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	<title>Rituais Maternos &#187; Parto Normal/Natural</title>
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		<title>Alma de Parteira</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 19:35:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parto Normal/Natural]]></category>
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		<description><![CDATA[Suely Carvalho, parteira brasileira, fala sobre o nosso primeiro direito: o de nascer bem!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Suely Carvalho, parteira brasileira, fala sobre o nosso primeiro direito: o de nascer bem! <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><object width="460" height="264" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/cCiuVs7Xyhs?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="460" height="264" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/cCiuVs7Xyhs?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object>
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		<title>O Renascimento do Parto</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 16:50:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="460" height="264" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/3B33_hNha_8?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="460" height="264" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/3B33_hNha_8?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object>
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		<title>&#8220;Local e tipo de parto condicionam riscos de asma e alergias para o bebé&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 14:19:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parto Normal/Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Normal]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Bebés nascidos no hospital, sobretudo os que nasceram através de cesariana, têm mais probabilidades de sofrer de asma, eczema ou alergias alimentares aos sete anos de idade. A culpa é das bactérias que primeiro entram em contacto com o organismo do recém-nascido. A forma como o bebé nasce e o local onde o parto acontece [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>&#8220;Bebés nascidos no hospital, sobretudo os que nasceram através de cesariana, têm mais probabilidades de sofrer de asma, eczema ou alergias alimentares aos sete anos de idade. A culpa é das bactérias que primeiro entram em contacto com o organismo do recém-nascido.</p>
<p>A forma como o bebé nasce e o local onde o parto acontece podem ter impacto no desenvolvimento de alergias e asma mais tarde na vida. <span style="text-decoration: underline;">Investigadores da Universidade de Maastricht, na Holanda, descobriram que os bebés nascidos no hospital, e sobretudo os que nasceram através de cesariana, têm mais probabilidade de ter nos intestinos um certo tipo de bactérias. Essas bactérias estão directamente relacionadas com o aparecimento de alergias e asma</span>.</div>
<div>Cerca de 2700 bebés foram envolvidos no estudo até completarem sete anos. Com um mês de vida, as suas fezes foram analisadas. Os investigadores procuraram a existência das bactérias <em>Escherichia coli</em> e <em>Clostridium difficile</em>.</div>
<div>Aos sete anos os pais responderam a um inquérito minucioso sobre a saúde das crianças e foram feitas análises ao sangue para avaliar indicadores de alergias.<br />
<span style="text-decoration: underline;">A bactéria <em>Clostridium difficile</em> foi encontrada com mais frequência nas fezes dos bebés nascidos por cesariana. 43 por cento destes bebés tinham esta bactéria nos intestinos comparados com 27 por cento dos bebés nascidos por via vaginal no hospital e 19 por cento dos bebés nascidos em casa</span>.</div>
<div><strong>As primeiras bactérias que entram em contacto com os bebés que nascem por via vaginal são as bactérias existentes no organismo materno, ao passo que os bebés nascidos por cirurgia contactam em primeiro lugar com bactérias existentes nas superfícies do bloco operatório ou na pele dos profissionais de saúde</strong>.</div>
<div><span style="text-decoration: underline;">Este primeiro contacto pode ser determinante, afirmam os investigadores, para a saúde futura</span>. Ficou demonstrado que as crianças cujo intestino era povoado, no primeiro mês de vida, pela bactéria <em>Clostridium difficile</em> têm o dobro das probabilidades de sofrer de asma aos sete anos. Também têm mais probabilidade de desenvolver eczema ou intolerâncias alimentares. Já não é novidade, de resto, que os microorganismo que habitam o intestino têm um importante papel regulador do sistema imunitário.</div>
