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	<title>Rituais Maternos</title>
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	<description>Rituais Maternos</description>
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		<title>&#8220;Bebés amamentados têm padrão de crescimento mais saudável&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 14:12:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amamentação]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Quanto mais tempo são amamentados, menos peso têm aos 18 meses. O leite materno reduz o risco de excesso de peso e diabetes no futuro. As crianças amamentadas e as que são alimentadas com leite em pó têm diferentes padrões de crescimento. Segundo um estudo realizado na Dinamarca, essas diferenças devem-se aos efeitos sobre duas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2012/01/220.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3371" title="220" src="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2012/01/220.jpg" alt="" width="220" height="165" /></a>&#8220;Quanto mais tempo são amamentados, menos peso têm aos 18 meses. <strong>O leite materno reduz o risco de excesso de peso e diabetes no futuro</strong>.</p>
<p><strong>As crianças amamentadas e as que são alimentadas com leite em pó têm diferentes padrões de crescimento</strong>. <span style="text-decoration: underline;">Segundo um estudo realizado na Dinamarca, essas diferenças devem-se aos efeitos sobre duas hormonas cruciais para o crescimento</span>.</p>
<p>Os bebés alimentados com biberão têm um ritmo de crescimento ligeiramente mais rápido do que os que são amamentados, pois <span style="text-decoration: underline;">o leite materno mantém num nível baixo a hormona de crescimento IGF-I e a isulina. Este efeito faz com que as crianças amamentadas tenham menos riscos, no futuro, de sofrer de diabetes e de excesso de peso</span>.</p>
<p>Foram envolvidos 330 bebés saudáveis e avaliado o seu peso aos 9, 18 e 36 meses. E verificou-se que o leite materno tem um efeito relevante e mensurável nos reguladores de crescimento determinantes que são a hormona IGF-I e a isulina.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Quanto mais as crianças são amamentadas, mais baixos são os seus níveis das duas hormonas, o que leva a uma redução do risco de excesso de peso mais tarde. Existe mesmo uma correlação, acrescentam os autores do estudo, entre o tempo que a criança foi amamentada e o seu peso aos 18 meses, bebés amamentados até mais tarde têm menos peso aos 18 meses</span>.&#8221;</p>
<p>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/bebes/amamentacao-alimentacao-obesidade-peso-crescimento/1313100-5538.html" target="_blank">IOL Mãe</a> (2011-12-30)
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		<title>2012</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 17:32:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda não tinha tido oportunidade de criar um tópico a desejar um bom ano a todos. Mas a julgar pela falta de comentários no tópico de Natal, percebo que algo mudou. A vida de muitos de nós está a sofrer alterações, vivem-se tempos conturbados em Portugal e somos todos afetados. Comigo não é diferente, agora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2012/01/capitu-e-ezequiel.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3365" title="capitu e ezequiel" src="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2012/01/capitu-e-ezequiel.jpg" alt="" width="400" height="291" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff00ff;"><em><strong>Ainda não tinha tido oportunidade de criar um tópico a desejar um bom ano a todos. Mas a julgar pela falta de comentários no tópico de Natal, percebo que algo mudou. <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' />  </strong></em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff00ff;"><em><strong>A vida de muitos de nós está a sofrer alterações, vivem-se tempos conturbados em Portugal e somos todos afetados. Comigo não é diferente, agora pertenço ao grupo dos muitos portugueses que emigraram.