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	<title>Rituais Maternos</title>
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	<description>Rituais Maternos</description>
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		<title>Descanso&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 11:19:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>

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		<description><![CDATA[Queridas leitoras do blog RM, Decidi dar um tempo ao blog, confesso que não sei a duração desse tempo, podem ser semanas, meses ou até mesmo anos. Sinto que a pequena comunidade, que em tempos aqui se formou, já não existe e isso era o que mais me incentivava a continuar a actualizar o blog. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #993366;"><strong>Queridas leitoras do blog RM,</strong></span></p>
<p><span style="color: #993366;"><strong>Decidi dar um tempo ao blog, confesso que não sei a duração desse tempo, podem ser semanas, meses ou até mesmo anos. Sinto que a pequena comunidade, que em tempos aqui se formou, já não existe e isso era o que mais me incentivava a continuar a actualizar o blog. Tantas partilhas, histórias, testemunhos, desabafos, ideias trocadas, afecto, carinho&#8230; 3 anos de muitas aprendizagens! <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  O blog continuará online, até porque continua a receber muitas visitas e gosto de acreditar que toda a informação aqui partilhada servirá (de alguma forma) para ajudar outras Mulheres/Mães nos seus caminhos.</strong></span></p>
<p><span style="color: #993366;"><strong>Continuarei a responder aos comentários e emails, assim como tentarei manter actualizados o twitter e a página do blog no facebook, mas por tempo indeterminado não escreverei mais posts aqui.</strong></span></p>
<p><span style="color: #993366;"><strong>Desejo muito que haja mudanças no sistema obstétrico português, que os profissionais de saúde ligados a esta área encarem o parto como um processo natural e aprendam a respeitá-lo na sua essência. Desejo que se criem centros de nascimento, que se crie legislação para o parto domiciliar, que se formem profissionais com real vocação para acompanharem as Mulheres nesta fase tão sagrada das suas vidas. Desejo que as Mulheres portuguesas acordem e se conectem com a sua Energia Feminina, o seu Corpo, a sua Sexualidade, o seu Instinto e se Empoderem! As mudanças terão que vir dos profissionais, mas também das Mulheres; acredito que só assim, se poderá Parir e Nascer com mais Respeito e Amor em Portugal.</strong></span></p>
<p><span style="color: #993366;"><strong>Obrigada a todos os que se mantiveram leais ao blog Rituais Maternos. Muita Luz! <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </strong></span>
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Fdescanso%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		<title>Dança do ventre ajuda no Trabalho de Parto :-)</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/danca-do-ventre-ajuda-no-trabalho-de-parto/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Apr 2012 09:45:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dança do Ventre para o Parto]]></category>
		<category><![CDATA[Alívio da Dor]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho de Parto]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="460" height="264" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/U9K4bYlvzv8?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="460" height="264" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/U9K4bYlvzv8?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object>
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Fdanca-do-ventre-ajuda-no-trabalho-de-parto%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		<title>3 Anos! Já? :-)</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 16:28:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>

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		<description><![CDATA[O blog RM completa hoje 3 aninhos! Neste momento não me sinto inspirada, queria escrever um texto bonito sobre o percurso do blog, mas o meu cérebro está off. Então fica só o agradecimento para aqueles que passam por aqui: - Para os que apenas leem - Para os que leem e se sentem mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2012/04/3-years-birthday-cupcake.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3559" title="3 years birthday-cupcake" src="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2012/04/3-years-birthday-cupcake-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>O blog RM completa hoje 3 aninhos! <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Neste momento não me sinto inspirada, queria escrever um texto bonito sobre o percurso do blog, mas o meu cérebro está off. <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Então fica só o agradecimento para aqueles que passam por aqui:</p>
<p>- Para os que apenas leem</p>
<p>- Para os que leem e se sentem mais informados e compreendidos nas suas vivências</p>
<p>- Para os que participam com comentários</p>
<p>- Para os que partilham as suas histórias, que tanto aprecio! É o que mais gosto aqui no blog, podemos aprender tanto uns com os outros, não concordam?</p>
<p>- E para os seguidores habituais, que vêem este espaço como um cantinho onde se sentem em casa. Apesar de já não comentarem como antes, espero que ainda cá apareçam de vez em quando! <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' />  Para vocês fica o meu maior agradecimento, por me tratarem com tanto carinho e contribuírem para o enriquecimento do blog RM e para o meu. <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Estou sempre por aqui, se precisarem de alguma informação ou de apenas desabafarem. <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  E para quem ainda não sabe o blog RM tem uma <a href="http://www.facebook.com/pages/Rituais-Maternos/174742592582195" target="_blank">página no facebook </a>que actualizo regularmente.