<div>Os autores do estudo não defendem que a sua descoberta seja determinante para a escolha do local do parto, mas consideram que este é um dado importante no estudo do aumento da incidência de alergias e asma nas novas gerações.&#8221;</div>
<div>Texto de Ana Esteves</div>
<div>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/bebes/parto-alergias-asma-cesariana-bacterias/1285852-5538.html" target="_blank">IOL Mãe</a></div>
<div>2011-10-03</div>
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		<title>&#8220;Enfermeiros querem acompanhar grávidas&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Aug 2011 13:08:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Normal/Natural]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Os enfermeiros querem passar a acompanhar grávidas de baixo risco, medida que dizem estar prevista numa norma europeia e que permitiria dispensar os médicos desta função e poupar «milhões de euros» ao Serviço Nacional de Saúde (SNS). Numa petição que defende o reconhecimento prático das competências dos enfermeiros especialistas em saúde materna e obstétrica, os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Os enfermeiros querem passar a acompanhar grávidas de baixo risco, medida que dizem estar prevista numa norma europeia e que permitiria dispensar os médicos desta função e poupar «milhões de euros» ao Serviço Nacional de Saúde (SNS).</p>
<p>Numa petição que defende o reconhecimento prático das competências dos enfermeiros especialistas em saúde materna e obstétrica, os enfermeiros apelam à aplicação de um decreto-lei de Março de 2009. Para o vice-presidente da Ordem dos Enfermeiros, Jacinto Oliveira, a petição não deveria ser necessária. O responsável refere-se a uma situação que «não faz sentido», adiantando que esta questão até está «consignada em normativo europeu e está atribuída no leque de competências dos enfermeiros especialistas em saúde materna e obstétrica».</p>
<p>A possibilidade de os enfermeiros seguirem as grávidas de baixo risco existe «de há longa data e poderia trazer vantagens ao Serviço Nacional de Saúde», referiu o responsável, em declarações à Agência Lusa. No entanto, «quando um enfermeiro faz o acompanhamento da gravidez e tem de prescrever meios complementares de diagnóstico, o SNS não os paga do mesmo modo do que quando é outro grupo profissional a prescrevê-los», explicou Jacinto Oliveira.</p>
<p>O bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, disse desconhecer a petição, mas acrescentou que as grávidas são acompanhadas pelo médico de família ou nas maternidades de referência, o que considera uma «situação adequada às necessidades». Aliás, a forma como tem funcionado o acompanhamento das grávidas parece ter «resultados excelentes» reflectidos na evolução da saúde materna. No entanto, o bastonário transmitiu disponibilidade para analisar a situação.</p>
<p>Na petição, que foi subscrita até agora por mais de 1200 pessoas, pode ler-se que esta «medida política permitirá uma poupança de milhões de euros no SNS», já que a mão-de-obra destes enfermeiros, «altamente qualificada para a vigilância da gravidez de baixo risco, é bem mais barata do que a de outros profissionais da saúde que também realizam essa mesma vigilância e não acarreta qualquer redução na qualidade dos cuidados prestados ou, até, poderá aumentá-la». Por isso, é pedida a regulamentação da «comparticipação efectiva no SNS da vigilância autónoma» por enfermeiros especialistas da gravidez de baixo risco, bem como a possibilidade de prescrição de «alguns fármacos devidamente protocolados para a gravidez de baixo risco».&#8221;</p>
<p>Revista <a href="http://www.paisefilhos.pt/index.php/component/content/article/39/3757" target="_blank">PAIS &amp; Filhos</a><br />
26 Agosto 2011
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Fenfermeiros-querem-acompanhar-gravidas%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		<title>&#8220;Parto Empoderado&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Aug 2011 15:08:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parto Normal/Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Humanizado]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Natural]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="420" height="345" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/lojA17t0flY?version=3&amp;hl=en_US" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="345" src="http://www.youtube.com/v/lojA17t0flY?version=3&amp;hl=en_US" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
