<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Rituais Maternos &#187; Ruptura da Bolsa</title>
	<atom:link href="http://www.rituaismaternos.com/category/ruptura-das-membranas-bolsa/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.rituaismaternos.com</link>
	<description>Rituais Maternos</description>
	<lastBuildDate>Tue, 31 Jan 2012 14:12:16 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
		<item>
		<title>&#8220;Nascer protegido&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/nascer-protegido/</link>
		<comments>http://www.rituaismaternos.com/nascer-protegido/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 16:05:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ruptura da Bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Humanizado]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.rituaismaternos.com/?p=3256</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Dentro do útero, o bebé passa nove meses protegido pelo saco amniótico. Esta bolsa de água protege-o dos órgãos e ossos da mãe, de algum eventual embate, de infecções exteriores. É a casa perfeita para um corpo frágil em desenvolvimento. Mas não é só durante a gravidez que o saco amniótico exerce a sua função. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p><a href="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2011/10/bolsa.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3257" title="bolsa" src="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2011/10/bolsa-300x157.jpg" alt="" width="300" height="157" /></a>&#8220;Dentro do útero, o bebé passa nove meses protegido pelo saco amniótico. Esta bolsa de água protege-o dos órgãos e ossos da mãe, de algum eventual embate, de infecções exteriores. É a casa perfeita para um corpo frágil em desenvolvimento. Mas não é só durante a gravidez que o saco amniótico exerce a sua função. No parto, continua a sua tarefa e protege o bebé dos músculos e das irregularidades da pélvis da mãe, amaciando a descida pelo apertado canal do útero. Às vezes, as membranas rompem-se pelo caminho, no meio do trabalho de parto, outras vezes acompanham o bebé até à saída da cabeça, festejando o acontecimento com uma cascata de água, e em raras ocasiões o saco amniótico mantém-se intacto até à expulsão total do bebé. Foi o que aconteceu com o Vicente, nascido a 27 de Dezembro de 2008.</p>
<p>Rita e Duarte, pais de Vicente, desejaram e planearam um parto em casa, para terem «mais conforto e privacidade». Acompanharam-nos uma parteira e uma doula. A primeira contracção, ainda leve, surgiu logo de manhã, mas o Vicente apenas nasceu à meia-noite. Foi um parto longo, mas que só deixou boas memórias aos pais. Quase perto do final, Rita lembra-se de a parteira dizer-lhe que o bebé vinha dentro da bolsa e que isso o iria ajudar a escorregar pelo canal vaginal. E assim foi. O Vicente «saiu disparado, como um foguete», nas palavras da mãe. «Não houve aquele momento de sair a cabeça e depois os ombros.» Após a expulsão, a parteira rasgou a bolsa de águas e o resto dos procedimentos foram todos normais. O pai ainda assistiu a esta espécie de desembrulhar do filho, mas quando chegou aos braços da mãe, Vicente já ia sem vestígios do saco amniótico. Rita confessa que não sabia que nascer dentro da bolsa era um fenómeno tão raro. A doula disse-lhe, na altura, que os bebés que nasciam dentro do saco amniótico eram considerados bebés especiais, mas Rita nunca aprofundou o tema e considera o filho especial, «como qualquer mãe babada».</p>
<p>Carla Silveira, a doula presente no nascimento do Vicente, confirma que segundo tradições antigas, pensava-se que estes bebés eram abençoados, sortudos, que estariam protegidos contra os afogamentos, havia até quem lhes atribuísse capacidades videntes. Não há dados que confirmem tais poderes, mas sabe-se, isso sim, que a bolsa de águas ajuda o bebé durante o parto. «Funciona como uma cama de água que o protege no caminho pelo canal vaginal», explica. O Vicente foi o único bebé que viu nascer dentro do saco amniótico: «Foi um parto mais lento, mas o bebé nasceu bem, cheio de vitalidade», descreve. Embora seja uma situação muito rara. Nos partos que acompanhou, sempre em casa, a bolsa rebentou, regra geral, no período expulsivo. (&#8230;)&#8221;</p>
<p>Texto de Patrícia Lamúrias</p>
<p>Revista <a href="http://www.paisefilhos.pt/index.php/component/content/article/4024" target="_blank">PAIS &amp; Filhos</a></p>
<p>24 Outubro 2011</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Fnascer-protegido%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.rituaismaternos.com/nascer-protegido/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Rebentaram as águas. Tenho de ir já para o hospital?&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/rebentaram-as-aguas-tenho-de-ir-ja-para-o-hospital/</link>