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2F3-anos-ja%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		</item>
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		<title>&#8220;Os antibióticos e os erros comuns: não volte a cometê-los&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/os-antibioticos-e-os-erros-comuns-nao-volte-a-comete-los/</link>
		<comments>http://www.rituaismaternos.com/os-antibioticos-e-os-erros-comuns-nao-volte-a-comete-los/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 12:55:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Erros podem ter consequências graves, mais tarde, para a saúde da criança. Por desconhecimento, muitos pais cometem erros no que diz respeito ao tratamento dos filhos com antibióticos. Erros esses que podem ter consequências graves, mais tarde, para a saúde da criança e também para a saúde pública. Aqui ficam alguns conselhos: Não pense que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Erros podem ter consequências graves, mais tarde, para a saúde da criança.</p>
<p>Por desconhecimento, muitos pais cometem erros no que diz respeito ao tratamento dos filhos com antibióticos. Erros esses que podem ter consequências graves, mais tarde, para a saúde da criança e também para a saúde pública.</p>
<p>Aqui ficam alguns conselhos:</p>
<p><strong>Não pense que o antibiótico cura tudo</strong><br />
A maioria das infecções, seja qual for a idade, é provocada por vírus. Os antibióticos não têm qualquer efeito sobre estes. Apenas servem na luta contra bactérias. Constipações, gripes, bronquiolites e a maioria das infeções da garganta e dos ouvidos são causadas por vírus.</p>
<p><strong>Não peça ao seu médico assistente para receitar antibiótico<strong>, quando não existe a certeza de se tratar de uma infecção bacteriana (as mais raras).</strong></strong></p>
<p><strong><strong>Não peça ao seu farmacêutico para lhe vender um antibiótico sem receita</strong>. </strong>Por alguma razão os antibióticos são medicamentos que só podem ser prescritos pelo médico. E essa razão é que só são necessários em situações muito específicas, só o médico pode avaliar qual o mais adequado, e o seu uso frequente tem consequências negativas para o organismo.</p>
<p><strong><strong>Não dê ao seu filho um antibiótico que foi prescrito para o irmão ou para o primo</strong>. </strong>Mesmo que os sintomas lhe pareçam idênticos, os problemas podem ter origens diferentes. Só um médico poderá avaliar a necessidade de antibiótico e qual o mais indicado para a situação do seu filho.</p>
<p><strong><strong>Respeite o horário e as doses recomendadas pelo médico</strong>. </strong>O antibiótico deve ser tomado à hora certa de forma a ser realmente eficaz. O problema é que se não for realmente eficaz pode ser prejudicial, contribuindo para o desenvolvimento de bactérias mais resistentes.</p>
<p><strong><strong>Não interrompa o tratamento</strong>. </strong>Tal como é importante respeitar o horário e a dose, é fundamental cumprir a duração do tratamento até ao final. O seu filho pode parecer curado e já não apresentar sintomas, mas isso não quer dizer que possa, por sua iniciativa, suspender o tratamento. Para que as bactérias nocivas sejam de facto eliminadas, é fundamental tomar o remédio até ao fim. A duração do tratamento varia com o tipo de doença e de antibiótico. Não pare ao fim de oito dias, se o médico prescreveu um tratamento de 10.</p>
<p><strong><strong>Nunca recomende um antibiótico a ninguém</strong>. </strong>E divulgue, sempre que possível, estas informações junto de familiares e amigos.&#8221;</p>
<p>Texto de Ana Esteves, Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/criancas/antibioticos-doentes-iolmae-bacterias/1337306-5539.html" target="_blank">IOL Mãe</a> (2012-03-30)
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		<item>
		<title>Posições para o Parto</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/posicoes-para-o-parto-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 14:40:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trabalho de Parto]]></category>

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		<description><![CDATA[Porque é que nas maternidades portuguesas não nos falam nestas posições alternativas? É assim tão difícil para os profissionais de saúde verificarem se está tudo a correr bem na fase de expulsão, sem estarmos obrigatoriamente deitadas de barriga para cima? Se estes profissionais conseguem porque é que os portugueses não? Qual é a desculpa?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Porque é que nas maternidades portuguesas não nos falam nestas posições alternativas? É assim tão difícil para os profissionais de saúde verificarem se está tudo a correr bem na fase de expulsão, sem estarmos obrigatoriamente deitadas de barriga para cima? Se estes profissionais conseguem porque é que os portugueses não? Qual é a desculpa?</strong></p>