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		<title>&#8220;Elas dizem-lhe quando ir para a maternidade&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Aug 2011 11:21:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parto Normal/Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Quando deve ir para o Hospital]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Normal]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Muitas mulheres têm tanto receio de não saberem que estão em trabalho de parto que à menor alteração física vão para a maternidade. Resultado: as urgências de obstetrícia estão cheias de falsas urgências e muitas grávidas são internadas cedo demais, o que leva a mais intervenção durante o trabalho de parto. Por tudo isto, um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Muitas mulheres têm tanto receio de não saberem que estão em trabalho de parto que à menor alteração física vão para a maternidade. Resultado: as urgências de obstetrícia estão cheias de falsas urgências e muitas grávidas são internadas cedo demais, o que leva a mais intervenção durante o trabalho de parto. Por tudo isto, um grupo de enfermeiras especialistas em saúde materna e obstétrica decidiu avançar com um projecto inovador: acompanhamento do trabalho de parto em casa até ser o momento certo para ir para a maternidade. Assim surgiu o Espaço Cegonha, em Lisboa.</p>
<p>E o momento certo para ir para a maternidade pode ser diferente para cada mulher. «Algumas querem ficar em casa o máximo de tempo possível, outras preferem ir assim que entrem em trabalho de parto e possam ter a epidural», começa por explicar Luísa Sotto-Mayor, ex-enfermeira na Maternidade Alfredo da Costa (MAC) e uma das criadoras do projecto. Paula Pereira, também criadora do projecto e coordenadora das consultas de obstetrícia da MAC, sublinha que, o mais importante, para as mulheres poderem decidir o que mais lhes convém no parto, – seja quando ir para a maternidade ou qualquer outro aspecto – é «ter acesso a informação bem fundamentada». No Espaço Cegonha, ninguém toma decisões pelos casais, o objectivo é ajudar a escolher o que mais se adequa a cada um. É fazer com que os casais se sintam seguros e felizes, em vez de receosos e ansiosos.</p>
<p>Paula Pereira lembra o exemplo do que viu no serviço de urgência de uma maternidade na Noruega, onde foi fazer formação: «A sala de espera tinha apenas uma mulher. A enfermeira chefe explicou-me que ali só vinham as urgências e que essas não podiam esperar. Em Portugal, as salas de espera das urgências estão sempre entupidas e a maior parte são falsas urgências».</p>
<p>Muitas vezes, conta Luísa Sotto-Mayor, as grávidas ficam internadas mesmo sem terem dilatação, porque já foram ao hospital várias vezes com falsos alarmes e estão muito ansiosas. Como, depois, a dilatação continua sem progredir e o cansaço já é grande, o parto acaba por ser induzido, o que leva a mais intervenção. «Isto acontece por falta de informação», afirma a enfermeira.</p>
<p>Idealmente, o internamento só deveria ocorrer depois dos quatro centímetros de dilatação. Antes disso, é a fase latente, que pode durar 12 horas, com contracções moderadas. É muito melhor passar esse tempo em casa do que no hospital. Mesmo depois dos quatro centímetros não é preciso ir a correr para o hospital. O habitual é que a dilatação evolua um centímetro por hora, o que quer dizer que até aos dez centímetros (dilatação completa) ainda haverá algumas horas pela frente.</p>
<p>Partos em casa não<br />
Talvez por ser algo tão inovador, desde a abertura do espaço, em Novembro de 2010, ainda foram poucos os casais que solicitaram este tipo de serviço. Mas todas as experiências foram positivas. Já evitaram, pelo menos, várias idas ao hospital em vão. Ou seja, as enfermeiras já foram chamadas a casa algumas vezes apenas para acalmar a ansiedade dos futuros pais. «Temos todo o equipamento necessário, incluindo um CTG portátil [para avaliar a frequência cardíaca do bebé] e, claro, uma larga experiência», explica Paula Pereira, que trabalhou 16 anos na sala de partos da MAC. «E não corremos riscos», sublinha. Em caso de dúvidas sobre o estado de saúde da mãe ou do bebé, arrancam imediatamente para o hospital. Ao chegarem à instituição, a mãe fica entregue aos cuidados da equipa médica. A enfermeira poderá continuar a seu lado, mas apenas na condição de acompanhante.</p>
