</p>
<p>Uma freira da classe média, que estava de serviço na sala de parto, embaraçada por eu, uma pessoa de fora, estar a assistir a isto, disse: &#8216;Não sei como aguenta ver isto. Elas são como animais!&#8217; O pessoal estava perfeitamente consciente de que os movimentos executados pelas parturientes não eram adequados a um código de comportamento da classe média branca e sentiam-se envergonhadas.</p>
<p>As índias Sia sentam-se num banquinho baixo, enroladas num cobertor, de costas para o fogo, levantando-se e caminhando quando têm vontade. No momento da expulsão, ajoelham-se numa cama de areia, com as mãos agarradas ao pescoço do pai e as costas apoiadas ao corpo da parteira, que está sentada com os braços passados em torno delas, dando-lhes massagens no ventre. Entre os nómadas siberianos, a parturiente apoia-se a duas traves paralelas, a cerca de um metro uma da outra, ligadas por uma barra transversal; durante as contracções fica suspensa<br />
por baixo dos braços, de modo que toda a parte de baixo do corpo fica descontraída, apoiada à barra. Na Ilha de Páscoa, que constitui uma excepção dado os parteiros serem do sexo masculino, a mulher decide se prefere ficar de pé com as pernas afastadas ou sentada; o parteiro fica de pé atrás dela, apoiando-a com o seu corpo e dá-lhe massagens lentas e ritmadas no ventre.</p>
<p>A posição que a mulher adopta durante as últimas fases do trabalho de parto pode variar, desde sentada nas cadeiras e banquinhos usados na Europa medieval (que só se modificou no reinado de Luís XIV, quando os obstetras convenceram as amantes do rei a dar à luz deitadas em mesas de modo a que aquele, escondido atrás de uma cortina, pudesse ver tudo) [apud Pete M. Dunn, "Obstetric Delivery Today", Lancet, April 10, 1976], até balançar pendurada nas traves da cabana. A posição mais frequentemente adoptada, e que é também a mais vantajosa do ponto de vista fisiológico, é com as costas curvadas, os joelhos flectidos e os músculos que percorrem a parte interior das coxas descontraídas</em>&#8230;<strong>&#8220;</strong></p>
<p><strong>Sheila Kitzinger</strong>, Mães &#8211; um estudo antropológico da maternidade<br />
Lisboa, Presença, 1978; pp. 93-94</p>
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		<title>Medo no Parto</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/medo-no-parto/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 13:22:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Maternidade/Parentalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Normal/Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Normal]]></category>

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		<description><![CDATA[
Se mais mulheres tivessem um bom acompanhamento e apoio durante a gravidez, provavelmente não sentiriam tanto receio em relação ao parto. Por isso é tão importante o trabalho das Doulas, que não só informam como empoderam as futuras mães.
Talvez chegue o dia em que as enfermeiras parteiras e até os próprios obstetras portugueses também tenham [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/PHLcfzuftzY" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/PHLcfzuftzY"></embed></object></p>
<p>Se mais mulheres tivessem um bom acompanhamento e apoio durante a gravidez, provavelmente não sentiriam tanto receio em relação ao parto. Por isso é tão importante o trabalho das <span style="color: #993366;"><strong>Doulas</strong></span>, que não só <strong>informam</strong> como <strong>empoderam</strong> as futuras mães.</p>
<p>Talvez chegue o dia em que as enfermeiras parteiras e até os próprios obstetras portugueses também tenham a mesma postura das <span style="color: #993366;"><strong>Doulas</strong></span> e informem correctamente e empoderem as grávidas que seguem! Não custa sonhar.  <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Uma mulher informada, empoderada, protegida e acarinhada tem tudo para ter um parto tranquilo, mesmo no caso de ser necessário realizar uma cesariana.</p>
<p>Uma mulher grávida ou em trabalho de parto, acompanhada por quem a empodera, sente-se capaz de enfrentar os seus medos mais profundos e transformar-se na <span style="color: #800080;"><strong>Mãe</strong></span> que deseja com mais confiança!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Mulheres, Curandeiras, Bruxas e Parteiras&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/mulheres-curandeiras-bruxas-e-parteiras/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 11:19:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Normal/Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade/Parentalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>

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		<description><![CDATA[Achei muito interessante este texto que li no blog brasileiro &#8220;Nossos Bebês&#8220;, escrito por Larissa Grandi:

&#8220;Historicamente, parto sempre fez parte da evolução humana e do dia-a-dia das famílias em vilas ou comunidades. Na maioria das vezes, era atendido por parteiras na casa da gestante. Para os Maoris (povo nativo da Nova Zelândia) e outras tribos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Achei muito interessante este texto que li no blog brasileiro <a href="http://www.nossosbebes.com.br/?p=964" target="_blank">&#8220;Nossos Bebês</a>&#8220;, escrito por Larissa Grandi:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2010/04/m-goddessessing-300x300.jpg"><img class="size-full wp-image-2251  aligncenter" title="m-goddessessing-300x300" src="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2010/04/m-goddessessing-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p><strong>&#8220;</strong><span style="color: #993366;">Historicamente, parto sempre fez parte da evolução humana e do dia-a-dia das famílias em vilas ou comunidades. Na maioria das vezes, era atendido por parteiras na casa da gestante. Para os Maoris (povo nativo da Nova Zelândia) e outras tribos, parto era considerado um acontecimento normal e parte do quotidiano. Mulheres tinham trabalho de parto em posições verticais usando sua sabedoria instintiva de como expandir a pélvis com a ajuda da gravidade e sabiam direitinho como usar os músculos abdominais para dar à luz. Na cultura Maori, a placenta (whenua) é considerada sagrada e enterrada num local secreto. Bebés recém-nascidos ficavam perto de suas mães, para conforto e calor, sem falar que a maioria amamentava exclusivamente por alguns anos. Mulheres eram consideradas curandeiras e herbalistas, dominando a arte da cura.<br />
</span></p>
<p><span style="color: #993366;">Porém, o poder feminino foi reprimido pela sociedade durante a Inquisição, quando mulheres foram consideradas bruxas e queimadas para “purificar suas almas”. O “tempo das queimadas” (Burning Times) ocorreu entre os séculos quinze e dezoito, matando milhares de mulheres acusadas pela Igreja de serventes do demónio. Foi então que o poder feminino foi associado com culpa e vergonha, incluindo a prática das parteiras.<br />
</span></p>
<p><span style="color: #993366;"><em>Mulheres, onde está a nossa força interna de confiar na capacidade da vida? Quando poderemos viver em comunidades que se ajudam umas às outras para cuidar de maneira gentil os nossos filhos</em>? (&#8230;)<br />
</span></p>
<p><span style="color: #993366;">PS: <strong>Não há necessidade de negar a tecnologia que ajuda no nascimento de situações de risco (menos de 10%), mas sim de respeitar os outros 90% de partos de baixo risco sem interferir no processo fisiológico de nascer e amamentar (Organização Mundial de Saúde, 2010)</strong></span>.<strong>&#8220;</strong></p>
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		<title>&#8220;Nascimento Encantado&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 14:07:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parto Normal/Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Natural]]></category>

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		<description><![CDATA[Deixo-vos aqui um link para um parto natural muito bonito! 
É interessante observarmos a técnica que esta mulher utiliza para parir. Ela serve-se de uma espécie de canto, usando a sua própria voz, assim como a respiração, para a ajudar durante o trabalho de parto.
Uma das coisas que aprendi recentemente, é que a boca e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #800080;"><strong>Deixo-vos aqui um link para um parto natural muito bonito! </strong></span></p>
<p><span style="color: #800080;"><strong>É interessante observarmos a técnica que esta mulher utiliza para parir. Ela serve-se de uma espécie de canto, usando a sua própria voz, assim como a respiração, para a ajudar durante o trabalho de parto.</strong></span></p>
<p><span style="color: #800080;"><strong>Uma das coisas que aprendi recentemente, é que a boca e a vagina, na altura do parto, estão intimamente interligadas. Se prendermos a respiração em cima (na boca), então também estamos a prender em baixo (na vagina). Ao respirarmos com a boca aberta, até emitindo sons, vocalizando durante o trabalho de parto, também estamos a permitir que a nossa vagina se abra, faça a dilatação necessária para o nosso bebé nascer</strong>.</span></p>
<p><span style="color: #800080;"><strong>O vídeo é um pouco longo, mas na minha opinião vale muito a pena, quando o bebé nasce é um momento tão emocionante! É mesmo um nascimento encantado, com tanta serenidade e ligação ao corpo feminino e à Natureza.</strong></span></p>
<p><a href="http://magalidieux.free.fr/page_naitre/video_naitre.html" target="_blank">http://magalidieux.free.fr/page_naitre/video_naitre.html</a></p>
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		<title>&#8220;Parto em Liberdade&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 11:06:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parto Normal/Natural]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Para mudar o Mundo é preciso mudar a forma de Nascer&#8220; Michel Odent

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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong><span style="color: #00ccff;"><em>Para mudar o Mundo é preciso mudar a forma de Nascer</em></span><strong>&#8220;</strong> Michel Odent</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/bqyhphpWr1E&amp;feature" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/bqyhphpWr1E&amp;feature"></embed></object></p>
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		<title>Parto Natural num Centro de Nascimentos</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 16:52:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casas de Parto]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Normal/Natural]]></category>
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		<description><![CDATA[Que parto tão tranquilo! Parece que esta mulher está na sua própria casa, num ambiente familiar, não é?   
Nem precisávamos de tanto conforto cá em Portugal, bastava uma casa de partos simples, perto de uma maternidade, com as condições mínimas necessárias e profissionais preparados para o parto natural (diga-se enfermeiras parteiras e doulas).   [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que parto tão tranquilo! Parece que esta mulher está na sua própria casa, num ambiente familiar, não é?  <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Nem precisávamos de tanto conforto cá em Portugal, bastava uma casa de partos simples, perto de uma maternidade, com as condições mínimas necessárias e profissionais preparados para o parto natural (diga-se enfermeiras parteiras e doulas).  <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/7OtVSucX7OY" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/7OtVSucX7OY"></embed></object></p>
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