</strong></em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff00ff;"><em><strong>O blog RM continua ativo, talvez não tão assiduamente, mas mesmo nos tempos de maior escuridão devemos manter uma velinha acesa. <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  É ela que nos traz esperança de que tempos melhores virão! E a função deste blog é trazer Luz ao coração das Mulheres portuguesas (e não só), para que se questionem, para que lutem e conquistem o direito ao Seu Parto e ao Nascimento Respeitado dos seus bebés. Aqui também se chora, partilham-se histórias e alegria, tiram-se dúvidas e desabafa-se, porque ser Mãe (e Pai) é um longo processo de aprendizagem recheado de lágrimas e gargalhadas! <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </strong></em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff00ff;"><em><strong>Estarei por aqui! <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </strong></em></span></p>
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		<title>Feliz Natal 2011! :)</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 13:46:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>

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		<description><![CDATA[Queridas Mães (e Pais) que acompanham o blog RM, Gostaria apenas de vos desejar um NATAL muito Feliz! Nesta quadra em que celebramos o Nascimento de Jesus, o meu pensamento está com todas as Mulheres que já são Mães e com aquelas que o serão muito em breve. Espero que o vosso NATAL seja mágico, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="color: #e81640;"><em><strong>Queridas Mães (e Pais) que acompanham o blog RM,</strong></em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #e81640;"><em><strong>Gostaria apenas de vos desejar um NATAL muito Feliz! Nesta quadra em que celebramos o Nascimento de Jesus, o meu pensamento está com todas as Mulheres que já são Mães e com aquelas que o serão muito em breve. <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Espero que o vosso NATAL seja mágico, repleto de Amor e Alegria, com muitas gargalhadas infantis à mistura. <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </strong></em></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2011/12/natal_presepio_31.jpg"><img class="size-medium wp-image-3353 aligncenter" title="natal_presepio_3" src="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2011/12/natal_presepio_31-300x190.jpg" alt="" width="300" height="190" /></a></p>
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		<title>&#8220;Nascimento do Thales &#8211; Parto Natural&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 16:37:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeos de Partos]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Domiciliar]]></category>

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		<description><![CDATA[Seria tão bom se todas as Mulheres que desejam ser Mães pudessem passar por uma experiência assim: livres, seguras, confiantes, amadas, acarinhadas, felizes! Porque é que nos hospitais não respeitam o nosso Corpo e o nosso tempo? Porque é que nos hospitais não podemos gritar se nos apetecer? Porque é que nos hospitais temos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seria tão bom se todas as Mulheres que desejam ser Mães pudessem passar por uma experiência assim: livres, seguras, confiantes, amadas, acarinhadas, felizes! <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Porque é que nos hospitais não respeitam o nosso Corpo e o nosso tempo? Porque é que nos hospitais não podemos gritar se nos apetecer? Porque é que nos hospitais temos de estar presas a uma cama? Porque é nos hospitais não podemos ter as pessoas que amamos e nos transmitem confiança perto de nós? Porque é que nos hospitais nos tratam com indiferença, frieza e como se estivéssemos doentes? Porquê???</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/33855486?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" frameborder="0" width="400" height="295"></iframe></p>
<p><a href="http://vimeo.com/33855486">Nascimento do Thales &#8211; Parto Natural</a> from <a href="http://vimeo.com/user9689559">LiviaBenetti</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.