<p>A distância entre a casa e o hospital é sempre tida em conta, uma vez que o objectivo não será nunca que o bebé nasça em casa. «O melhor sítio para ter um bebé é no hospital», defende Paula Pereira, apesar de reconhecer que muitos hospitais são demasiado interventivos no processo natural do parto. «Mas é por isso que queremos diminuir o tempo do trabalho de parto em hospital. Assim baixamos também o número de intervenções», acrescenta Luísa Sotto-Mayor.</p>
<p>Serviço completo<br />
O serviço de acompanhamento de trabalho de parto custa cerca de 350 euros e inclui ainda dois encontros antes da data prevista para o parto, um no consultório e outro no domicílio, para que a enfermeira possa conhecer o local escolhido pelo casal para o início do trabalho de parto; acesso a uma linha de apoio de 24 horas, para esclarecer quaisquer dúvidas antes e depois do parto; o acompanhamento até à instituição onde o bebé irá nascer; e uma visita ao domicílio no pós-parto para apoio à mãe e ao bebé, teste do pezinho, avaliação do recém-nascido e ajuda na amamentação.</p>
<p>O Espaço Cegonha, que conta também com outras enfermeiras especialistas em saúde materna e obstétrica, oferece ainda outros serviços, como cursos de preparação para o parto e consultas de acompanhamento da gravidez. Mais informação em www.espacocegonha.com.&#8221;</p>
<p>Patrícia Lamúrias<br />
Revista <a href="http://www.paisefilhos.pt/index.php/component/content/article/39/3670" target="_blank">PAIS &amp; Filhos</a><br />
27 Julho 2011</p>
<p><em><strong>Confesso que não conheço o trabalho desta equipa e tenho de admitir que não concordo em absoluto com algumas afirmações escritas no artigo. No entanto parece-me uma boa alternativa para quem não se sente completamente segura com o parto domiciliar e também vê o hospital como um lugar hostil para parir. Como ainda não temos &#8220;casas de parto&#8221; em Portugal e os nossos hospitais são muito interventivos, não respeitando a fisiologia do processo, é bom haver um meio termo. Acredito (ou pelo menos gosto de acreditar) que iniciativas destas poderão fomentar outras ainda melhores e ajudar a que a mudança seja mais rápida. <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </strong></em>
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Felas-dizem-lhe-quando-ir-para-a-maternidade%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		<title>&#8220;One World Birth&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 16:38:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Parto Humanizado]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="303" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/sCPZrK8C2ZY?version=3&amp;hl=en_US" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="303" src="http://www.youtube.com/v/sCPZrK8C2ZY?version=3&amp;hl=en_US" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
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		<title>«Gravidez e Parto»</title>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 14:16:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doulas]]></category>
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		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
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		<category><![CDATA[Parto Natural]]></category>

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		<description><![CDATA[(&#8230;) &#8220;A gravidez é um processo milagroso e deve ser um tempo em que a mulher faz todos os esforços para se sintonizar com o seu corpo e com o do bebé com o apoio do seu meio envolvente. Durante séculos, as parteiras ajudaram as mães durante os processos da gravidez e do parto, permanecendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008080;"><em>(&#8230;)</em></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><em>&#8220;A gravidez é um processo milagroso e deve ser um tempo em que a mulher faz todos os esforços para se sintonizar com o seu corpo e com o do bebé com o apoio do seu meio envolvente. <strong>Durante séculos, as parteiras ajudaram as mães durante os processos da gravidez e do parto, permanecendo junto delas com auxílio médico e emocional.</strong> A própria palavra obstetrícia deriva do latim </em><em>stare, que significa «estar ao lado de». <strong>O corpo da mulher sabe instintivamente como dar à luz e reage em condições onde é encorajada a movimentar-se das formas que se sentem como certas e a produzir os sons que precisa de emitir.