<p><object width="460" height="264" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/PkzRTS6IdQo?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="460" height="264" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/PkzRTS6IdQo?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object>
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		<item>
		<title>&#8220;Amigos imaginários&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/amigos-imaginarios/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 10:09:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento do Bebé/Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Muitas crianças entre os 3 e os 10 anos «têm» um ou vários amigos imaginários. Nestas idades, é frequente os pais encontrarem os filhos a falar e a brincar sozinhos, mas como se estivessem acompanhados. Por vezes, estes amigos têm nomes verdadeiros e assumem uma importância grande na vida da criança. Nada de anormal existe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2012/04/Amigosimaginarios.jpg"><img class="size-full wp-image-3545 aligncenter" title="Amigosimaginarios" src="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2012/04/Amigosimaginarios.jpg" alt="" width="300" height="210" /></a></p>
<p>&#8220;Muitas crianças entre os 3 e os 10 anos «têm» um ou vários amigos imaginários. Nestas idades, é frequente os pais encontrarem os filhos a falar e a brincar sozinhos, mas como se estivessem acompanhados.</p>
<p>Por vezes, estes amigos têm nomes verdadeiros e assumem uma importância grande na vida da criança. Nada de anormal existe neste fenómeno. As crianças que criam amigos imaginários não têm qualquer problema em distinguir a fantasia da realidade.</p>
<p>Simplesmente, brincam de uma forma mais imaginativa do que as outras crianças. Alguns estudos indicam que estas crianças acabam por desenvolver uma linguagem mais fluente, vêem menos televisão e revelam maior curiosidade, entusiasmo e persistência nas brincadeiras.</p>
<p>Os amigos imaginários são uma boa companhia para um filho único, por exemplo. «Juntos», brincam de forma feliz e criativa. Também podem ter um papel importante a um nível mais subconsciente: servem para exprimir desejos (a criança quer algo, mas atribui essa vontade ao amigo imaginário), «expiar» a culpa (foi o «amigo» que partiu a jarra, não a criança) ou deslocar o medo (é o «amigo» que sente medo ao ver um filme assustador, não a criança).</p>
<p>Ou seja, em geral, os mais pequenos usam os amigos imaginários como uma ajuda para lidarem melhor com o mundo real.&#8221;</p>
<p>Revista <a href="http://www.paisefilhos.pt/index.php/criancas/dos-3-aos-5-anos/262-amigos-imaginos" target="_blank">PAIS &amp; Filhos</a> (29 Agosto 2007)
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Famigos-imaginarios%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Quero um Parto Respeitado, de preferência Natural, por favor!</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/quero-um-parto-respeitado-de-preferencia-natural-por-favor/</link>
		<comments>http://www.rituaismaternos.com/quero-um-parto-respeitado-de-preferencia-natural-por-favor/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Apr 2012 14:36:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parto Normal/Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Humanizado]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Natural]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos tempos tenho dado comigo a pensar: &#8220;Se ainda vivesse em Lisboa e engravidasse novamente, como é que faria as coisas desta vez?&#8221;. Infelizmente, a resposta que me vem à mente é: &#8220;O panorama não está melhor do que estava em 2010, as opções continuam praticamente as mesmas, por isso o mais provável seria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos tempos tenho dado comigo a pensar: &#8220;Se ainda vivesse em Lisboa e engravidasse novamente, como é que faria as coisas desta vez?&#8221;. Infelizmente, a resposta que me vem à mente é: &#8220;O panorama não está melhor do que estava em 2010, as opções continuam praticamente as mesmas, por isso o mais provável seria passar novamente por um parto hospitalar muito medicalizado&#8221;. Pois é, caras leitoras, Parir com respeito é uma utopia no nosso país. <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Existe um ditado que diz: &#8220;O que não nos mata, torna-nos mais fortes&#8221;. Esta frase aplica-se bem em mim, pois actualmente sinto uma força que não tinha na altura em que engravidei do meu filho e muito menos quando entrei em trabalho de parto. A vivência do meu parto permitiu-me perceber algumas coisas, mas como em tudo na vida, só aprendemos verdadeiramente já depois de termos passado pelo momento. Por vezes bem depois, é preciso tempo&#8230;</p>
<p>Então imaginando-me na hipotética situação de me encontrar grávida novamente e a viver em Lisboa, o que é que faria?</p>