<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.rituaismaternos.com%2Fnascimento-do-thales-parto-natural%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:25px"></iframe></div>
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		<title>Os verdadeiros efeitos de &#8220;deixá-lo chorar&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/os-verdadeiros-efeitos-de-deixa-lo-chorar/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 15:31:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento do Bebé/Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Bebés]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Não responder às necessidades do bebé, deixando-o chorar, sozinho, por períodos mais ou menos longos tem efeitos negativos para o seu desenvolvimento físico, mental e emocional. A ideia de que deixar os bebés chorarem lhes faz bem começou a ser defendida no final do século XIX e foi ganhando adeptos ao longo de todo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;<span style="text-decoration: underline;">Não responder às necessidades do bebé, deixando-o chorar, sozinho, por períodos mais ou menos longos tem efeitos negativos para o seu desenvolvimento físico, mental e emocional</span>.</p>
<p>A ideia de que deixar os bebés chorarem lhes faz bem começou a ser defendida no final do século XIX e foi ganhando adeptos ao longo de todo o século XX. Quando especialistas em várias áreas do conhecimento passaram a ter mais autoridade sobre a melhor forma de criar e educar um filho do que as mães e os pais, foram surgindo teorias sobre os perigos do excesso de mimo e as vantagens de mostrar ao bebé que tem de aprender a ser autónomo.</p>
<p>À medida que as famílias se tornaram mais pequenas e muitas vezes desligadas da família alargada, lidar com um bebé parecia cada vez mais difícil. Também por isso, estas teorias ganharam terreno. A sua fundamentação científica nunca foi grande, contudo.</p>
<p>Actualmente, pelo contrário, há evidências científicas que mostram os efeitos negativos que podem vir de deixar um bebé sozinho a chorar. Darcia Narvaez, professora de psicologia na Universidade de Notre Dame, publicou na revista <em>Psycology Today</em> uma recolha de várias conclusões de estudos científicos recentes que mostram por que razões não se deve deixar os bebés chorar sozinhos, não respondendo às suas necessidades. Um resumo que mostra que o instinto maternal já foi suficientemente corroborado, portanto.</p>
<p>RESPONDER ÀS NECESSIDADES É A MELHOR MANEIRA DE PROMOVER A AUTONOMIA PORQUE OFERECE SEGURANÇA<br />
<span style="text-decoration: underline;">Não atender ao choro do bebé tem danos para o seu desenvolvimento e para a sua capacidade de se relacionar com os outros. Pode comprometer o seu nível de inteligência e vai torná-lo uma criança mais ansiosa e menos saudável</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Forçar etapas da autonomia antes de o bebé estar preparado para elas não vai torná-lo mais autónomo. Pelo contrário, vai fazer com que fique mais dependente. Responder às suas necessidades é a melhor maneira de promover a sua independência e segurança, mais tarde</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Ensinar uma criança a não chamar quando sente necessidade de conforto ou de alimento pode ter como resultado uma criança menos exigente, porque entra em estado depressivo ou se alheia da realidade, mas não porque seja mais autónoma. O mais provável, contudo, é que um bebé que não obtém resposta ao seu chamamento se torne uma criança agressiva, lamurienta, infeliz e dependente. O sentimento de insegurança irá provavelmente permanecer para o resto da vida</span>.</p>
<p>Segundo um estudo de 1994, os bebés que são deixados a chorar têm mais probabilidade de se tornar inseguros e dependentes do que aqueles que vêem as suas necessidades satisfeitas antes mesmo de entrarem em stress e em situações de choro.</p>
<p>COMO CRESCEM OS BEBÉS E COMO O TOQUE É IMPORTANTE</p>
<p>Só pode acreditar que é bom deixar os bebés sozinhos a chorar quem não conhece o desenvolvimento do cérebro de um bebé. <span style="text-decoration: underline;">Os bebés precisam do toque e do colo para se desenvolverem. Se não o tiverem, o seu organismo não produz as hormonas necessárias a um bom desenvolvimento. Os bebés comunicam as suas necessidades através da sua linguagem corporal e através do choro</span>. Acalmam-se quando estas são satisfeitas, tal como acontece com um adulto. Simplesmente um adulto sabe satisfazer as suas necessidades autonomamente. Um bebé precisa que alguém cuide dele e lhe proporcione o necessário para se acalmar.</p>