</strong> <span style="text-decoration: underline;">A obstetrícia moderna, contudo, mudou de um «estar ao lado» natural e paciente, permitindo ao corpo da mulher reagir naturalmente, para uma prática dominadora e muitas vezes invasiva. O condicionamento cultural das mulheres faz com que nos entreguemos a especialistas da gravidez de forma a que a maior parte de nós perca o contacto com o conhecimento e poder inatos do parto, como a maior parte desses especialistas, que se fiam em análises e máquinas para lhes dizer como ajudar</span>. (&#8230;)</em></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><em><strong>A Nossa Herança Cultural: Parto e Nascimento</strong></em></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><em>(&#8230;) Vários estudos excelentes demonstraram que a presença de uma mulher que auxilia, chamada </em><em><strong>doula</strong>, que faz de «mãe da mãe» durante o parto, <span style="text-decoration: underline;">diminuiu o tempo médio do trabalho de parto, desde a admissão até ao nascimento, de 19,3 horas para 8,8 horas! A presença de uma </span></em><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>doula</strong> também resultou em que a mãe estivesse mais acordada após o nascimento, portanto era mais provável que acariciasse o bebé, lhe sorrisse e falasse com ele</span>.</em></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><em>Nas sociedades primitivas, as gravidezes eram muitas vezes espaçadas de dois ou quatro anos pela amamentação ilimitada, que mantém altos os níveis de prolactina e actua como contraceptivo natural. No decurso da sua vida, uma mulher dessas sociedades podia ter vinte períodos, comparados com quinhentos nas mulheres ocidentais. Nessas sociedades, também eram tomadas medidas para apoiar a mulher grávida e o parto. O nascimento era celebrado como um acontecimento da comunidade. Não querendo implicar que o nascimento é sempre um processo glorioso e sem riscos, mesmo em sociedades em que as mulheres foram bem alimentadas e apoiadas, <strong>podíamos aprender muito combinando a sabedoria colectiva de mulheres de povos nativos, centrados na natureza, com a nossa actual tecnologia médica</strong>.</em></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><em>(&#8230;)</em></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><em><strong>Fazer de Mãe da Mãe: Uma Solução Cuja Altura Chegou</strong></em></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><em>O apoio do parto tem séculos de existência e é intuitivamente óbvio que as mulheres que se sentem mais apoiadas no parto são as que se saem melhor. Os Drs. Marshall Klaus e John Kennell provaram, em seis experiências clínicas controladas, que a presença de uma pessoa de apoio ao parto, do sexo feminino, designada por </em><em><strong>doula</strong>, <span style="text-decoration: underline;">encurta o tempo do primeiro parto numa média de duas horas, diminui a hipótese de cesariana em 50 por cento, diminui a necessidade de medicação para as dores e anestesia epidural, ajuda o pai a participar com confiança, e aumenta o sucesso da amamentação</span>. O Dr. John Kennell provou que se fosse utilizado rotineiramente o apoio ao parto pela </em><em><strong>doula</strong>, esse simples passo economizaria à segurança social dois biliões de dólares por ano de custos de cesarianas, epidurais e preparação para detecção de infecções em recém-nascidos desnecessárias. Ele comentou: «Se um medicamento tivesse o mesmo efeito, seria contra a ética não o utilizar.»</em></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><em>A maior parte das vezes, quando pensamos em apoio no parto, pensamos num «treinador» &#8211; alguém especializado no conhecimento das técnicas de respiração adequadas, etc. Mas <strong>uma </strong></em><em><strong>doula personifica a sabedoria das mulheres</strong>. <span style="text-decoration: underline;">É uma mulher carinhosa, especialmente treinada para dar apoio emocional no parto, sintonizando-se com as necessidades da mãe e fazendo de mãe dela. As </span></em><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>doulas</strong> criam «um ambiente de suporte emocional para a mãe, encorajando-a a deixar que o seu corpo lhe diga o que pode ser melhor em várias alturas durante o trabalho de parto&#8230; Uma </em><em><strong>doula</strong> bem sucedida», escrevem os autores de </em><em>Mothering the Mother («Servir de Mãe à Mãe»), «entrega-se e não tem medo de amar». A </em><em><strong>doula</strong> entra no espaço de uma parturiente, reage prontamente e está consciente das suas necessidades, disposição, alterações e sentimentos calados. Não necessita de controlar nem abafar. Todas as grávidas deviam ter os benefícios de uma </em></span><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>doula</strong>. A propósito, essa pessoa não prejudica o papel do pai do bebé. Realça-o e liberta-o para se dedicar à tarefa tão importante de amar a mãe</span>.