<p>1º Ligaria à minha Doula para saber se estaria disponível para nos acompanhar durante a gravidez e o parto. Em caso negativo, começaria imediatamente a procura por outra Doula com quem sentíssemos grande empatia, nos transmitisse confiança, empoderamento e nos respeitasse nas nossas decisões.</p>
<p>2º Teria de procurar um profissional de saúde para me acompanhar durante a gravidez. Para mim, ser seguida no centro de saúde não seria uma escolha, pois não simpatizo, nem confio no meu médico de família. No entanto, acho uma boa opção para quem gosta e confia no seu médico e claro tem a grande vantagem de ser gratuito.</p>
<p>Sendo assim, surgem-me no horizonte duas possibilidades: a minha antiga ginecologista ou uma enfermeira obstetra do <a href="http://www.espacocegonha.com/" target="_blank">espaço Cegonha</a>. Logo na 1ª consulta abordaria a questão dos toques vaginais e a escolha da profissional recairia sobre aquela que respeitasse a minha decisão de não ser sujeita a toques durante a gravidez. A experiência dá-nos confiança e coragem para aceitarmos ou recusarmos aquilo que queremos para nós, independentemente do que terceiros possam pensar. Esta foi a maior aprendizagem que a vivência da minha gravidez e do meu parto me trouxeram. Hoje sei que não me sujeitaria a nenhum toque vaginal durante a gravidez, sem um motivo clínico; perceber o estado do colo do útero (mesmo às 40 semanas de gestação) sem sinais do início do trabalho de parto, não é justificação. <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>3º Escreveria um novo plano de parto, mais curto, objectivo e realista. Pontos importantes a serem abordados nesse plano, mesmo que para isso tivesse que assinar um termo de responsabilidade:</p>
<p>- Sem enema;</p>
<p>- Soro sem oxitocina;</p>
<p>- Estar ligada ao CTG na posição mais confortável para mim (inclui estar de pé) e, se sentir necessidade, de forma intermitente;</p>
<p>- Toques vaginais realizados apenas pelo enfermeiro responsável por acompanhar o meu trabalho de parto e só os estritamente necessários (inclui poder recusar);</p>
<p>- No caso de pedir epidural gostaria que me fosse dada uma dose mínima, de maneira a conseguir continuar a sentir as contracções;</p>
<p>- Poder escolher uma posição mais vertical no período expulsivo;</p>
<p>- Poder gritar na altura de fazer força, para me ajudar no processo;</p>
<p>- Sem episiotomia;</p>
<p>- Poder pegar no meu bebé mal nasça;</p>
<p>- Esperar algum tempo (idealmente até que pare de pulsar) antes de cortarem o cordão umbilical.</p>
<p>4º Enviaria o plano de parto para vários hospitais públicos, mesmo aqueles onde nem me passaria pela cabeça parir. Quantos mais planos de parto forem enviados, mais pressão fazemos no sistema para que comecem a haver mudanças reais. Espero eu!</p>
<p>5º Penso que pela proximidade à minha casa, acabaria por escolher novamente a MAC (devo estar louca, não é?). Faria a visita guiada à maternidade (algo que não tive oportunidade de fazer da 1ª vez), iria acompanhada da minha Doula e levaria o plano de parto. Faria todas as perguntas que achasse pertinentes, tentaria falar com o máximo de profissionais e de preferência que trabalhassem nas urgências. Estudaria a melhor forma de abordar os enfermeiros com os meus desejos para o parto, poderia até fazer algumas cedências, tentando sempre ser cordial. <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Outros hospitais que teria em conta seriam: o hospital de Cascais, o Garcia de Orta em Almada e o São Bernardo em Setúbal.</p>
<p>6º Assim que começasse a sentir as primeiras contracções, ligaria logo para a minha Doula e pedia-lhe que viesse ter connosco. Foi outra lição que aprendi com o parto do meu filho, as contracções, mesmo ao início, podem ser muito fortes e pouco espaçadas (cada Mulher é única e cada Parto também).</p>
<p>7º Havendo dinheiro, contrataria uma enfermeira obstetra do espaço Cegonha (ou outra que fosse da minha confiança) para me acompanhar durante o trabalho de parto. Se a questão financeira fosse impedimento, então ficaria em casa enquanto me sentisse segura e confortável (acho que o meu instinto assustadiço não me deixaria ficar para além dos 5 cm de dilatação <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  ).</p>
<p>8º  Desta vez levaria o plano de parto para a maternidade e mostrava-o ao enfermeiro da triagem, sem medo de represálias por querer tentar um parto natural. Voltaria a escolher a minha Doula como acompanhante e acima de tudo iria feliz. Felicidade, esse sentimento que não me acompanhou no parto do meu filho e que ainda hoje me dói pensar nisso.</p>
<p>Como não tenho seguro de saúde, escolher um hospital privado estaria fora das nossas possibilidades financeiras. Havendo essa opção, acho que enviaria o plano de parto para o hospital particular de Lisboa e marcaria consulta com um obstetra que acompanhasse partos naturais nesse hospital. Se o profissional me transmitisse segurança e se se mostrasse realmente determinado em acompanhar-me num parto natural, sem desculpas para me fazer uma cesariana, então seria algo a pensar (poder ter 2 acompanhantes e mais privacidade é apelativo!).