<p>CONSEQUÊNCIAS DO &#8220;DEIXAR CHORAR&#8221;<br />
Deixar o bebé chorar, não responder ao seu chamamento, pode ter inúmeras consequências:<br />
- <span style="text-decoration: underline;">A morte de neurónios e consequente défice de inteligência</span>.<br />
- <span style="text-decoration: underline;">Excessiva reactividade ao stresse que leva a perturbações não apenas a nível emocional mas também físico</span>.<br />
- <span style="text-decoration: underline;">Incapacidade ou pouca capacidade de auto-regulação e de auto-conforto</span>.<br />
- <span style="text-decoration: underline;">Falta de confiança que se reflecte nas relações com os outros e com a vida em geral</span>.<br />
- <span style="text-decoration: underline;">Para os pais, ou outros adultos responsáveis pelo bebé, também há efeitos na atitude de &#8220;deixar chorar&#8221;, como o endurecimento, desensibilização e a perda irrecuperável de reciprocidade e confiança</span>.</p>
<p>Para saber mais, nomeadamente sobre a fundamentação de cada uma destas conclusões, clique <a href="http://www.psychologytoday.com/blog/moral-landscapes/201112/dangers-crying-it-out" target="_blank">aqui</a>.&#8221;</p>
<p>Texto de Ana Esteves, Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/bebes/bebe-desenvolvimento-choro/1308732-5538.html" target="_blank">IOL Mãe</a> (2011-12-15)
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		<title>&#8220;Uma birra vista por dentro&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Dec 2011 15:03:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bebés "High Need"]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento do Bebé/Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Bebés]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Todas as birras obedecem a um padrão. Saiba como reagir e nunca se esqueça: as birras fazem parte do desenvolvimento normal de uma criança. A culpa não é sua! Alguma vez pensou que as birras podiam tornar-se um objecto de estudo? Michael Potegal, neuropsicólogo da Universidade de Minnesota, e James Green, da Universidade de Connecticut, EUA, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Todas as birras obedecem a um padrão. Saiba como reagir e nunca se esqueça: as birras fazem parte do desenvolvimento normal de uma criança. <strong>A culpa não é sua!</strong></p>
<p>Alguma vez pensou que as birras podiam tornar-se um objecto de estudo? Michael Potegal, neuropsicólogo da Universidade de Minnesota, e James Green, da Universidade de Connecticut, EUA, decidiram dissecar as birras das crianças para melhor entender o que elas sentem.</p>
<p>Se ainda não têm capacidade para exprimir por palavras as suas emoções, talvez seja útil que pais e educadores saibam entender os seus sinais corporais e as suas vocalizações. Foi o que pensaram os investigadores.</p>
<p>Gritar, espernear e atirar-se para o chão obedecem a um padrão, apesar de poderem ter várias nuances e intensidades e poderem sobrepor-se em algum momento. As birras têm um ritmo próprio, segundo ficou demonstrado por este estudo, publicado no jornal científico <em>Emotion</em>.</p>
<p>Se os adultos entenderem o padrão e o ritmo de uma birra, será mais fácil reagirem da melhor forma. Por outro lado, será mais fácil também distinguirem uma birra normal, que faz parte do desenvolvimento de todas as crianças, de uma birra que pode ser sinal de alguma perturbação no desenvolvimento ou bem-estar emocional da criança.</p>
<p>ANATOMIA DE UMA BIRRA</p>
<p>Para &#8220;dissecarem&#8221; as birras, os investigadores criaram um fato especial com um microfone incorporado e gravaram mais de 100 birras. Depois analisaram as gravações e estabeleceram padrões, com a ajuda de gráficos. Analisaram também vídeos domésticos cedidos por pais. Perceberam que os mesmos sons surgiam, normalmente, com um padrão definido:</p>
<p>- Primeiro os gritos agudos e berros.<br />
- Depois acções físicas como arremessar coisas e atirar-se para o chão.<br />
- Por fim, choro e lamentos e a necessidade de consolo.<br />
Seja qual for o tempo de duração ou a frequência com que acontecem, todas as birras seguem este padrão.</p>