</em></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><em>(&#8230;)</em></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><em><strong>Reclamar colectivamente o Poder do Parto</strong></em></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><em><strong>Imagine-se o que aconteceria se a maioria das mulheres emergisse da sua cama de parto com um sentido renovado da força e poder dos seus corpos e da sua capacidade de êxtase, pelo facto de dar à luz. Quando um número suficiente de mulheres compreender que o parto é um momento de grande oportunidade para entrar em contacto com o seu verdadeiro poder, e quando estiverem dispostas a assumir essa responsabilidade, reclamaremos o poder do parto e contribuiremos para pôr a tecnologia no lugar a que pertence &#8211; ao serviço das parturientes, não como seu dono</strong>.</em></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><em>Para muitas mulheres, ter um bebé é a primeira experiência de ligação com outras mulheres e com a sua grande criatividade. Tem o potencial de transformar as nossas formas de pensar em relação a nós próprias. Como me disse uma paciente, «Senti-me uma só com todas as mulheres que já deram à luz. Senti-me poderosa e em contacto com algo dentro de mim que nunca soube que lá estava. Ocupei o meu lugar na linhagem de mulheres como mães.»&#8221;</em></span></p>
<p><strong>Retirado do livro <em>Corpo de Mulher Sabedoria de Mulher</em> da Dra. Christiane Northrup.</strong>
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		<title>Semana Mundial pelo Parto Respeitado 2011</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2011 14:20:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parto Normal/Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Humanizado]]></category>

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		<description><![CDATA[Estamos na Semana Mundial pelo Parto Respeitado (15 a 22 de Maio), por isso é uma boa altura para colocar testemunhos de partos no blog RM. Para as mamãs que quiserem partilhar as suas histórias de partos, podem enviar para o email: info@rituaismaternos.com Todos os testemunhos são bem-vindos, desde partos hospitalares (espontâneos, induzidos, com epidural, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #339966;"><strong>Estamos na <a href="http://www.smar.info/" target="_blank">Semana Mundial pelo Parto Respeitado</a> (15 a 22 de Maio), por isso é uma boa altura para colocar testemunhos de partos no blog RM. <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </strong></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><strong>Para as mamãs que quiserem partilhar as suas histórias de partos, podem enviar para o email: info@rituaismaternos.com</strong></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><strong>Todos os testemunhos são bem-vindos, desde partos hospitalares (espontâneos, induzidos, com epidural, ventosa, fórceps, cesariana) a partos domiciliares, passando pelos partos a caminho da maternidade (no carro, na ambulância, na porta de entrada das urgências! <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  ). O importante é partilharmos, desabafarmos, chorarmos, vivermos as emoções que os nossos partos nos fazem sentir.<br />
</strong></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><strong>Sei que estou em falta com os seguidores do blog, pois não terminei o meu próprio testemunho, mas ainda não conversei com a minha Doula sobre tudo o que se passou após a epidural e preciso de ter esse encontro com ela para poder continuar a escrever a minha história. Confesso que é algo que tenho adiado, um pouco por preguiça mas também por saber que é um assunto que mexe tanto comigo. Reviver o meu parto é algo que continua a trazer-me muita dor, embora com mais serenidade do que antes.<br />
</strong></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><strong>Fico à espera dos testemunhos! <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </strong></span>