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		<title>ABC do Parto</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Apr 2012 14:28:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cesariana]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Normal/Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho de Parto]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Normal]]></category>

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		<description><![CDATA[AMNIOTOMIA Nome que se dá à ruptura artificial das membranas. É um dos métodos mais comuns de indução do parto, utilizado também quando se pretende acelerar o nascimento. (&#8230;) É frequente os obstetras recorrerem a esta técnica, mas a Organização Mundial de Saúde defende que não existem dados científicos que justifiquem o rompimento artificial das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="text-decoration: underline; color: #800080;">AMNIOTOMIA</span><br />
Nome que se dá à ruptura artificial das membranas. É um dos métodos mais comuns de indução do parto, utilizado também quando se pretende acelerar o nascimento. (&#8230;)</p>
<p>É frequente os obstetras recorrerem a esta técnica, mas <strong>a Organização Mundial de Saúde defende que não existem dados científicos que justifiquem o rompimento artificial das membranas num estádio precoce do parto. Assim sendo, a amniotomia só deverá ser realizada em casos excepcionais e sempre com base em motivos clínicos</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline; color: #800080;">BEBÉS GRANDES</span><br />
Há algumas doenças que podem contribuir para o aumento do peso do bebé (dez por cento dos bebés com idade gestacional de termo têm mais de quatro quilos). A mais comum é a diabetes.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Mas muitos bebés com dimensões maiores do que as normais não têm qualquer problema, nem são filhos de mães diabéticas</span>. Muitas mulheres preocupam-se com a possibilidade de não conseguirem dar à luz um bebé grande.</p>
<p>Isso poderá ser verdade em alguns casos, mas não o é, seguramente, em todos. <strong>A classificação de «bebé grande» não é uma indicação absoluta nem para cesariana, nem para indução de trabalho de parto. Não é, igualmente, motivo soberano para se efectuar uma episiotomia (corte no períneo). O mais importante é a avaliação individual de cada caso</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline; color: #800080;">CESARIANA</span><br />
Quando, por algum motivo, o bebé não consegue ou não deve nascer por via vaginal, a opção recai sobre o nascimento cirúrgico, a cesariana. (&#8230;)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Há indicações absolutas para realizar uma cesariana, como os casos de placenta prévia (quando a placenta cobre parcial ou completamente o orifício interno do colo uterino), mas a intervenção não deve ser vista como uma panaceia. A cesariana só deve ser efectuada em casos de verdadeira necessidade</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Os riscos associados a esta forma de nascer (é preciso não esquecer que se trata de uma cirurgia!) são substancialmente mais preocupantes do que os riscos do parto normal</span><strong>: maior probabilidade de surgirem infecções e hemorragias maternas e maior risco de lesão fetal</strong>, só para nomear alguns.</p>
<p><strong>Muitas cesarianas são efectuadas no decurso de induções de parto falhadas. A intervenção é feita numa altura em que o colo do útero ainda não está favorável e o trabalho de parto não evolui. A ida para a sala de operações torna-se inevitável</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline; color: #800080;">CONTRACÇÕES</span><br />
<span style="text-decoration: underline;">As contracções são o «motor» do parto, a força que empurra o feto para o exterior. São, por isso, aliadas essenciais no momento de fazer nascer o bebé</span>. (&#8230;)</p>
<p>Ocorrem no momento em que o útero está a contrair e a relaxar consecutivamente, mecanismo que ajuda a empurrar o bebé para o canal de parto. (&#8230;)</p>
<p><span style="text-decoration: underline; color: #800080;">DILATAÇÃO</span><br />
Durante o trabalho de parto, o colo do útero vai dilatando, abrindo espaço à passagem do bebé. Essa abertura é expressa em centímetros e avaliada através de um toque vaginal feito pelo médico ou pela parteira.</p>
<p>(&#8230;) <strong>para que a dilatação progrida normalmente, a mulher em trabalho de parto não deve ser perturbada e o ambiente que a rodeia deve ser de calma e serenidade</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline; color: #800080;">DOULA</span><br />
(&#8230;) Klaus e Kennel verificaram, em maternidades da Guatemala, que <strong>a presença de uma acompanhante durante o parto permitia reduzir consideravelmente as intervenções médicas</strong>. Como não havia uma palavra inglesa para designar estas acompanhantes, optou-se pelo termo grego doula que significa «mulher que serve». (&#8230;)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">As doulas acompanham a gravidez, o parto e o período pós-nascimento. A sua mais-valia reside essencialmente no <strong>suporte emocional</strong> que prestam. Defendem o respeito pelas decisões da mulher, depois de informada de todos os riscos e benefícios das várias formas de encarar o nascimento</span>. (&#8230;)</p>
<p><span style="text-decoration: underline; color: #800080;">EPISIOTOMIA</span><br />
Incisão no períneo (área muscular compreendida entre a vagina e o ânus) e na parede vaginal, que tem por objectivo abreviar o parto. <strong>Em Portugal, são poucas as grávidas que escapam a esta experiência, mas o tema é controverso</strong>.</p>
<p><strong>A Organização Mundial de Saúde contesta o uso rotineiro desta técnica, considerando a forma como a episiotomia é, actualmente, praticada uma «conduta frequentemente utilizada de modo inadequado</strong>».</p>