<p>Gritos agudos e berros podem a certa altura ocorrer em simultâneo com pontapés. Choro e lamento também podem ter início quando a criança está no chão. Mas a sequência é sempre a descrita.</p>
<p>UM TURBILHÃO DE EMOÇÕES EM SIMULTÂNEO<br />
Por outro lado, não é verdade que a fúria e a tristeza correspondam a duas fases distintas da birra. As duas emoções estão muito interligadas e podem estar presentes ao longo de todo o episódio. Lamentos que revelam tristeza e picos de gritos que revelam raiva vão-se intercalando ao longo da birra.</p>
<p>O MELHOR QUE OS PAIS PODEM FAZER: NADA!<br />
O segredo para que a birra acabe rapidamente é deixar que a criança passe pelos picos de raiva que fazem parte de todas as birras e não os prolongar. Como? Não fazendo nada. É difícil, claro, mas os pais devem perceber, segundo Michael Potegal, que a raiva é uma armadilha. Qualquer reacção, mesmo que seja fazer perguntas, só vai prolongar a birra. Tentar conversar é acrescentar informação a um sistema que já não consegue lidar com mais nada.</p>
<p>Da mesma forma, não se deve responder racionalmente a exigências irracionais que as crianças fazem enquanto estão a ter uma birra. Nessa altura, nos picos de raiva, só se deve mesmo esperar que passe.<br />
Assim que a criança expressar toda a raiva que tem de expressar, só vai ficar a tristeza e a procura de consolo.</p>
<p><strong>AS BIRRAS FAZEM PARTE DO DESENVOLVIMENTO, NÃO RESULTAM DE INCOMPETÊNCIA EDUCATIVA DOS PAIS</strong><br />
Analisadas cientificamente as birras não são muito diferentes de fenómenos naturais, como a trovoada, por exemplo. Entender o seu fluxo e padrão, vai dar aos pais uma sensação de controlo que é muitas vezes o que lhes falta e o que pode agravar a situação.</p>
<p>Os pais não devem sentir-se culpados pelas birras, o que por vezes acontece &#8211; sobretudo quando as birras ocorrem em público e há olhares reprovadores perante a cena, como se ela resultasse da incompetência deles. Fazem parte do processo de desenvolvimento. Com este ponto de partida, só têm de saber como ajudar a criança a chegar ao fim, em vez de contribuir para prolongar o fenómeno.&#8221;</p>
<p>Texto de Ana Esteves, Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/criancas/birra-desenvolvimento-educacao/1306736-5539.html" target="_blank">IOL Mãe</a> (2011-12-09)</p>
<p><span style="color: #339966;"><em>Gostei deste artigo pelo facto de não colocar sobre os pais o peso da culpa por algo que não temos controlo. Quem tem filhos &#8220;high need&#8221; compreende bem o que é uma &#8220;birra&#8221; e sabe o quanto DIFÍCIL é fazer alguma coisa para tentar acalmar o bebé/criança. É simplesmente desesperante, principalmente quando estamos sozinhos com eles. Antes de ser Mãe, eu era uma dessas pessoas que olhava com reprovação para cenas de miúdos a fazerem &#8220;birras&#8221; em público. Hoje sou solidária com esses pais e dou sempre o benefício da dúvida. Sei que existem pais que não dão afecto, colo, carinho, atenção, mas também sei que há pais (como nós) que dão tudo isso, são pais atentos e presentes e no entanto os miúdos comportam-se dessa forma. É preciso muita paciência, que confesso por vezes não tenho, é preciso tolerância e acima de tudo CALMA. E claro muito, mesmo muito APOIO por parte de familiares e amigos!</em></span></p>
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		<title>Ensino doméstico um dia por semana</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 15:19:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação/Pedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma bela iniciativa, que também poderíamos fazer por cá. Seria um bom começo para mudarmos o sistema de ensino português. &#8220;Conciliar ensino doméstico com a frequência de uma escola pública é possível no Reino Unido. Esta opção tem vindo a ganhar adeptos. No Reino Unido, a opção pelo Ensino Doméstico, no qual estão envolvidas, estima-se, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma bela iniciativa, que também poderíamos fazer por cá. Seria um bom começo para mudarmos o sistema de ensino português. <img src='http://www.rituaismaternos.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a href="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2011/12/2201.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3333" title="220" src="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2011/12/2201.jpg" alt="" width="220" height="165" /></a>&#8220;Conciliar ensino doméstico com a frequência de uma escola pública é possível no Reino Unido. Esta opção tem vindo a ganhar adeptos.</p>