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		<title>«Grávidas com fobia do parto são cada vez mais»</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 10:46:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cesariana]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Normal/Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Normal]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Na sequência de um primeiro parto traumático, muitas mães optam por cesariana electiva para não repetir a experiência. Cada vez são mais as grávidas britânicas de segundo filho que optam por uma cesariana. No Liverpool Women Hospital, um dos maiores da Europa, foi registado um aumento de 40 por cento de mães que marcam uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Na sequência de um primeiro parto traumático, muitas mães optam por cesariana electiva para não repetir a experiência.</p>
<p>Cada vez são mais as grávidas britânicas de segundo filho que optam por uma cesariana. <span style="text-decoration: underline;">No Liverpool Women Hospital, um dos maiores da Europa, foi registado um <strong>aumento de 40 por cento</strong> de mães que marcam uma cesariana para o nascimento do segundo filho, na sequência de uma experiência traumática no primeiro parto. Outros hospitais registam a mesma tendência</span>.</p>
<p><strong>O serviço nacional de saúde já respondeu a esta tendência reforçando serviços de apoio nas maternidades para acompanhar estas mulheres e evitar o aumento das taxas de cesariana</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">A fobia do parto (tocofobia) desenvolvida devido a uma experiência anterior traumática, leva muitas mães a adiar ou desistir de ter mais filhos. Quando engravidam de novo fazem tudo para evitar repetir a experiência. Esta fobia está, segundo uma parteira ouvida pelo jornal Guardian, a aumentar de forma alarmante</span>.</p>
<p><strong>O facto de as mães não terem no pós-parto percebido inteiramente o que se passou consigo, por falta de comunicação dos profissionais de saúde, faz agravar a situação</strong>.&#8221;</p>
<p>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/maternidade/parto-cesariana-trauma/1209625-5535.html" target="_blank">IOL Mãe</a><br />
2010-11-17</p>
<p><span style="color: #12abec;"><em>Este artigo revela bem a importância do acompanhamento emocional que deve ter uma mulher, desde o início da gravidez até o pós-parto. Apoio esse que é providenciado por uma Doula! Tenho a certeza que menos mulheres viveriam o seu parto de forma traumática se pudessem ser acompanhadas por uma Doula. Quando é que começam a perceber o verdadeiro papel destas mulheres? Para quando a permissão totalmente livre, dentro dos hospitais, do maravilhoso trabalho das Doulas?</em></span></p>
<p><span style="color: #12abec;"><em>Claro que a outra questão aqui evidente é a postura dos profissionais de saúde. Devem ser <strong>SEMPRE</strong> explicados à mulher, os procedimentos e intervenções que ocorreram durante o seu parto. Já para não falar da necessidade urgente de se respeitar a fisiologia do mesmo!!</em></span></p>
<p><span style="color: #12abec;"><em>Será que uma mulher acompanhada, informada e respeitada durante a gravidez e o nascimento do seu bebé, por muito difícil que tenha sido para ela o seu parto, irá ficar tão traumatizada a ponto de pedir uma cesariana da próxima vez ou desistir da ideia de ter mais filhos? Será que chegaria a percentagens tão altas como 40%? E este valor é para um hospital do Reino Unido! O que dizer dos hospitais do nosso país?<br />
</em></span></p>
<p><span style="color: #12abec;"><em>Considero que tive um parto traumático, ainda hoje, já perto de fazer 1 ano, revivo aquele momento com tristeza e dor! Dor na alma, dor de não ter sido dona do meu parto, dor por ter sido tratada como se fosse uma doente, dor por não poder ter tido toda a ajuda que a minha Doula me poderia ter dado se lhe tivesse sido permitido fazer o seu papel, dor por não terem respeitado o momento mais Sagrado da minha vida e da vida do meu filho! Sim, estamos os 2 bem e saudáveis, mas gostaria de poder dizer mais do que apenas Sobrevivemos ao parto.<br />
</em></span></p>
<p><span style="color: #12abec;"><em>Curiosamente não pertenço ao grupo de mulheres que pediria uma cesariana da próxima vez (caso acontecesse), para mim o parto natural continua a fazer todo o sentido. É essa a forma que a Mãe Natureza encontrou para nascermos! No entanto, sou sim uma das mulheres que depois do parto desejou nunca mais ter filhos. Não sei o que a vida tem reservado para mim, neste momento passada a revolta, não gosto de dizer que não voltarei a ter filhos, mas realmente confesso que olhando o panorama obstétrico actual do nosso país, não tenho mesmo vontade de voltar a parir. </em></span>
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