<p><strong>Também a Sociedade Americana de Obstetrícia desaconselha o recurso sistemático à «episio». Estudos publicados ao longo das últimas duas décadas concluíram não haver razões científicas para continuar a executar, indiscriminadamente, a incisão no períneo durante o parto</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">O procedimento deverá ser efectuado apenas em caso de estrita necessidade</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline; color: #800080;">EPIDURAL</span><br />
(&#8230;) Mas a epidural não deve ser vista como um milagre sem contra-indicações. <span style="text-decoration: underline;">É uma técnica invasiva e como tal tem riscos. Algumas mulheres queixam-se de fortes dores de cabeça após o parto</span>.</p>
<p><strong>Tem também o grande contra de poder tornar mais difícil o período expulsivo (por estar anestesiada e relaxada, a mulher não sabe quando fazer força), aumentando a probabilidade de recurso ao fórceps para ajudar o bebé a nascer</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline; color: #800080;">EXPULSÃO</span><br />
Segundo estádio do trabalho de parto. Começa na dilatação completa e termina com a expulsão do feto. Normalmente dura até 45 a 60 minutos, quando se trata do primeiro parto, e até 15 a 20 minutos quando já não é o primeiro bebé.</p>
<p>As contracções tornam-se mais intensas e prolongadas e a mulher sente uma grande vontade de fazer força.</p>
<p>Quanto mais activamente participar neste momento, mais rapidamente o bebé nasce. À medida que vai descendo pelo canal de parto, o feto vai rodando até a nuca atingir a zona por baixo da pélvis da mãe.</p>
<p>É nesta altura que se começa a ver a cabeça do bebé. Rapidamente, esta sai para o exterior, o bebé volta a rodar e saem os ombros. O resto do corpo sai num ápice.</p>
<p><span style="text-decoration: underline; color: #800080;">FÓRCEPS</span><br />
(&#8230;) <strong>O nascimento com a ajuda deste instrumento é, muitas vezes, consequência de uma cascata de intervenções desnecessárias (estar deitada de costas, sucessivos toques vaginais, perfusão com ocitocina, ambiente ruidoso e stressante) que podem perturbar a mulher em trabalho de parto e, por consequência, dificultar a expulsão do bebé</strong>.</p>
<p><strong>Há também maior probabilidade de utilização do fórceps quando as mulheres se submetem à analgesia epidural, uma vez que nem sempre sabem em que altura fazer força</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline; color: #800080;">GRITAR AJUDA</span><br />
É isso mesmo. <strong>Gritar ajuda a expulsar o bebé. É difícil fazer força sem emitir sons, por isso, se sentir necessidade de gritar durante o parto, não pense que estará a descontrolar-se</strong>&#8230;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Deixe que a sua força interior a guie e não se preocupe com o que se passa à sua volta</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline; color: #800080;">HEMORRAGIA PÓS-PARTO</span><br />
É normal haver alguma hemorragia vaginal após o nascimento do bebé. Isto acontece tanto nas situações de parto vaginal, como nas cesarianas.</p>
<p>A perda de sangue, que se deve ao sangramento excessivo que ocorre depois da expulsão do feto, pode durar várias semanas. <span style="text-decoration: underline;">Mas há casos em que a hemorragia do puerpério pode ser sinal de que algo não está bem, como o útero não estar a contrair-se normalmente</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Nestes casos, a perda de sangue é abundante, o corrimento vaginal tem um cheiro fétido e a mulher pode sentir falta de ar e desfalecimento. Numa situação destas, o médico assistente deverá ser sempre contactado</span>.</p>
<p><span style="color: #800080;"><span style="text-decoration: underline;">INDUÇÃO</span> (DO TRABALHO DE PARTO)</span><br />
Ocasionalmente, o médico pode recomendar a indução artificial do trabalho de parto. A decisão baseia-se na existência de problemas que possam pôr em risco a saúde da mãe ou do bebé. Também é comum induzir-se o parto quando o bebé «passa do tempo», ou seja, das 41 semanas.</p>
<p>Se as membranas romperem, mas o trabalho de parto não se iniciar num período de 24 horas, a indução é, igualmente, a solução proposta pelo obstetra, como forma de evitar uma possível infecção. <strong>Embora este tipo de decisão tenha, na base, um motivo clínico, a verdade é que, muitas vezes, o parto é induzido apenas por razões de conveniência</strong>.</p>
<p><strong>Mas este não é um procedimento isento de riscos. Uma das principais causas do aumento da taxa de cesarianas em todo o mundo é a indução do parto em grávidas que ainda não têm o colo do útero maduro</strong>.</p>
<p><strong>Por outro lado, os nascimentos induzidos com fármacos podem levar a contracções mais precoces, partos mais dolorosos e incómodos e necessidade de outras intervenções</strong>.</p>
<p><strong>A Organização Mundial de Saúde desaconselha totalmente as induções por conveniência e só recomenda a indução do parto sistemática após as 42 semanas de gestação. Segundo a organização, nenhum país deveria ter uma taxa de induções superior a dez por cento</strong>.</p>
<p><span style="color: #800080;"><span style="text-decoration: underline;">LÍQUIDO AMNIÓTICO</span> (PERDA DE)</span><br />