<p>No Reino Unido, a opção pelo Ensino Doméstico, no qual estão envolvidas, estima-se, 80 mil crianças, pode não ser radical. O <em>Flexi-schooling</em> é um regime em que as crianças estão inscritas e frequentam a escola, mas passam algum tempo lectivo por semana com o pai ou com a mãe em actividades que complementam o ensino formal.</p>
<p>A educação partilhada entre a escola e a família é uma opção legal, mas cabe ao professor titular de turma autorizá-la, caso a caso. A escolaridade é obrigatória, tal como em Portugal, mas isso não implica a frequência da escola a tempo inteiro. No nosso país, a opção pelo Ensino Doméstico existe, mas não permite um regime combinado.</p>
<p>No Reino Unido, o número de pais que tomam esta opção tem vindo a crescer. As possibilidades cada vez maiores de trabalho com horários flexíveis ou em part-time, e o número crescente de crianças na escola pública (escolas enormes e turmas grandes tornam o ensino muito formatado), são algumas das razões para esse crescimento. Por outro lado, a vontade de enriquecer a experiência de aprendizagem das crianças, com mais liberdade e orientação individual, tem vindo a ganhar adeptos.</p>
<p>Um dia de escola em casa pode ser muito produtivo, com actividades direccionadas para os interesses da criança e com saídas a museus, parques ou outros locais de interesse, que de outra forma seriam difíceis de concretizar.</p>
<p>Na escola <em>Shacklewell Primary School</em>, em Londres, seis famílias estão envolvidas num projecto de <em>flexi-schooling</em>. Sexta-feira é o dia em que as crianças ficam com os pais. Noutras escolas, existem outras opções de equilíbrio entre o tempo de escola e o tempo de ensino doméstico. Em nenhuma das famílias envolvidas neste projecto existe o desejo de optar pelo Ensino Doméstico a tempo inteiro, mas encontraram nesta opção uma solução de compromisso entre as vantagens do ensino formal, sobretudo ao nível de socialização, e a necessidade de uma educação mais personalizada, focada nos interesses de cada criança.&#8221;</p>
<p>Texto de Ana Esteves, Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/criancas/escola-ensino-ensino-domestico/1306185-5539.html" target="_blank">IOL Mãe</a> (2011-12-07)
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		<title>&#8220;Cesariana planeada aumenta risco de obesidade&#8221;</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/cesariana-planeada-aumenta-risco-de-obesidade/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 15:39:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cesariana]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Bebés que nascem através de cesariana têm mais gordura no fígado do que bebés nascidos por via vaginal. Bebés que nascem através de cirurgia, a cesariana, correm mais riscos de vir a ser obesos ou ter excesso de peso do que aqueles que nascem por via vaginal. Um estudo preliminar realizado em Londres, no Imperial College, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Bebés que nascem através de cesariana têm mais gordura no fígado do que bebés nascidos por via vaginal.</p>
<p>Bebés que nascem através de cirurgia, a cesariana, correm mais riscos de vir a ser obesos ou ter excesso de peso do que aqueles que nascem por via vaginal. Um estudo preliminar realizado em Londres, no <em>Imperial College</em>, revelou que, num grupo de 62 bebés, os que nasceram na sequência de uma cesariana electiva (planeada) tinham níveis de gordura no fígado mais elevados do que aqueles que nasceram por via vaginal. <span style="text-decoration: underline;">Os autores do estudo acreditam que existem mecanismos de processamento de gorduras no fígado que são condicionados pelo facto de o bebé não passar por um parto vaginal</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Provavelmente o parto e todas as hormonas envolvidas fazem desencadear os processos hepáticos que permitem o processamento saudável da gordura ingerida. O desenvolvimento metabólico é afectado pela ausência do processo de parto normal</span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Os investigadores prometem investigar esta conclusão de forma mais aprofundada para esclarecer as razões que a justificam. <strong>O equilíbrio saudável de hormonas e enzimas pode também ser afectado pela forma como se nasce</strong></span><strong>.</strong>&#8221;</p>