		<comments>http://www.rituaismaternos.com/rebentaram-as-aguas-tenho-de-ir-ja-para-o-hospital/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 09:44:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ruptura da Bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho de Parto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.rituaismaternos.com/?p=513</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;A ruptura das membranas, vulgarmente conhecida por «águas rebentadas», significa que existe perda de líquido amniótico, quer seja uma perda controlada (pouca quantidade de cada vez), quer seja uma perda total. Esta pode ocorrer já durante o trabalho de parto activo, em fase de dilatação, ou apenas na expulsão. Mas também pode acontecer antes de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong>A ruptura das membranas, vulgarmente conhecida por «águas rebentadas», significa que existe <span style="text-decoration: underline;">perda de líquido amniótico, quer seja uma perda controlada (pouca quantidade de cada vez), quer seja uma perda total. Esta pode ocorrer já durante o trabalho de parto activo, em fase de dilatação, ou apenas na expulsão. Mas também pode acontecer antes de o trabalho de parto ter início</span>. É o que os médicos chamam ruptura prematura de membranas, que ocorre entre seis a 19 por cento das gravidezes de termo. A ruptura das membranas, apesar de poder ocorrer antes do trabalho de parto activo é, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), um «sinal de que aconteceu algo irreversível». Este sinal <span style="text-decoration: underline;">indica que o parto está para breve</span>, seja o seu início espontâneo ou induzido.</p>
<p>«<span style="text-decoration: underline;">Numa <strong>gravidez de termo e de baixo risco</strong>, sem problemas associados, sendo o <strong>líquido claro, transparente e sem cheiro fétido</strong>, a grávida não precisa de ir logo para o hospital. Mas é preciso que ela saiba fazer essa avaliação</span>», afirma <a href="http://www.linkedin.com/pub/lucia-leite/6/b5/51b" target="_blank">Lúcia Leite</a>.</p>
<p>Se tiver dúvidas, por exemplo em caso de pequenas perdas que a grávida não consegue identificar, deve ir ao hospital. «<span style="text-decoration: underline;">Mas depois da avaliação inicial e reunindo-se as condições enumeradas, ou seja <strong>não havendo sinal de infecção, estando o </strong><strong>bebé com movimentos normais e a cabeça bem encaixada</strong> (<strong>que reduz o risco de prolapso do cordão</strong>), então a mulher poderia ser aconselhada a ir para casa, onde poderia deambular, alimentar-se e esperar calmamente o início do trabalho de parto</span>», considera a especialista.</p>
<p>«O parto é uma explosão hormonal que depende muito de factores psicológicos. Sabemos que <span style="text-decoration: underline;">a ansiedade, o medo, um ambiente desconhecido e hostil podem comprometer o início natural do processo</span>», lembra a especialista. «<span style="text-decoration: underline;"><strong>Ficar deitada, imobilizada, sem comer, num ambiente estranho não é promover o início espontâneo do parto</strong>. Em termos de práticas hospitalares, temos ignorado esses factores do ambiente, mas eles existem e têm grande influência</span>. Devíamos pensar mais nisso», acrescenta.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Estudos mostraram que<strong> 86 por cento</strong> das mulheres com ruptura prematura de membranas entram espontaneamente em trabalho de parto nas <strong>24 horas seguintes</strong> ao começo da perda de líquido. Está provado que à medida que aumenta o tempo entre a ruptura e o início do trabalho de parto, aumenta o risco de infecção materna e fetal, que pode ser reduzido através da indução.<br />
<strong>Em Portugal espera-se 12 horas</strong> pelo início espontâneo do trabalho de parto, mas em alguns países essa espera vai até às 24 ou mesmo até às 48 horas</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">A <strong>OMS</strong>, baseada em evidências científicas, recomenda que se aguarde <strong>48 horas</strong>, sem observação vaginal, ou seja o «toque», e sem administração de antibióticos</span>.</p>
<p>Mas há um ponto em que todos os estudos parecem ser consensuais: <span style="text-decoration: underline;">o risco de infecção aumenta sobretudo <strong>a partir das 24 horas</strong> depois da ruptura. E a <strong>observação vaginal</strong> (o toque) aumenta esse risco</span>.<strong>&#8220;</strong></p>
<p>Texto: Ana Esteves<br />
Revista IOL Mãe<br />
2009/05/28</p>
<p>Aconselho a lerem o <a href="http://www.mae.iol.pt/artigo.php?id=1066729&amp;div_id=3629" target="_blank">artigo completo</a>, é muito elucidativo.
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Frebentaram-as-aguas-tenho-de-ir-ja-para-o-hospital%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.rituaismaternos.com/rebentaram-as-aguas-tenho-de-ir-ja-para-o-hospital/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