<span style="text-decoration: underline;">A «bolsa de águas» pode romper antes, no início, durante ou só no final do trabalho de parto. É importante ter noção de quando se começa a perder líquido (sobretudo se foi antes do início das contracções regulares) para poder informar o médico</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Quando o saco amniótico rompe, a grávida pode não sentir dor, mas apenas uma sensação de água morna a escorrer (sensação de humidade). O líquido pode sair numa golfada ou a pouco e pouco, conforme o tamanho e a localização da ruptura</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Muitas vezes, a perda de líquido é confundida com a perda involuntária de urina ou fluxo vaginal aumentado. O líquido amniótico é transparente, normalmente não tem cheiro e deixa manchas incolores na roupa, o que o distingue da urina e de qualquer corrimento</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline; color: #800080;">MASSAGEM</span><br />
<span style="text-decoration: underline;">Uma massagem na parte inferior das costas pode aliviar as dores de parto, uma vez que incentiva a libertação de endorfinas (os anestésicos naturais</span>).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Ajuda também a acalmar a tensão muscular, contribuindo para uma maior descontracção. A descontracção, por sua vez, activa a circulação sanguínea dos músculos, ajudando a oxigená-los</span>. A massagem pode ser efectuada entre ou durante as contracções.</p>
<p>Em ambos os casos, a sensação táctil pode ser bastante agradável. Não obstante, <span style="text-decoration: underline;">há mulheres que não gostam de ser tocadas durante o trabalho de parto</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline; color: #800080;">MEDO</span><br />
<span style="text-decoration: underline;">Medo da dor, medo do desconhecido, medo do hospital, medo de ser mãe, medo da morte. A ideia de parto pode dar origem a um medo gigantesco</span>. Tudo porque o parto continua a estar associado, na nossa cultura, à ideia de sofrimento.</p>
<p>A dor é talvez um dos motivos de medos mais referidos pelas mulheres. Mas a dor é uma sensação muito subjectiva. E a maneira como se lida com ela é decisiva no desenrolar do trabalho de parto.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">A melhor estratégia para enfrentar a dor é encará-la como uma aliada, de forma positiva, sempre partindo do princípio de que ela pode ou não existir. A dor de parto deve ser a única que não significa que alguma coisa está mal no nosso corpo</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Pelo contrário, significa que o corpo está a fazer o seu trabalho. Quando há medo, aumenta a tensão, que aumenta a dor</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline; color: #800080;">OCITOCINA</span><br />
<span style="text-decoration: underline;">A ocitocina é uma hormona segregada pelo hipotálamo que intervém tanto no desencadear do nascimento, como durante o trabalho de parto</span>. Os seus mecanismos não são ainda inteiramente conhecidos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Desempenha também um importante papel na amamentação, sendo a sua segregação o factor-chave do sucesso do aleitamento materno</span>. A ocitocina de síntese (artificial) é o fármaco utilizado na indução do trabalho de parto e na regulação das contracções durante o nascimento.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Há indicações precisas para o seu uso, mas o número de mulheres que recebem ocitocina por via endovenosa durante o trabalho de parto é cada vez maior</span>.</p>
<p><strong>A Organização Mundial de Saúde contesta o seu uso indiscriminado, considerando que a excessiva «medicalização» do parto tem riscos associados e não é a forma mais adequada de encarar o nascimento</strong>.</p>
<p><span style="color: #800080;"><span style="text-decoration: underline;">PLACENTA</span> (SAÍDA DA)</span><br />
Terceiro estádio do trabalho de parto. Em linguagem técnica, intitula-se dequitadura. Decorre desde a saída do feto até à expulsão da placenta e das membranas fetais e dura cerca de 30 minutos.</p>
<p>Assim que o bebé sai, o útero continua a contrair-se, de modo a desprender a placenta e as membranas que envolviam o feto. O médico ou a parteira puxam delicadamente o cordão umbilical (que já foi cortado) e atrás dele vêm as restantes membranas e algum sangue resultante do descolamento da placenta.</p>
<p>Quando esta tiver saído, a parturiente é examinada para verificar se não ficaram vestígios no interior do útero.</p>
<p><span style="text-decoration: underline; color: #800080;">POSIÇÃO</span><br />
<strong>Na grande maioria dos hospitais portugueses, as mulheres continuam a ter filhos deitadas, embora a Organização Mundial de Saúde recomende «liberdade de posição e movimento durante o trabalho de parto» e «estímulo a posições não horizontais durante o trabalho de parto e no parto</strong>».</p>
<p><strong>As posições verticais, tais como estar em pé, sentada, de joelhos ou de cócoras, facilitam o nascimento por terem a gravidade a seu favor</strong>.</p>
<p><strong>Vários estudos comprovam que as posições verticais podem tornar o parto mais rápido. Além dos benefícios fisiológicos, a liberdade de escolha da posição permite à mãe ter um papel mais activo no momento do nascimento do seu filho, uma vez que é ela que decide</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline; color: #800080;">ROLHÃO MUCOSO</span><br />
A perda do rolhão mucoso não é um sinal de trabalho de parto activo, mas pode significar a proximidade do nascimento. Habitualmente, acontece vários dias antes do trabalho de parto espontâneo.</p>
<p>Nas últimas semanas de gravidez, o colo do útero começa a ficar cada vez mais fino e a dilatar gradualmente, podendo notar-se um aumento significativo do corrimento vaginal.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Posteriormente, liberta-se a espessa camada de muco (parecido com uma geleia), que veda a entrada do colo do útero durante a gravidez. Esse muco pode ser rosado ou raiado de sangue</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline; color: #800080;">SOFRIMENTO FETAL</span><br />