<p>Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/bebes/cesariana-obesidade-parto-saude/1301732-5538.html" target="_blank">IOL Mãe</a> (2011-11-23)
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		<title>Como uma criança deve viajar no carro (pelo menos) até aos 2 anos de idade</title>
		<link>http://www.rituaismaternos.com/como-uma-crianca-deve-viajar-no-carro-pelo-menos-ate-aos-2-anos-de-idade/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 15:24:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança Infantil]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="460" height="264" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/_eyc9ijC2QQ?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="460" height="264" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/_eyc9ijC2QQ?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object>
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		<title>&#8220;Comer em família previne problemas de comportamento&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 12:02:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rituais Maternos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação/Pedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Quando se senta com o seu filho à mesa para jantar, não está apenas a proporcionar-lhe uma alimentação saudável. Está também a aumentar as suas hipóteses de se desenvolver globalmente bem e a prevenir uma série de problemas do âmbito da saúde mental. São muitos os benefícios de fazer refeições em família, sobretudo para as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2011/12/220.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3319" title="220" src="http://www.rituaismaternos.com/wp-content/uploads/2011/12/220.jpg" alt="" width="220" height="165" /></a>&#8220;Quando se senta com o seu filho à mesa para jantar, não está apenas a proporcionar-lhe uma alimentação saudável. Está também a aumentar as suas hipóteses de se desenvolver globalmente bem e a prevenir uma série de problemas do âmbito da saúde mental.</p>
<p>São muitos os benefícios de fazer refeições em família, sobretudo para as crianças. E não se trata apenas dos efeitos ao nível do organismo, que advêm do facto de se comer de forma mais saudável quando se come em família. Jayne Fulkerson, investigadora americana, na Universidade de Minneapolis, dedicou os últimos anos a estudar o impacto dos hábitos alimentares das crianças no seu desenvolvimento global. E afirma que as refeições partilhadas previnem também problemas de comportamento e doenças do foro da saúde mental.</p>
<p>Os adolescentes que fazem mais refeições em casa, com a família, são os que têm menos probabilidades de vir a tornar-se dependentes de drogas ou álcool, desenvolver depressões e revelar tendências suicidas, ter comportamentos anti-sociais ou problemas de comportamento da escola. E as raparigas adolescentes que fazem pelo menos cinco refeições por semana em casa, com a família, têm muito menos probabilidades de se tornarem anorécticas ou bulímicas.</p>
<p>Mais do que alimentos saudáveis, a rotina das refeições em família faz as crianças e adolescentes sentirem-se parte de um todo em que são importantes e cuja a ausência é sentida. Isso é importante para a sua auto-estima e para um desenvolvimento equilibrado.</p>
<p>Um jantar em família é também a oportunidade ideal para desenvolver a capacidade de comunicar e para os pais se apareceberem atempadamente da existência de algum problema que esteja a afectar os filhos.</p>
<p>Apesar de na Europa, sobretudo nos países latinos, as refeições em família serem muito mais frequentes do que nos EUA, e nos países anglo-saxónicos em geral, a verdade é que é um hábito que tem vindo a perder-se pelo estilo de vida apressado e pela impacto dos meios tecnológicos nas rotinas diárias de adultos e crianças.</p>
<p>A ciência vem agora alertar para o impacto que essa perda tem no desenvolvimento das crianças.&#8221;</p>
<p>Texto de Ana Esteves, Revista <a href="http://www.mae.iol.pt/maternidade/saude-alimentacao/1296715-5535.html" target="_blank">IOL Mãe</a> (2011-11-08)
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