<span style="text-decoration: underline;">O sofrimento fetal pode ser definido como um conjunto de sinais durante a gravidez, antes ou durante o parto que indicam que o feto não está bem, geralmente devido ao decréscimo de fornecimento de oxigénio</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Normalmente, é uma situação que causa maior sofrimento aos pais do que ao feto, tendo em conta que o bebé, na maioria das vezes, está bem</span>.</p>
<p><strong>Nos últimos anos, o Colégio Americano de Obstetrícia e Ginecologia tem vindo a alertar que a expressão «sofrimento fetal» é imprecisa e não recomenda a sua utilização na prática clínica</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Actualmente, pensa-se que a terminologia mais adequada é «estado fetal não tranquilizador». Esta condição pode ser provocada por uma série de situações, como doença materna, problemas da placenta ou do cordão umbilical ou infecções</span>.</p>
<p>Se o parto vaginal não estiver eminente, é provável que a grávida seja encaminhada para uma cesariana. <strong>A correcta avaliação dos sinais de estado fetal não tranquilizador (apreciação que pode ser bastante subjectiva) por parte do médico ou da parteira é determinante para se poder tomar uma decisão obstétrica acertada</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline; color: #800080;">TOQUE VAGINAL</span><br />
Exame feito no decorrer do trabalho de parto que tem por objectivo avaliar a progressão do nascimento, a dilatação do colo do útero e a descida do bebé pelo canal de parto.</p>
<p>Pode ser efectuado pela parteira ou pelo médico obstetra. <strong>Sucessivos toques vaginais podem aumentar a probabilidade de lacerações, além de poderem interferir com a progressão do trabalho de parto. Os toques vaginais estão, de certa forma, muito banalizados</strong>.</p>
<p><strong>É comum as mulheres relatarem que foram examinadas por vários técnicos durante o parto. As boas práticas em Obstetrícia dizem que o toque deve ser efectuado apenas pelo profissional que está a seguir aquela parturiente e não por qualquer pessoa que tome essa iniciativa</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline; color: #800080;">VENTOSA</span><br />
Instrumento feito de um material maleável que se aplica no cimo do crânio do feto para o ajudar a sair para o exterior, guiando-o durante a descida através da bacia. O médico puxa suavemente durante as contracções para fazer virar a cabeça do bebé.</p>
<p>Apesar de, globalmente, não ser tão utilizada como o fórceps, há quem defenda que a ventosa é o melhor auxiliar do médico nos partos difíceis. Em algumas maternidades, é já o instrumento de eleição nos nascimentos mais complicados, sendo largamente preferido ao fórceps.</p>
<p>Revista <a href="http://www.paisefilhos.pt/index.php/gravidez/parto/170-abc-do-parto" target="_blank">PAIS &amp; Filhos</a> (31 Agosto 2007)
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Fabc-do-parto%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;More Business of Being Born&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/more-business-of-being-born/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 10:38:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Documentários]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="420" height="315" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/vJTN88Zv0_M?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="420" height="315" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/vJTN88Zv0_M?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Bebés amamentados têm menos problemas respiratórios&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/bebes-amamentados-tem-menos-problemas-respiratorios/</link>
		<comments>http://www.rituaismaternos.com/bebes-amamentados-tem-menos-problemas-respiratorios/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 10:28:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amamentação]]></category>

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		<description><![CDATA[Amamentação faz aumentar a capacidade respiratória. Mesmo que a mãe seja asmática Os bebés amamentados têm menos riscos de desenvolver problemas respiratórios ao longo da infância, mesmo nos casos em que as mães são asmáticas. Num estudo realizado por investigadores britânicos e suíços, foi avaliada a saúde pulmonar de 1500 crianças do Reino Unido, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2012/03/220-11.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3516" title="220 (1)" src="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2012/03/220-11.jpg" alt="" width="220" height="165" /></a>Amamentação faz aumentar a capacidade respiratória. Mesmo que a mãe seja asmática</strong></p>
<p>Os bebés amamentados têm menos riscos de desenvolver problemas respiratórios ao longo da infância, mesmo nos casos em que as mães são asmáticas.</p>
<p>Num estudo realizado por investigadores britânicos e suíços, foi avaliada a saúde pulmonar de 1500 crianças do Reino Unido, com idades entre os oito e os 14 anos.</p>
<p>As crianças que tinham sido amamentadas até aos quatro meses revelaram ter uma maior capacidade pulmonar. Mesmo aquelas cujas mães sofrem de doenças respiratórias como a asma. Os investigadores sugerem que o efeito da amamentação está mais relacionado com a capacidade pulmonar (quantidade de ar que os pulmões conseguem suportar) do que propriamente com a redução de infecções ou asma.</p>
<p>O estudo vem contrariar outros que anteriormente apontavam o risco acrescido de asma quando a mãe é asmática e amamenta.</p>
<p>Os resultados foram publicados no <em>American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine</em>.</p>
<p>Texto de Ana Esteves, Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/bebes/amamentar-amamentacao-dar-de-mamar-problemas-respiratorios-asma/1336110-5538.html" target="_blank">IOL Mãe</a> (2012-03-26)
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